Olá meus amores! Nasci e fui criada na cidade, mas os meus pais eram do interior de Santiago. A minha Avó mesmo depois de viúva continou a viver por lá, cuidando do campo e dos animais. Como era de costume íamos visitá-la sempre, nos finais de semana, feriados, Natal e também nas férias escolares. Durante as férias escolares passávamos mais tempo por lá. Eu principalmente. Eu era a neta mais velha e a preferida entre os meus irmãos e primos. Desde sempre fui muito prendada. Fui criada fazendo tarefas domésticos. Sabia limpar a casa, lavar a loiça e cozinhar desde muito nova. Meus irmãos e nem os meus primos gostavam de passar as férias por lá porque nem televisão tinha. Eu mesmo não querendo muito ficar era meio que obrigada, para ajudar a minha Avó na época da chuva. Ela ia pro campo para semear, ia cedo e voltava tarde porque era muito terreno e longe de casa. Eu ficava cuidando da casa e fazendo a comida. Como tinha dito no conto anterior sempre fui muito putinha. Comecei brincando com os amiguinhos desde os meus “O” anos. Pelo que eu lembro a minha primeira penetração foi aos “D” anos com aquele meu primeiro namorado oficial que tinha 17 anos na altura. Eu metia chifres nele com os meus 2 vizinhos pauzados que tinham 25 e 30 anos. Indo ao que interessa. eu ficava sozinha em casa da minha Avó e algum dos meninos da vizinhança que também ficavam em casa iam lá me chamar pra brincar. Iamos brincar em uma casa abandonada bem perto de casa. Brincávamos de esconde esconde. E foi nessa de esconder eu por acaso flagrei 2 dos meus amiguinhos. Aproveitaram a brincadeira para se esconder e dar aquela trepada. Acredito que ele deveria ter a minha idade mas a menina era 3 anos mais nova. Assustaram, pediram para não contar e o safado perguntou se eu queria brincar também. A menina saiu correndo e eu fui atrás dela. No outro dia mesma coisa. A brincadeira era na casa abandonada mas sai para me esconder em uma barraca onde a minha Avó amarrava o Burro. E o safado me seguiu. Como eu não era boba nem nada. Aproveitei e dei para ele. Me comeu bem gostoso. Depois saímos de lá para não sermos pego. Como uma boa putinha eu gostei da brincadeira e queria mais. Então voltei para dentro da barraca e ele veio logo atrás. Ele colocou a minha calcinha de lado e meteu aquele pauzinho na minha buceta. Estava tudo tão gostoso e ele estava de costa para porta e não percebemos quando o Avô dele se aproximou e nos pegou no flagra. O meu coração quase saiu pela boca. Ele tirou o cinto e deu uma surra no neto e eu chorando ele disse que ia contar tudo para minha Avó. Eu voltei para casa chorando e morrendo de medo. A minha Avó chegou em casa era por volta das 17h e eu fiquei pelando de medo. Ficava toda h esperando a chegada dele para contar para minha Avó. Então chegou a noite e nada. Dormi e acordei ainda com medo mas nada dele aparecer. A minha Avó saiu antes das 7h e nada dele. Quando era por volta das 8h ele chegou. Bateu a porta, fui abrir e comecei a me tremer de medo, quando vi que era ele. Um Sr. de 70 anos. Entrou perguntando pela minha Avó. Respondi que ela já tinha saido. Ele perguntou se estava sozinha e confirmei que sim. O velho safado tirou a mascara. Deu um sorriso e disse -me vem cá minha putinha. Me abraçou. Fiquei quieta para ver o que ele realmente queria. Fechou o portão, pegou na minha não e me levou para o quarto. Senti um pouco de medo mas a minha bucetinha já ficou logo acesa, percebendo a intenção dele. Ele me deitou na cama, tirou minha calcinha e abriu minhas pernas e ficou metendo dedo na minha buceta e cheirando. Ele me chamava de puta. Disse que eu era igual a minha Avó. Não entendi o porquê da comparação. Não sei se ele já comeu a minha avó na mesma idade ou se ele ainda come ela. Depois de um tempo metendo os dedos e cheirando começou a chupar a minha buceta. Foi maravilhoso a boca dele era tão suave de velho e eu me contorcia de prazer. Ele lambia a minha bucetinha de um jeito passava a minha língua de baixo para cima chupava o meu clítoris e eu quase delirava. Passado alguns minutos naquela brincadeira, abaixou a calça e tirou aquele pau mole para fora e começou a pincelar a minha buceta com aquele pau murcho. Não era um pau pequeno. Só que não subia. Ficou esfregando por um bom tempo e começou a ficar um pouco mais durinho então ele conseguiu me penetrar. Me fodeu de uma forma lenta mas estava muito gostoso. Passado menos de 5 minutos senti o gozo. Ele levantou em cima de mim e pediu segredo. Mesmo depois de td continuei dando para o neto, sempre que aparecia uma chance. Mas ele não contou nada e eu também não contei nada que aconteceu nem para o neto dele.
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