Eu não consigo dormir de calça. Nunca consegui. No máximo uma camiseta velha dele e uma calcinha fina. Foi assim que cheguei na casa do Léo naquela última sexta, mala já meio pronta, peito apertado. Ele ia embora pra Bahia no domingo. Dois anos longe. Dois anos sem aquele corpo quente grudado no meu.
Ele tinha jurado que era só pra dormir. Mentira. Desde que entrei ficou me atiçando: beijo demorado no pescoço, mão por baixo da camiseta, dedo rodando o bico do peito até ele endurecer. Eu fiquei uma hora inteira negando, empurrando a mão dele, dizendo que se a gente começasse eu não ia conseguir parar. Ele insistiu. No fim dormimos grudados. Braço dele atravessado na minha cintura, boca quente no meu peito, mamando devagar como sempre fazia. E o pau duro, grosso, latejando contra a minha coxa a noite inteira.
Acordei de madrugada com a calcinha encharcada e o tesão me comendo por dentro. Léo ainda dormia com a boca no meu peito e o pau quente pressionado na minha coxa. Não aguentei. Virei o corpo, enfiei o joelho entre as pernas dele e esfreguei a pica dura dele com a coxa enchi o rosto dele de beijinhos amorosos na tentativa de fazê-lo acordar. Ele acordou com os olhos vermelhos e já faminto.
Não falou quase nada. Me virou de costas, puxou a calcinha pro lado e meteu dois dedos fundo na minha buceta de uma vez. Eu estava tão molhada que os dedos entraram sem resistência, fazendo barulho molhado a cada movimento. Ele abriu minhas pernas, se aproveitou totalmente da minha flexibilidade, colocou meus pés na minha cabeça e me encheu de pica. Comeu minha buceta com fome, me perguntava quem era a putinha do papai enquanto eu gemia e me contorcia. Minha buceta latejava, escorrendo no pau dele.
Quando me colocou de quatro, minha bunda ainda estava marcada de hematomas roxos das noites anteriores. Ele abriu minha bunda com as duas mãos, olhou meu cuzinho apertado e voltou a foder minha bucetinha com o pau grosso. Cada estocada fundo, a cabeça batendo no fundo, as bolas batendo na minha pele. Eu estava babando nele, a buceta engolindo o pau inteiro, o barulho molhado enchendo o quarto.
Ele puxou meu cabelo com força, inclinou o corpo sobre o meu e passou o dedo molhado de buceta bem na entrada do meu cu. Durante a semana inteira ele tinha insistido em comer meu cuzinho. Eu tinha medo. Nunca tinha levado nem um dedo ali. Mas naquela hora o tesão era maior que tudo. Quando ele pressionou a cabeça do pau grosso contra o meu cu e foi entrando devagar, eu só gemi. Não doeu. Ficou apertado, quente, cheio. Ele enterrou até a metade, depois mais um pouco, até eu sentir as bolas dele na minha pele. Começou a foder meu cu com movimentos curtos e profundos, a mão livre esfregando meu grelinho. Eu esguichei em segundos, a buceta contraindo no vazio, o cu apertando o pau dele.
Ele não parou. Continuou no cu até estar prestes a gozar. Enquanto isso eu implorava pra que ele gozasse na minha bucetinha. Então saiu, me virou de novo, meteu o pau inteiro de uma vez na minha buceta e gozou fundo. Leite quentinho enchendo minha buceta, o pau latejando dentro de mim enquanto eu apertava ele, tentando guardar cada gota.
Hoje a gente ainda se fala. Ele manda vídeo se masturbando, a mão rápida no pau grosso, gozando e falando meu nome. E eu fico molhada só de lembrar daquele pau empurrando até o fundo, do cu arrombado pela primeira vez, da boca dele no meu peito enquanto dormia e do jeito que ele me fodeu como se o mundo fosse acabar no dia seguinte.
Sinto falta. Muita. Daquele pau grosso, daquele corpo quente, daquela última noite em São Paulo.
Comer um cuzinho e ainda estiver apertando é bom demais
Sempre é bom e dá muito tesão comer um cuzinho virgem.
Delicia
Nossa que delícia ade conto. Não tem como não fica excitado lendo e imaginado vc Asim.