Hoje gostaria de compartilhar como foi minha primeira relação sexual (como já disse no conto anterior, “Descobrindo novos prazeres – parte 2”); não foi com uma mulher. Tudo aconteceu quando eu tinha 16 anos. Um primo, dois anos mais novo que eu, passava uma tarde em casa. Naquela época, o Orkut estava em alta e, como eu tinha computador e ele não, ele sempre ia à minha casa para acessar sua conta. Apesar de ele ainda não ter se assumido para a família como gay, todos desconfiavam, e eu já sabia. Enquanto ele navegava por seu perfil, fui tomar um banho. Quando saí do banheiro, como o computador ficava no quarto, vi que ele estava sem camisa e tinha acessado um site pornô gay. Ele batia uma punheta enquanto olhava aqueles homens de pau duro, até que gozou sobre a própria barriga. Após gozar, tirou o short, que já estava abaixado, e se levantou pelado, com a mão, a barriga e o pau sujos de porra. Apesar de ter gozado, o seu pau permanecia duro. Já fazia alguns anos desde a última vez que o tinha visto nu, pois, como relatei em contos anteriores, era comum entre alguns primos nos masturbarmos vendo conteúdo pornô juntos. Quando ele se virou e veio em direção ao banheiro para se limpar, não pude deixar de notar o tamanho e a grossura do seu membro. Ao passar por mim, percebeu que eu estava olhando para o seu pau e, para me provocar, disse: — Meu pau é grande, né? Eu nada respondi. Ele entrou no banheiro, tomou banho e, em seguida, me pediu uma toalha. Deixei a toalha na porta. Ele a pegou e se secou com a porta aberta; em seguida, saiu novamente nu para pegar sua roupa, que estava jogada no quarto. Nessa hora, não pude deixar de notar seu dote novamente: mesmo mole, era enorme. Era de duas a três vezes maior que o meu; devia ter uns 15 cm mole (mesmo ele sendo dois anos mais novo). Ele veio andando com aquele pau enorme balançando e, ao chegar no quarto, fez questão de se abaixar na minha frente para pegar sua roupa, me dando a visão completa da sua bunda e do seu pau entre as pernas. Naquele momento, comecei a ficar excitado, mas nada rolou naquela hora. Enfim, a noite chegou e fomos dormir. Durante a noite, começamos a conversar, e claro que o assunto não podia ser outro a não ser sexo. Ele me confessou que não era mais virgem, que já havia feito sexo anal e que preferia ser passivo. Até contou como foi uma das vezes em que tinha trepado com seu vizinho, mais ou menos da minha idade. Para minha surpresa, ele já havia dado aquele cu mais de uma vez. Nessa hora, eu já estava de pau duro ouvindo-o narrar a história, então comecei a me masturbar. No auge da excitação, confessei que já tinha feito boquete para um garoto (mas não revelei quem era para não expor meu outro primo) e que gostava de me masturbar colocando o dedo no meu cu. Ele ficou surpreso e, ao perceber que eu estava me tocando, me perguntou se eu queria comer o cu dele. Disse que sim e passei para o colchão no chão, onde ele estava deitado. Tentei penetrá-lo de lado, mas, pela falta de lubrificação e inexperiência, não entrou. Então, ele mudou de posição e ficou deitado com a bunda para cima, mas nem assim consegui penetrá-lo. Por causa do nervosismo e da falta de experiência, acabei broxando. Mas, mesmo de pau mole, queria senti-lo. Molhei meu dedo na boca, levei até o cu dele e comecei a massagear a entrada. Percebi que ele ficou de pau duro enquanto eu passava o dedo no seu cu. Então, comecei a me masturbar para enfiar o dedo nele. Ele começou a se queixar de que o cu estava doendo, então tirei meu dedo de dentro e voltei a massagear a região, pois ainda não tinha conseguido uma nova ereção. Num ato de puro tesão, cuspi no seu cu e, em seguida, meti a língua no meio do seu rabo. Percebi que meu pau começou a dar sinal de vida novamente. Parei de chupar o cu e fui para o pau dele. Chupei um pouco com receio pelo tamanho — era enorme —; dei algumas lambidas no corpo daquela rola e abocanhei a cabeça, o que me deixou de pau duro na hora. Não coloquei inteiro na boca naquele momento por timidez, mas descobriria depois que não cabia. Após alguns poucos minutos mamando o seu pau, meu primo levou a mão até o meu membro e, percebendo que estava duro de novo, pediu: — Vem me foder! Ele virou a bunda para cima novamente, mas, de novo, não consegui penetrá-lo e, após algumas tentativas, broxei mais uma vez. Ele pediu para pararmos porque já era bem tarde, e fui dormir bem frustrado, sem gozar. No outro dia cedo, acordamos. Ele ficou deitado e fui direto para o banheiro tomar banho. Durante o banho, não pude deixar de ficar excitado ao lembrar das coisas que rolaram à noite. Então, decidi que ia finalizar o que tínhamos começado. Apesar de sempre manter a área genital sem pelos, decidi depilar meu cu também. Já havia depilado outras vezes, então estava acostumado a fazer isso bem rápido. Voltei para o quarto pelado. Ele estava mexendo no computador novamente, sentado só de cueca enquanto olhava o perfil de um menino no Orkut. Aproximei-me pelas suas costas e perguntei: "Já deu para esse aí também?", ao mesmo tempo em que peguei em seu pau por cima da cueca. O pau dele estava mole, mas, assim que sentiu minha mão, já deu sinal de vida. Ele ficou parado e só respondeu que não. Vi que ele estava um pouco estranho, talvez tímido pelo que tinha rolado na noite anterior. Mas, como vi que ele não deu muita moral, decidi apelar. Peguei novamente no seu pau, só que dessa vez enfiei a mão dentro da cueca, tirei o pau dele para fora e comecei a masturbá-lo. Percebi que ele fechou os olhos e respirava fundo. Acelerei os movimentos e ele anunciou que ia gozar. Então, parei a punheta, fiquei de quatro na cama e o convidei para me foder. Abri minha bunda para ele e disse: "Depilei meu cu para você" — com certo medo, pois o pau dele era enorme, mas, para minha decepção (e certo alívio para o meu cu, kkk), ele disse que não curtia ser ativo. Então, peguei no pau dele novamente e, quase implorando para ele gozar para mim, ele falou: "Então me chupa". Ajoelhei-me à sua frente e comecei a chupar aquele membro completamente rígido. Abocanhei a cabeça e fui descendo; naquele momento, descobri que o pau dele não cabia inteiro na minha boca ou que, pelo menos, eu não tinha a técnica para engolir aquele cassete. Desci até as bolas dele e as acariciava com a língua; essas sim consegui colocar inteiras na boca. Chupava as duas ao mesmo tempo e, às vezes, alternava entre elas. Após alguns minutos fazendo o boquete, comecei a masturbá-lo, pois meu maxilar estava doendo — talvez pela falta de prática ou pelo tamanho da pica dele. Quando percebi que ele estava prestes a gozar, abocanhei o mais fundo que pude, e os jatos de porra começaram a inundar a minha boca. Foram tantos que perdi a conta. Senti o pênis dele perder o volume ainda dentro da minha boca e, então, o tirei completamente para fora. Ficando somente com o gosto da sua porra, confesso que o sabor, após alguns segundos, não me agradou, e comecei a sentir um pouco de nojo por ter engolido o gozo. Levantei-me e fui até o banheiro escovar os dentes. Ele veio atrás de mim e, enquanto eu usava a pia, foi mijar e me perguntou o que eu tinha achado. Disse que curti chupar o pau dele, mas que não tinha curtido tanto a sensação de engolir a porra. Ele me disse que nunca tinha engolido a porra de ninguém e que nem curtia chupar pau também. Voltamos para o quarto. Deitei pelado na cama, ele vestiu a cueca e voltou para o computador. Eu ainda estava excitado, pois não havia gozado. Foi quando pedi para ele abrir um site pornô porque eu queria bater uma punheta. Ele abriu e colocou o vídeo de dois homens transando. Eu nem curtia vídeos gays, mas estava tão excitado que comecei a me tocar e a gemer. Ele começou a se excitar também; levantou-se, tirou a cueca e vi que seu pau estava meia-bomba. Veio até mim, pegou no meu pau, começou a me masturbar e me pediu para comer o cu dele. Ficou na cama de quatro, com o cu aberto para mim — que, ao contrário do meu, não estava depilado, mas nem me importei. Cuspi no cu dele e encostei a cabeça do pau na entrada, que dessa vez se abriu com mais facilidade. Meu pau deslizou para dentro daquele rabo. Ele fez uma expressão de dor ao passar a cabeça da minha pica; depois que entrou tudo, pediu para eu ficar parado alguns segundos e, em seguida, pediu para meter. Comecei o vai e vem e a gemer alto. Nem acreditava que estava fudendo aquele cu e, consequentemente, perdendo o cabaço da pica. Depois de alguns minutos bombando o cu dele — que, apesar de não ser mais virgem, apertava meu pau com vigor —, anunciei o gozo. Enquanto meu pau esguichava porra dentro dele, agarrei seu pau e o senti pulsar, sinal de que também estava gozando. Esperei meu pau amolecer e o tirei de dentro; pude ver seu cu aberto e escorrer uma porra viscosa lá de dentro. Quando ele se levantou, pude confirmar que realmente tinha gozado dando o cu, pois a cama estava suja com seu sêmen — o mesmo que ele havia despejado dentro da minha boca alguns minutos antes. Tomamos um banho e não tocamos mais no assunto, nem naquele dia, nem nas outras vezes em que nos reencontramos.
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