Minha Mãe Deu o Cu pro Chefe do Meu Pai




Aqui está a tradução completa e fiel do texto para o português brasileiro, mantendo o tom, o ritmo narrativo, o nível de explicitude e todos os detalhes originais:

Minha mãe Mona tem quarenta e quatro anos, e os anos só haviam aguçado o que a natureza já lhe dera. Seu corpo carregava a beleza macia e pesada de uma mulher que nunca se privara de comida nem perseguira a juventude com desespero.

Seus seios eram cheios e altos para a idade — redondos, macios, com um peso natural que fazia cada blusa esticar o suficiente para atrair o olhar.

Os mamilos escureciam facilmente sob tecidos finos, e a parte de baixo curvava-se de um jeito que convidava as mãos de um homem. Abaixo disso, a cintura estreita o bastante antes de abrir em quadris largos e generosos.

Mas era a bunda que completava o quadro. Grossa, redonda e alta, ela preenchia cada calça jeans que ela possuía e se movia com um balanço macio e líquido.

Mãe e pai moravam ali na beira do nada, o vizinho mais próximo a bons oitocentos metros pela estrada.

O isolamento sempre fizera parte do atrativo para eles — silêncio, privacidade, ninguém aparecendo de surpresa. Eu costumava ir no máximo duas vezes por mês. O trabalho me mantinha ocupado, e a viagem era longa o bastante para nunca parecer casual.

Naquela noite foi diferente. Eu tinha terminado um projeto mais cedo, o fim de semana se estendia vazio à minha frente, e a ideia de surpreendê-los se instalara como algo quente e simples.

A primeira coisa que me fez parar foi o carro.

Ele estava na entrada, sob a luz fraca da varanda, longo, escuro e caro — algo europeu, todas curvas polidas e poder silencioso. Nada parecido com o sedã velho do pai.

Fiquei no meu próprio carro por um minuto inteiro, motor desligado, olhando. A confusão veio primeiro, depois um fio fino de preocupação. Será que o pai finalmente comprara algo legal e não me contara?

Ou alguém tinha trazido a mãe para casa? A casa era isolada o bastante para que um carro de estranho parecesse errado. Saí, subi o caminho curto e bati. Nada. Bati de novo, mais forte.

Ainda nada. As janelas estavam apagadas. Disse a mim mesmo que eles tinham saído, como costumavam fazer aos sábados. O carro provavelmente era alugado ou de um amigo. Ainda assim, a chave já estava na minha mão.

Destranquei a porta da frente e entrei.

A sala estava uma bagunça. Almofadas jogadas do sofá, uma garrafa de vinho pela metade na mesinha baixa, dois copos com batom nas bordas. Um sutiã de renda preta estava jogado sobre o braço da poltrona, como se tivesse sido tirado com pressa.

Fiquei ali, a porta ainda aberta atrás de mim, tentando entender. Antes que os pensamentos se organizassem, ouvi — risadinhas suaves do corredor, depois um gemido baixo e prolongado que pertencia à mãe.

Me movi sem decidir. O carpete abafou meus passos. A porta do quarto estava entreaberta uns dois centímetros. Me incline o bastante para ver.

A mãe estava de joelhos entre as pernas abertas de um homem. Ele estava de costas na cama, peito largo, cabelo escuro cobrindo o tronco e o pau grosso que ela segurava com as duas mãos.

O Sr. Duarte. O chefe do pai. O homem que assinava os cheques do pai e o chamava para reuniões que sempre deixavam o pai mais quieto do que o normal. Ele era maior do que eu jamais imaginara — ombros largos, uma barriga que falava de bons jantares, e um pau que parecia quase grosso demais para a boca dela.

O cabelo escuro da mãe caía para a frente enquanto ela lambia a parte de baixo, depois enfiava a cabeça entre os lábios com um som molhado. Ela riu ao redor dele, o som abafado e sujo.

As mãos de Duarte fecharam-se em volta dos quadris dela e a viraram com força deliberada, colocando-a de quatro. O colchão se moveu sob o peso combinado deles.

Os seios pesados da mãe balançaram para a frente e ficaram livres, a parte de baixo macia roçando os lençóis enquanto ela se acomodava na posição. As costas se arqueavam levemente, empurrando o peso cheio e arredondado da bunda mais alto em direção a ele.

Aquelas nádegas grossas se abriram o bastante para mostrar o anel apertado e escuro do cu dela, ainda brilhando levemente do que tinha acontecido antes.

Eu estava no corredor com o ombro apoiado na parede, o pau já duro e latejando dentro da calça jeans. A vergonha queimava quente no rosto e no peito, mas eu não conseguia desviar o olhar.

Eu sabia o que os próximos minutos trariam. Ela nunca tinha levado nada ali. Aquela seria a primeira vez que alguém abriria aquela parte dela, e o homem prestes a fazer isso era o mesmo que controlava o emprego do meu pai.

— Amanhã — ela disse, a voz baixa e tensa de nervosismo genuíno. — Por favor, só espera até amanhã. Eu nunca fiz isso com ninguém. Nenhuma vez. É demais pra hoje. Não estou pronta.

— Hoje — respondeu Duarte, calmo mas absoluto. Ele passou uma mão lentamente sobre a curva da bunda dela, apertando a carne macia. — Fica quieta e obedece. Seu marido está trabalhando até tarde de novo para você poder receber o que um homem de verdade decide te dar. Sem mais discussão.

Ele pegou o frasquinho de óleo na mesinha de cabeceira, derramou uma quantidade generosa na palma e envolveu a mão em volta do comprimento grosso do pau.

Masturbou-se devagar, espalhando a lubrificação da base até a cabeça até que o eixo inteiro brilhasse sob a luz do quarto.

O tamanho dele ainda era chocante — grosso o bastante para que meus próprios dedos não fechassem facilmente em volta, a cabeça alargada e escura. Depois ele estendeu o frasco na direção dela.

— Sua vez agora. Passa um pouco nesse cuzinho apertado. Se prepara pra mim.

A mão da mãe tremeu levemente ao pegar o frasco. Ela derramou óleo nos dedos e levou a mão para trás, entre as próprias nádegas, espalhando a lubrificação fria sobre o anel contraído de músculo.

O movimento fez a bunda dela se mexer e tremer. Que bunda linda a minha mãe tem!! Ela circulou o ânus duas vezes, empurrando a ponta de um dedo só um pouco para dentro para se lubrificar direito. Duarte observava cada segundo, os olhos escuros de fome aberta.

— Seu marido nunca tocou nisso, né? — ele disse, a voz quase casual. — Cinquenta anos e ele deixa seu cu completamente virgem. Isso não é homem de verdade. Um homem de verdade vê uma bunda como a sua — grande, macia, feita pra pau — e sabe exatamente pra que ela serve. Ele trabalha o dia inteiro e ainda chega em casa cansado demais ou mole demais pra reivindicar o que está bem na frente dele.

A resposta da mãe veio baixa e sem vergonha, quase orgulhosa, o nervosismo misturado com outra coisa. — Você gosta tanto de bunda. Eu já te peguei olhando toda vez que eu me inclino nas festas da empresa. O jeito que seus olhos me seguem quando eu caminho embora. Você não consegue se controlar. Você está querendo isso há meses.

Senti o estômago afundar mesmo enquanto o pau latejava mais forte contra o tecido da calça. O choque percorreu meu corpo em uma onda fria e elétrica. Eu sabia exatamente o que estava prestes a acontecer.

A mãe ia ser fodida no cu pela primeira vez em seus quarenta e quatro anos, e o homem fazendo isso era grosso o bastante para que eu não conseguisse imaginar como o corpo dela ia se abrir para ele.

Naqueles dias eu tinha me perguntado, de forma abstrata, como algo daquele tamanho poderia caber num lugar tão apertado. Agora eu estava prestes a ver.

O corpo dela era feito para chamar atenção — aqueles seios cheios e pesados que esticavam cada blusa, aquela bunda grande e redonda que fazia os homens olharem duas vezes em estacionamentos e supermercados —, mas aquele privilégio particular pertencia só a Duarte naquela noite.

Ela estava pronta por fora, oleada e apresentada, mas o medo ainda era claro no aperto dos ombros e na respiração rasa.

Duarte guiou a cabeça larga e escorregadia do pau até o ânus dela e empurrou.

Entrou. O anel apertado esticou-se largo em volta dele, centímetro por centímetro lento e implacável.

Metade do comprimento desapareceu antes que ela conseguisse processar o estiramento. A cabeça da mãe se ergueu de repente. Um grito alto e cru rasgou a garganta dela, o som afiado o bastante para cortar o silêncio da casa.

— Ah—porra—meu Deus, é grande demais—está queimando—por favor, mais devagar—eu não aguento—

— Quieta, puta — ele rosnou, as duas mãos travadas nos quadris dela para segurá-la firme. — Sente como ele te abre. Seu marido trabalhador nunca te deu isso. Eu dou. Aguenta.

Ele continuou empurrando para a frente até que os quadris finalmente encontraram a almofada macia das nádegas dela e cada centímetro grosso estava enterrado dentro. Ficou parado por um longo momento, deixando-a sentir a invasão completa, depois começou a se mover.

A primeira estocada de verdade arrancou outro grito quebrado dela. A segunda fez a estrutura da cama ranger alto. Ele a fodia com poder constante e deliberado — estocadas longas e profundas que puxavam quase até sair para a cabeça alargada puxar a borda esticada antes de bater de volta até a raiz.

A bunda grande dela ondulava e batia a cada impacto, a carne macia tremendo sob a força.

O som molhado e pesado de pele batendo em pele enchia o quarto, misturado com o barulho escorregadio do óleo e o fluxo ininterrupto dos gemidos dela.

Ele apertou os quadris com mais força, os dedos cravando na carne macia, e começou a puxá-la de volta sobre ele para que cada estocada o enterrasse completamente com um tapa molhado.

Os braços da mãe tremiam sob ela. Os gritos subiam mais altos, crus e contínuos, quebrando em soluços enquanto o estiramento e a profundidade a sobrecarregavam.

Duarte não aliviou. Ele enfiava mais forte, mais rápido, fodia o cu dela tão forte que a cama tremia com tanta violência que a cabeceira começou a bater um ritmo constante contra a parede. Ele era bruto — deliberadamente, quase cruelmente bruto.

Cada estocada parecia feita para reivindicar e sobrecarregar. Eu pensei que ele ia rasgar o cu dela. O jeito que o cu esticava branco em volta do eixo, o jeito que os gritos quebravam e se reformavam, parecia que o cu dela só aguentaria tanto antes de algo ceder.

Encontrei a mão dentro da calça jeans aberta sem decidir me mover. Me masturbei no ritmo das estocadas dele, a vergonha queimando mais quente no peito, mas minha moral já tinha saído completamente do quarto.

Nada existia além da visão do cu esticado da minha mãe engolindo aquele pau grosso de novo e de novo, o jeito que os seios pesados balançavam sob ela a cada impacto, o fluxo ininterrupto dos gritos quebrados dela.

O isolamento da casa significava que nenhum vizinho ouviria. A única testemunha era eu, e eu não conseguia parar de olhar nem de me tocar.

Então um cheiro estranho me alcançou.

No começo era só calor e sexo e o cheiro limpo do óleo. Depois algo mais terroso, mais afiado, errado cortou através. Franzi a testa, ainda me masturbando, tentando identificar o novo odor.

A confusão ficou pesada por vários segundos longos enquanto minha mente recusava o óbvio. Pouco a pouco a verdade se instalou com clareza enjoativa: era o cheiro de merda. A pressão implacável e a grossura do pau dele estavam forçando para fora do cu dela ao redor dele.

A confirmação veio nas próximas palavras de Duarte, ditas quase casualmente entre estocadas fortes.

— Você tá cagando de novo, Mona. Tá sentindo? Seu cu tá lambuzando meu pau toda vez que eu puxo pra fora. Escuro e sujo. É isso que acontece quando um homem de verdade abre seu cu direito.

A mãe só gemeu em resposta, a cabeça pendendo baixa entre os braços, o som quebrado e indefeso. Eu olhava, atordoado e ainda me masturbando, enquanto listras marrom-escuras apareciam no eixo brilhante toda vez que ele se retirava — tinha merda no pau dele.

O cu dela estava empurrando para fora ao redor da invasão grossa, a pressão não deixando espaço para mais nada. O cheiro engrossava rapidamente, inconfundível agora, enchendo o quarto pequeno com uma fedentina íntima e pesada que se misturava ao cheiro de sexo.

Ela estendeu uma mão trêmula para trás, tentando empurrar o quadril dele. — Tira—por favor—preciso parar um segundo—é demais—

Ele se retirou devagar, a sujeira grudando nele em rastros escuros e molhados que se esticavam e se quebravam. A voz da mãe veio urgente e envergonhada.

— Limpa. Usa alguma coisa. Rápido. Não aguento a sensação disso.

Duarte pegou o par de calcinhas de renda preta que estavam perto do travesseiro — dela, o conjunto combinando com o sutiã que eu tinha visto na sala — e limpou o pau com movimentos lentos e deliberados, limpando da base até a cabeça até que a maior parte do revestimento escuro sumisse.

A mãe se torceu para olhar por cima do ombro, os olhos se arregalando.

— Não as minhas calcinhas, seu desgraçado—essas são minhas—por que você—

Ele riu, baixo e genuinamente divertido, e se inclinou sobre as costas dela para beijar a boca aberta. O beijo era molhado e sujo, cheio de língua, com gosto de tudo que acabara de acontecer.

Quando ele se afastou ela estava sorrindo apesar de si mesma, a raiva já derretendo em algo mais macio e resignado.

— De volta de joelhos — ele disse, a voz ainda rouca de necessidade. — A gente não terminou.

Ela obedeceu sem mais protesto, se apresentando de novo. Ele empurrou de volta no cu dela numa estocada suave e poderosa, a sujeira restante ainda cobrindo os dois e tornando a entrada ainda mais escorregadia.

O quarto fedia — grosso, íntimo, inconfundível —, mas eu não me importava. Minha mão se movia mais rápido, a vergonha completamente afogada pelo calor de observar.

A visão daquele pau grosso desaparecendo no cu esticado dela, o jeito que a bunda grande batia e ondulava sob cada tapa forte dos quadris dele, o fluxo ininterrupto dos gemidos e xingamentos dela — nada disso deixava espaço para mais nada.

Ele a fodeu por um longo tempo depois disso. O tempo ficou confuso. A estrutura da cama continuava batendo seu ritmo constante contra a parede. A voz da mãe quebrava em soluços de pura sobrecarga, prazer e dor tão entrelaçados que não davam mais para separar.

As mãos de Duarte deixavam marcas vermelhas nos quadris e na parte de baixo macia das nádegas enquanto ele a puxava de volta a cada estocada, usando o corpo dela sem misericórdia nem pausa.

A bunda grande dela fazia um alvo perfeito e macio para ele; cada impacto enviava a carne tremendo e se abrindo, e ele parecia se deleitar com a visão e a sensação.

— Tô quase — ele finalmente rosnou, as palavras saindo tensas. — Vou encher esse cu. Você aguentou tão bem na sua primeira vez.

— Sim—goza dentro—por favor—me enche—eu quero—

— Você quer? Fala direito. Me diz exatamente o que você quer.

— Goza no meu cu. Quero sentir cada gota. Me dá. Por favor. Não tira. Me enche.

Ele bateu forte mais três vezes, cada estocada mais profunda e forçada que a anterior, depois se enterrou até a raiz e segurou. O corpo dele tremeu forte contra ela.

Um som baixo e gutural saiu da garganta dele enquanto ele se esvaziava fundo dentro dela, pulsando por longos segundos. Quando finalmente tirou, a sujeira foi imediata e pesada — porra branca grossa misturada com a merda marrom-escura da mãe cobria o pau dele e o cu aberto e esticado dela.

Pingava nos lençóis em fios lentos e pesados e cobria a parte interna das coxas. A sujeira era merda e sêmen, nada mais, riscada e molhada pela pele dela e pelo lençol embaixo.

— Empurra pra fora — ele ordenou, a voz ainda rouca. — Quero ver tudo que você levou. Empurra.

A mãe hesitou, ainda de quatro, os ombros tremendo com o esforço de manter a posição. Ele deu um tapa na bunda dela uma vez, afiado e de mão aberta, o som estalando pelo quarto.

Ela empurrou. Listras da porra dele, riscadas e misturadas com a merda dela, escorriam pela parte interna das coxas em rastros lentos e fumegantes que iam até os lençóis. Ela gemeu através disso, baixa e quebrada, o som quase aliviado.

— Boa menina — disse Duarte, quase gentil agora que tinha terminado. — Olha isso. Primeira vez e você levou cada gota como se tivesse nascido pra isso. Essa bunda grande sua foi feita pra isso.

Gozei forte contra a parede, mordendo o lábio até doer para ficar em silêncio. A porra escorreu pela minha mão e no carpete em cordas grossas e pulsantes.

Limpei rápido com a manga do moletom, o coração batendo tão alto que tinha certeza de que eles ouviriam, e recuei o mais quieto que pude. A chave reserva voltou para o bolso. A porta da frente se fechou sem barulho atrás de mim.

Dirigi embora sob o mesmo ar frio da noite, a imagem do cu esticado e vazando da minha mãe queimada permanentemente atrás dos olhos.

A partir daquela noite eu soube exatamente o que ela era. Eu só ainda não sabia há quanto tempo ela já era a puta do Sr. Duarte.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Mãe Deu o Cu pro Chefe do Meu Pai

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Comentários


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lozo Comentou em 24/08/2026

Delicia de conto amigão, que maravilha de relato, muito bem escrito, muito bem colocado, bem detalhado e bem gostoso de ler. -E assim mesmo amigo, ter uma maãe linda, gostosa bonita e carente de afeto amor, carinho e fodas bem gostosa dá nisso. Apesar de ser sua mãe, ela também é mulher e sente falta e muita de sexo bem gostoso, de gozar com um caralho dentro da bucetona dela. votado e aprovado




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Ficha do conto

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hugo444

Nome do conto:
Minha Mãe Deu o Cu pro Chefe do Meu Pai

Codigo do conto:
270610

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/08/2026

Quant.de Votos:
2

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5