Eu sou Maria, tenho trinta e oito anos, e nos últimos doze anos vivo como mulher casada no coração de São Paulo. Meu marido, Ricardo, tem quarenta e cinco anos, é um homem sólido que trabalha longas horas na logística e chega em casa cansado, mas estável.
Dividimos um apartamento confortável nos Jardins, com a mistura habitual da vida de classe média brasileira: finais de semana na feira, jantares tardios de feijoada ou carne grelhada, viagens ocasionais para o litoral quando ele consegue se afastar. Eu tenho uma tatuagem nas costas e uma tatuagem de amor na bunda.
Meu corpo sempre foi a parte de mim que mais atrai atenção, e eu nunca finjo o contrário. Da cintura para cima sou cheia e macia: seios pesados que repousam contra as costelas.
Mas é a minha bunda que me define. É grande, redonda e grossa, o tipo de traseiro que enche um jeans até as costuras protestarem e faz com que todo vestido grude e se levante quando eu ando.
A carne é firme, porém maleável, do tipo que se espalha quando me sento e sobe alto quando me levanto. Ela balança a cada passo. Em jeans apertados o movimento é lento e pesado, um balanço ondulante que começa no topo das minhas coxas e sobe. Em um vestido o tecido sobe e acomoda a cada passada, o peso se deslocando, o leve bater de pele contra pele audível se alguém estiver perto o bastante. Os homens olham. Sempre olharam. Ricardo se casou comigo em parte por causa dessa bunda; ele admitiu isso mais de uma vez, meio brincando, meio sério, dizendo que me viu atravessar uma sala numa festa e decidiu ali mesmo que queria aquelas nádegas nas mãos pelo resto da vida.
Semanas atrás, no aniversário de Ricardo, organizamos uma pequena reunião em nosso apartamento. Amigos vieram, beberam, riram. Entre eles estava Hugo, um homem que Ricardo conhece há anos pelo trabalho.
Hugo tem quarenta e nove anos, é mais alto que meu marido, mais largo nos ombros, com a confiança quieta de alguém que nunca precisou levantar a voz para ser ouvido. Ele cheirava a cologne limpo e algo mais quente por baixo, como cedro e pele.
Quando fomos apresentados devidamente, senti o peso do olhar dele se pousar em mim e permanecer. Conversamos perto da varanda enquanto Ricardo estava ocupado com outros convidados.
— Maria — disse ele, voz baixa e firme. — Ricardo fala de você como se fosse a única coisa boa que já aconteceu na vida dele.
Eu sorri, um pouco corada do vinho. — Ele exagera.
— Eu não acho. — Os olhos dele percorreram meu corpo sem pressa. — Você é o tipo de mulher que um homem nota e depois continua notando.
Quando a noite foi se acabando, ele pediu meu número “caso algo aconteça enquanto o Ricardo estiver longe nessas viagens longas”. Eu dei. Disse a mim mesma que era inofensivo.
Dias depois Ricardo partiu para uma viagem de trabalho de três dias para o sul. O apartamento pareceu maior sem ele. Na segunda tarde o telefone tocou. O nome de Hugo apareceu na tela.
— Maria. É o Hugo. Eu sei que o Ricardo está fora. Pensei que você pudesse querer companhia. Venha até a minha casa esta noite. Nada complicado. Só jantar, conversa.
Sentei na beira da cama segurando o telefone. Não sabia se eu era uma vadia ou simplesmente uma mulher que havia se tornado inquieta dentro de um casamento quieto. A palavra parecia ao mesmo tempo afiada demais e pequena demais. Ouvi a mim mesma dizer sim. Disse a ele que iria depois das oito.
O apartamento dele ficava num prédio mais quieto, não muito longe do nosso. Quando ele abriu a porta, o mesmo cheiro limpo e quente me alcançou. Usava uma camisa escura aberta no colarinho, mangas dobradas.
Ele parecia um macho alfa da maneira mais simples: sem barulho, sem pose, apenas certo do seu lugar em qualquer ambiente que entrasse. Deu um passo de lado para me deixar entrar.
No momento em que a porta se fechou atrás de mim, ele se moveu. As mãos dele fecharam em torno da minha cintura por trás, puxando-me de volta contra ele. Senti o comprimento duro do pau dele pressionar entre as nádegas da minha bunda através do meu vestido e da calça dele. Ele me segurou ali, respirando contra meu pescoço.
— Eu queria isso — disse, voz rouca. — Desde o aniversário. Eu queria te dobrar e te foder até você não conseguir mais andar direito.
Algo em mim mudou. Não me afastei. Inclinei-me de volta contra a pressão, rebolando os quadris uma vez, sentindo a grossa elevação dele esfregar contra mim. Ele me virou, uma mão no meu cabelo, e me beijou com força.
A língua dele invadiu minha boca, tomando posse, enquanto a outra mão descia e apertava uma nádega cheia, espremendo até a carne transbordar entre os dedos. Continuou me beijando enquanto abria o zíper do meu vestido, puxando o tecido para baixo até ele se acumular aos meus pés. O sutiã veio em seguida. A calcinha.
Em menos de um minuto eu estava nua na sala de estar dele enquanto ele se despia com a mesma fome eficiente. O pau dele saltou livre, pesado e grosso, facilmente uns vinte e cinco centímetros, a cabeça já escura e molhada.
Olhei para ele e senti um calor estranho e distanciado subir por mim, como se alguma outra versão de mim mesma tivesse assumido o controle.
Ajoelhei-me no tapete e o coloquei na boca. O peso dele esticou meus lábios. Passei a língua pela parte de baixo, depois o engoli mais fundo, chupando com puxadas longas e molhadas.
Ele gemeu acima de mim, baixo e aberto, o som vibrando no peito. Eu adorei aquele som. Era cru e sem guarda, prova de que eu estava fazendo algo certo. Escavei as bochechas e tomei mais dele, saliva escorrendo pelo queixo.
— Porra — murmurou. — Você é uma chupadora profissional. Olha pra você.
As palavras caíram entre minhas pernas como uma faísca. Minha buceta se contraiu e ficou mais molhada, a vergonha do elogio se misturando com um prazer escuro e afiado.
Ele estendeu a mão, reuniu meu cabelo num punho e guiou minha cabeça, fodendo minha boca em estocadas lentas enquanto a mão livre apertava e espremia meu seio.
Continuou falando, dizendo o quanto eu ficava gostosa com os lábios esticados em volta dele, como ele tinha imaginado exatamente essa cena. Cada elogio sujo piorava a dor entre minhas coxas.
Depois de um tempo ele me puxou para cima, me virou e me fez andar de costas até a parte de trás dos meus joelhos bater na cama. Empurrou-me para baixo no colchão e abriu minhas pernas.
Então baixou a cabeça e lambeu minha buceta em longas e deliberadas passadas, língua plana da entrada até o clitóris e de volta. Chupou o botão inchado entre os lábios, chicotou com a ponta da língua, depois enfiou dois dedos grossos dentro de mim enquanto continuava lambendo.
Eu gemi porque a sensação era precisa demais, implacável demais; meus quadris se levantaram da cama sem minha permissão. Ele era bom nisso — paciente e ganancioso ao mesmo tempo —, tomando tempo para aprender o que fazia minhas coxas tremerem.
Ele me virou de barriga para baixo. Por um momento simplesmente olhou. Senti as mãos dele nas minhas nádegas, abrindo-as, levantando-as. Então deu um tapa num lado com força suficiente para a carne tremer e o som estalar pela sala.
Gritei, mais de surpresa do que de dor. Ele bateu no outro lado, observando o balanço, depois me abriu mais e baixou a boca no meu cu. A língua dele circulou a borda apertada, molhada e insistente, depois empurrou para dentro.
Ricardo nunca tinha feito isso. Em todos os nossos anos juntos ele nunca colocou a boca ali. A intimidade disso fez meu rosto queimar mesmo enquanto meu corpo empurrava de volta contra a língua de Hugo.
Ele me lambeu por cinco minutos inteiros, lento e minucioso, até o músculo amolecer sob a atenção dele e eu estar pingando no lençol.
Ele se deitou de costas e me puxou para montá-lo. Eu estava tão excitada naquele momento que não hesitei. Alcancei, guiei a cabeça grossa até a entrada e desci nele num único movimento longo.
O estiramento foi imediato e profundo. Cavalguei-o com força, subindo e descendo, minha bunda pesada batendo contra as coxas dele a cada descida. Ele agarrou meus quadris e empurrou para cima ao meu encontro, me fodendo com estocadas curtas e poderosas que faziam meus seios saltarem descontroladamente.
Eu saltava nele, buscando o atrito, a plenitude, o jeito como cada impacto mandava um choque pelo meu clitóris.
— Você parece faminta — disse ele, voz tensa.
— Estou — respondi, sem vergonha, as palavras saindo antes que eu pudesse pará-las. — Eu quero.
Era tão doce que o conhecimento de que eu estava traindo quase não se registrou. O prazer afogou tudo o mais. Ele me virou de costas, empurrou minhas pernas para cima e para os lados, e voltou a entrar na minha buceta.
Me fodeu fundo e forte, a cabeceira batendo na parede, uma mão apoiada ao lado da minha cabeça enquanto a outra esfregava e apertava meus seios, beliscando os mamilos até doerem. Depois saiu, me virou de quatro e entrou por trás.
O novo ângulo me fez ofegar. Senti o comprimento grosso dele deslizar pela fenda da minha buceta a cada estocada, e algo no jeito como ele olhava para baixo, no jeito como as mãos voltavam sempre a abrir minhas nádegas, me fez ter certeza de que ele estava pensando em me foder no cu. Eu sabia pelo jeito como os polegares continuavam pressionando a borda, testando, circulando, enquanto ele continuava metendo na minha buceta.
Ele estendeu a mão até a cômoda, abriu uma gaveta e tirou um frasco pequeno de óleo. Despejou um pouco na palma, aqueceu entre as mãos e perguntou:
— O Ricardo já fodeu essa bunda?
— Não — disse eu, voz tremendo. — Por favor, não. Eu nunca…
Ele não quis ouvir. Cobriu o pau completamente, depois pingou mais óleo entre minhas nádegas e trabalhou no buraco apertado com dois dedos.
— Relaxa — murmurou, pressionando mais fundo. — Seu corpo vai se adaptar. O ânus de toda mulher é elástico. Vai abrir para mim.
Eu soube então que minha bunda grande ia ser fodida, e não pelo meu marido. O pensamento fez meu estômago apertar de medo e de algo mais escuro. Estendi as duas mãos para trás e me abri para ele, nádegas puxadas bem abertas, a posição humilhante e inevitável.
Ele colocou a cabeça larga contra o meu buraco e empurrou. A pressão era enorme. Eu me contraí com força contra a invasão. Ele esperou, respirou, depois empurrou de novo. A cabeça entrou de estalo.
Eu gritei, o som cru e agudo. Ele ficou parado por alguns segundos, deixando-me sentir o estiramento, depois avançou de forma constante até cada centímetro grosso estar enterrado no meu cu.
A dor era afiada e brilhante e de algum modo boa; ela rolava por mim em ondas que me faziam gritar mais alto. Ele começou a me foder em estocadas lentas e profundas, puxando quase até sair antes de deslizar de volta até a raiz.
— Eu tenho sorte — disse, voz grossa de prazer. — Sorte de ser o primeiro a foder essa bunda grande.
Eu gemia como uma puta, os sons arrancados de mim a cada estocada. Minhas mãos apertavam o lençol. Eu me perguntava, numa parte distante da mente, como o pau dele tinha conseguido caber num lugar tão apertado. Sentia cada reentrância, cada pulso grosso enquanto ele se movia; o estiramento era constante, uma plenitude ardente que continuava expandindo.
Ele nos virou de lado, ele atrás de mim, uma das minhas pernas levantada alto para poder penetrar mais fundo. Nessa posição ele alcançou e esfregou meu clitóris enquanto continuava fodendo meu cu sem piedade. A sensação dupla tornava tudo mais agudo.
A sensação de estar preenchida ali, de ser usada ali, era melhor do que eu jamais imaginei. Ele me perguntou como estava enquanto continuava metendo.
— Está… tão bom — consegui dizer entre ofegos. — Eu queria ter sabido. Eu queria ter sabido que ser fodida no cu podia ser assim.
Naquele momento eu compreendi, com clareza súbita, por que os homens sempre olharam para a minha bunda daquele jeito. Não era só o tamanho ou o jeito como ela se movia. Era a promessa exatamente dessa rendição.
Ele me virou de barriga para baixo de novo — a posição favorita dele, disse —, depois voltou a entrar no meu ânus já afrouxado. A resistência tinha sumido; meu corpo o aceitava facilmente.
Ele me fodeu com estocadas longas e firmes, uma mão pressionando entre minhas omoplatas para me manter plana, a outra agarrando um punhado da minha bunda e abrindo mais para poder se ver desaparecer. Ele era bom nisso também — paciente quando eu precisava, implacável quando eu conseguia aguentar mais. Continuou. O tempo se esticou. O suor escorria nos dois corpos.
Os lençóis se torceram e umedeceram sob nós. Ele fodeu meu cu por uma hora e cinco minutos antes que o ritmo finalmente quebrasse. Enterrou fundo, se manteve ali e gozou com um gemido longo e baixo, inundando-me com seu esperma quente bem fundo no meu cu.
Ficamos assim por um tempo, os dois ofegantes, o pau dele ainda enterrado dentro de mim, a cama um desastre de óleo, suor e cheiro de sexo. Virei a cabeça e o beijei, bocas abertas, línguas lentas, os dois ainda recuperando o fôlego.
Quando ele finalmente saiu, senti o vazio súbito, depois o deslizar quente do porra dele começando a vazar. Aquilo foi a maior vergonha. Primeiro os cordões brancos e grossos do esperma dele escorreram do meu cu.
Depois um pouco da minha própria bagunça veio atrás — rastros macios e marrons de fezes que grudaram na borda e cobriram o pau dele. O pênis dele também estava sujo com isso.
Senti meu rosto queimar mais quente do que em qualquer outro momento da noite. Hugo olhou para a evidência, depois para mim, e simplesmente disse:
— Está tudo bem. Acontece com mulheres na primeira vez que levam no cu. Não tem do que se envergonhar.
Consegui um sorriso pequeno e trêmulo. Ele pediu que eu o limpasse. Fiz isso sem hesitação, colocando o pau ainda meio duro na boca e chupando o gosto misturado de porra e o sal terroso fraco do que tinha saído de mim.
Limpei-o minuciosamente, língua e lábios trabalhando até ele ficar limpo de novo. O ato pareceu estranhamente íntimo, quase terno depois de tudo o que tinha acontecido.
A partir daquela noite, Hugo continuou me pegando sempre que Ricardo estava fora ou ocupado. Ele fodía minha buceta e meu cu, às vezes os dois na mesma noite, e eu aprendi a forma da minha própria fome com mais clareza do que nunca antes. Meu marido ainda não sabe.





Que delícia de conto muito excitante, belas fotos
Que conto excitantes e fotos gostosas! Com o rabao desse ,quem não gostaria de meter nele? O amigo do seu marido é um sortudo esperamos mais contos seus e fotos!
Mais um cozinho feminino desvirginado na pressão e força💘💘💘
😊
Nossa que delícia de mulher casada gostosa
Nossa, que delicia de conto, gostoso demais de ler e muito bem escrito, intenso, maravilhoso. Ainda bem que as mulheres estão com outro pensamento, com atitudes nmais próprias, só querendo ser feliz, ser notada, desejada como toda mulher quer e deve ser e claro, ser bem e bastante fodida, poder gozar sem medo, poder se sentir uma verdadeira e deliciosa fêmea, sempre no cio, que delicia de conto, tem continuação? Deve. votado e aprovado
Nossa que Mulher gostosaaa 🔥😈fiquei maluco nesse corpo lindo, cavaluda, sou de Sp caso queira um novinho safado para foder no sigilo me chama e vamos falar sobre, gostosaaaaaa demaiiss 🔥
Que delícia, comer um cu de casada e ainda cabaço é maravilhoso
Delicioso relato realmente suas descrição e prefeita que mulher linda e gostosa vc bunda deliciosa buceta carnuda e gostosa peitos lindos se seu marido não come esse cuzao gostoso arrumou quem o faça
Belo conto e vc é muito gostosa quero muito ter essa honra de te fazer gozar
Bunda deliciosa
Que rabão gostoso vc tem,esse Hugo foi sortudo mesmo,vc merece só rola grande mesmo 😈
Realmente tens uma raba linda e grande , só resta a vontade de fuder este raba linda , votado gostosa