Bah, vivente, eu gostava tanto do meu cusco, mas a bundinha do patraozinho foi melhor.




Bah, vivente, eu gostava tanto do meu cusco, mas a bundinha do patraozinho foi melhor.


Buenas índio velho, sou o Alemão, mas minha graça é Almir, 56 primaveras   nas costas, caipirão,mais grosso do que dedo destroncado, tão rústico que em vez de comer o mel como a abelha, sou capataz da estância do seu Juventino.
Mas ontem o patrão teve que dar umas bandas lá pra uma cidade muito longe, pra tratar de negócio de gado e ração, deixando a fazenda nas patas do filho, o Leonardo, que foi criado a iogurte, pão de ló, leite de caixinha desnatado, Todynho,um guri cheio de marra, mandão em coisa que não entende bulhufas, e nos meus dias de folga, pego a minha viola, ganho uns trocos tocando nos bailes do pago pra animar a peonada de cabo a rabo, sabendo que a lida por aqui nunca foi moleza, com o sol rachando o lombo de mula desde cedo, a poeira subindo no potreiro, a gente lidando com bicho brabo que não respeita conversa mole, pois o seu Juventino é homem de palavra antiga, criado na base do laço, da guaiaca, que nunca passou a mão na cabeça de maricas, mas o rapaz veio diferente, criado no ar-condicionado da cidade grande, achando que peão é empregado de luxo, que pode mandar na propriedade dos outros com aquela voz fina e irritante, e eu aturo porque preciso do sustento, porque a minha viola nos bailes me traz um troco extra pra comprar a minha cachaça boa de sábado, e a peonada inteira vivia comentando nos fundos do galpão sobre a chatice desse metido a besta, que não aguentava um tranco de serviço pesado sem reclamar das unhas, do calor, enquanto o Vitalício, meu comparsa de copo, de lida, sempre dizia que esse piá ainda ia cair do cavalo feio por causa da soberba que carregava nos peitos, pois ninguém gostava daquele jeito mandão de quem nunca sujou a bota de esterco na vida, mas a gente obedecia só por respeito ao seu Juventino, que era patrão de verdade, até que o destino gosta de pregar peça na gente, e o rumo das coisas mudou num piscar de olhos por causa de uma briga de cachorro na grama da entrada, quando dias atrás, o patraozinho quase teve um treco porque o meu cusco amarelo deu de olho na cadelinha nova que a noiva trouxe pra fazenda, aquela bolsinha de osso, uma cadelinha de raça que mais parecia brinquedo de pelúcia do que bicho de verdade, cheia de frescura, solta no pátio, e o meu amarelo, que só conhece cachorro bruto de lida, bateu o olho naquela miniatura e não teve dúvida, achou que era distração, correu, agarrou a bichinha pelo pescoço, meteu nela ali mesmo na grama da entrada, fazendo a noiva dar um berro que ecoou nos fundos da casa grande, louca da vida, chamando o Leonardo aos prantos, enquanto o rapaz largou o serviço, disparou pelo pátio dando pisão no chão, berrando mais alto ainda, até o cusco demorar mas soltar com o susto, deixando o brinquedinho estatelado no chão, chorando, e o patraozinho ficou com a cara vermelha de ódio, espumando, querendo me achar no potreiro fundo, gerando um alvoroço todo na sede da fazenda que chamou a atenção de todo mundo que tava por perto, parecendo que o mundo tava desabando por causa de uma cachorrinha fresca, com a noiva abraçando o bicho no colo, chorando pitangas, dizendo que o animalzinho ia precisar de psicólogo de bicho, uma frescura que dava ânsia de vômito em qualquer peão de respeito, enquanto o amarelo ficou escondido atrás do meu rancho, com o rabo entre as pernas, sem entender por que tanta gritaria por causa de um instinto natural de bicho do mato, e eu fiquei na minha, limpando a minha ferramenta de trabalho, esperando pra ver até onde ia a coragem daquele mauricinho de terno e chapéu limpo, até quem veio me trazer a fofoca inteira foi o próprio Vitalício, abanando as mãos, repassando os mínimos detalhes, contando que o guri perdeu a cabeça, berrando que o bicho era bravo demais, que não podia andar solto perto de animal de raça, que se ninguém desse um jeito, ele mesmo ia resolver, com o Vitalício ainda soltando que o patrão velho criava bicho pra servir, não pra estragar propriedade alheia, e o pior foi o Vitalício mesmo que me falou que o Leonardo mandou descer o relho no meu amarelo, pra todo mundo ver quem mandava, até o bicho miar de dor debaixo do assoalho, e quando cheguei no rancho e vi o meu cusco acuado, mancando, tremendo de pavor, mas vivo graças a Deus, o meu sangue ferveu de quase arrancar a tampa da chaleira a dentes, fiquei com uma raiva preta daquele mauricinho metido a besta, sabendo perfeitamente que o amarelo era meu companheiro de lida, jurado de vingança, sabia que a conta ia chegar pra ele mais cedo ou mais tarde, porque mexer com o meu bicho é mexer com a minha própria paciência, que já não é muita com essa corja da cidade, passei a tarde inteira afiando o meu facão de cabo de osso, tramando uma forma de cobrar essa dívida com juros e correção na primeira oportunidade que aparecesse, e o sol foi baixando lá pras bandas do poente, tingindo o céu de vermelho-sangue, combinando certinho com a fumaça de ódio que tava saindo pelas minhas orelhas, sabendo que o rapaz ia vir tirar satisfação cedo ou tarde, porque a sua arrogância não permitia deixar barato a afronta do meu amarelo contra a cadelinha fresca da noiva, e no outro dia, com o sol rachando, o Leonardo apareceu na minha porta com a pior cara de deboche, enquanto eu estava sentado no meu mocho, calmamente lascando um pedaço de fumo de corda com o canivete, fiquei uns minutos em silêncio, sem nem olhar pra sua cara, sentindo a audácia do pirralho que logo abriu a boca pra falar que o desgastado do teu cusco aprendeu a lição, e como eu fiquei em silêncio, ele perguntou de novo se eu não ia responder, levantei o olhar devagar, travei os meus olhos nos seus uns segundos, pesando a provocação sem levantar a voz, larguei o fumo, levantei, ajeitei as bolas por dentro da bombacha, fui na prateleira, peguei a garrafa de canha, servi dois copos, larguei o martelinho com força na mesa de madeira bruta, espirrando líquido pra todo lado, falando pra gente beber antes de prosear, e ele me olhou de cima a baixo, desconfiado, mas pegou o copo e virou de uma vez só, fazendo uma careta que deu gosto, parecendo que a sua goela tinha sido faqueada, enquanto eu não fiquei por menos, meti o meu nos queixos, senti a queimação subir, suspirei de satisfação, servi outro transbordando na mesa pra firmar, e ele tava com a mão trêmula, mas o orgulho não deixou recusar, pegou e meteu pra dentro de novo, ficando com a cara mais feia ainda, vermelha, os olhos lacrimejando com a cachaça pura, até que eu mandei puxar um banco pra gente prosear sentado, porque homem pra conversar tem que ser os dois sentados ou os dois de pé, e ele sentou meio travado, com aquela pose de gaúcho de apartamento que me dava nos nervos, perguntando se fui eu o vagabundo que nunca comeu mulher e se assustou porque bicho tem instinto, pois cachorro também quer cruzar, é da natureza, aquela cadela parecia brinquedo de feira, e agora era pra parar de choradeira e me dizer por que teve que judiar do animal, ao que o safadinho gritou que mimado é a mãe, que veio ali pra me mostrar que eu não sou homem pra cima dele, que faz o que quiser nessa fazenda e eu vou ficar aí quieto ouvindo, e eu retruquei que ele era só fogo de palha, velho brocha, moleque, ouvindo dele que dizem que eu sou o Don Juan dos Pampas mas pareço ovelha no mato, mandando ele parar porque não sabe o que tá fazendo, e o gaúcho de apartamento perguntou se era verdade mesmo, sem entender onde eu queria chegar, até que me falaram que eu sou um cavalo, tenho um negócio enorme aí escondido, e eu mandei ele ir pra puta que pariu com aquele papo chato do caralho, perguntando se era verdade ou não, ouvindo que nunca ia saber, que se não ia saber era mentira e devia ter um pintinho aí, respondendo que pra ele podia ser, imaginando mesmo o seu brocha, pois o clima mudou num segundo, cheiro de cachaça misturado com cigarro e perfume colou no ar, a tensão guardada estourou na nossa cara, o gaúcho de apartamento levantou meio tonto, respirando pesado, encarando o velho aqui pra pagar pra ver, dizendo que eu tava pedindo uma surra de verdade, que não tem vergonha na cara de vir na minha casa falar essas porcarias, e eu perguntei que vergonha, se ele acha que eu não sei o que faz com as mulher dos peão nos dia de folga, velho tarado, quero ver se sou bicho brabo na cama igual montando cavalo chucro, mandando ele ir pra puta que pariu, putão dos infernos, brincando com fogo perto de palha seca, e o safadinho desafiando pra eu queimar, jogar fogo de uma vez se sou tudo isso que a peonada fala, e eu levantei do mocho empurrado por uma força que vinha das bota, tomado de raiva, tesão bruto, agarrei a sua cintura com força de capataz, colando ele no meu peito, enquanto o rapaz, meio confuso entre a valentia e a curiosidade de quem nunca tinha provado nada, tirou calça e cueca num puxão só, peladão na nossa frente com o pau duro e latejando, e eu arranquei bombacha e cueca num pulo, deixando o meu cacete grosso e cascudo saltar duro pra fora, fazendo o gaúcho de apartamento engolir em seco vendo o tamanho da ferramenta, mas o tesão falou mais alto, ajoelhou na minha frente, abriu a boca, enfiou a cabeça do meu pau goela abaixo, chupando com força, fazendo barulho molhado enquanto eu segurava seu cabelo empurrando de leve, mandando o safado chupar meu cacete, vai safado do caralho, pra mostrar se é macho mesmo, e ele gemendo que era um pau grosso do inferno, velho, até depois de deixar ele chupar bem, peguei o vivente, joguei de bruços em cima do sofá, abri suas pernas, peguei o pote de banha, passei um dedo, meti no rabo que era zerado mas tava piscando, um cuzinho rosinha e bem apertado, esfreguei na cabeça do pau, fui metendo devagar, só a cabeça, e o safadinho deu um grito mordendo a mão, apertando seus punho no estofado, implorando pra ir com calma, que tava queimando, que não era umas vaca que eu pego, mandando ir devagar, seu animal, e eu mandei aguentar, ficar quieto vagabundo, aguentar firme, porque quis me provocar e agora aguenta até o fundo, e nessa hora a porta abriu num estrondo, era o Vitalício, com uma garrafa de pinga, sem camisa, com uma sela no ombro, estancou na porta com o olho arregalado me vendo socar o putinho filho do patrão, com o pau quase todo dentro, olhando direto pra ele, levando um cagaço que quase gelei, ouvindo o comparsa gritar que não sabia que eu tava me divertindo com o safadinho do patraozinho, enquanto eu respondi que tava cagado lá na casa grande achando que ele ia me flagrar com a prendinha da sua noiva, o safadinho bêbado virou pra trás com uma cara de espanto, não pelo que eu tava fazendo com ele, mas sim pelo que o Vitalício acabou de confessar que tava fazendo com a noiva dele lá na casa grande, nós dois ficando olhando sem saber o que dizer, mas por dentro eu já tava rindo com o pau enfiado na bundinha do safado, sabendo que o Vitalício tinha acabado de vir do galpão, depois de comer a noiva do patrãozinho, o Vitalício falou que se o gaúcho de apartamento queria ver, ele também era louco, largou a sela no chão, tirou a bombacha rapidinho, ficou peladão com o pau duro igual estaca, veio correndo pra beirada do sofá, agarrou o Leonardo pelas axila, ajeitou o guri de quatro, deixando aquela bundinha branca e redonda empinada na nossa cara, e eu encostei de joelhos bem atrás, firme nos quadris suados, enquanto o Vitalício se abaixou de frente pro safadinho, oferecendo o pau duro na sua boca, e o gaúcho de apartamento abocanhou o cacete grosso chupando com força com barulho de baba, enquanto eu alinhei o meu cacete no cuzinho melado de banha, dei uma estocada seca e funda, fazendo o guri gemer engolindo a porra do pau do Vitalício, que ria e empurrava mais na garganta do piá, mandando chupa o macho da tua mulher enquanto eu te arrombo, e eu comecei a meter no rabo dele socando forte, batendo as bola contra a bunda, com ele chupando o Vitalício e gemendo no meu pau, e depois de uns minutos metendo de quatro, o Vitalício puxou o Léo pelos braços, o virou de costas, deitado no sofá com as pernas abertas pro alto, e eu me ajeitei na frente dele, encaixando o pau no cuzinho quente, empurrando até o talo, fazendo o safadinho arquear e cravar suas unha nas minhas costas, enquanto eu socava de frente, vendo a sua cara de safado desmoronar em prazer, o Vitalício deu a volta, ajoelhou na altura da cabeça, enfiou o seu pau na sua boca de novo, fazendo o gaúcho de apartamento revezar entre engolir o pau do parceiro e gemer alto com as minhas estocadas, rindo que ele chupa um e mama o outro, que nasceu pra isso, e pra coroar a loucura da tarde, o Vitalício se ajeitou atrás, se preparando pra dupla penetração, eu comendo o cuzinho do Leonardo de frente, enquanto o garanhão do Vitalício vinha atrás empurrando no mesmo compasso bruto, o gauchinho de apartamento gritava sem saber quem beijava, quem chupava, se tremendo inteiro sob o nosso peso e as estocada violenta, o rancho parecendo desabar com a cama batendo na parede, suor pingando no chão de terra, a carne estalando, o Vitalício mandando eu gozar e jogar tudo dentro desse cuzinho, e eu mandando vir com o velho, piá do capeta, tomar o descarrego do capataz e do peão, e dei as última investidas selvagens, arranquei o pau, e joguei jatos de porra na barriga e no seu peito, enquanto o Vitalício empurrou fundo, gozou uma leitada grossa dentro da boca do gaúcho de apartamento, que engoliu tudo com gosto, logo depois, eu também gozei na sua boca, fazendo o cara engolir, fazendo ele sentir a mistura das duas juntas, demos risadas gargalhadas juntos, nós três pelados esparramados no sofá, respirando fundo, suados, fedendo a canha e cansaço, com o rancho em silêncio debaixo da noite escura do pampa, cortado apenas pelo baque compassado do nosso fôlego voltando ao normal, pois o Leonardo tava esparramado no estofado velho, com os olhos perdidos, parecendo que tinha passado por cima de uma boiada inteira sem tirar bota, e nós dois, eu e o Vitalício, acendemos um cigarro de palha, com as mãos ainda tremendo, e rindo baixinho da cara de tacho do patraozinho, sabendo que ninguém precisava falar muita coisa, porque a lição tava dada de forma bem explícita e gravada na carne daquele guri metido a besta, pois a vida na fazenda tem dessas coisas, o mundo dá voltas bem apertadas, quem mexe com o cusco do capataz acaba tendo que pagar o pato, ou melhor, tendo que dar a bunda pro patrão velho e pro peão no meio da tarde, enquanto a noite avançava fria lá fora, a gente foi se ajeitando, vestindo as bombacha, sacudindo a poeira, com a certeza absoluta de que o patraozinho nunca mais ia ousar erguer o tom de voz pra cima da peonada de novo, pois a noiva devia estar dormindo na casa grande sem saber que o chifre já tinha brotado na cabeça do noivo antes mesmo do casamento oficializar, sendo esta a verdadeira lei do pampa, rústica, sem frescura e de acordo com o que o nosso sangue gaúcho exige, quando a paciência chega no limite, guardando as garrafas vazias, limpando a bagunça do assoalho e deixando o safadinho lá se recuperando do tranco, pronto pra encarar o seu velho pai quando o bicho chucro voltasse da sua viagem, dias dessa peleia toda, o Leonardo e a sua noiva voltaram novamente pra fazenda, e desta vez o seu Juventino já estava em casa, mas meio adoecido, acuado na cama pelo tempo ruim e pelos anos de lida pesada, o que fazia com que toda vez eu desse uma passada lá na casa grande para dar uma olhada no meu patrão, pois o homem é um bicho bom, homem justo, além de ser o dono da estância, e eu gostava muito dele, respeitando sua história de homem antigo, até que num fim de tarde o rapaz chegou perto de mim com a cara cheia de segredo, pedindo para conversar, dizendo que a sua noiva estava lá dentro penteando a cadelinha, chamando para a gente ir pro pátio prosear a sós, e eu fiquei sentado enrolando um cigarro de palha, pois não gosto de enrolação, não suporto rodeios na conversa, mandando abrir logo essa boca e falar o que queria, ouvindo o safadinho dar risada e me chamar de moleque velho, dizendo que eu aprontei feio naquele dia, mas que como sou homem vivido, conheço os sinais da terra, sei até mesmo a hora que o touro vai pegar a vaca, sei na hora que a galinha vai botar, sei até mesmo quando o bagre vai morder a isca, e por isso ele sabia exatamente o que eu estava pensando, o que já estava pensando há muito tempo desde aquele dia, pois então era para deixar o homem falar o mesmo, já que a noiva tinha aprontado com o Vitalício, ele agora queria ver mais, mas tinha que ser lá no meu rancho, pois queria ver nós dois com ela, mas com um detalhe crucial: ela não podia ficar sabendo de jeito nenhum, e eu escutei aquela proposta com o cigarro de palha na ponta dos beiços, pesando a maldade do rapaz que não valia nada, pois o infeliz queria ver a própria noiva ser comida pelos peões da fazenda bem debaixo do seu nariz, trocando o respeito da aliança por um tesão desgraçado que trazia nos olhos, mostrando que a criação da cidade grande só servia para desandar a cabeça de qualquer cabra, e logo em seguida fui prosear com o Vitalício, conversando com o meu comparsa, contando para ele tudo o que o piá safado e tramposo queria, pois a única forma de arrastar a sua noiva para aquela tocaia tinha que ser com o Vitalício, já que ele já tinha intimidade certa com a prenda lá da casa grande, e o meu comparsa quase caiu de costas de tanta alegria, batendo palma na coxa e dizendo que o mundo tava virando do avesso mesmo, pois aceitou na hora a empreitada sem pestanejar, e no dia seguinte, bem cedo, o Vitalício foi na casa grande, falou com ela, e não deu uns quinze minutos, os dois já estavam na minha, na minha casa, com o Vitalício me olhando de soslaio e dizendo assim, ó: — Daí, Alemão, ela veio aqui para conversar com nós dois, e a mulher entrou toda tímida, toda delicada, parecia uma boneca de porcelana no meio da poeira do rancho, enquanto o Vitalício sentou no lado dela e já começou a passar a mão nas suas coxas macias, sempre olhando para mim com aquele brilho malandro nos olhos, começando a levar a mão lá, mas no meio da sua saia fina para apertar o que era nosso, aí eu não me aguentei, levantei do mocho, já sentei no outro lado e comecei a beijar aquela boca, daquela mulher toda cheirosa que tinha gosto de creme, gosto de sabão, não sei o que que era aquilo que ela passava nos beijos, mas sentindo o corpo da patroa amolecer nos nossos braços, e o Vitalício tirou a sua camisa suada e mostrou aquele cacete grosso e latejante, enquanto a prenda começava a tremer inteira, dizendo que nós éramos loucos, mas o Vitalício deu uma gargalhada rústica, abrindo o vestido dela num puxão só e deixando os peitos duros de fora, com os bicos rosados apontando para o ar, e eu segurei sua boca com a mão grossa, mandando ficar quietinha se não quisesse apanhar de relho, enquanto o comparsa abaixava a calcinha dela até os joelhos, deixando aquela bundinha branca e redonda totalmente à mostra pro nosso prazer, e ajeitei a prenda de quatro em cima do sofá velho, abrindo bem as suas pernas tremeliques, passei banha no meu cacete grosso e fui empurrando devagar, sentindo o rabo dela apertar gostoso na primeira investida, fazendo a mulher dar um gemido abafado enquanto o Vitalício se ajoelhava na sua frente, enfiando o pau duro na sua boca para ela chupar com força e barulho de baba, e eu comecei a socar forte, batendo as bolas contra a sua bunda, com a carne estalando no rancho escuro, e o ritmo da nossa lida foi pegando fogo no meio do rancho, com o suor escorrendo pelas nossas testas, e eu segurando firme na cintura da patroa enquanto metia sem dó, ouvindo a Beatriz gemer manhosa e pedir mais, entregando o seu corpo de bandeja pros dois peões da estância, e o Vitalício puxou a cabeleira da prenda com carinho bruto, empurrando o seu cacete ainda mais fundo na garganta da mulher, fazendo a infeliz engasgar de leve mas logo pegar o compasso da chupada, babando na carne grossa do meu comparsa enquanto eu continuava socando o cuzinho dela de quatro, fazendo a carne estalando alto no silêncio da tarde campeira e tirando gritos abafados daquela boneca de luxo, e depois de um bom tempo estocando de quatro, o Vitalício puxou a prenda pelos braços, virou a mulher de costas, deitada com as pernas abertas para o alto em cima do estofado velho, mostrando aquele corpinho branquinho tremendo todinho sob o nosso domínio, e eu me ajeitei na frente dela, encaixando o pau no cuzinho quente, empurrando até o talo numa estocada funda, fazendo a patroa arquear as costas e cravar as unhas nos meus ombros, enquanto eu cavalgava de frente, batendo forte no rabo da patroa, o Vitalício deu a volta por cima, ajoelhou na altura da cabeça dela e enfiou o seu pau grosso na boca da Beatriz de novo, fazendo a gaúcha de apartamento revezar entre engolir o pau do parceiro e gemer alto com as minhas estocadas na frente, rindo da cara da infeliz que mamava um e tomava soco do outro, e o desespero gostoso da mulher só aumentava a nossa fúria, com a saliva escorrendo pelo queixo da patroa e o meu cacete deslizando com facilidade no cuzinho melado de banha, fazendo o estofado chiar e ranger a cada investida, enquanto o Vitalício segurava a cabeça dela firme pra garantir que nenhum pingo daquela carne fosse desperdiçado na garganta da prenda, e para coroar a tarde de desaforo com chave de ouro, armamos a dupla penetração no corpo daquela desgraçada, com o Vitalício vindo por trás e eu comendo na frente, fazendo a mulher gritar sem saber quem aguentar, tremendo inteira sob o nosso peso duplo e sentindo os dois paus da estância rasgarem suas entranhas no mesmo compasso bruto e desgovernado, com as estocadas tão violentas que o rancho parecia desabar com a cama batendo na parede, a carne estalando sem parar, e o Vitalício me mandando gozar e jogar tudo dentro daquele cuzinho apertado, enquanto eu berrava para ela tomar o descarrego do capataz e do peão, fazendo o corpinho da Beatriz sacudir inteiro com a força da nossa pegada, e dei as últimas investidas selvagens, arranquei o pau e joguei jatos quentes de porra na barriga e no seu peito pelado, enquanto o Vitalício empurrou fundo e gozou uma leitada grossa dentro da boca da noiva dele, que engoliu tudo com gosto e avidez, sem sobrar uma gota sequer para contar história, e logo depois, eu também gozei na sua boca, fazendo a patroa engolir a nossa mistura todinha, fazendo a mulher sentir a porra dos dois peões juntas descendo pela sua goela, enquanto a gente dava risadas e gargalhadas juntos, nós três pelados esparramados no sofá, respirando fundo, suados, fedendo a canha e cansaço, e o rancho ficou em silêncio debaixo da tarde escura do pampa, cortado apenas pelo baque compassado do nosso fôlego voltando ao normal, pois a Beatriz estava esparramada no estofado velho, com os olhos perdidos no teto, parecendo que tinha passado por cima de uma boiada inteira sem tirar bota, totalmente arrombada e satisfeita com a nossa lida, e nós dois, eu e o Vitalício, acendemos um cigarro de palha com as mãos ainda tremendo daquela bstrada pesada, rindo baixinho da situação, sabendo que ninguém precisava falar muita coisa, porque a lição estava dada de forma bem explícita e gravada na carne daquela mulher fresca, pois a vida na fazenda tem dessas coisas, o mundo dá voltas bem apertadas, quem mexe com o cusco do capataz acaba tendo que pagar o pato, ou melhor, a noiva acaba tendo que dar a bunda pro patrão velho e pro peão no meio da tarde, enquanto a noite avançava fria lá fora e a gente se ajeitava para botar a prenda pra correr de volta pra casa grande, e depois que tudo terminou e a poeira baixou no rancho, o Vitalício pegou a sua noiva pela mão e foram embora juntos pela porta dos fundos, esgueirando-se pelos fundiários para ninguém da peonada desconfiar da traquinagem, deixando o caminho livre, e não demorou nem dez minutos para o Leonardo chegar correndo na minha casa, todo faceiro e com um sorriso de orelha a orelha estampado na cara de mauricinho, entrando apressado para saber se a patroa tinha dado o que ele queria ver, olhando pra mim sorrindo e perguntando sem nenhum pingo de vergonha se eu ia falar com o Vitalício para fazer o que ele tinha pedido, querendo saber se a sua própria noiva tinha aguentado a dupla penetração da peonada inteira, e eu tirei o cigarro de palha da boca, olhei bem fundo nos olhos daquele piá desgraçado que vendia a própria mulher por puro descarrego de tesão, balancei a cabeça negativamente e dei o meu corte seco de capataz, dizendo que não ia dar para fazer aquilo, que o Vitalício não quis e eu tampouco ia fuder a sua noiva, mandando esquecer aquilo de vez, pegar o seu rumo e sumir dali antes que o seu velho pai voltasse da viagem de gado e descobrisse a porcaria que ele tava fazendo na estância.

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Nome do conto:
Bah, vivente, eu gostava tanto do meu cusco, mas a bundinha do patraozinho foi melhor.

Codigo do conto:
270169

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
18/08/2026

Quant.de Votos:
3

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