Segui em frente, com minhas amizades, e com minha namoradinha safada, eu gostava dela mesmo assim, eu tambem tinha minha fantasias e minha bissexualidade cada vez mais forte. Sei lá minha maneira de pensar e avaliar as coisas, eu gostava muito de sexo, e das coisas que estavam acontecendo. Adorava ficar assim junto com outro casal, ver, ficar perto, ver as reações. Eu sabia que estava "fora da curva" como se diz, mas gostava e até hoje penso que a gente deve fazer o que gosta. Com esse tipo de aceitação, destas ideias fantasiosas, acabei descobrindo que existiam muitos jovens como eu que tambem tinham fantasias semelhantes, só faltava coragem para realiza-las. Tambem descobri, que homens e mulheres, mais velha, sempre se reprimiram, faltou aquele tal empurrãozinho de alguém, para começar e nunca mais parar. Conheci mulheres de mais idade que terminaram com seu casamento "tradicional", exatamente por se libertarem, decidiram obedecer seus instintos. Namoros que terminaram, noivados, que terminaram e casamentos que foram desfeitos. Uma das minhas tias, já naquela época que comecei, com idade bem avançada, casada, família formada, filhos adultos, me disse uma vez, .... querido, hoje me arrependo muito de ter obedecido o que os costumes indicavam, do que o meu corpo indicava, deveria ter aproveitado muito mais. Ela sabia das minhas coisas, eu contava pra ela, que sempre sempre me dizia, faço o que seu corpo pede, obedeça seus impulsos. Assim sempre me comportei, sou feliz, casado a muitos anos minha querida sabe de tudo do passado, e aceita e participa do presente. Bem depois de tudo que falei até agora, "aterrizei", volto a falar do meu inicio, lá quando as coisas boas foram descobertas. Meu namoro com a Maria Clara segui em frente, Gabriel com a Vera, continuava tambem, entre um encontro com nossas namoradinhas e outro, eu e Gabriel nos encontrava e aprontava, rolava aquela troca, eu estava muito acostumado com o pauzão dele, ele era uma fera. As duas, Maria Clara e Vera, que eram apenas conhecidas, se tornaram amigas, se entendiam muito bem, parecia só uma cabeça pensante, tinham ideias muito fantasiosas tambem e queriam aproveita a juventude que sabemos é passageira. Eu por anos fui representante comercial, viajava para diversas cidades, e tinha, não em todas, mas em duas delas, um tipo de namoradinhas, sempre que passava naquela cidade, a gente se encontrava saia, e rolava algo mais. Em uma desta cidade, Virginia (22a), ela tinha um namoradinho oficial, mas ele estava fora do país estudando, então só se correspondiam. Cheguei na Virginia por um acaso, nos encontramos em um restaurante da cidade que era de propriedade da mãe dela, que não gostou muito de mim, queria a filha com o namorado fora do pais. A Virginia, morava em um pequeno apto ao lado do restaurante, gostava de artes, tinha aulas de pintura de telas, e logo descobri que era super carente, não queria se envolver com ninguém mais da cidade, para aparentemente respeitar o namoradinho oficial ausente. Mas consegui me aproximar bem dela, a gente se encontrava meio que em segredo, ela não queria aparecer, cidade pequena e fofoqueira. Mas ela abriu o coração pra mim, estava carente, gostava de mais de sexo, tinha medo de o namorado volta do exterior e ela não ter tempo de aproveitar a juventude dela, queria mais e mais, queria conhecer outros "amigos", abriu o jogo, foi autêntica, verdadeira , abiu tudo. Eu a noite entrava no apto dela meio que escondido. Ela realmente não tinha uma boa experiencia sexual, foram muito poucas vezes que transou até então. Eu muito louco,, um dia contei pra ela da minha bissexualidade, tive que explicar o que era e acabei falando do Gabriel, ela com, começou perguntar, curiosa queria saber tudo, tudo, de nós dois, como a gente ficava, como o Gabriel era, abri o jogo total, de algumas coisas que a gente já tinha feito, contei das amigas Maria Clara e Vera, sem declinar os nomes e sem dizer que eram nossa namoradinhas. Depois de todas as confissões, ela ficou me olhando, e arrisquei, vc tem vontade de conhecer meu amigão, eu trago ele na próxima viagem, os olhos dela brilharam,..... não sei, não conheço ele tenho receio, botou alguma dificuldades, mas eu acabei com esse assunto, ...... querida, vou trazer ele, acho que ele topa vir, eu fico perto, pra vc ficar mais a vontade se sentir mais segura, mas se vc não gostar dele, tudo bem, vai ficar só uma amizade. Quando depois falei com o Gabriel, ele louco como era, vibrou. No outro mês quando meu roteiro estava marado para a cidade da Virginia, combinei com o Gabriel e fomos. Almoçando no restaurante da mãe da Virginia , ela almoçava lá tambem, mas como a mãe dela não gostava de mim, ela ficava longe, só cumprimentava e saia de perto. Naquela almoço ela se aproximou cumprimentou, olhou para o Gabriel e só sorriu, ela sabia o que ele estava fazendo alí comigo. No inicio da noite fizemos um pequeno lanche no nosso hotel, e fomos para o prédio de Virginia, depois de checar se não tinha "olheiros" da mãe dela, porque eu sabia que existiam e a Virginia morria de medo da mãe dela ficar sabendo que eu ia lá, entramos, subimos a escada , e fomos bem recebidos pela Virginia, que se mostrou muito nervosa. No sofá da sala começamos conversar, a Virginia me olhava mostrando seu nervosismo, levantou foi preparar um café na cozinha, logo fui atrás, abracei ele que estava meio trêmula eram os nervos a tensão, acalmei ela, .....querida fica tranquila, fico perto, ,ele é legal, depois saímos ninguém vai ver. Acalmou um pouco só, depois voltou para a sala. Papo vai, papo vem, fiz sinal com a cabeça para o Gabriel se aproximar dela, começar agir, eu já me sentia excitado só de pensar, ela então abraçou a Virginia, que começou a ter uma respiração pesada, eu fiz ela levantar e comecei tirar a roupa dela, o Gabriel ao mesmo tempo fazendo a mesma coisa. Me afastei um pouco, e fiquei ao lado do sofá, Gabriel fez ela ficar ajoelhada de costas pra ele, eu via que ela só olhava para o pauzão dele, fiquei ali firme olhando, uma coisa do outro mundo a sensação que eu sentia, Gabriel se aproximou, e notei que ele até parou de respirar por uns três segundo, quando ele encostou o pauzão na bucetinha dela, pincelando e começou empurrar, ela em seguida começou a gemer e o pauzão entrando, logo os dois imóveis o pauzão todo dentro, ele gemendo baixinho, começou o vai e vem bem curtinho, ela gemando cada vez mais a vontade sem segurar o gemido. Vem querida agora deita, ergue a perna quero ver tua bucetinha, e foi assim, ela se ajeitou ele veio com tudo e vi o pauzão sumir entrando na bucetinha dela, os gemidos dela já estava a pleno e ela se mexia, também ajudando os vai e vem dele, ele como sempre fazia começou falar, meio com os dentes serrados, ....vai, vai, aperta esse bucetinha, apertada, vai, vou te arrebentar , vou alargar esse buceta, ele estava no embalo que eu conhecia e ela acompanhando, ela se soltou, vibrando o corpo, .....goza fdp ele gritou, nas duas ultimas estocadas super fortes que ele deu e gozou, gozou no fundo da bucetinha dela. amoleceu todo o corpo que esta rígido e caiu para o lado no sofá. Ela de olhos fechado, tambem largada no sofá, eu impressionada com o comportamento da Virginia, comigo ela nunca tinha se comportado assim. Depois de volta ao nosso hotel, o Gabriel falou de que achou ela muito apertadinha, que foi uma maravilha gozar com ela, e safado como era, .....depois outro dia, marca com ela outra vez, mas quero comer o cuzinho dela, quero arrombar ela..... ..... segue em EU minhas descobertas ( 04) um capítulo, uma aventura
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