Como eu conheci o meu corninho manso. "O Vida" meu marido.

Olá, como vocês estão, caros leitores e leitoras? Espero que bem!
Vou contar para vocês como eu conheci o "corninho manso", meu amor, O Vida". Aquele que se tornou meu marido e que, infelizmente, me deixou deste mundo. Sim, hoje sou uma viúva de corno, mas cheia de histórias intensas para guardar na memória.
Tudo começou no Litoral Sul de São Paulo. Na época, eu tinha 38 anos e exalando a minha fase de solteira independente . Em um belo dia de sol, decidi ir à praia acompanhada de uma amiga linda, magra e branquinha de corpo perfeito, e de três amigos — três verdadeiros machos alfa, dois morenos e um preto, todos muito bem dotados. Nós nos conhecíamos intimamente; a gente transava sem compromisso, sem cobranças, na base da mais pura amizade e cumplicidade.
Eu estava irresistível: usava um biquíni verde-cintilante, fio-dental minúsculo que realçava meu bumbum redondo e enorme. A parte de cima, sem bojo, deixava o bico do peito durinho, parecendo sempre pronto para receber uma boca sedenta. Nasci com uma cor linda, aquele bronzeado natural que, sob o sol, ficava simplesmente inebriante. De óculos escuros e com nosso cooler de cerveja geladinha, nos acomodamos perto de um quiosque com pagode ao vivo, comandado por um grupo de pagodeiros que também eram meus amigos. Assim que chegamos e tiramos as saídas de praia, o cenário mudou. Nas mesas ao redor, as famílias se ajeitavam e os maridos, discretamente, colocavam seus óculos escuros para disfarçar o olhar fixo em nós.
Passamos o dia inteiro naquela energia. Entre idas e vindas ao banho de mar, sambávamos e rebolávamos horrores ao som do pagode, bebendo sem parar. Foi quando notei um homem branco, todo tímido, me olhando de forma incontrolável de uma mesa distante. Não demorou muito para o garçom se aproximar de mim com um bilhete nas mãos que dizia: "Me peça o que quiser, você é maravilhosa!"
O garçom sorriu e disse:
— Celline, faça o seu pedido. Não posso sair daqui sem anotar, estou cumprindo ordens dele.
Aproveitando a generosidade do desconhecido, o garçom montou uma mesa caprichada para o nosso grupo. Pedi cerveja de garrafa e uma farta porção de frutos do mar. Enquanto comíamos, meus amigos me davam comida na boca, me acariciavam e brincavam comigo ali mesmo, à vista de todos. De longe, o homem observava aquela cena com um prazer evidente e um sorriso discreto no rosto, fascinado pelo espetáculo.
Antes de ir embora, ele fez questão de deixar um último bilhete com o garçom:
"Espero te encontrar mais vezes aqui. Adorei te ver cercada de 'amigos' que te comem com os olhos. Fiquei impressionado em como devoraram a porção; queria muito ser eu ali, dando comida na sua boca. Te serviria e beijaria os seus pés, você é a mulher dos meus sonhos... Meu telefone é 11xxx000. Por favor, me mande uma mensagem, nem que for para dizer que eu fui um idiota. Aproveite a sua noite e os seus amigos, deixei mais cerveja paga para você."
Seguindo o conselho dele, curtimos uma noite maravilhosa em cinco, rindo e aproveitando a praia.
Cinco dias se passaram. Eu guardava aquele número na bolsa, completamente intrigada com o perfil daquele homem. Meus amigos me cobravam diariamente, perguntando se eu já havia mandado mensagem. Eles, que me conheciam bem, tinham certeza absoluta de uma coisa: "Celline, esse cara é corno convicto!". Até aquele momento, eu nunca tinha pensado em ter um relacionamento nesse formato. Sempre fui exibicionista, provocadora, manipuladora e dona de um poder muito forte de persuasão, mas o universo do fetiche estruturado ainda era novo para mim.
Vencida pela curiosidade, finalmente mandei a mensagem:
— Olá, sou a moça da praia que você bancou.
A resposta dele veio quase instantânea, carregada de alívio:
— Nossa, como você demorou! Passo todos os dias naquele quiosque e pergunto para o garçom se você apareceu por lá.
Conversamos um pouco, fiz algumas perguntas corriqueiras e acabei aceitando almoçar com ele. Foram necessários apenas três almoços para que ele se abrisse por completo. Ele me contou tudo sobre a sua vida e revelou como gostava de viver: sentia um prazer profundo em ser corno, submisso, escravo e passar por situações de humilhação consensual. Diante da minha postura imponente, ele me fez uma proposta formal de relacionamento.
Foi assim que fui iniciada no mundo do BDSM e da submissão caprichosa. Descobri-me uma verdadeira Dominatrix uma deusa para ele. Casamos e fomos extremamente felizes. Ele assumiu o papel de meu grande provedor, me mimando ao extremo e me servindo com tudo o que eu desejava, desde presentes até a total submissão às minhas vontades cotidianas. Ele vibrava com a minha liberdade e com a minha liderança na relação. Infelizmente, a nossa história foi interrompida antes da hora e eu acabei perdendo o meu companheiro para a pandemia. Mas guardo comigo a certeza de que vivi um amor livre, excêntrico e intensamente correspondido.
Sigo solteira desde então.
Foto 1 do Conto erotico: Como eu conheci o meu corninho manso.


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Comentários


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jhack Comentou em 29/08/2026

Votadissimo!!! Linda história!!! Bjuuusss delícia!!!

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erly Comentou em 26/08/2026

Gostei

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sissymaidsp Comentou em 23/08/2026

Sinto muito pela sua perda. Também sei da dificuldade em encontrar um cúmplice para a vida. Se quiser conversar, eu vou amar. Bjs

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celline Comentou em 23/08/2026

Com certeza meus queridos logo serei presenteada com outro mansinho, depois da dor do luto, de uma fase de desapegos, estou pronta para um novo amor que seja rico em cumplicidade.

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passivo10 Comentou em 23/08/2026

Uma pena o ocorrido com seu companheiro!! Vivo há anos com minha mulher, Dona, Dominatrix. Adoro ser tratada como sua escravinha e ser humilhada por ela e suas amigas e seus machos. Adoro ver ela feliz e solta curtindo a vida... Espero que encontre um novo amor, pq para pessoas boas sempre terão novas histórias..

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safado1234sp Comentou em 23/08/2026

É como tenho dito, “a vida é curva de rio” do nada da umas viradas que vc nem entende pra onde a agua ta indo! Sua historia é muito e acredito que o desejo ou sonho de muitos homens e muitas mulheres, mas que por algum tabu ou credo nao conseguem por em prática. Parabéns e que a vida de presenteie com um outro “O vida”!

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rob025 Comentou em 22/08/2026

Votado




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Ficha do conto

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celline

Nome do conto:
Como eu conheci o meu corninho manso. "O Vida" meu marido.

Codigo do conto:
270474

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/08/2026

Quant.de Votos:
21

Quant.de Fotos:
1