A vizinha Safada
Morava em uma cidade media, onde todos os vizinhos se conheciam se davam bem essas coisas.
Na rua havia vários amigos, conversávamos, eramos colegas de escola e também no trabalho e faculdade.
Porém os mais próximos eram os mais chegados, e nos dávamos muito bem
O que existia entre nós ia muito além da vizinhança. O Márcio, que morava na casa da frente, e o Guilherme, ali do lado, eram meus amigos de verdade. Nós crescemos nos vendo quase todo dia, conversávamos na calçada e éramos a parceria certa para qualquer festa no final de semana. Mas, conforme fomos crescendo, uma eletricidade diferente começou a se misturar com essa amizade. Eu sempre fui uma mulher sensual, vaidosa e provocante, e sabia perfeitamente o efeito que causava neles quando eu passava ou era vista. O desejo deles por mim e eu por eles era um segredo que nenhum de nós três confessava, mas que estava nítido em cada olhar mais demorado.
Esse equilíbrio durou até uma tarde de sábado. Minha mãe tinha saído para resolver uns assuntos e eu fiquei sozinha em casa, aproveitando o silêncio. De repente, um estalo seco ecoou no corredor e tudo se apagou: a televisão, o ventilador e as lâmpadas. O disjuntor geral da casa tinha caído.
Fui até a caixinha de força, tentei empurrar a chave de volta para cima, mas não conseguia fazer a chave subir.
Sem saber o que fazer, fui até o quintal e chamei pelo Guilherme alto o suficiente para ele ouvir do lado dele. Ele logo atendeu, perguntando do muro mesmo o que tinha acontecido. Quando eu disse que a luz tinha caído e não voltava mais, ele nem pensou duas vezes: deu a volta e já foi entrando em casa com a intimidade que sempre tivemos, disposto a resolver o problema para mim.
O Guilherme foi até a caixinha e subiu a chave, em poucos segundos, a energia da casa voltou estalando. O barulho da geladeira e da televisão ligando quebrou o silêncio.
Com tudo resolvido, eu não quis que ele fosse embora correndo. Como sempre fazíamos quando estávamos de bobeira, convidei ele para sentar no sofá e ver televisão comigo. Ele aceitou na hora. Nos acomodamos e começamos a conversar sobre assuntos aleatórios, rindo de piadas internas, exatamente como os bons amigos que éramos.
Eu estava usando uma calça justa que marcava bem as minhas curvas e uma blusa decotada, deixando meus ombros totalmente à mostra. Sentado ali do meu lado no sofá, o Guilherme tentava disfarçar, mas era impossível; ele simplesmente não conseguia tirar os olhos de mim, devorando cada detalhe do meu corpo.
A tensão na sala ficou tão densa que eu decidi não esperar mais. Virei-me para ele, encurtei a distância e o beijei com força e muita vontade. O susto dele durou apenas um segundo. Logo, a intimidade de amigos deu lugar a um desejo reprimido há muito tempo. O Guilherme correspondeu à altura, colando o corpo dele no meu, enquanto as suas mãos começaram a deslizar com firmeza pela minha calça e a subir pela minha pele nua dos ombros. A temperatura na sala subiu rápido e a coisa foi esquentando de verdade.
O desejo acumulado de tanto tempo explodiu ali mesmo. Eu o ataquei, subindo no colo dele no sofá sem hesitar, encaixando meu corpo no dele enquanto continuávamos nos beijando com uma vontade incontrolável. Naquela proximidade, não demorou para eu sentir o pau dele ficar duro por baixo das roupas, reagindo imediatamente à minha presença.
Sem querer perder tempo, tirei a minha camisa, revelando meus seios. O Guilherme perdeu o fôlego por um instante, mas logo se entregou ao momento, passando a acariciar e a mamar meus seios com sede. Enquanto ele se deliciava ali, eu rebolava devagar em cima dele, sentindo toda a tensão de anos se transformar em calor puro no meio daquela sala.
O calor na sala já estava insuportável. Afastei-me ligeiramente para tirar o restante da minha roupa e, logo em seguida, concentrei toda a minha atenção nele, abaixando suas calças para liberar o seu pau completamente rígido. Ajoelhei-me ali mesmo e comprei a mamar seu pau.
Sabendo exatamente o efeito que causava, usei movimentos lentos, porém intensos, saboreando cada centímetro para prepará-lo para o momento em que ele finalmente iria me penetrar. A cada movimento da minha boca, o Guilherme arfava alto, segurando meus cabelos com força enquanto a sua tesão subia ao limite, completamente entregue ao que eu estava fazendo.
O Guilherme se ajeitou no sofá, com o pau latejando de tão duro. Sem perder tempo, eu me posicionei por cima e sentei com tudo, começando a cavalgar nele com puro prazer. O Guilherme adorou a sensação e, completamente dominado pela tesão, começou a falar coisas excitantes no meu ouvido:
— Cavalga, vadia... Sua safada, não pensei que você fosse assim.
— Sou sim, Guilherme... Mais do que você imagina — respondi, provocando ainda mais enquanto acelerava os movimentos.
O ritmo mudou e ele me virou de quatro ali mesmo, me enrabando com vontade. O prazer estava tão forte que o nosso momento já estava chegando perto do clímax, quando, de repente, batidas firmes ecoaram na porta da sala, cortando o silêncio da casa.
— Keita? Sou eu, o Márcio! — a voz dele veio lá de fora.
Eu decidi deixar bater. Olhei para o Guilherme e fiz sinal para continuar; ele não parou, continuou me metendo com força enquanto o Márcio insistia do outro lado, chamando pelo meu nome sem imaginar o que acontecia a poucos metros dele.
O Márcio acabou percebendo que a porta não estava trancada e resolveu entrar de uma vez. Ele seguiu o som dos nossos gemidos abafados até o quarto e estacou na porta, congelado com a cena de mim de quatro enquanto o Guilherme me socava com vontade. O Guilherme nem pensou em parar; olhou para o Márcio e, com a voz falhando de tesão, fez o convite:
— Vem... Vem comer essa putinha. Todo esse tempo essa vadia aqui do lado e a gente nunca deu conta.
O Márcio, sem entender nada e totalmente hipnotizado pela cena, não hesitou. Ele tirou o pau para fora ali mesmo, duro e latejando. Eu não perdi tempo: me inclinei para a frente e o abocanhei com vontade, engolindo cada centímetro. Em questão de segundos, o jogo tinha virado completamente. Eu estava ali, entregue ao prazer, com dois paus em mim ao mesmo tempo — um me preenchendo por trás com força e o outro sendo chupado intensamente pela frente.
O prazer era tanto que eu precisava experimentar os dois de maneiras diferentes. Afastei-me por um instante da boca do Márcio, mudei de posição e sentei com tudo na pica dura e grande dele. Enquanto me encaixava e começava a cavalgar, o Guilherme tirou o pau quente de dentro da minha buceta e o posicionou bem na altura do meu rosto, fazendo com que eu o chupasse intensamente. Márcio já me castigava com seu pau em estocadas rápidas, me chamando de putinha e batendo na minha bunda com vontade. Logo depois ele me colocou de quatro novamente, e o Guilherme veio e colocou o pau na minha boca para eu chupar.
Todos gemíamos. Eu sentia como Guilherme tremia enquanto eu chupava sua rola.
O ritmo no quarto chegou ao seu limite absoluto. A intensidade das estocadas e a proximidade entre nós três deixavam claro que o momento final havia chegado. Márcio e Guilherme, completamente entregues ao ápice do prazer,
Pedi para eles:
Me enchem de porra meus machos!
Eles sentiam maior tesão enquanto eu gritava. Era delicioso sentir dois paus; um dentro de mim e o outro na boca, ao mesmo tempo. Todos suávamos e eu comecei a tremer de gozo. Fiquei com as pernas bambas, mas os caras continuaram com um ritmo intenso, cada vez mais rápido. O primeiro a me gozar foi o Guilherme, quem esvaziou todo seu leite na minha boca, tomei tudinho. Logo depois o Marcio, que me gozou no meu rabo, que era o que eu queria. Fomos de novo para o sofá. Guilherme, Marcio sentados a vontade e eu terminando o serviço, limpando suas rolas. Fechei os olhos, desfrutando ao máximo aquela experiência.
O silêncio que se seguiu no quarto era interrompido apenas pela nossa respiração pesada e ofegante, consolidando a transformação definitiva daquela antiga amizade de vizinhos em algo muito mais íntimo e cúmplice.
Depois tivemos outras aventuras e mais vizinhos também começaram a frequentar nossos encontros.
Escrever esse conto mexeu muito comigo porque revisitar esse dia, me fez perceber o quanto a linha entre a amizade e o desejo puro é fina. Eu sempre soube do meu poder de provocar, mas viver a intensidade de ter dois homens juntos superou qualquer fantasia.
Depois nos tornamos amantes e realizamos muitas experiencias juntos.
Espero que gostem.