Eu sou o primo da Ana Carla. Aquele que mora na Paraíba, na casa da tia. E vou te contar exatamente o que aconteceu com a sua esposa por causa das fotos que você espalhou.
Ela chegou aqui todo ano igual: sorriso de santa, saia longa, cabelo preso, bíblia na bolsa. A família inteira se derretendo: “Que menina de Deus”, “Que exemplo”. Eu só fiquei quieto, olhando aquela bunda marcada por baixo do tecido e lembrando das fotos que circulavam no grupo. Fotos que você mesmo mandou. Fotos dela de calcinha, de peito de fora, de xota à mostra. Eu baixei todas. Guardei. E esperei.
Na segunda noite ela estava sozinha no quarto dos fundos. Eu entrei sem bater, fechei a porta e mostrei o celular. A tela acesa com a imagem dela de pernas abertas, dedo na buceta, olhando pra câmera.
Ela empalideceu.
— De onde você tirou isso?
— Do seu marido, putinha. Ele posta você pra todo mundo bater punheta. Agora ou você faz o que eu quiser… ou amanhã a tia, o tio, a mãe, todo mundo vê.
Ela começou a tremer. Eu não dei tempo. Empurrei ela de joelhos no chão de cimento quente. Abri a braguilha e enfiei o pau na boca dela de uma vez. Aquele rostinho de irmã da igreja engasgou, babou, os olhos marejaram, mas não puxou o rosto. Segurei o cabelo dela e fodi a garganta fundo, sentindo a língua tremer embaixo do pau. Ela fazia barulho molhado, tentando não acordar ninguém. Eu gozei direto na língua e mandei engolir. Ela engoliu tudo, abriu a boca pra eu ver e ficou ofegante, com uma fileira de saliva escorrendo do canto dos lábios.
Depois eu a levantei, virei de costas e joguei em cima da cama estreita. Levantei a saia, puxei a calcinha pro lado e enfiei o pau na xota dela de uma cajadada só. Estava molhada. Molhada de vergonha e de tesão. Meti com força, segurando a cintura, batendo a bunda dela contra a minha virilha. O barulho molhado ecoava baixo. Ela gemia abafado no travesseiro, os dedos apertando o lençol.
— Fala que você é a putinha do primo…
— Sou… a putinha do primo…
— Fala que o seu marido posta suas fotos pra gente te foder…
Ela falou. Gozou escorrendo nas minhas bolas, a buceta apertando o pau em espasmos.
Eu tirei, passei a cabeça do pau no cu dela e enfiei. Seco. Ela mordeu o braço pra não gritar. O rabo apertado, quente, engolindo tudo. Meti fundo até as bolas baterem. Fodi o cu da sua esposa até gozar dentro, enchendo aquele rabinho de porra. Quando tirei, o buraco ficou aberto e branco, pingando no lençol da tia.
Ela ficou ali, de quatro, respirando pesado, a xota e o cu vazando, a saia ainda enrolada na cintura. Eu tirei foto. Mandei pra você agora. Olha bem: a putinha que você espalhou na internet sendo arrombada pelo primo na Paraíba.
No dia seguinte a casa ficou vazia de tarde. Eu chamei ela de novo. Dessa vez ela já veio sem calcinha. Eu a coloquei de quatro na janela do quarto, de frente pro quintal, e enfiei de novo no cu enquanto apertava os peitos dela. Depois chamei os outros dois primos. Eles entraram, viram a Ana Carla gemendo com pau no rabo e se juntaram. Um enfio na boca, o outro esperou a vez na xota. Nós três usamos sua esposa. Xota, cu e garganta. Gozamos dentro e na cara. Ela ficou ajoelhada no chão, coberta de porra, olhando pra câmera e falando baixo:
— Manda pro meu marido… fala que a putinha dele já deu pros primos…
Agora ela está na sala com a família, sorrindo, passando a bíblia, fingindo de santa. Por baixo da saia a calcinha está encharcada. O cu ainda latejando. A xota inchada e cheia.
E tudo isso, corno… tudo isso aconteceu porque **você** mandou as fotos. Porque você quis que a gente visse. Porque você goza imaginando.
Eu ainda vou comer ela todos os dias enquanto ela estiver aqui. E quando ela voltar pra você, vai chegar com o rabo aberto, cheirando a porra de primo e pedindo mais.
Sua santa já é a putinha da família.

corninhodaana-