Fernando foi realizando as tarefas com diligência, ao mesmo tempo em que em sua mente os pensamentos eram desordenados. Os sentimentos eram contraditórios, havia um prazer em estar sendo submisso, porém como durante sua sempre fora servido, sempre estava no controle, agora estava sendo controlado, lutava contra esse sentimento de impotência ao ser subjugado. Entretanto estava sentindo prazer em estar assim e o mais importante tendo como dona, Diana uma rainha negra. Como o apartamento era pequeno, terminou o serviço e colocou-se de joelhos como fora ordenado. Levou mais ou menos duas horas para realizar todo o serviço e esperou de joelhos mais uma hora ou uma hora e meia. Diana abriu a porta e ali estava o escravo de joelhos e cabeça baixa. Ela aproximou-se e disse: “Que lindo, bem obediente, creio que os joelhos estejam doendo, este é o seu lugar enquanto estiver aqui me servindo. Vá até o quarto e pegue meus chinelos, vá e volte de quatro.”, “Sim, Senhora!”, prontamente ele foi para o quarto e voltou com os chinelos na boca. Ao pegar os chinelos sentiu o cheiro que exalava deles, o cheiro dos pés de Diana, lembrou-se de que na festa fez uma cara de nojo quando foi beijar pela primeira vez os pés dela. Será que ela percebeu? Começou a questionar-se, imaginou que sim e previu que as sapatilhas com as quais ela estava deveria deixar um cheiro ainda mais forte. E provavelmente ele teria que beijar e lamber os pés dela. Ao voltar ajoelhou-se colocando os chinelos no chão, esperou a ordem para tirar as sapatilhas. Queria tirá-las, mas ao mesmo tempo tinha medo do que viria. Ele amava aqueles pés, mas a questão do cheiro trazia um certo receio. Diana olhou nos olhos dele e disse: “tire minha sapatilha e lamba meus pés e não quero cara feia.”, ele obedeceu. Havia um cheiro que ao mesmo tempo que trazia uma repulsa, o atraía. E como naquele momento ele estava entregando-se à submissão, aceitando sua condição de escravo diante de Diana, passou a ser prazeroso. Principalmente porque ele via o prazer nos olhos dela. Diana pegou uma guia e colocou na coleira e foi puxando Fernando para o quarto. Deixou-o de joelhos próximo à cama, desnudou-se e ao sentar, puxou-o para perto de si e mandou chupá-la. Ele foi com a língua de fora. No início um pouco tímido, sem saber como agradá-la, foi repreendido com dois tapas no rosto, então ele pegou o jeito. Atingia o clitoris dela com a ponta da língua e depois entre os lábios sugava, passava a língua na extensão da vagina dela, a excitação de Diana ia crescendo cada vez mais, ela já estava com as mãos na cabeça dele e apertava contra o seu sexo, quase o deixando sem ar. Os gemidos ficavam mais intensos e o cabelo do escravo era puxado com força. Apesar da dor ele mantinha-se excitado, seu membro parecia uma pedra. Ela puxava o rosto dele para cima ao puxar os cabelos, dava-lhe tapas, cuspia em sua boca, e voltava a fazê-lo chupá-la. Atingiu o orgasmo com um squirting que atingiu o rosto do escravo, ele abriu a boca e engoliu um pouco. Diana fechou os olhos por uns instantes, há muito tempo não tinha um momento tão gostoso. O escravo ainda estava excitado, ela levantou-se, foi à geladeira e trouxe uma bolsa com gelo. Colocou sobre o membro dele que rapidamente ficou flácido. “A única pessoa a gozar hoje sou eu.” O olhar de frustração dele a excitou. Durante o sábado e o domingo Fernando a serviu de várias maneiras, Diana chegou ao prazer várias vezes. Numa delas colocou uma mordaça em Fernando que tinha um dildo acoplado nela. Então sentou-se no dildo ficando totalmente penetrada e ao mesmo tempo o sufocava. Cavalgou até atingir o orgasmo. O escravo excitava-se vendo o prazer de sua dominadora, mas não lhe era permitido sentir prazer. Várias vezes a bolsa de gelo fazia com que sua excitação sumisse. No final da tarde de domingo, Fernando foi mandado embora para sua casa, sua cabeça estava a mil. Apesar da frustração de não ter gozado, sentia o prazer por ter proporcionado prazer. A voz seca e imperiosa ordenando que saísse, ele tentou dizer algo, mas foi impedido. A vontade era de cair aos pés dela de joelhos e entregar-se como escravo. Mas, pelo jeito seria somente aqueles momentos. Segunda-feira voltariam à rotina de patrão e empregada. Ele desejava que fosse: dona e escravo. Diana, também, estava com um turbilhão na cabeça. Tê-lo como escravo durante o fim de semana foi altamente prazeroso, mas será que ele curtiu? Qual será a reação dele na segunda? Quando saiu ele queria dizer algo e ela não permitiu, estava arrependida, deveria ter ouvido. Olhou no celular esperando que viesse alguma mensagem, porém nada. Foi dormir tarde os sentimentos divididos entre a satisfação que tivera e a dúvida do que aconteceria dali para frente. A única mensagem que ela recebeu dele foi no celular corporativo dizendo que desmarcasse os compromissos dele durante aquela semana e não deu mais nenhuma explicação. “Pelo menos tenho mais uma semana de trabalho”, pensou. Porém para ela a semana arrastou-se. Queria vê-lo, preferencialmente, de joelhos. Conseguiu adestrá-lo minimamente durante o fim de semana, ele é realmente um submisso, aliás é um escravo. Ambos podem ter muito prazer nessa relação. A noite de domingo para segunda foi atribulada, desejava estar ao lado de Diana, mas queria estar longe. Sentia o desejo de estar aos pés dela. Servi-la durante o fim de semana, estar preso com o grilhão no pé foi algo libertador, não gozar, entretanto vê-la gozando trouxe um sentimento diferente, ele não sabia expressar em palavras. Porém sentia-se pleno. Relembrando cada momento excitava-se, pensava em masturbar-se. Ela não havia permitido, algo dentro dele dizia que deveria esperar uma ordem dela. Ao recordar da forma como ela o mandou embora, seca, sem olhar nos seus olhos. Isso o desesperava, o único pensamento que vinha era de que ela não o queria. A semana passou rápido demais, todavia ele alcançou o objetivo que queria. Sexta-feira Diana foi trabalhar com um look estilo bdsm, estava de botas de cano longo, uma saia preta na altura dos joelhos, uma blusa vermelha com decote em V que realçava os seus seios. Pronta para a caça, porém a presa que queria pegar parecia muito distante. Faltou levar um chicote. No final do expediente sua expectativa que Fernando fosse ao escritório não se concretizou. Pegou sua bolsa e dirigiu-se à saída. Não tinha um destino, talvez fosse a um barzinho que costumava ir com suas amigas, mas a vontade era de ir para casa e refletir, pensar o que fazer. “Sra Diana?”. Não reconheceu a voz que a chamava e tirando-a de seus devaneios. Teve a impressão de que aquela não era a primeira vez que o homem parado à sua frente a chamava. “Sim, sou eu.”, respondeu, tentando entender o que se passava. O homem disse: “O sr Fernando pediu-me que viesse buscá-la.”. Um carro de aplicativo padrão luxo. O motorista de terno e gravata. Abrindo-lhe a porta com toda deferência. “Para onde vai me levar?”, foi pergunta dela. “Tenho ordens para levá-la até ele.”, respondeu-lhe. “Então vamos!”, disse entrando no carro. Após uns 30 minutos de viagem chegou à entrada da casa, num bairro arborizado, mais parecia um sítio, um muro alto, portão grande. Ao aproximarem-se, abriu-se automaticamente o portão, o carro subiu por um jardim, muito bem cuidado. Parou diante de uma porta, o motorista abriu-lhe a porta do carro, pegou a mão dela para ajudá-la a sair. “Boa noite, senhora.”, cumprimentou-a e voltando ao carro deu partida e dirigiu-se à saída. Diana o acompanhou com o olhar e viu o portão fechando-se atrás do carro. Antes que batesse à porta, esta se abriu revelando um ambiente iluminado por velas e um caminho de pétalas de rosa. Ela caminhou e foi adentrando a casa acompanhando o caminho de rosas. Havia um silêncio que foi quebrado pelo barulho causado pelos saltos de suas botas. A casa rescendia o cheiro das rosas. Chegou a um quarto e ali estava Fernando de joelhos, cabeça baixa, as mãos estendidas à frente do corpo e sobre elas uma coleira com a guia.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.