Insistência do meu marido em ser CORNO, agora sustenta!!!



## PARTE 1 — A fantasia e a preparação

Meu nome é Nicole, tenho 38 anos. Sou morena, tatuada, tenho 1,56 de altura, peitos médios, cinturinha fina, quadris largos, pernas grossas e uma bunda enorme, redonda e, modéstia à parte, muito chamativa.

Meu marido, Kaio, tem 1,86 de altura, todo grandão, um brutamonte.

Nosso casamento sempre foi muito bom. A gente se dá bem, sai junto ou até separado, sem crise, sem paranoia e praticamente sem ciúmes. Temos liberdade, confiança e dificilmente brigamos por alguma coisa séria.

Só existia um detalhe. Kaio tinha uma fantasia que, no começo, eu achava completamente absurda.

Ele queria ser corno.

E não era apenas uma brincadeira ou uma provocação qualquer. Kaio dizia sentir tesão justamente no ciúme, na insegurança e na ideia de me ver despertando o interesse de outro homem. Queria imaginar como reagiria, queria que eu provocasse, mexesse com a cabeça dele e levasse aquela fantasia até o limite de saber que a própria esposa poderia desejar e escolher outro. Durante meses, ele insistiu nisso.

Kaio: Amor, você nunca teria coragem?
Nicole: Coragem até tenho se eu beber. Você que não teria coragem de aguentar depois, cuidado com o que tu pede!
Kaio: Eu aguentaria.
Nicole: Muito fácil falar isso sentado no sofá de casa.

Ele sempre ria. Durante nossas transas, às vezes pedia que eu o chamasse de corno e imaginasse outros homens comigo, homens que, na cabeça dele, seriam capazes de despertar em mim coisas que ele não conseguia. No começo eu achava aquilo estranho mas entrava na brincadeira mais para satisfazer mesmo. Só que Kaio insistiu tanto, falou tantas vezes sobre isso, que comecei a perceber uma coisa que preferia não admitir: nas últimas transas, eu já não precisava que ele sugerisse. Minha cabeça ia sozinha para aquelas fantasias. E, aos poucos, eu estava começando a gostar. Obviamente, sem deixar que ele percebesse.

Era sexta-feira, Kaio adorava sair comigo pra me exibir, mostrar a todos que sou gostosa, uma esposa troféu, o que não vejo problema algum, adorava provocar os outros mas nunca passou disso. Mas naquela sexta resolvi descobrir até onde ia aquela coragem toda.

Combinamos de sair juntos. Kaio não sabia de nada ainda, mas estava animado desde cedo para sair. Lavou o carro, colocou uma camisa nova, escolheu uma balada top da cidade e todo animado ficou perguntando que roupa eu usaria.

Não respondi.

Quando finalmente saí do quarto pronta, ele simplesmente ficou parado me olhando. Vestido preto curtíssimo, justo no corpo, decote provocante, salto alto, cabelo solto e um perfume que eu sabia que ele adorava.

Eu tinha escolhido cada detalhe sabendo exatamente o efeito que causaria.

Kaio: Noooossa...

Passei por ele sem nem parar.

Kaio: Você tá linda.

Parei na porta e olhei para trás.

Nicole: Linda?

Aproximei dele e falei em tom sério.

Nicole: Hoje eu não quero estar linda. Quero estar gostosa.

Ele estranhou meu tom de autoridade mas sorriu.

Durante o caminho, enquanto dirigia até a balada percebi que Kaio não tirava os olhos de minhas coxas grossas, que praticamente mostrava a minha calcinha.

Nicole: Olha pra frente.
Kaio: É difícil com você vestida desse jeito, você está extremamente gostosa amor!
Nicole: Ah é? Pode se acostumar a me ver mais vezes assim...... corno.

A palavra corno saiu baixinho, quase inaudível, Kaio ouviu mas ignorou, provavelmente escutou errado e deu uma risadinha.

Eu não.

Naquele momento eu já tinha decidido que aquela noite seria diferente.

## PARTE 2 — A chegada à balada

Chegamos em frente à balada. Balada lotada, música alta, vários grupos entrando e saindo.

Kaio estacionou. Desligou o carro. E colocou a mão na maçaneta da porta para sair.

Nicole: Onde você pensa que vai?

Ele me olhou sem entender.

Kaio: Ué... com você.
Nicole: Não.

Ele começou a sorrir, achando que era brincadeira.

Kaio: Como assim, não?

Peguei minha bolsa calmamente.

Nicole: Você vai embora.

O sorriso dele desapareceu.

Kaio: Nicole...
Nicole: Hum?
Kaio: A gente veio junto.

Abri o espelho do quebra-sol e calmamente retoquei o batom.

Nicole: Mas só eu vou entrar.

Kaio ficou alguns segundos completamente quieto. Sem entender.

Kaio: Você tá falando sério?

Virei meu rosto lentamente para ele.

Nicole: Muito.
Kaio: Mas, Nicole...

Coloquei o dedo nos lábios dele.

Nicole: Não começa.
Kaio: Eu achei que...
Nicole: Você achou errado.

Guardei o batom na bolsa.

Nicole: Você não passou meses dizendo que queria isso?

Kaio ficou quieto.

Nicole: Fala.
Kaio: Huhum.

Resmungou.

Nicole: Fala direito, agora quero ouvir você falando.
Kaio: Sim, eu falei.
Nicole: Então pronto.

Nicole abre a porta.

Kaio segura meu braço.

Kaio: Espera.

Olhei primeiro para a mão dele segurando meu braço. Depois friamente olhei para ele.

Nicole: Tira.

Ele soltou na mesma hora.

Saí do carro. Ajeitei lentamente o vestido que já tinha subido mostrando a polpa da minha bunda e fechei a porta.

Kaio abaixou o vidro do lado do passageiro.

Kaio: Nicole...

Propositalmente me debrucei na janela. Decote a mostra e sua bunda completamente exposta para a entrada da balada.

Nicole: Que foi?
Kaio: Você vai mesmo entrar sozinha?
Nicole: Não era isso que você queria?
Kaio: E eu faço o quê?

Ri com a garganta, debochando.

Nicole: Você vai pra casa.
Kaio: Nicole...
Nicole: Kaio, chega, vai ficar repetindo a mesma coisa agora? Não era isso que você queria?

Ele respirou fundo.

Kaio: Sim.

Kaio respondeu timidamente.

Nicole: Então hoje você vai ter!

Ele ficou me olhando sem saber o que responder.

Nicole: Olha bem pra mim.

Dei uma pequena volta na frente do carro, mostrando propositalmente o vestido que eu havia escolhido.

Nicole: Você acha que eu me arrumei desse jeito pra ficar a noite inteira agarrada no meu maridinho que vive falando que vai me entregar de bandeja pra um desconhecido?
Kaio: Não precisa provocar desse jeito...
Nicole: Preciso sim.

Aproximei novamente da janela.

Nicole: Meses falando que queria me ver saindo sozinha. Meses dizendo que queria sentir ciúmes. Meses dizendo que queria saber como seria me ver com outro.
Kaio: Eu sei.
Nicole: Então hoje você vai descobrir.
Kaio: E se algum cara chegar em você?

Dei uma risada.

Nicole: “Se”?

Olhei pra trás por cima do ombro na direção da fila. Já haviam olhares na minha bunda enquanto estava debruçada na janela. Olhei para Kaio novamente.

Nicole: Olha como eu estou vestida, já estão me olhando de longe.

Ele ficou em silêncio.

Nicole: Você acha que eu vim assim esperando que ninguém olhasse? Eu quero ser devorada hoje e não vai ser por olhares apenas!

Kaio sem reação.

Nicole: Muito bem.

Dei dois passos para trás.

Nicole: Agora vai embora.
Kaio: E que horas eu venho buscar você?

Comecei a rir novamente.

Nicole: Olha que bonitinho. Ele acha que ainda está decidindo alguma coisa.
Nicole: Quando eu quiser ir embora, talvez eu mande mensagem.
Kaio: Talvez?
Nicole: Talvez.

Ele respirou fundo. Eu conseguia perceber tudo no rosto dele.

Ciúme. Raiva. Medo. Curiosidade. Nervosismo.

E principalmente aquela dúvida se realmente estava preparado para aquilo que tinha pedido tantas vezes.

Apontei para a rua.

Nicole: Vai.
Kaio: Você vai me mandar mensagem?
Nicole: Se eu tiver vontade.
Kaio: Pelo menos pra dizer que está bem.

Inclinei-me novamente na janela.

Nicole: Escuta bem.

Kaio ficou olhando para mim.

Nicole: Hoje você não vai controlar onde eu estou.
Nicole: Não vai controlar com quem eu estou.
Nicole: Não vai escolher a hora que eu volto.
Nicole: E não vai ficar me enchendo de mensagem.

Ele engoliu seco.

Nicole: Entendeu?
Kaio: Entendi.

Sorri.

Nicole: Ótimo, agora some daqui!

Ele ficou visivelmente incomodado.

E eu adorei.

Comecei a caminhar em direção à entrada. Rebolando como se fosse uma puta desfilando, a cada passo que dava, o vestido subia mais mostrando minha bunda e claro.. retribuindo todos os olhares que recebia.

Dei uma última olhada pra trás e vi Kaio me encarando de longe. Propositalmente, peguei o celular, encarei Kaio pela última vez, desliguei e coloquei na bolsa. Com uma última risada de deboche na direção dele, fechei a bolsa e sumi no meio da balada.

## PARTE 3 — Perspectiva do Kaio

[Perspectiva do Kaio]

Eu continuei olhando para a entrada da balada muito depois de Nicole desaparecer. Era como se meu cérebro ainda esperasse que ela voltasse. Que abrisse a porta do carro rindo, dissesse que tudo aquilo era uma brincadeira e mandasse eu estacionar para entrarmos juntos.

Mas os minutos passaram.

Ela não voltou.

A imagem dela continuava presa na minha cabeça: aquele vestido preto apertado, curto demais, subindo enquanto ela caminhava; o salto; o cabelo solto; o jeito deliberadamente provocante de mexer o quadril sabendo que eu estava olhando.

Até aquela noite eu adorava ouvir Nicole falando aquilo dentro de casa. Parecia excitante. Seguro. Uma fantasia controlada.

Mas agora eu estava sozinho dentro do carro enquanto minha esposa estava numa balada lotada de homens e tinha acabado de me mandar para casa.

A fantasia tinha criado pernas e simplesmente ido embora sem mim.

Liguei o carro. Minha mão estava suando no volante.

Eu sentia muita raiva dela. Ao mesmo tempo, sentia medo. E, por baixo de tudo aquilo, havia uma sensação ainda mais difícil de admitir: excitação. Era contraditório demais.

Uma parte de mim queria entrar naquela balada, pegar Nicole pelo braço e dizer que aquilo já tinha ido longe demais. A outra lembrava exatamente de quantas vezes eu tinha pedido por aquilo.

Quantas noites eu havia provocado minha própria mulher.

Kaio: Você não teria coragem.
Kaio: Duvido você realmente ficar com outro.
Kaio: Queria ver você me fazendo sentir ciúmes de verdade.

Agora eu estava recebendo exatamente o que tinha pedido. E estava descobrindo que sentir ciúmes de verdade era muito diferente de fantasiar sobre ele.

Arranquei com o carro. Durante todo o trajeto para casa, minha cabeça não parou.

Eu imaginava Nicole entrando. Os homens olhando. Algum deles se aproximando. Ela sorrindo. Alguém falando perto do ouvido dela por causa da música alta. Uma mão tocando sua cintura. Nicole permitindo.

Essa última palavra me atormentava.

*Permitindo.*

Porque naquela noite ela podia. Eu não estava lá.

E mais importante:

Ela não queria que eu estivesse.

Cheguei em casa pouco antes das onze. Entrei, joguei as chaves na bancada e tentei ligar a televisão.

Não consegui prestar atenção em absolutamente nada.

Peguei o celular. Nenhuma mensagem.

Abri o WhatsApp. Nicole estava offline.

Claro que estava.

Ela havia desligado o telefone olhando diretamente para mim antes de entrar. Eu começava a entender que aquilo também fazia parte da provocação.

Ela queria que eu imaginasse.

22h54.
23h12.
23h36.

Nada.

Eu caminhava pela casa desorientado. O quarto ainda tinha o perfume dela.

Sobre a cama estavam algumas roupas que Nicole havia experimentado antes de escolher aquele vestido. Peguei uma delas e fiquei olhando.

Minha esposa tinha se arrumado naquela mesma casa. Na minha frente.

Mas não tinha se arrumado para mim.

Esse pensamento provocou uma pontada de ciúme tão forte que precisei largar a roupa.

À meia-noite tentei ligar.

Celular desligado.

Kaio: Porra, Nicole...

Falei sozinho.

Eu estava ficando irritado. Mas não podia reclamar.

Não depois de tudo que eu tinha pedido.

Foi quase uma hora depois que meu celular finalmente vibrou. Meu coração disparou.

Nicole.

Abri imediatamente.

Era uma foto.

Demorei alguns segundos para entender. Não era dentro da balada.

Era uma selfie de dentro de um carro. Ela sorria para a câmera.

O batom, que estava perfeitamente desenhado quando eu a deixei, já não estava tão impecável.

A legenda era apenas um emoji do diabinho roxo do whastapp.

Fiquei encarando a foto.

Kaio: Onde você está?

Ela visualizou.

Nada.

Kaio: Nicole?

Meu estômago apertou.

Senti aquela mistura absurda novamente.

Raiva. Medo. Ciúme. Tesão.

E alguma coisa dentro de mim reagindo justamente porque Nicole estava assumindo uma autoridade que eu nunca tinha visto nela daquela maneira.

Kaio: Só quero saber se você está segura.

Ela visualizou.

Não respondeu.

Alguns minutos depois chegou outra foto. Dessa vez eu reconheci imediatamente.

A entrada de um motel.

Aparecia a placa da entrada, ainda com o vestido preto que eu tinha visto sair de casa horas antes. Ela tinha tirado a foto no espelho lateral do carro.

A legenda era mais uma vez sem palavras e sim um emoji de foguinho.

Meu coração praticamente parou. Fiquei olhando aquela imagem como se ela fosse desaparecer.

Ela fazia de proposito, queria que eu me sentisse como se estivesse lá.

Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

Depois de poucos minutos, chegou um áudio. Baixo, com música ao fundo, quase abafando tudo. Quase.

Nicole: Mmmh...

Veio um som úmido, ritmado.

*Schlup... schlup...*

Nicole respirou fundo pelo nariz, abafada, como se estivesse tentando não fazer barulho.

Nicole: Mmh... ahn...

*Glup... schlup... glup...*

Escuto a respiração de um homem.

Homem: Ah... porra...

O som da música continuava distante, mas agora eu já nem prestava atenção nela.

*Schlup... schlup... glup... mmmmmmh...*

Nicole ficou alguns segundos sem dizer nada. Só aqueles ruídos rápidos, abafados, misturados à respiração cada vez mais pesada de duas pessoas.

Então tudo parou, por poucos segundos apenas a música de fundo.

Ouvi Nicole puxar o ar, extremamente ofegante.

Uma risadinha baixa.

Nicole: É assim que você quer que eu faça seu safado?

O homem respondeu alguma coisa que eu não consegui entender.

Nicole riu bem dengosa e voltou a gemer, como se tivesse algo dentro da boca.

Nicole: Mmmmmmmmh...

Os sons voltaram quase imediatamente.

*Schlup... glup... schlup... mmh...*

Mais rápidos dessa vez.

Homem: Ah... caralho...

Nicole soltou um gemido alto e longo abafado entre uma pausa e outra.

Nicole: MMMMMmmmmmmmmmhhhhhhh...

*SCHLUP... SCHLUP... GLUP... GLUP... GLUP... GLUP... GLUP... GLUP...*

Homem: Pooorra!!!!!! Que delícia!!!!!!

Fiquei parado com o celular no ouvido, tentando convencer a mim mesmo de que talvez estivesse imaginando demais.

Mas não estava.

O áudio terminou de repente, no ápice do momento.

Sem despedida. Sem explicação.

E foi justamente o silêncio depois que fez minha cabeça completar tudo.

Ouvi duas vezes. Três.

E entre um barulho e outro, dava pra notar o que ela estava fazendo.

Barulhos molhados e engasgos baixinhos.

Uma voz masculina, gemendo.

Não consegui entender o que dizia.

Mas estava ali.

Real.

Um homem estava com minha mulher.

Até aquele momento, mesmo vendo a foto do motel, uma parte do meu cérebro ainda tentava transformar aquilo numa encenação.

Mas o gemido masculina de prazer destruiu essa possibilidade.

Demorou um pouco. Nicole visualizava todas as mensagens mas não respondia.

Depois de minutos.

Fiquei sentado no sofá completamente imóvel. Era estranho perceber a reação do meu próprio corpo.

Eu estava furioso. Meu estômago estava embrulhado de ciúmes. Uma parte de mim estava verdadeiramente assustada com o fato de minha esposa estar num motel com outro homem.

Mesmo assim, quanto mais eu ouvia aqueles áudios, mais percebia que a fantasia que sempre existiu dentro da minha cabeça estava finalmente acontecendo fora dela. E meu corpo parecia entender aquilo antes da minha razão.

Ouvi novamente. Depois outra vez. Eu odiava admitir, mas estava muito excitado.

A mulher que eu amava estava com outro. Eu sabia. Ela sabia que eu sabia. E ainda fazia questão de me provocar com isso.

A crueldade dela parecia transformar cada sensação em alguma coisa mais intensa.

Às duas e meia chegou outra mensagem.

Nicole: Tá acordado?
Kaio: Claro que estou.
Nicole: Hahaha.
Kaio: Você acha engraçado?
Nicole: Muito.
Kaio: Nicole, eu tô ficando maluco aqui.
Nicole: Então finalmente você está sentindo alguma coisa de verdade.
Kaio: Você transou mesmo com ele?

A resposta era óbvia mas demorou para responder.

Nicoli: Sim.

Só isso. Uma palavra. Mas naquela noite nenhuma palavra pesou tanto.

Minha esposa tinha acabado de confirmar.

Kaio: Então eu sou...

Não terminei. Ela terminou por mim.

Nicole: Corno.
Nicole: Oficialmente.
Nicole: E a SEU pedido de meses.

Fiquei encarando a mensagem.

Nicole: Lembra disso quando me provocar em casa de novo.
Nicole: Foi você que me mostrou essa porta, insistiu diversas vezes.
Nicole: Eu só experimentei e... Gostei.
Nicole: E eu quero mais, eu falei pra você inúmeras vezes que seu eu gostasse era um caminho sem volta.
Nicole: Agora sustenta que a noite ainda não acabou.

Ela ficou offline.

Passou mais de uma hora sem qualquer notícia. Eu não conseguia dormir. Deitava, levantava, ia até a cozinha, olhava pela janela e imaginava tudo que podia estar acontecendo.

Às quatro e pouco, finalmente recebi outra mensagem.

Nicole: Estou indo embora.
Kaio: Vou buscar você.
Nicole: Não.
Kaio: Nicole, já chega.
Nicole: Eu disse não.
Kaio: Então como você vem?

Ela respondeu depois de alguns segundos.

Nicole: Com meu novo amigo que passou a noite inteira fodendo com a sua própria mulher.

Eu sabia exatamente o que aquilo significava.

Ela gostou da coisa. Provavelmente vou ser corno pra sempre.

Kaio: Tem certeza?
Nicole: Sim.
Nicole: Estou ensinando meu marido a não pedir coisas que talvez não consiga aguentar.
Nicole: Alias... Tarde demais, tu pediu, eu fiz, gostei e vou fazer muitas vezes.

## PARTE 4 — A volta para casa

Minutos depois ouvi um carro antes mesmo de enxergá-lo.

Já passava das cinco da manhã quando os faróis atravessaram a cortina da sala e varreram a parede. Levantei imediatamente do sofá e caminhei até a janela, tomando cuidado para permanecer na parte escura do cômodo.

O carro parou em frente à casa. Não era Uber. Não era táxi. Era o mesmo carro que Nicole tinha mostrado horas antes nas provocações pelo celular. Senti o estômago apertar.

O motor permaneceu ligado. Durante alguns segundos ninguém saiu. Então vi Nicole no banco do passageiro.

Cabelo completamente bagunçado, vestido amassado, salto jogado no painel do carro. Ela conversava com o motorista como se não tivesse nenhuma pressa para sair do carro. Fiquei parado, observando.

O homem falou alguma coisa em seu ouvido. Nicole riu e virou o corpo na direção dele. Senti o primeiro impacto quando vi a mão daquele desconhecido subir até o rosto da minha mulher.

E Nicole não se afastou. Pelo contrário. Segurou o homem pela camisa e puxou.

Os dois se beijaram.

Não foi uma despedida rápida. Foi um beijo demorado, íntimo, completamente incompatível com qualquer tentativa minha de fingir que talvez nada tivesse acontecido naquela noite. Minha esposa estava beijando outro homem a poucos metros da janela de casa e sabia que eu provavelmente estava acordado. Talvez fosse justamente por isso que demorava tanto.

Apertei a cortina entre os dedos. Senti raiva, ciúme, medo e tesão. Muito tesão. Mas não conseguia desviar os olhos.

O beijo terminou. Nicole ficou alguns segundos olhando para o motorista e sorrindo, de onde eu via, parecia que ela estava acariciando sua coxa bem devagar, provocando. Então, de forma lenta, sensual e encarando o homem durante todo o movimento, inclinou-se na direção dele, mas dessa vez não era para beijar.

Vi Nicole desaparecer parcialmente abaixo da linha da janela do carro. Congelei.

Eu não conseguia ver exatamente o que acontecia dentro do veículo, mas conseguia ver o suficiente. O movimento do corpo dela. Apenas a cabeça, subindo e descendo lentamente, girando levemente pra um lado e para o outro, tudo acontecendo no colo do motorista. A postura do homem mudando. A cabeça dele jogada para trás por alguns instantes. A boca do homem se abria algumas vezes, eu conseguia imaginar o gemido de tesão que ele emitia. A mão masculina segurando firmemente a nuca de minha mulher, dando ritmo aos movimentos.

Aquilo dizia tudo que eu não queria e, ao mesmo tempo, queria desesperadamente confirmar. Fiquei parado, respirando cada vez mais rápido. Não precisava enxergar detalhes. Minha imaginação fazia isso por mim. E talvez fosse ainda pior.

Porque agora eu não estava ouvindo uma fantasia contada pela esposa na cama. Estava vendo a silhueta da minha própria mulher dentro do carro de outro homem, diante da nossa própria casa.

O motorista parecia completamente entregue ao momento, enquanto Nicole continuava deliberadamente com movimentos lentos em seu colo, como se não houvesse marido esperando em casa. Senti uma onda de raiva subir.

Kaio: Filha da...

Sussurrei sozinho, mas continuei olhando, estava ficando excitado com a situação.

Era isso que mais me perturbava. Eu poderia ter saído. Poderia ter aberto a porta. Poderia ter interrompido. Não fiz nada. Fiquei imóvel, assistindo e percebendo, com uma mistura quase intolerável de medo e excitação, que Nicole estava realmente transformando aquela fantasia em alguma coisa que eu jamais conseguiria apagar da memória.

Mais de dez minutos depois, dava pra ver o motorista se contorcendo de tesão. Nicole movimentava a cabeça mais rápido.

Chegaram ao clímax.

O homem se contorceu completamente; dava para escutar seu gemido abafado atravessando os dois vidros.

Ela finalmente levantou a cabeça do colo do motorista, sem pressa alguma.

Nicole então olhou diretamente para a casa. Imediatamente tive a sensação de que ela sabia. Sabia exatamente em qual janela eu estaria. Mesmo sem conseguir enxergar direito através da cortina, ficou alguns segundos olhando na minha direção.

Limpou o canto de boca bem devagar da sujeira que havia feito com o outro homem, lambeu os dedos devagar. Depois sorriu. Um sorriso pequeno, cruel, debochado.

Como se dissesse sem palavras:

*Eu sei que você viu, corno.*

Nicole se despediu de seu parceiro. Um beijo de despedida que parecia que iriam transar ali mesmo.

Saiu descalça, segurando os saltos em uma das mãos.

O motorista deu um tapa forte na bunda dela ao sair do carro.

Nicole da uma risadinha de quem gostou e saiu rebolando pra ele propositalmente.

O carro arrancou. Nicole ficou na calçada observando ele desaparecer. Depois se virou lentamente para a casa.

Afastei-me da janela. Meu coração estava disparado.

Eu tinha passado meses pedindo por isso. Naquela madrugada, pela primeira vez, tinha acabado de assistir ao significado real daquela palavra estacionar diante da minha própria casa.

## PARTE 5 — O confronto

Ela abriu a porta.

Me encontrou esperando na sala. Nicole parou por um segundo. Sorriu.

Então veio até mim devagar, com uma segurança que me deixou ainda mais nervoso. Eu não sabia se perguntava alguma coisa, se cobrava explicações ou se simplesmente ficava quieto.

Ela decidiu por mim.

Segurou meu rosto e me beijou.

Devagar. Demorado. Provocante.

Não havia carinho naquele beijo. Era provocação.

Nicole sabia perfeitamente que sua boca tinha acabado de satisfazer outro homem segundos atrás, durante o beijo ela passava a língua bem devagar na minha, queria que eu sentisse o gosto, um gosto forte. Queria que minha cabeça imaginasse todo o resto.

Quando se afastou, continuou a poucos centímetros do meu rosto.

Nicole: Pronto. Agora você sabe a sensação de receber sua própria mulher depois de um gostoso ter fodido com ela a noite inteira.

Não consegui responder.

Ela sorriu. E notou algo diferente em mim.

Olhou na direção do meu pau e percebeu minha reação.

O sorriso virou puro deboche ao perceber o grande volume no meu shorts.

Nicole: Não acredito...

Olhou novamente para mim.

Nicole: Você realmente gostou não é corno?

Fiquei imóvel.

Ela aproximou o corpo e passou a mão por cima do meu short, pegou em cheio no meu pau duro, apertou, apenas para confirmar.

Nicole começou a rir.

Nicole: Então sua mulher passa a noite inteira fodendo com outro cara, volto pra casa, esfrego isso na tua cara e é assim que meu marido reage?

Tentei desviar o olhar.

Ela agarrou meu queixo e ao mesmo tempo colocando mais pressão ao apertar meu pau.

Nicole: Olha pra mim.

Obedeci.

Nicole: Sentiu ciúme?
Kaio: Sim.
Nicole: Raiva?
Kaio: Sim.
Nicole: Medo de eu ter gostado?

Hesitei.

O olhar dela endureceu.

Nicole: Responde.
Kaio: Sim.

Nicole soltou uma risada curta.

Nicole pressionou a mão novamente por cima do short, encarando diretamente meus olhos.

Dessa vez não havia brincadeira naquele olhar.

Era domínio.

Nicole: Sabe o que eu acho mais engraçado?
Nicole: Você passou meses dizendo que queria ser corno. Agora que tomou o primeiro chifre de verdade, eu descubro que isso realmente mexe contigo, muito mais do que eu imaginava.

Meu rosto queimou.

Ela percebeu.

E gostou.

Nicole: Você realmente nasceu pra ser corno.

Deu dois tapinhas debochados na minha bochecha e se afastou.

Nicole: E olha teu estado só na primeira noite.

Começou a caminhar para o quarto.

Nicole: Eu quero que você guarde bem essa sensação.

Parou no corredor e olhou para trás.

Nicole: O ciúme. A raiva. A vergonha.

Ela olhou pra baixo, encarando o volume no meu short de pau duro.

Nicole: O tesão.

Voltou a me olhar nos olhos fixamente.

Nicole: Porque agora eu sei exatamente o que isso faz contigo.

Permaneci parado.

Nicole: Estamos só começando, chifrudo. Essa foi apenas a primeira de muitas vezes que vou foder com outros.
Nicole: Você que me pediu isso. Insistiu diversas vezes. Resisti. Agora eu entrei nessa.
Nicole: Eu gostei.
Nicole: E eu não vou voltar atrás.
Nicole: Tu vai ser corno até o último dia da sua vida.

Virou novamente em direção ao quarto. Com o vestido levantando, dava pra notar as marcas vermelha de mão em sua bunda.

Nicole: Agora fica aí e se controla, meu novo amigo que tem o pau bem mais gostoso que o seu já está me ligando para marcamos outra.

Mais uma risada de deboche.

Nicole: Quando conseguir disfarçar essa felicidade de corno, vem dormir.
Nicole: Ahh.. Aquele pauzudo acabou comigo, me fodeu muito melhor que você.
Nicole: Hoje você vai ficar na punheta, seu corno!

E foi embora, me deixando sozinho na sala com uma certeza muito pior que o próprio ciúme:

Nicole tinha acabado de descobrir como me humilhar.

E ela tinha gostado.

Pra minha surpresa, eu também.

(meu primeiro conto aqui, se puderem, deixem feedback nos comentários. Penso em fazer a parte do marido corno indo dormir mas vê que sua mulher está dormindo e pega seu celular para olhar, e lá tem vídeo de toda a cena do sexo do motel, poderia fazer um conto apenas sobre esta cena.)


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Comentários


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esposaliberada Comentou em 25/08/2026

Muito bem escrito! que delicia de momento hein amigo corno.

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luiscomedor Comentou em 25/08/2026

Tesão de Relato !!!! Como sempre falo Corno nasce Corno . Mais cedo ou mais tarde ele assume seu lugar na história e passa a ser unica e simplesmente fornecedor de Esposa pra macho comedor de Casada . E a Esposa de Esposa recatada, seria , mãe de familia em Puta de Comedor e dona de Corno .

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cornototal Comentou em 25/08/2026

Delícia, limparia com o maior prazer do mundo !

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corninhodepelotas Comentou em 25/08/2026

Que tesão, só faltou ela mandar tu deitar e sentar na tua boca e apertar a buceta p escorrer a gala do macho, 🤤




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico cornototal

Nome do conto:
Insistência do meu marido em ser CORNO, agora sustenta!!!

Codigo do conto:
270712

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/08/2026

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4

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