No fim das contas, saí da escola já mais de 14 horas. Irritadíssimo. Chateadíssimo. Estupefato. FAMINTO. A ponto de comer reboco de parede. Entrei no carro e, até chegar em minha casa, levaria uns quinze minutos. Dentro do carro, meu estômago roncava de fome e eu lembrei que tinha uma mercearia que eu passava em frente todos os dias que voltava da escola. Era uma mercearia que ficava na esquina, porém, na semana anterior, fiquei mais de 10 minutos na fila e fui mal atendido. Detestei a experiência.
À medida que ia me aproximando da mercearia ia pensando Será que vale a pena me sujeitar a essa mais uma humilhação. Valia! Era um problema de fome e fome é um assunto sério. Estacionei em frente à mercearia e vi uma placa no meio do quarteirão escrito Mini Box Fortaleza. Decidi caminhar até lá. Era menor, tinha um alpendre que atrapalhava a visão de dentro do Mini Box, mas provavelmente eu passaria menos tempo na fila. Iria comprar apenas um biscoito recheado e uma caixinha de suco pra ir comendo no carro até chegar em casa.
Eu usava a camisa de farda do colégio de cor preta com a identificação da escola, gola pólo e uma calça preta um pouco desbotada. A calça ficava um pouco apertada na região das coxas e da bunda. Tenho um 1,83 de altura e tinha pernas grossas e bunda grande. Minha beleza era comum.
Logo que entrei, não pude deixar de reparar no rapaz que estava no caixa do local. Estava sentado, era branco, tinha uma barba que lhe dava uma virilidade, estava usando uma camisa branca básica que marcava seus braços musculosos e seu peitoral malhado. Era um homem muito bonito, tinha entre 25 e 30 anos e usava um short rosa de tecido fino. Passei por ele, saudei-o e entrei. Fui procurar os biscoitos, enfezado, tinham muitas opções, logo, fiquei confuso e tive dificuldade para escolher. Quando me virei, vi que ele me acompanhava com o olhar. Imaginei que ele estivesse atento por medo de que eu roubasse alguma coisa, pois carreguei minha mochila à tiracolo.
Passeei pelas prateleiras e peguei o que iria comprar, ele não tirava os olhos de mim. Fui até ele, entreguei os itens, ele calculou e me disse o valor. Peguei minha mochila e catei o dinheiro em um dos bolsos. Estendi o dinheiro e notei que ele tocou em minhas mãos enquanto me olhava profundamente nos olhos. Fiquei todo arrepiado, mas pensei estar imaginando coisas. Não era possível que aquele exemplar de macho com uma puta cara de hétero estivesse me dando mole. Ele pegou meu troco, me entregou o dinheiro ainda olhando nos olhos e se ajeitou na cadeira. Encostou as costas nas costas da cadeira e ficou em uma posição mais relaxada, revelando bem as suas coxas grossas. Levou a mão até o pau que estava marcando de duro no short vermelho e com uma cara de puto me perguntou: só isso mesmo? Deseja mais alguma coisa?
Não pensei duas vezes, comecei a apalpá-lo ali mesmo, por cima do short. Senti meu pau ficando grande e começando a babar. O problema é que o caixa ficava bem na entrada do Mini Box, então ele tocou minha mão e pediu pra eu esperar. Levantou-se e me chamou. Fomos para o fundo da loja, me ajoelhei atrás dos sacos de arroz e ele ficou em pé olhando para a entrada da loja, à espreita para ver se alguém chegaria.
Me ajoelhei e ele tirou um pau grosso, de cabeça rosinha, já meio bomba. Não me fiz de rogado, coloquei aquela tora na boca e fui sentindo sua baba e deixando aquela pica tomar forma e endurecer nos meus lábios. Mamei como se não houvesse amanhã. Chupei aquela piroca rosa e grossa com muito desejo. Jamais tinha tido uma experiência como aquela, sentia minhas pernas e os meus braços tremerem, mas a cara daquele macho gemendo baixinho na minha boca era a gasolina que eu precisava.
De repente, chegou uma idosa, ele se vestiu e pediu pra eu esperar. Porém, toda hora chegava uma pessoa, fiquei com medo e decidi ir embora, passei por ele no caixa e ele sussurrou pra que eu esperasse, mas tive medo. Fui embora. Nunca mais esqueci daquela rola. Me arrependi por não ter esperado, pois todas as outras vezes que passei pelo Mini Box, saindo da escola, ele não estava mais no caixa. Descobri posteriormente que era um comércio de família, seu pai e/ou sua mãe geralmente ficavam por lá.
Nunca mais mamei aquele macho gostoso... até hoje, vinte de agosto de 2026. Mas isso é história para um próximo conto.
cayrote