Carol & Mike (pt.4) - O grande dia



ATENÇÃO! ESSE CONTO FAZ PARTE DE UMA SÉRIE E CONTÉM SPOILERS DOS CONTOS ANTERIORES, SE PRETENDE LÊ-LOS, ESTEJA AVISADO.

Dias se passaram após os ultimos acontecimentos, os ânimos estavam a flor da pele sabendo que o grande dia iria chegar. Eu e Mike estavamos evitando qualquer ato sexual nos guardando para esse dia, mas nos aliviavamos com beijos, abraços e nada mais. Enquanto isso, Mike estava responsável por encontrar o lugar ideal, seguro e sem ninguém para nos incomodar.

Enquanto Mike não encontrava o lugar ideal, alguns pêlos começaram a nascer e tive que me depilar novamente, me mantendo sempre lisinho. Eu estava adorando a sensação de não ter pêlos, mas eu tinha que tomar cuidado para não descobrirem, pois isso ficaria muito suspeito, ainda mais considerando que eu passava muito tempo sozinho com o Mike, mesmo fora do horário de trabalho.

Certo dia, era uma sexta-feira, chego de manhã para trabalhar na casa do Mike, não tinha muito trabalho, apenas dois computadores para trocar a pasta térmica. Enquanto removia a tampa do gabinete de um dos computadores, Mike chega por trás, me agarra pela cintura e sussurra no meu ouvido:

\- Mike: Eu encontrei um lugar perfeito... ainda está afim de matar sua curiosidade?

\- Eu: Não é curiosidade, é vontade!

\- Mike: Parece que a resposta é sim, hehe

\- Eu: Eu estou ancioso, quero muito, mas estou nervoso, não sei se vou conseguir.

\- Mike: Se você quer, eu sei que você consegue... não precisamos pressa, vamos com calma, vamos aproveitar e deixar rolar.

Isso me acalma, viro meu rosto de lado e seguro o rosto dele, nitidamente pedindo um beijo. Ele entende e me beija sem exitar, sem nojo por eu ser um garoto.

\- Mike: Não tem muito trabalho hoje, termine esses dois computadores e vá pra casa, pegue o dia de folga e se prepare, vou terminar de ajeitar as coisas.

Pronto! O nervosismo volta! A ficha caiu e eu percebi que de fato iria acontecer. Esse seria o último passo, a partir daí, eu seria de fato um viadinho e não teria mais volta.

Eu faço o que ele mandou, finalizo meu trabalho com os computadores e vou para casa. Em casa, no meu banheiro, tento masturbar meu cuzinho mais uma vez. Dedo, condicionador, não tinha nada próprio para isso, tudo improvisado, mas eu só queria ter certeza que eu não iria travar na hora H.

Passo o resto do dia aguardando pelo Mike, mas nada. Começo a pensar que ele desistiu ou deu algo de errado. De repente, alguém chama no portão, era o Mike. Ele estava conversando com meu pai e disse que queria que eu fosse com ele buscar o computador de um cliente que morava na antiga cidade dele. Eu chego na hora e pego a conversa. Meu coração dispara, eu sabia que não havia cliente e que tudo era só um disfarce para me fuder. Meu pai acredita na história e não liga de eu ir com o Mike. Pego algumas coisas e saio no carro com ele.

Dentro do carro, Mike ri e diz:

\- Mike: Acho que a história deu certo, agora é só a gente curtir hehe

\- Eu: Estou nervoso

Meu coração estava muito acelerado. Mike coloca a mão na minha coxa e diz para eu relaxar, mas não adianta muito. Minha maior preocupação era se eu realmente iria aguentar aquela rola grossa do Mike.

Pensando...

\- Eu: E se eu não aguentar? ele vai insistir? vamos perder todo o trabalho de preparação e voltar para casa? Acho que ele ficaria desapontado. Aconteça o que acontecer, eu tenho que dar para ele, é uma questão de honra!

Mike entra na rodovia e seguimos em silêncio, apenas com o som do carro tocando baixinho. Eu quebro o silêncio perguntando onde ele iria me levar.

\- Mike: É surpresa!

Noto que há duas mochilas no banco de trás e também uma caixa de isopor. Ele realmente tinha preparado tudo!

Na metade do caminho da antiga cidade do Mike, ele faz um desvio, pegando uma estrada de chão de terra. Olho para ele e ele olha devolta sorrindo.

\- Mike: Calma! Hahaha

Ele continua dirigindo e pegando estradas cada vez mais estranhas, cercadas de canaviais. Já estava escurecendo, quando chegamos a uma porteira de madeira bem velha e quebrada, com certeza ninguém passava ali há um bom tempo. Mike sai do carro, abre a porteira com um certo trabalho, pois estava quebrada, passa com o carro e depois fecha novamente. A gente segue de carro por uma trilha coberta de mato. Eu me mantenho em silêncio, não queria que ninguém visse a gente (eu duvido que havia alguém por perto).

Enfim chegamos a uma casa, escondida no meio de todo aquele mato e canavial. Pergunto ao Mike como ele sabia daquele lugar e ele me diz que um tio dele morava ali antes de arrendar as terras para a usina de cana-de-açúcar. Ali era certeza de que ninguém iria chegar e nem nos incomodar, já que só iriam ali na colheita. Também não havia outras casas por perto.

Pegamos as coisas e fomos para a casa, eu sinceramente estava esperando uma casa toda suja e quebrada, mas quando entramos, para minha surpresa... estava tudo limpinho, havia um colchão com um lençol com estampa de rosas, dois galões de água e mais algumas coisas pequenas que o Mike tinha levado antes. Várias lanternas de emergência estavam penduradas pela sala, deixando tudo iluminado. Agora entendi porque o Mike demorou tanto para conseguir esse lugar.

Pensando...

\- Eu: Ele realmente fez tudo isso só para me fuder? Só para fuder um viadinho? Que fofo! Eu quero muito dar para ele!

Logo em seguida, Mike vem até mim, me agarra pela cintura e me puxa bem forte contra o corpo dele, me fazendo derrubar a mochila que eu tinha ajudado a levar para dentro. Ele então me beija bem gostoso, enfiando a lingua com vontade na minha boca, enquanto a mão dele foi deslizando pelo meu corpo até chegar a minha bunda. Nos beijamos por alguns minutos, conversamos um pouco sobre tudo o que estava acontecendo. Meu corpo estava todo trêmulo e meu coração aceleradíssimo.

Mike me diz para pegar a mochila que eu tinha derrubado e abri-la. Quando abro, vejo que há algumas peças de roupa, mas não roupas comuns, eram roupas de mulher.

\- Mike: Gostaria muito que você vestisse isso para mim

\- Eu: Eu não sei... eu tenho vergonha

\- Mike: Vergonha? De mim? Não tem mais ninguém além de nós pelo menos há cinco quilômetros daqui. Se não quiser ou não gostar, não precisa vestir, mas gostaria muito de te ver com elas.

\- Eu: Onde conseguiu essas roupas?

\- Mike: Vantagem das compras pela internet, você compra, mas eles nunca vão saber para quem é haha

Mike era super fofo, fez tudo aquilo por mim e eu precisava retribuir, além disso, eu sempre quis usar roupa de mulher e era a minha chance.

\- Eu: Tá bom, eu visto... mas prometa que não vai rir de mim

\- Mike: Jamais! E... se não for pedir muito, tem algumas maquiagens também hehe

Eu sorrio e mando ele esperar lá fora.

Na mochila, havia uma mini saia preta curtinha, uma blusinha cropped branca e uma calcinha fio-dental vermelha de renda. O miserável tinha bom gosto! Também havia uma sombra de olho roxa e um batom vermelho igual o que as putas usam... Era tudo sexy, senti falta de um salto alto, mas acho que eu não conseguiria andar com ele mesmo, então, sem problemas.

Foi uma sensação maravilhosa vestir aquilo tudo, principalmente quando subia a calcinha pelas minhas pernas com a bundinha empinada. Meu corpo agora depilado deixou tudo bem delicado. Sem muita prática, iluminação ideal e um espelho decente, a maquiagem ficou um pouco borrada, mas acho que para a primeira vez, até que não fui tão mal.

Assim que termino, tiro uma foto para recordação e logo chamo o Mike. Ele entra e logo abre um sorriso de aprovação.

\- Mike: UAU! Você está muito gostosa!

\- Eu: Gostosa? Eu sou um garoto hehe

\- Mike: Então vem aqui que eu vou te fazer virar uma menininha

Me aproximo timidamente, meu coração disparado, meu corpo tremendo igual uma britadeira e quando ele me toca, minha pele se arrepia toda. Ele me gira, me encoxando por trás, beijando meu pescoço e esfragando o pau na minha bunda mesmo ainda vestido. Aquele volume era maravilhoso, mas ao mesmo tempo eu sabia que iria ser dificil aguentar ele no meu cuzinho virgem.

Eu me viro e devagar começo a desabotoar e abaixar o ziper da calça dele, logo deixando o pau dele para fora. Mesmo já tendo visto antes, eu sempre me surpreendia com aquela maravilha.

Me ajoelho no colchão, ele se aproxima e eu começo a mamar na rola dele, fazendo um boquete bem caprichado. O pau dele fica um pouco vermelho por causa do batom.

Pensando...

\- Eu: Porra! Eu sou um viadinho... eu sou uma puta!

Mike interrompe o boquete e olhando nos meus olhos, ele diz:

\- Mike: Calma, gulosa! Vamos seguir o plano!

Mike tira do bolso, uma camisinha e um pequeno tubo de lubrificante. Nessa hora eu engulo seco, chegou finalmente o momento que eu tanto sonhei e temia.

Mike dá a camisinha na minha mão e pede para eu colocar para ele. Eu obedeço, abro e com jeitinho encapo o pau dele. Ele abre o tubo do lubrificante e faz uma linha em cima do pau dele. Eu apenas observo de joelhos.

\- Mike: Deite aí e relaxe.

Eu deito e ele logo se aproxima, fica de joelhos entre minhas pernas e com o tubo de lubrificante ainda na mão, ele puxa minha calcinha de lado e começa a lubrificar meu cuzinho. Eu fico quietinho com as pernas abertas, super tremendo. Mike sobe por cima de mim, entre minhas pernas.

\- Mike: Você fica fofo tremendo assim, você me deixa doido, Carol.

Fico feliz por ele lembrar meu nome de garota. Em seguida, Mike coloca a ponta do dedo no meu cuzinho, me fazendo suspirar. Ele me beija enquanto enfia o resto do dedo, inteirinho lá dentro. Eu gemo baixinho, o dedo dele era mais grosso do que o meu e eu sabia que logo viria algo ainda mais grosso.

Ele se mantém me beijando e mexendo com o dedo lá dentro. Ele tira o dedo, encosta a testa dele na minha me encarando nos olhos e diz:

\- Mike: Está pronto?

\- Eu: Devo tirar a calcinha?

Digo isso apenas para enrolar

\- Mike: Não! Você está uma delicia assim

Ele me beija e eu sinto a ponta da camisinha no meu cuzinho. Ele começa a pressionar de leve, aumentando a pressão gradualmente. Meu cuzinho era bem apertadinho e dificil de penetrar, ele então pressiona mais forte e eu sinto a pressão do pau dele empurrando.

\- Eu: aaahhh... devagar!

Ele dá uma aliviada e volta a pressionar

\- Eu: aaahhhh

\- Mike: Relaxa... libera esse cuzinho para mim.

\- Eu: Me fode

Ele entende o recado e força novamente, ainda não foi dessa vez

\- Eu: Aaaiiihhh

Ele força denovo e desse vez eu sinto meu cuzinho se rendendo. Meu cu começa a abrir e a rola dele vai entrando

\- Eu: AAAIIIIIIHH!!!

Minha voz já não era a mesma, as palavras saiam automaticamente de forma melosa e com timbre agudo, era o efeito da rola dele me fazendo de viadinho.

\- Mike: Não se preocupa! Pode gemer a vontade, aqui ninguém vai escutar.

Segurando forte  nos braços dele e com as pernas laçadas ao redor do corpo dele, eu entendo o recado e de olhos fechados me solto e começo a gemer livremente e alto.

\- Eu: AAAAAIIIIH... AAAAAAIIIINN

A cabeça da rola dele finalmente passa pelas minhas pregas, ficando totalmente dentro do meu cu. Eu me sentia como se estivesse sendo rasgado ao meio, mas ao mesmo tempo, saber que eu estava dando o cu e ainda para um cara legal, me fazia me sentir nas nuvens.

\- Mike: Parabéns, você está oficialmente dando o cu, meu viadinho.

A dor e o prazer juntos desaceleravam meu cérebro e eu não consegui falar, apenas gemer... e bem alto!

Ele enfiou alguns centimetros além da cabeça depois começou a me foder com o movimento de vai e vem.

Meu pau não é tão pequeno quando eréto, mas naquela situação, ele permaneceu mole e encolhido, respeitando o verdadeiro alfa.

Mike segurava minhas nádegas abertas para facilitar o pau dele a entrar, ele segurava tão forte que a marca dos dedos dele estavam marcados na minha bunda

Depois que o pau do Mike entrou e saiu pelo menos umas trinta vezes e meu corpo se adaptou minimamente a dor, finalmente consegui falar.

\- Eu: AAAIIINN FODE, FODE MEU CUZINHO! AAAAHHH

Ao ouvir isso, Mike tira o pau completamente do meu cu, rapidamente remove a camisinha e enfia denovo.

\- Eu: AAAAAAAAIIIIHHHH

Meu coração estava quase saindo pela boca, meus olhos lacrimejavam lágrimas roxas da maquiagem... eu agora entendia porque as atrizes pornô fazem aquelas caras e bocas. Enquanto isso, Mike não parava de me foder, com o vai e vem frequente da rola dele. Mas ele já não aguentava mais, ele começou a suspirar forte e gemer, logo senti o pau dele pulsando e meu cuzinho ficar bem quente.

Oh sim! Ele estava jogando todo o tesão dele dentro de mim e eu queria cada gota.

Assim que termina de gozar, ele me beija e olhando nos meus olhos:

\- Mike: Obrigado, Carol! Esse foi o melhor sexo da minha vida, você é uma delicia! Mas por favor, não pare, você nasceu para isso, você nasceu para dar esse seu lindo cuzinho.

Voltamos a nos beijar até o pau dele amolecer e sair sozinho do meu buraco. Caimos no colchão, sem energia e ficamos ali um tempo até nos recuperar.

Depois entendi o motivo dos galões de água... usamos para nos lavar, tirei a maquiagem e qualquer coisa que entregasse o "crime". Comemos alguns petiscos com um pouco de vinho, pegamos nossas coisas e voltamos para casa. Quando chegamos, Mike foi para a casa dele e eu para a minha, fui para o chuveiro para me banhar direito. Meu cuzinho doía horrores, mas se eu voltasse no tempo, faria denovo.

Era dificil acreditar que eu dei o cu, mas eu estava maravilhado com o que tinha acontecido. Uma sensação de liberdade e dever cumprido, ainda mais sabendo que Mike gozou enquanto me fodia.

Eu e Mike trocamos algumas mensagens antes de dormir e ele foi super carinhoso, atencioso e romântico, o que fez ainda mais valer a pena.

Mas enfim, será que Mike está certo? será que eu devo mesmo continuar com isso? Será que eu nasci mesmo para dar o meu cuzinho?

Continua?


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Carol & Mike (pt.4) - O grande dia

Codigo do conto:
270439

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/08/2026

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