Esposa, outro homem e o espectador (Agora, Eu) PARTE 1



Bom, quem já leu os escritos anteriores sabe das aventuras e desaventuras que a Pam teve, uma participei e a outra não.
Como já fomos apresentados em relatos anteriores vou poupar disso e também do contexto de tudo que já aconteceu.
Bom, passaram-se vários meses desde o acontecido do meu último relato e a Pam ia viajar novamente para outro seminário da sua área de atuação, neste momento pensei: bom, já que vamos estar longe de casa, talvez eu possa também participar de uma aventura com ela...
Afinal, quem leu os contos anteriores (recomendo ler) sabe que apesar da minha confusão de estar ou não gostando disso, o último relato dela me deixou muito excitado.
Então, pensei em possibilidades nessa viagem, quem sabe um threesome, um voyeur de minha parte, ou exibicionismo, até quem sabe uma casa de swing?!
Bom, a verdade é que quando ela me falou da viagem, eu disse que concordava, mas que queria ir junto e quem sabe a gente poderia fazer alguma festinha por lá, ela sorriu e disse que gostou da ideia, mas que não prometia nada.
No dia da viagem eu já fui provocando ela, até quando estávamos no avião (que estava lotado) fui colocando a mão nas coxas dela e apertando, subindo a mão até sua bucetinha por cima da calça de lycra que ela usava e esfregando, ela suspirava e mordia os lábios, eu estava adorando! O passageiro ao nosso lado estava lendo um livro, nem percebia o que acontecia ao lado dele (ela estava na janela e eu no meio).
Tirei uma blusa da mochila e coloquei sobre as pernas dela e aproveitando a calça de lycra botei a mão por dentro e fiquei alisando aquela bucetinha que tava toda lisinha... Infelizmente, avião lotado e com o início do serviço de bordo tive que parar, mas queria fazer ela gozar ali (o risco me deixou com muito tesão).
Durante o restante da viagem tentei me comportar, mas falei pra ela que quando chegasse no hotel ia pegar ela de jeito.
Após chegarmos no destino, pegamos logo um táxi para o hotel, ainda não havia iniciado horário de checkin e ficamos pela recepção do hotel, lá tinha muita gente que estaria no evento e já conheciam ela e ficamos lá conversando com o pessoal (mais ela do que eu, já que eu não conhecia eles).
Como estava um dia quente e ensolarado decidi ir até a recepção perguntar se vendiam cerveja lá, infelizmente não, mas que tinha um mercado há cerca de 3 minutos do hotel e que eu poderia comprar e tomar no lobby sem problemas.
Avisei a Pam e perguntei se ela queria algo, ela pediu pra eu levar umas ICE... Ok, fui no mercado.
Comprei algumas latas de cerveja e umas ICE pra ela como pediu, mas, quando cheguei de novo no lobby não encontrei ela... Fiquei sem jeito de perguntar pras pessoas se viram ela, até porque eu nem conhecia eles e fiquei ali esperando e tomando minha cerveja no canto.
Não demorou muito, uma amiga dela que eu conhecia desses eventos chegou e veio falar comigo: "Oiii! Como você tá?", me abraçou e deu um beijo no rosto como se fossemos muito amigos, apesar que eu tinha visto ela umas duas ou três vezes.
Ela perguntou da Pam, expliquei que eu tinha ido comprar as coisas e ela deveria ter ido ao banheiro.
Nisso ela me falou algo que fiquei na duvida se estava sendo desconfiado ou era só jeito de falar, mas ela disse: Ah, você sabe a Pam conhece bastante gente, é bem dada! Deve estar conversando com o pessoal. E emendou: eu vou dar uma volta, se eu ver ela, aviso que você tá esperando ela.
Nem bem a Patrícia (essa amiga dela), foi pra um lado a Pamela veio de outro, vindo da direção de onde ficavam as salas de reuniões e auditórios. Nessa hora eu já tava mais tranquilo de ver ela e se seguiu o diálogo:
Eu: Oi amor, onde você tava? Tuas ICE tão esquentando...
Ela: Ah, eu fui no banheiro e aí encontrei o pessoal da organização e me convidaram pra ir ver como esta ficando o auditório pro evento e todo o ambiente.
Eu: Entendi, ok, a Patrícia me encontrou aqui, perguntou de você!
Ela: Ah, saudades dela, quero muito ver ela, onde ela foi?
Eu: Ela foi pra aquela aquele lado, mas calma, pega uma ICE e me fala mais de como tá o evento.
Ela: Sim, claro amor, depois vejo a Pati, tá tudo bem bonito, vai ser bem legal o evento! Inclusive... Queria te falar...
Já comecei a ter um frio na barriga, odeio esse tipo de hesitação.
Eu: Fala amor, que houve? Aconteceu algo que eu deva saber?
Ela: Não, não é isso, é que assim... Acho que você deveria saber que o Fabiano tá aí e talvez o Luciano também esteja, só pra você saber e não ficar um clima esquisito sabe?
Eu confesso que fiquei meio nervoso, não sabia ao certo o que responder, mas, tentei manter a naturalidade e ser mais "otimista" possível com a situação. Então eu disse: Olha, somos todos adultos certo? Não acho que ninguém vá falar algo constrangedor ou tocar em assuntos mais sei lá né?!
Ela: Aham, aham, com certeza não! Amor, vamos ver se da pra fazer o checkin?!
Fomos fazer o checkin, já estava liberando e lembrando que estávamos terminando de beber (eu minhas cerveja e ela as ICE dela).
Chegamos no quarto, ela já um pouco alta, me beijando mais forte, mais quente, eu já tava doido pra meter, mas gosto das preliminares.
Comecei a beijar o pescoço dela, orelha, lugares que sei que ela gosta.
Virei ela de costa comecei a morder sua nuca e tirar sua blusa e me encaixando por trás dela e segurando pela cintura com uma mão e a outra tirei seu sutien.
Então Ela virou para mim e me beijou com aquele hálito alcoólico, como se fossemos adolescentes.
Depois eu cai de boca nos seios dela, que gemia alto e gostoso. Fui descendo e tirei a calça junto com a calcinha dela, tava toda lisinha! Uma delícia e notei que havia um fio de mel descendo já.
Joguei ela na cama e cai de boca naquela buceta deliciosa, chupei, lambi, mordi as coxas...
Fui chupando ela com voracidade, e soltava gemidos altos, comecei até ficar preocupado dos "vizinhos de quarto" ouvirem.
Dado momento, eu me levantei, tirei a a calça, baixei a cueca e comecei a passar a pica na entrada da buceta, quando peguei ela pela cintura pra começar a enfiar, alguém bateu na porta.
Na hora eu gelei! Pensei: puta que pariu, fizemos tanto barulho que alguém do hotel veio reclamar?!
Nos olhamos, ambos com os olhos arregalados de susto...
Ficamos algum tempo meio paralisados, e bateram novamente na porta, levantei botei só a calça e entreabri a porta para atender quem ousava atrapalhar nosso acasalamento.
Do outro lado da porta estava a amiga dela, a Patrícia, eu tive um pouco de alívio e ela: Aí, oi, desculpa, na recepção me falaram que a Pam subiu e tava nesse quarto, tava procurando ela... Ela tá aí? (ela estava, na cama, toda molhada...).
Eu respondi: Olha, não tá, ela deu uma saída, mas logo menos deve estar de volta.
Ela: é que eu tentei ligar e mandar mensagem pra ela, mas não me respondeu, precisava mesmo falar com ela.
Eu: aconteceu algo? Posso ajudar?
Ela: na verdade, é, sei lá, meio constrangedor... Tive um problema com minha reserva e ia perguntar se no quarto de vocês tem uma cama de solteiro além da cama de casal. (disse ela se esgueirando pela porta como se quisesse olhar pra dentro, eu claro impedi, por motivos óbvios).
Eu: então, não tem, mas viu, depois ela te chama! Aviso que você tava procurando ela.
Ela saiu e eu mais aliviado voltei pra cama, pau meia bomba e a Pam perguntou: Era a Patrícia?
Eu: Ahã, era.
E claro, já fui pra cima, tava louco de tesão, e só de chegar perto meu pau já endureceu igual pedra de novo, peguei ela pela cintura com uma mão e com a outra segurei a mão dela pra cima, beijando pescoço, lambendo e metendo devagarinho enquanto ela gemia no meu ouvido.
E enquanto estava nessa posição por cima dela ela pergunta no meu ouvido: eu ouvi a conversa, a Patrícia perguntou se tinha espaço pra ela aqui é?
Eu querendo cortar o assunto e continuar a transa: ahã!
Ela: e o que você disse?
Eu sem parar de meter falei olhando nos olhos dela: O que eu deveria dizer?
Ela com uma cara de safada de quem tava quase gozando me olhou e disse: Não sei... Você que sabe.
Não sou precoce, mas nessa hora, mil coisas se passaram na minha cabeça e gozei muito, mas muito forte, foi uma explosão de tesão pensando no que estaria por vir.
Nos levantamos, tomamos banho e fomos nos arrumar para o primeiro dia de evento que iniciaria logo no fim da tarde (o início/introdução seria naquela sexta).
Pam tomou seu banho e foi se arrumar, quando sai do banho vi minha princesa se arrumando e estava deslumbrante... Colocou um vestido preto um pouco mais solto até um pouco acima do joelho e um salto vermelho vinho (não tão alto) e estava se maquiando levemente, como ela é bem branquinha toda maquiagem já acrescenta muito ao seu look.
Eu coloquei o básico que funciona pra todo homem: calça jeans, tênis e camiseta (não queria por camisa social, apesar desse tipo de evento ser mais sport chic a vestimenta, e também não levei sapato social).
Descemos para o saguão do hotel para chamar o táxi/uber e encontramos várias pessoas conhecidas dela e a Patrícia apareceu toda empolgada e estava vestida meio diferente do que eu "esperava", estava com uma calça tipo legging, mas não era bem isso, parecia mais um couro, enfim, bem justa e uma blusa decotada. Confesso que fiquei curioso se não poderia rolar algo (ela não era muito bonita, mas era bem grande e nunca tinha ficado com uma mulher assim). Quando falo grande é avantajada mesmo, bunda grande, peitos grandes, ela alta, cerca de 1,80, cabelos longos e lisos bem preto. Ela abraçou e beijou a Pam que ficava na altura dos seis dela e como ela abraçava forte parecia que a Pam sumia naquele decote e meu pensamento voando pensando numa festinha com as duas... (um detalhe, a Patrícia é casada, mas, nessa altura da minha vida eu não me importava mais comido, afinal, comeram minha esposa, então porque não posso comer a de alguém?!).
Meu transe foi quebrado quando a Patrícia toda empolgada como eu disse, tava falando pra Pam que "a galera tava toda lá" e foi falando nomes mas eu continuava no transe até fala falar um nome: Fabiano também estava lá. Na hora me deu uma sensação ruim, um amargor na boca, uma tremedeira estranha... Não sei se era ciúmes, raiva, agonia, não sei.
Mas a Pam parecia estar desinteressada e não perguntou nada de ninguém específico, só disse que OK, que ia encontrar o pessoal todo por ali mais tarde ou nos dias de evento, porque queria chegar cedo no auditório.
Patrícia se despediu dela com outro abraço e veio me dar um beijo no rosto e fiz questão de dar um abraço e convidei: Não quer vir conosco pro evento? Ela agradeceu, mas disse que ia ver com o restante pessoal pra irem juntos (uma pena).
Fomos para o evento, falando amenidades, chegando lá notei que era um auditório bem grande, vi na placa que a lotação máxima do auditório era 780 pessoas, ainda pensei: ainda bem que chegamos cedo, vai lotar.
Sentamos nas primeiras fileiras e aguardamos o evento começar. Ao começo do evento, imagine como é chato ir para um evento de uma área de atuação totalmente diferente da sua, então... Lá pela terceira ou quarta apresentação, não sei dizer, morrendo de sono levantei e fui buscar um café, nesse momento notei que o auditório estava bem vazio, acho que tinha cerca de 300 pessoas, muito pouco mesmo pro tamanho que era, e claro, a maioria concentrada tudo na frente, fui caminhando em direção aos fundos do auditório (que seria onde tem a entrada e onde ficava a mesa com café e água) e notei um casal nas fileiras mais ao fundo (que ficavam próxima a porta de entrada), mas estavam bem ao canto, o que me chamou atenção é que eles estavam de pé, pareciam sarrando, se pegando, ainda pensei: esses eventos são uma sem vergonhisse pelo visto.
Peguei meu café, despertei um pouco e na volta notei que o casal não estava mais ali, pensei que haviam voltado pro evento, mas, notei que perto de onde eles estavam, no fim da fileira tinha uma espécie de "recuo", como se fosse uma entrada, e como estava tudo muito escuro porque além de ser um auditório ali era a última fileira pensei: será que eles estão aprontando alguma no cantinho?!
Eu como estava cheio de tesão e doido pra algo nessa viagem fui pé a pé para tentar descobrir, ouvi uns cochichos, uns gemidos e... Bingo! Estavam ali no cantinho, claro, eu não poderia chegar porque seria descoberto, então fiquei tentando ver de canto e para minha surpresa era a Patrícia! A amiga casada da minha mulher com um cara! Pensei: que piranha safada...
O cara era um pouco mais baixo que ela, estava com a camisa social branca com os botões abertos e ela mordia e lambia o peito dele enquanto mexia no pau dele meia bomba já pra fora da calça. Eu fiquei louco de tesão, meu pau explodindo na calça jeans, maior vontade de ir ali participar da festinha dos dois, mas me dei conta: eu sai só pra pegar café, quanto tempo já se passou?!
Voltei "correndo" e a Pam: nossa, que demora amor!
Desconversei e falei que fui pegar o café e ao banheiro depois, talvez por isso tenha demorado. Quando ela bota a mão na minha coxa e vai subindo ela na hora já me olha e fala: Que você tava fazendo no banheiro que tá com o pau duro desse jeito?!
Na hora devo ter ficado vermelho, azul, roxo, não sabia bem o que dizer... Comecei gaguejar... E ela: tu não virou gay e encontrou alguma cara no banheiro que te deu tesão né?!
Nessa hora percebi que a melhor saída seria a verdade, já que qualquer história diferente ela poderia ficar incomodada e pensando sabe lá o que...
Então tentei ser o mais discreto possível e falei: tava voltando de pegar o café, ouvi uns sussurros e gemidos lá no fundo e fui ver o que era, cheguei lá tinha um casal (não queria falar que era a Patrícia) se pegando.
E ela: e tu ficou lá olhando né safado?! Por isso tá de pau duro assim! Cuida das nossas coisas que agora também quero ir ver.
Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela levantou e foi... E eu tava lá "cuidando" da bolsa dela e das sacolas e aqueles itens que dão de brinde nos eventos.
Começou a passar o tempo e fiquei incomodado com a demora dela... Já passavam sei lá, alguns minutos, pra quem esta agoniado é uma eternidade?! Que seja, era muito tempo (apesar que não sei dizer quanto tempo eu mesmo fiquei fora).
Decidi largar tudo lá para guardar o lugar e esperando que ninguém pegasse e fui procurar a Pam.
Fui direto na área dos cafés e água, tinha algumas pessoas, olhei em volta e nada, pensei: a sacana deve estar espiando o casal...
Andei rapidamente para o local onde estava o casal e a princípio nada da Pam, chegando mais perto ouvi gemidos e fui espiar.
Agora vou narrar a cena que me deixou puto: O cara estava com a camisa social totalmente aberta, a Pam estava alternando entre o pescoço e o peito dele, lambia, mordia, passava a mão e a outra garota que estava com ele antes estava agachada chupando o pau dele e como chupava com gosto, chupava, gemia.
Pensei: que filha da puta, foi pra putaria! Não pode ver mais macho agora?! Voltei pro meu lugar e liguei pra ela duas vezes e nada dela atender.
Logo após ela aparece, toda corada, com batom borrado falando na maior cara de pau: eu fui lá ver! tu não acredita, é a Patrícia que tá lá com um carinha.
Eu questionei: e você demorou esse tempo todo só pra ver isso?! E como você reconheceu sendo que tá meio escuro lá?
Ela: Ah, eu fui lá dar um oi né...
Eu: só isso?!
Ela: combinei com eles da gente ir num barzinho daqui a pouco, pensei que seria legal, já que você tava querendo se aventurar por aqui.
Eu: e a Patrícia, não é casada? (perguntei franzindo a testa)
Ela: ah, é né, mas é estranho, sei lá... ela é safada e tava lá nos amassos com o Fabiano.
Nessa hora meu coração acelerou... Agora eu havia entendido tudo, o tal Fabiano é o que falam que é comedor de casadas pelo visto, o filho da puta vem nesses eventos pra dar em cima de mulher casada e pelo que eu mesmo vi, tem funcionado muito bem.
Ao mesmo tempo, fiquei um pouco aliviado, já que, apesar da Pam estar lá agarrada nele, não era um total estranho (pelo visto estava me conformando já com a cornitude).
Eu: tá, mas você convidou o cara que você... Bom, você sabe e agora tá com a Patrícia pra sair com a gente? O que você pensa que vai acontecer?
Ela: Ah amor, sei lá, o que você achar que é legal, quem sabe a gente pode só sair, beber, se divertir e quem sabe...
Eu: Ok, beleza, quem sabe o que?
Antes dela responder a Patrícia chega, toda sorridente, alegre, quase saltitante: Oi casal! Como vocês estão? (toda descabelada, maquiagem borrada, batom...), naquele momento notei que ela fingiu que nada era nada, então, entrei na dela: Oi Patrícia, você tá bem? Tá com o cabelo desarrumado, maquiagem tá meio borrada... Aconteceu algo?
Ela: Ah, o que? Ah, não, sabe o que é, é que eu deitei ali no sofazinho pra descansar e peguei no sono, me revirei toda, sabe como é né, não tinha conseguido quarto aí descansei ali...
Ela continuou: evento tá meio entediante né? Que vocês acham de ir num barzinho tomar alguma coisa e jogar conversa fora?
Eu fingindo que não sabia de nada: Claro, se a Pam quiser, vamos chamar um Uber? Não sei se você e a Pam precisam se arrumar ainda...
Ela: não, acho que estamos ótimas, não precisa né Pam? E deu uma piscadinha pra ela (eu já sabia que elas combinaram algo entre os três, mas me fiz de sonso). E a Patrícia continuou: inclusive, não precisa chamar Uber não, um amigo nosso é aqui da cidade, tá de carro aqui e convidei ele pra ir com a gente.
Nisso chegou um cara, camisa social, calça... Sim, era o tal cara que tava com a Patrícia que chegou dando um beijo no rosto dela, dei um beijo e um sorriso pra Pam e apertou minha mão: Prazer, sou Fabiano! Você é o famoso marido da Pam então?!
A Pam, percebendo que fiquei desconfortável, contornou a situação falando: vamos indo gente? Já que o evento tá mais ou menos e no final é ruim sair.
Fabiano emendou: Claro, como quiserem, estou com vocês, por vocês e a total disposição dos meus visitantes.... (notei o jeito galanteador dele, bem como eu já tinha ouvido falar).
As meninas foram caminhando na frente cochichando e rindo entre elas (coisa que mulher gosta de fazer), e eu fui atrás, apertando o passo, mas o Fabiano veio do meu lado e tentando puxar assunto, como se eu não soubesse nada dele... Baita filho da P...
E ele foi tentando se aproximar, queria saber da minha vida, do meu trabalho. Notei que era o tipo de cara que sabia levar uma boa conversa e acabei batendo um papo com ele, esquecendo por um momento do que ele havia feito e fomos caminhando em direção ao estacionamento que era longe (carro dele não estava no estacionamento do evento).
Não sou tão bom com detalhes quanto a Pam foi no relato anterior, mas estou me esforçando para lembrar o máximo possível para deixar este relato fidedigno e imersivo.
Peço que digam se devo continuar e se querem saber o andamento, acredito que mais um ou no máximo dois contos terminamos essa história que foi bem.... Bem diferente.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico thiagofloripa

Nome do conto:
Esposa, outro homem e o espectador (Agora, Eu) PARTE 1

Codigo do conto:
270337

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
20/08/2026

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