Após a visita na balada liberal, nosso fogo acendeu ainda mais e começamos a ver filmes e contos durante nossas transas, que sempre foram bem quentes e com muito fogo.
Marcamos de voltar a balada e ousar um pouco mais, sem conversar sobre limites e até onde poderíamos ir, chegado o dia ela estava com um vestido um pouco acima do joelho, mas bem gostosa, voltamos a mesma balada, porém ela havia mudado de endereço, chegamos ao local e estava mais amplo, organizado e com mais frequentadores, mais soltos, bebemos um pouco, ela me pediu para olhar para o meio de suas pernas, ela estava com uma calcinha florescente que com a luz negra da balada, destacava muito. Já partimos para os labirintos e salas onde as coisas mais quentes estavam acontecendo, nesse meio caminho eu levantei seus vestido e com aquela calcinha todos podiam ver aquele delícia de buceta e bunda que marcavam com aquela calcinha fluorescente.
Resolvemos entrar no ônibus que estava bem cheio, com casais transando nos bancos e mulheres chupando alguns caras também, nos beijamos bem gostoso e ela me chamou para um banco, as coisas esquentaram ali, mas não tivemos coragem de transar naquela meio ainda, mas o vestido levantou e a minha rola foi pra mão e boca dela.
Havia uma sala cheia de homens que colocavam o pau em um buraco e outra sala com mulheres que chupavam os paus sem ver, pedi para ela entrar e se posicionar em um dos buracos, fui do outro lado da sala e coloquei meu pau ali, ela chupou muito e bem molhado, ao meu lado um cara colocou a mão pelo buraco, segurou a cabeça dela e empurrava no meu pau, ela chupou bastante, mas ainda não teve coragem ou ousadia de chupar outras rolas ali.
Saímos para beber mais um pouco e voltamos em seguida, entramos em uma sala mais afastada e não trancamos a porta, por descuido mesmo, sentei em um sofazinho e ela estava pulando em meu pau, quando vejo um casal na porta observando e o cara com a rola na mão batendo uma pra ela e conversando com sua mulher que estava se tocando e falando no ouvido dele.
Em seguida começaram a se aproximar e o homem meio que me pedindo permissão para comer ela, olhei pra ela e ela de imediato recusou, foi aí que empurrei a porta e senti ela gozando muito, não tive alternativa e gozei muito em seguida.
Essa foi nossa segunda visita, no retorno ainda transamos muito falando sobre a noite e comentei que estava com um certo medo dela liberar a buceta ou a boca ali naquela balada, achei que ela quase cedeu no ônibus e no quarto mais afastado, mas vamos deixando as coisas acontecerem com naturalidade.
Em brave mais contos e fotos !
