A mãe do amigo



Hoje já são quase 25 anos de amizade e desde que me lembro chamava a mãe dele de tia. Na época, eu por volta dos 17 anos, magro(mas já a conhecia desde os 14) e alto, ela com seus quase 50 branca, baixinha, cabelos curtos loiros, um belo par de seios e bundinha redondinha. Casada, na verdade juntada. Sempre desbocada, falava muita sacanagem. Pela intimidade que já tinha, entrava e saia da casa dela a vontade, e nessas, eventualmente, a via de calcinha e sutiã (nunca esqueço a primeira vez, de renda preta, contrastando com seu tom de pele leitoso) o que foi despertando um tesão imenso nela. Um belo dia, indo a casa de uma antiga namorada, passei por ela e alguns parentes em um bar, parei pra falar com todos rapidamente e segui. Na volta, já quase meia noite, o bar fechando e lá estava ela e uma prima dela ainda, a me ver, me pediu ajuda para subir umas cervejas que ela havia comprado pra continuar a bebedeira. Seu filho mais velho já estava dormindo e meu amigo não sei dizer onde estava. Mas como não seria a primeira vez que lhe faria companhia, subi. Batendo papo, ela disse que está prima tinha gostado de mim, mas que ela achava um absurdo pois eu estava "rodando" entre todas as sobrinhas dela, rimos um pouco e ela se retirou para tomar banho, eu e a prima, continuamos a conversar, ao retornar do banho, ela vestia um roupão bem grosso que escondiam suas curvas, se sentou ao meu lado e sua prima saiu para o banho. Assim que ficamos a sós, ela sussurrou "vai comer ela ne safado". Comentei que a pouca conversa não havia sido suficiente para rolar uma investida. Nessa hora ela pôs a mão na minha perna e falou, "pra que conversar se já sabem o que querem", olhei nos olhos dela "se fosse assim tão fácil, já teríamos feito o que queremos". Ela corou, mas a mão, subiu até meu pau, que já estava duro. Um olhar malicioso dela e coloquei o pau pra fora. Perguntei, "quer conversar?". Ela me beijou ao mesmo tempo em que começou com a punheta. Uma pegada firme, mas não forte, de quem sabe o que está fazendo. Em menos de 1 minutos ela já estava chupando, ali mesmo na sala. Sua prima, passou em direção ao quarto, confesso que nem sei o que trajava e nem sei se ela notou a ausência da "tia". Ao ouvir a porta do quarto fechando ela me levou para a varanda, ampla com uma visão de 180 graus para 2 ruas, uma mureta de 1 metro e alguma coisa completa por um gradil que permitia visão da rua e vice versa. Ela encostou na mureta e abriu o roupão, aqueles lindos seios rosados saltaram e minha boca instintivamente os abocanhou. O risco de ser pego por um dos filhos fazia medo e adrenalina se misturarem me deixando com mais tesão ainda. Sem pensar muito desci e lá estava ela, sem calcinha, buceta de lábios rosa, mistura de cheiro de fêmea com tesão e Dove (kkk). Cai de boca, nela que já estava melada de tesão. Um primeiro suspiro ao toque da minha língua percorrendo seus lábios, ao chegar no grelo (lindo, excitado, duro) ela apertou com a perna que estava apoiada no meu ombro a minha cabeça contra sua xota. Senti ela desequilibrar, ela apoio a mão na minha cabeça e a forçou mais ainda contra sua buceta quente. O gosto dela era como mel levemente ácido e salgado, que fica marcado na memória. Se virou de costas para mim, ficando de frente para a rua, como quem vigia os transeuntes. Minhas mãos percorreram sua bunda, e ao puxar as bandas para os lados, lá estava, piscando e me incentivando, pedindo para ser explorado. Passei a língua pelo cu dela que piscou na hora, como quem mandasse um sinal, me possua. Me sentei na cadeira próximo de nós, ela em uma rebolada rápida, encaixou meu pau na sua buceta, 1, 2, 3 sentados e passou a rebolar, de costas paraim, dedo na boca segurando o gemido. Se virou de frente, e ao sentar novamente sussurrou "amo beijar enquanto sento" e assim o fez. Ao beijar, sua buceta comprimiu meu pau tão forte e tão gostoso e a impressão era que ela não queria que ele saísse de dentro. Ela alternava entre sentar bem devagar, com contrações de sua magnífica buceta e rebolados enquanto acariciava os próprios peitos e os levava, vez ou outra a minha boca. Mais um barulho de porta, tensão. Ficamos quietos por alguns segundos, barulho do galão de água e novamente a porta. Ela olha minha cara e diz "vc e um filho da outa gostoso" pra que foi dar ideia pra vc. "Pq?" Perguntei. E ela, quando bebo, fico com muita vontade de dar o cu, e vc vai comer o cuzinho da titia hoje. Jogou um toalha no chão, ajoelhou, me mamou e depois ficou de quatro. "Mas só um pouco, que no cu eu fico escandalosa". Na penumbra tate-ei sua bunda, alvo encontrada, algumas línguadas para deixá-la mais receptiva, apontei a cabeco do membro na porta do prazer, e empurrei... Bem devagar, sem pressa, ela mordeu a toalha, não sei se por dor ou prazer, conforme a piroca entrava ela movia a quadril. Parei um instante, metade do pau em seu cu, ela com leves movimentos circulares, empurrava o quadril na minha direção, seu cu sedia pouco a pouco a penetração milimétrica. A cada centímetro que entrava mais ela queria, a mão, por baixo acariciava as bolas. Chegamos ao apse da penetração, o pau todo dentro. Ela com olhar perdido no horizonte murmurando baixinho algo que eu não entendia. Mas agora que tudo já tinha entrado, só restava uma coisa a fazer. Repetir o processo, uma verdadeira tortura, desfrutar daquele pequeno buraco apertado, tão quentinho e convidativo e não poder expressar meu contentamento e tesão com hurros de prazer. Me contive e apenas aprecie como a medida que as estocadas ia ocorrendo, ficava cada vez mais fácil entrar. Suas mãos já não seguravam nada, estendidas sobre o chão, entregue. O recado era claro, me usa, e usei. Como ela queria, socava o mais forte que podia sem que fizesse barulho e quando perdia o controle e me entregava a brutalidade o som do meu quadril batendo em sua bunda denunciava que deveríamos diminuir, e assim fazia, empurrava devagar, sentindo cada centímetro do meu pau rasgar seu cuzinho delicado até não ter mais o que empurrar e mesmo assim, ainda forçar o quadril contra a sua bunda, na esperança de ainda tivesse algo mais a por dentro dela. O tesão já havia me consumido, meu sonho, virado realidade. Só faltava uma coisa para sacramentar que ela era uma/minha putinha. Tirei o pau de dentro dela, a coloquei de joelhos e perguntei "onde" e ela "onde vc quiser, só não engu..." Antes mesmo de terminar a frase, jorrei todo meu desejo por ela e seu rosto peitos. Jatos encorpados, quente e grosso. Ela levantou, cara toda lambuzada, cheguei próximo do seu ouvido "puta toma leite na cara". Ela consentiu esfregando os seios, como que usasse o gozo como hidratante. Me beijou, voltou a vestir o roupão. Perguntou se eu ainda queria comer sua prima. 2 segundos de silêncio, ambos demos um sorriso. Ela pegou no meu pau "ué, ainda" "quem disse que o tesão acabou?" Mas por aquela noite teve que acabar, desci as escadas. Fechei o portão. E fui embora na certeza de que aquela tinha sido uma sas melhores fodas da minha vida. E graças a ela, até hoje sou viciado em mulheres mais velhas.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil enfsafado
enfsafado

Nome do conto:
A mãe do amigo

Codigo do conto:
270370

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
20/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0