Durante minha infância minha mãe trabalhava no turno da noite como enfermeira (uma noite sim, e outra não na escala 12/36), e meu pai passava a semana trabalhando em outra cidade, na maior parte das vezes só vinha pra casa final de semana, então nas noites que minha mãe trabalhava, eu dormia na casa dos pais dela, aos cuidados da minha tia (irmã da minha mãe).
Era ela que me dava comida, me dava banho, me colocava pra dormir e me arrumava para a escola no dia seguinte (sempre estudei pela manhã).
Sempre fomos uma família muito unida e presente, com almoços na casa da minha avó todo fim de semana, uma família bem divertida e brincalhona.
Desde cedo minha tia tinha umas brincadeiras após o banho, já vestido, ela dizia: "deixa a tia ver se tá cheiroso?" e passava a mão no meu pinto, levava a mão ao rosto, cheirava e dizia "Tá cheiroso...". E isso ela fazia na frente de todos, a família dava risada e eu achava graça...
Apesar de dar banho em mim (enquanto ela tomava banho também), fora do banheiro ela sempre foi muito respeitosa: Fazíamos atividades juntos, brincávamos juntos, assistíamos filmes (costumávamos dormir bem tarde após assistir filmes), e no fim da noite eu sempre dormia separado (no antigo quarto da minha mãe), sem demonstrar qualquer interesse em mim (ou pelo menos eu não percebia).
Certa noite, terminamos de assistir um filme - não faço ideia do horário, mas era bem tarde, todos já estavam dormindo - e como de costume, fui escovar os dentes, dei boa noite e fui dormir.
Não demorou muito e minha tia decidiu passar no meu quarto antes de seguir para o quarto dela: Sentou do meu lado na cama, deu boa noite, começamos a conversar sobre o filme durante um tempo, e ela me deu um beijo na testa pra se despedir.
Após o beijo na testa, ela disse que eu estava cheiroso, e começou a me cheirar no pescoço, me fazendo cócegas e repetindo que eu estava cheiroso, enquanto eu jogava a coberta pra fora de mim enquanto "sofria" com as cócegas.
De repente ela para - não sei se notou algo diferente em mim - e então ela fala baixinho no meu ouvido "Deixa a tia ver se tá cheiroso?", mas dessa vez ao invés dela passar a mão e levar ao nariz, ela foi com o rosto e cheirou de perto.
Em seguida disse "Deixa a tia ver se tá gostoso?", abaixou meu pijama e começou a me chupar.
Eu sempre fui safado, pegava as revistas pornô do meu pai, brincava com o pau, mas confesso que não sabia que podia ser feito com a boca, então foi uma surpresa pra mim.
Ela me chupou muito essa noite. Chupava as bolas, passava a lingua enquanto me olhava, e eu sério olhando e apreciando a sensação gostosa. Exceto quando ela olhava pra mim e sorria, então eu sorria de volta como se estivéssemos brincando e nos divertindo.
Ela parou quando achou que a diversão foi boa o suficiente, levantou meu pijama, me cobriu, deu um beijo na testa e foi pro seu quarto.
Após isso as noites na casa da minha avó ficaram ainda mais divertidas com minha tia. Os banhos ficaram mais interessantes, os filmes durante o fim da noite ficaram ainda melhores e os beijos de boa noite ficaram ainda mais gostosos.
Não demorou muito e começamos a explorar outras coisas: Ela me colocava pra chupar os peitos dela, e eu amava; Ela me fez chupar a bucetinha dela, mas eu não gostei, achei nojento (ainda muito novo, não sabia apreciar, rs.), e ela respeitou isso. Então por um tempo era só um boquetinho, punhetinha e chupadinha nos peitos.
Mas as coisas foram mudando com o tempo: as brincadeirinhas já não eram tão frequentes, tinha noites que nem acontecia nada, e foi parando cada vez mais, parecia que ela estava querendo provocar algo como (Se a diversão vai ficar só pra você, então eu não quero mais).
E após alguns longos dias sem nada, ela voltou com tudo, de uma hora pra outra começou a rolar todas as noites. Ela cada vez mais provocante e sedenta, e mais corajosa, ela percebia que eu estava sentindo falta, e que talvez agora eu estivesse mais disposto para outras coisas...
Pediu pra eu chupar a bucetinha dela novamente, e eu recusei. Mas ela conversava comigo, falava pra tentarmos novamente, que agora eu estava mais "moço" e que pudesse gostar, então tentei novamente. E novamente não gostei. Mas ela estava determinada, e me fez continuar mesmo não gostando, e eu... como um sobrinho obediente, continuei até o fim.
A partir disso as coisas ficaram mais intensas. Ela já sabendo que eu era o brinquedinho obediente dela, já não se preocupava se eu gostava ou não de fazer algo:
Me fazia chupar ela enquanto assistíamos filmes, segurando firme minha cabeça contra a buceta e mexendo a cintura.
Na cama falava pra eu deitar na borda da cama e ficar de boca aberta, passava uma perna sobre mim ficando de joelho na cama, enquanto a outra perna permanecia no chão, e me segurava pelo cabelo e esfregava com vontade, falando baixinho "chupa a tia que tá gostoso". Ou sentava de costas sobre mim (quase que um 69, mas ela com a coluna ereta) , esfregando a buceta e o cuzinho na minha boca. Lembro de ficar todo lambuzado, muitas vezes sem ar.
Ela passava a mão da minha testa até o queixo limpando, dava boa noite, passava no banheiro e lavava as mãos, e ia dormir.
Ela nem se preocupava mais em me chupar, ou punhetinha, muitas vezes nem abaixava meu pijama. Era abrir a boca, mão nos meus cabelos e mandava ver.
Mas... como um bom sobrinho obediente... não demorou muito e eu aprendi a gostar. Antes eu era apenas um "vibrador" para ela, e o botão de ligar era os puxões de cabelo, rs... Passei a ser mais ativo: Abria a bunda dela, chupava o cuzinho e enfiava a língua; Era ela empurrando minha cabeça contra a buceta, e eu balançando, esfregando e enfiando o nariz dentro; E rosto cada vez menos lambuzado, pois comecei a fechar menos a boca e sugar mais.
Infelizmente nunca houve penetração, mas foram 4 ótimos anos, com fases bem diferentes umas das outras:
Começando com um mix de novidades e boquetes gostosos...
Depois uma fase não tão boa, onde eu só estava ali pra fazer ela gozar...
E por fim, uma experiência surreal quando aprendi a gostar de tudo.
Foram só 4 anos porque ela engravidou do namorado (ele não assumiu e meteu o pé). Mas ela encontrou um que quis assumir, e eles foram morar em outro estado.
Demorou muito pra gente se ver novamente. Nos vimos algumas vezes durante Natal em família, mas era como se nada tivesse acontecido entre nós, e permanece assim até hoje.
É o primeiro conto que escrevo, e será o único sobre Incesto, pois é um relato real sobre mim e nunca tive outra experiência (apesar de querer, rs...).
Espero que gostem.
Que belo conto amigão e que deliciosa, gostosa, maravilhosa iniciação, caralho como é bom ter uma tia assim, safada, linda, gostosa e sem medo de ter prazer e da prazer também, isso é gostoso demais e melhor ainda porque tudo fica em casa, nas escondidas e pode fazer o tempo todo, que delicia amigão. votado e aprovado