Eu e meu namorado curtimos muita putaria e estamos começando a testar coisas novas, isso significa que estamos o tempo todo pensando em sexo e falando de sexo. Nós namoramos a distância, então aproveitamos sempre para descontar todo o tesão acumulado nos dias que temos juntos. Há duas semanas, ele esteve em casa e não foi até o último dia, em que voltamos da casa da minha mãe, que tivemos a oportunidade para aliviar um pouco a vontade. Como minha casa ainda estava um pouco agitada, resolvemos sair pela noite de São Paulo e namorar por aí até dar o horário em que todos em casa estivessem deitados, perambulando acabamos na Frei Caneca e iniciamos lá a pegação.
Pegamos algumas cervejas quando estávamos descendo a Augusta, que estava pouco agitada, e quando viramos a esquina para a Frei Caneca encontrei um lugar mais tranquilo entre alguns bares. Encostei na parede e puxei H para um beijo gostoso, sentia a língua dele explorando minha boca, lambendo meus lábios enquanto eu dava leves mordidinhas no seu, meu pau começava a dar sinal e nós só interrompíamos o beijo para dar mais um gole de cerveja. Viramos de posição, prensei ele contra parede, meu corpo evidentemente maior se encaixou no dele perfeitamente. Era impossível ignorar o volume do cacete dele. Meu namorado é um pouco menor que eu, mas se pau é gigante. Cerca de 18 centímetros, com uma cabeça arroxeada coberta pelo prepúcio, bastante veiúdo e grosso no meio do corpo, ou seja, eu sofro pra caralho quando aquela rola chega até a metade dentro de mim. Devaneios a parte, ficamos lá esfregando nossos paus, se beijando, eu pegando na bunda dele e de roçando o dedo em seu cuzinho por cima da roupa durante um tempo, mas nenhum de nós aguentava mais. Eu precisava fuder e ele também.
Decidimos subir de volta para a paulista, mas ainda batemos um pouco mais de perna. Nos pegamos no vão do MASP e fumamos um cigarro enquanto nos beijamos e roçavamos os cacetes ainda duros em frente ao metrô da Consolação. O tesão era tanto que eu colocava a língua para fora pra ele cuspir na minha boca com várias pessoas a nossa volta. Meu pau, bastante babão, vazava na cueca.
Dentro do metrô, aproveitando que ele está funcionando 24h de sábado para domingo e que não costumam ter muitas pessoas. Ele me colocou contra a parece em uma parte mais tranquila e ergueu minha camiseta pra apertar meus mamilos enquanto me beijava. Caralho que tesão, minha vontade era de gozar no meio da estação.
Finalmente em casa, tivemos que ser discretos, pois haviam outras pessoas em casa, então tive que gemer baixinho enquanto chupava seu caralho duro. Ele pulsava na minhaa boca, batia no fundo da minha garganta e voltava. Comecei a bater uma punheta rápida com a cabeça da pica dele completamente dentro da minha boca. Os gemidos abafados entregavam evidentemente que eu estava louco pra tomar o leite dele e ele de gozar em mim. A grande ideia veio quando senti que seu pau pulsava ainda mais forte, então encostei sua glande no bico do meu peito e comecei a bater uma punheta firme até ele se desfazer nos meus peitos. Caralho. Fiquei todo sujo do leite do meu macho e meu pau continuava estralando e babando. Ele me chupou um pouco, mas a verdade é que eu queria um trato daqueles nos meus mamilos.
H chupava meu peito esquerdo, enquanto eu juntava toda a porra ainda quente ali e levava pra minha boca. Foi difícil, afinal, meu homem trabalhava ávido lambendo e chupando meus mamilos lambuzados pelo seu próprio leite, batendo uma punheta gostosa pra mim. Eu, lutava contra velocidade de sua língua pra salvar alguma coisa da gala pra mim. Aí eu mesmo esporrei no meu corpo todo e ele continuo lambendo a minha porra e a dele juntas no meu peito, na minha barriga e no meu cacete.
Saudades. Logo vamos nos ver de novo e teremos outras histórias pra contar.
Nunca tinha escrito um conto erótico antes, então espero que não esteja ruim e que gostem.
Muito bom, continuem