Conversamos por umas duas horas, e ao sair ele pediu meu zap.
No outro dia de manha recebi uma mensagem. Oi, é o Antonio, se você puder, venha ao endereço abaixo hoje, às 11 h. Pode?
Posso, respondi.
Às 11h estava em frente a um escritório chique de advocacia. Fui recebido por uma belíssima recepcionista que logo chamou o Sr. Antônio. Este, figura conhecida na Bahia, me tratou como se fosse um antigo amigo, e foi me levando para sua sala, onde estava a não menos famos, linda e gostosa, a esposa.
-Ana, este é o amigo de quem te falei. Trouxe-o aqui para conversarmos.
Ana, a esposa, sorriu, provavelmente porque sabia que tipo de amigo eu era.
E comecamos a papear como velhos amigos. Ninguém tomava a iniciciativa de entrar no assunto erótico, até que o Sr. Antonio disse que precisava dar um telefonema e saiu da sala.
Nesse momento, Ana, disse:
- Sente aqui mais perto de mim.
Lá vai eu, sentar-me perto daquela deusa que tantas vezes eu ja havia desejado.
Em segundos ela passa a mão em.meus cabelos e me puxa para um beijo. Não sei quanto tempo se passou, só sei que quando o longo e melado beijo acabou, o Sr. Antonio estava em pé, perto da porta, com o pau na mão se masturbando e sorrindo.
Ana também sorria. Isso era bom.
Conversamos uma pouco mais descontraidos e ele me perguntou:
- Igor, quer almoçar na nossa casa amanhã conosco?
Não pensei duas vezes, e respondi que sim.
Logo, o Sr. Antonio disse:
- Chegue por volta das 10h.
Às 10h lá estava eu.
Ana me recebeu com uma saída de praia transparente, sem absolutamente nada por baixo. Me deu um beijo na boca e disse:
- Seja muito bem-vindo!
Perguntei pelo Sr. Antônio, e ela disse:
- Por aí, nos observando, vamos dar um show para ele, ele merece muito.
Dito isso, começamos a nos beijar na sala mesmo, namorando gostoso. O fato de estar sendo observado pelo marido mw excitou mais ainda.
Notei um móvel mais alto no canto da sala e levei Ana para lá. Tirei sua pouca roupa, coloquei ela sentada de pernas abertas, e comecei a beijar e lamber de seus pés e pernas até a linda bucetinha que estava encharcada, melando o móvel.
Chupei e lambi aquela bucetinha, abri com os dedos, explorei com eles por um bom tempo. Ana gemia, xingava, e gozava. Nao lembro quantas vezes, mas foram algumas. Dizia que era uma puta, vadia, que adorava dar corno no marido com um macho gostoso. Nem lembro quanto tempo ficamos alí, mas eu estava louco para comer Ana.
Carreguei ela para o sofa, e ela disse:
- Amor me leve para minha cama!
E eu disse:
- Cama é para esposas. Putas são comidas em mesas e em sofás.
Dizendo isso coloquei-a de joelho no sofa, com o bunda empinada, e dei-lhe dois tapas estalados. Abri aquela bundinha linda e passei a lamber seu cuzinho.
Acredito que ninguém nunca tinha feito isso com ela. Ana tremia, gemia, chegou a gritar toda arrepiada, até dizer:
- Me come porra, mete esse pau gostoso em mim quero gozar com ele dentro de mim.
E assim fiz, com aquela bunda arrebitada, a bucetinha toda exposta fui metendo, sentindo dificuldade em entrar de tão apertada. Ana gemia e rebolava. Falava coisas que eu não entendia. Até que depois de um tempo me empurrou, tirou a camisinha e me disse:
- Come sua puta, goza dentro de mim, meu macho.
Sim, meti de fez, com forca, com tesão. Senti meu pau batendo dentro de Ana, e ouvia seus gemidos o que me excitava mais. Não demorou e gozamos, quase juntos. Ficamos deitados e abraçados no sofá, nos beijando. Meu esperma escorrendo de sua bucetinha melava minha perna.
Aí o Sr. Antonio apareceu. Trouxe uma agua para ela eum wiskhy para mim.
Sorriu, e falou:
- Que lindo vocês dois juntos. Vocês me deram muito prazer. Acredito que nossa amizade será longa.
Rimos todos.
E assim, começou essa grande amizade que ja dura 10 anos.
igorssa