Foi quando Carol saiu furtivamente da casa grande, o velho zulu já estava a postos a espera da sinhazinha, como combinado,pois ela desejava tomar um banho no açude sobre a luz do luar.
Contornando a senzala para não serem notados pelos vigias , eles pegaram a trilha ate chegarem no açude , com uma camisolinha branca rendada a sinhazinha, quase nua fazia o caminho nos ombros do velho escravo.
Ela retirou a camisola, completamente nua nadava como uma sereia sobre o olhar atento do velho zulu que sentado sobre a enorme pedra branca, as margens do acude mascava fumo .
Ela saiu das águas caminhou até ele que grunhiu como um cachaço, ao ver os peitinhos que afloravam naquele corpo branquinho como as nuvens que enfeitavam o céu sobre o clarão da lua. A leve penugem que despontava no baixo ventre da sinhazinha era algo que não tinha preço admirar, todo aquele encanto, mas ele desviou o olhar em respeito ou talvez para disfarçar uma ereção que aflorava apesar dos seus setenta anos. Pois imaginava que sua patroinha por ingenuidade ou por inocência assim estava se comportando.
Ledo engano, dois ano na capital fez Carolina aprender coisas, nunca imaginadas, dentro daquele colégio interno .
Ele estava de costas para ela que deitada deixava o vento secar seu corpo , brincando com os pés nas costas dele . quando ela mandou ele se virar para ela , seus olhos faiscaram, ela tinha as pernas abertas exibindo uma grutinha nunca antes vista ou imaginada pelo velho zulu. Que encantado estava de olhos esbugalhados totalmente abismado , um misto de espanto medo e luxuria se estampou em seu rosto, quando Carol levou sua delicada mão ate o meio das pernas acariciou o grelo que esta estrumecido pontudo pelo frio do vento e seus toques e murmurou para ele
---SOPRE, SOPRE AQUI MAS NÃO TOQUE NÃO POE A MAO SO SOPRE.
Ele manteve uma distancia em que admirava e soprava aquela grutinha, mas ela cada vez mais atrevida ordenou que ele se aproximasse mais , e sentindo o calor que exalava da boca dele ela se contorceu deu um languido gemido em êxtase num soluço implorou ----ME LAMBE ME LAMBE.
O velho como um cão no cio emitiu grunhidos luxuriosos chorosos gemidos de tesão percorrendo com a língua a vulva da sua sinhazinha que vertia uma seiva cremosa que ele sorvia como se fosse um néctar dos deuses.
Sua boca chafurdava nos líquidos que escorriam das entranhas da pequena Carolina. Ela gozou como uma vadia na língua que serpenteava na entrada de sua buceta, talvez seu primeiro verdadeiro orgasmo com um macho.
Com um pé empurrou o negro e ficou admirando a ereção volumosa que se formava sobre a velha calça surrada dele, sentou de cócoras e ordenou ao velho zulu.
--- MOSTRA ELE ME MOSTRA O SEU PAU,DEIXA EU VER ELE
O velho negro sabia o risco que estava correndo, mas insano colocou o seu caralho a mostra um pau enorme longo grosso com a glande igual um cogumelo , Carol segurou os bicos dos próprios seios massageando-os sorriu sacana para o velho zulu e cheia de meiguices, num muxoxo murmurou
---- BATE UMA PUNHETA ATE GOZA PRA MIM VER , VAI GOZA MOSTRA PRA MIM SUA PORRA .
Zulu deu um urro igual a um animal ferido, esgueirou-se para um lado para não atingir a sinhazinha e gozou fartamente esguichando jatos seguidos de porra para deleite de Carolina ,Zulu arfava com o coração a mil, quase desfaleceu com a gozada ,grunhiu como um cachaço no cio quando sua patroinha com dois dedinhos apertou o enorme pau, com outro dedo retirou uma gótica que minava na uretra e pela primeira vez Carolina sentiu o gosto da porra de um macho, ele alucinado fez menção de envolve-la com os braços mas recuou quando ela balançou a cabeça negativamente , o velho negro de cabelos grisalhos pelo tempo chorou e riu ao mesmo tempo, sentindo seu pau continuar duro como ferro ao bel prazer da pequena Carol.
Sabia que estaria morto se o coronel sonhasse com o que ocorria mas morreria feliz com aquele prazer nunca antes sonhado.
A lua já se escondia no topo da Montanha, os pássaros anunciavam o amanhecer , quando Carol montada em suas costas voltava para a casa grande.
conan-