Bati o olho na rua e levei o professor pra conhecer meu carro no estacionamento



Eu perdi a minha senha da outra conta, já tentei dezenas de senhas e nada. Me conformei que perdi a conta, e vou começar de novo desta conta aqui.

Já fiquei muito chateado, mas me conformei já. Bora seguir. Desta vez guardei bem a senha. Não posso publicar o mesmo conto de novo, então vocês vão ter que ler na conta antiga.


Quem quiser ler meus outros contos da outra conta são:
269012 - Barbeiro véio feio safado ficava roçando o pingulim dele no meu ombro e eu aquilo me atiçava, deixei
268882 - Da ida ao barbeiro, consegui uma mamada espetacular de um eletricista ksado com uniforme da firma
268149 - Tava desanimado, mas fui, e terminei detonando um matutinho no churrasco dos héteros universitários
267965 - Pintor Parrudinho Pai de Família Levou Muita Rola Na Encolha Parte 2
266448 - Pintor Parrudinho Pai de Família Levou Muita Rola Na Encolha Parte 1


Vou colocar minhas fotos de novo.
Eu já estava até escrevendo outro conto, mas tenho uma história nova em folha e com foto.


Aconteceu comigo na última semana de julho 2026, numa sexta-feira. Eu trabalho num subúrbio de Recife, e essa região tem muito comércio e muita gente andando na rua. Eu saí da empresa e fui andando pela rua para ir resolver uma bronca aqui perto, e de longe eu vi um parrudinho vindo em sentido contrário, e não tirei o olho, o cara era parrudinho, do jeito que eu adoro, moreno claro, roupa de homem, jeitão de homem da porra, braço grossinho, tinha um cavanhaque, pouca barriga, e pensei que macho gostoso da porra. E continuando andando um na direção do outro, agora mais próximo, eu não parava de olhar e o cara vindo em sentido contrário tava olhando pra mim também.


Eu não me fiz de tímido não, não desviei o olhar não. Ele desviou e depois olhou de novo, e desviou e olhou de novo. Passamos um pelo outro, um encarando o outro. Ao passar por ele eu dei um sorriso e disse em voz alta: "Bom dia!". Era pra ele ouvir mesmo.


Passamos um pelo outro, e eu dei uma disfarçada pra ninguém perceber (até porque tem uma parada cheia de moto taxista bem ali no local que a gente se cruzou) e olhei pra trás e o cara tava olhando pra trás também. Sabia que ali tinha coisa. Dei dois passos a mais, parei, e puxei o celular pra fingir que tava falando com alguém e virei o corpo pra trás pra olhar pro gostosão. O cara, lá de longe já, virou mais uma vez para olhar na minha direção, e viu que eu tinha parado e estava olhando de longe pra ele. E eu ali de pé na calçada, fingindo falar no celular, e olhando ele ir embora.


O cara não olhou mais pra trás, mas aquilo me acendeu, e eu então tomei a decisão de dar meia volta e ir atrás dele. Bora ver o que ia rolar, se era o que eu estava pensando mesmo. Vi de longe que o cara entrou numa lojinha e lá fui eu entrar na lojinha (sou meio abusado de vez em quando e curto uma certa emoção). Ele me viu e percebeu que eu tava lá. Eu depois saí da loja e fiquei lá fora por perto aguardando, fingindo falar no celular.


Ele saiu da loja, me viu por perto e veio na minha direção falar comigo.
"E aí cara safado, que que manda?"
Eu perguntei porque eu era safado. E ele disse que eu tinha cara que tava querendo safadeza. Eu ri.


Realmente era só o que eu tava querendo. Ficamos conversando ali na calçada. Ele me disse que era professor de matemática, e que aquela era a última semana de férias dele, e que ia ficar até domingo na casa dos pais ali num bairro vizinho dali, e depois ia voltar pra cidade onde morava mais afastada de Recife, pois era lá que ele dava aulas há anos.

Ele tava com o filho na casa dos pais e a esposa dele que trabalhava durante a semana ia chegar no sábado para irem embora pra casa no domingo, todos juntos.
Me lasquei, pensei. O cara era do jeito que eu gosto fisicamente, tava dando um mole da porra, e ainda por cima era um cara simpático pra caramba, gente boa. Meu pau já tava marcando na calça fazia tempo, e ele metia o olhão de vez em quando.


Dei a cartada e chamei ele lá pro tal estacionamento privado onde deixo meu carro lá no fundão (o mesmo estacionamento do conto 268882 da minha outra conta que perdi a senha).
Chamei ele pro carro e disse que meu carro tinha película bem pretinha e tal, e que era de boa irmos pra lá e era bem perto. Fomos.


Esse estacionamento já tem história. kkk. Eu sempre deixo o carro no fundão com o vidro voltado pra parede, e tento ser muito discreto, pois os funcionários todos me conhecem ali. Além de ser conhecido por muitas outras pessoas. Ninguém nunca imagina um negócio desses.


Meu pau já tava pulsando dentro da calça. Entrei no carro, liguei o carro e o ar, e coloquei a chibata pra fora. E ele nem piscou, abaixou a cabeça e começou uma mamada profissional. Puxava a pelezinha pra baixo um pouco e caia de boca. A lingua passava toda em volta da cabeça e depois descia. Eu gosto de homem de barba ou cavanhaque mamando. Aquele cavanhaque dava um tesão.


Ele tinha um jeitão de macho da porra. Mamava, pausava, me olhava no olho e depois baixava a cabeça de novo e enterrava a rola na garganta. Aquele cavanhaque batendo nos meus ovos era bom demais. Gozei logo, tava bom demais.


Já afirmei que era uma pena eu não conseguir comer aquele rabão dele antes dele ir embora. Ele retrucou rapidinho dizendo que naquele dia, sexta-feira, ele já tinha que voltar pra casa pois o pai dele tava com o filho dele em casa e que ele não ia conseguir sair de novo, mas que no dia seguinte, no sábado, ele ia tentar despistar para ir na rua sem o pai e nem o filho, mas tinha que ser cedo, pois a esposa ia chegar. Teria que ser muito cedo tipo 6h da manhã. Não era nada certo, mas eu disse meio sem esperança que ia ficar ligado, caso ele mandasse mensagem.


Sábado, estava no carro já a caminho do trabalho, 6h da manhã, e de repente recebo uma mensagem me perguntando onde eu estou. Eu nem tava esperando, mas respondi. Ele disse pra mãe que ia fazer caminhada, e se eu quisesse a hora era aquela. O pai e o filho estavam dormindo ainda.


Amigos, eu pisei na tábua. Tava nem acreditando que ia comer aquele rabão, já tinha perdido a esperança. Era tanta a vontade de comer aquele rabo do professor, corri mesmo com o carro. Voei. Avistei ele de short de ginástica, camiseta de manga, tênis, tudo de marca, todo boyzinho, caminhando na avenida. Parei do lado, buzinei, aquela delícia entrou no carro e partiu motel, não eram 7h da manhã ainda.

No caminho do motel, já fui metendo minha mão naquelas coxas que eu ainda não tinha conhecido. Que pernão o cara tinha. lisinha. Já tava em ponto de bala.


Que visão do paraíso aquela bunda ali pra mim no motel. Meu café da manhã ia ser aquele rabo maravilhoso. Ele deixou eu tirar foto para guardar de lembrança, antes de começarmos a fuder. Vou postar aqui, lá embaixo.


O cara tava com vontade de levar rola mesmo. Primeiro me chupou, eu deitado de rola pra cima na cama. Ele veio logo mamando, queria tomar o leitinho da manhã. O cara sugava com vontade mesmo, eu tive que mandar ele ter calma que eu queria meter ainda. Eu tava me segurando porque aquele cavanhaque dele me dava um tesão da porra.


Depois coloquei camisinha, o cara já pegou o tubo de gel, e nem deu tempo de piscar, já veio por cima, segurando a rola pra acertar o buraquinho e desceu na rola apertando o cuzinho e gemendo gostoso. Porra, que delícia.


Eu disse "parece até que sabe que eu adoro assim". Ele foi subindo e descendo, primeiro mais devagar e depois acelerando, cada vez mais rápido. A cachorra sabia cavalgar uma rola, e galopava e galopava. O pau dele já tava durão também. Ele cavalgava na minha rola e eu pegava naquele pau dele durão e batia uma pra ele. O safado de inexperiente não tinha nada. Só a cara de santinho dele, pai de família, professor, que me enganou. kkk. Eu tava bem longe de gozar, queria era comer cú.


Fudemos de galeto. Fudemos de 4. Mas no final fui pra posição que adoro, coloquei ele deitado na cama, de bunda pro alto (igual da foto) fui por trás, passei uma perna dele por dentro das minhas e dobrei a outra perna dele um pouco, assim a rola vai lá dentro e sai, eu controlo o ritmo e ele tem zero controle. O cara gemia, gemia feito homem, e isso eu adoro. O peste não pedia arrego um segundo. Gemia e queria mais e mais rola. Aguentava muita rola.


Já tava a fim de gozar, tava segurando, meti com força, soquei meu peso em cima dele, e enchi a camisinha de porra.


Pensei que ia ter repeteco, mas ele disse que tinha q ir embora, pois o celular dele podia começar a tocar. E que a esposa dele também já devia estar saindo de casa para encontrá-los na casa dos pais dele. Eles iam voltar juntos no domingo.


Falei pra ele anotar meu número e salvar como conserto de qq coisa, e que eu nunca ia ligar, mas quando ele estivesse de volta um dia pra visitar os pais me avisasse antecipadamente que eu dava meu jeito de me encontrar com ele de novo. Parece que vai ser só lá pro final do ano.


Se eu soubesse que não ia dar duas gozadas, eu tinha segurado mais um pouco. De qualquer forma foi muito bom e eu nem tava esperando. E eu também tinha que ir pro trabalho, e já tinha avisado que ia me atrasar um pouco. Vou postar aí embaixo a foto que eu tirei da bunda dele. Que bundão gostoso da porra. Se fosse meu professor, eu não ia nunca prestar atenção na matéria. Imagino os alunos vendo essa bunda quando ele escreve no quadro. kkkk. O cara realmente era muito gente boa, pena realmente ter sido assim tão rápido e tão de repente, tão instantâneo. Mas a vida é assim mesmo.

Foto 1 do Conto erotico: Bati o olho na rua e levei o professor pra conhecer meu carro no estacionamento


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Ficha do conto

Foto Perfil recifecasadocurioso
recifecasadocurioso

Nome do conto:
Bati o olho na rua e levei o professor pra conhecer meu carro no estacionamento

Codigo do conto:
270618

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/08/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
1