Encoxei duas no mesmo ônibus



Não sou muito adepto de encoxadas hoje em dia. Acho incrivelmente prazeroso sentir o corpo de uma desconhecida dessa forma tão safada, mas tenho bastante medo do problema que isso pode dar. Já vi cada coisa acontecer com encoxadores que pelamor. Porém, antes desse combate social atual aos encoxamentos eu até que dava sorte de atrair esses momentos. E um desses momentos vale a pena ser contado.

Foi muito louco, bizarro mesmo, e uma das encoxadas mais sensacionais que já dei na vida. É até efêmero chamar aquilo de encoxada, foi um atentato público violento ao pudor, com direito a espectadores e a perda total do controle sobre os impulsos. Antes que me esqueça de me descrever, sou alto, tenho 1,87 m de altura e mais ou menos uns 100 kg bem distribuídos, boa parte para minhas coxas muito grossas e pelo meu corpo sempre forte. Gosto de manter os exercícios físicos em dia, pois me faz sentir mais vivo. No mais, cabelo preto curto, olhos castanhos e pele morena clara. Sou bem bonito, não de nascença, mas por maioria de votos hahaha.

Pois bem, acho que era a segunda semana de Dezembro, uma sexta-feira. Era meio-dia em ponto quando fui pegar o ônibus dentro do terminal para ir embora. Fazia um calor forte de fim de ano, ainda mais para mim, que estava de roupa social, que usara no hotel onde havia trabalhado de madrugada. Naquele dia tive que ficar no centro para resolver alguns beós, e estava indo embora somente naquela hora. Estava bem cansado, com muito calor, estressado pela roupa quente e justa, com sono, e um aspecto até um pouco sujo pelo suor da correria que tinha sido aquela manhã, o que contrastava com a camisa azul escura, o sapato e a calça social. Carregava ainda uma mochila a tiracolo.

Na plataforma já tinha gente pra caramba antes mesmo do ônibus chegar, mesmo já sendo época de férias escolares. Acho que o comércio de fim de ano estava a todo vapor, era a única explicação pra tanta gente. Sabia que aquele ônibus sairia lotado, mas estava tão cansado que nem pensei em encoxar ninguém. Porém, enquanto aguardava, veio chegando até passar por mim uma menina deliciosa. Magrinha, bonita, com traços que denunciavam alguma ascendência indígena, e uma bunda que chegava a não fazer sentido. Esculpida, definida, e desproporcionalmente grande. Como pode uma bunda tão linda, arrebitada e arredondada em um corpo tão mignon daquele?! O fato é que a raba da moça chamava a atenção de quase todo mundo por ali. Havia poucos homens esperando o ônibus, mas os que ali estavam também reparavam nos glúteos da ninfeta.

Devia ter lá seus 1,70 m de altura. Uns 19 anos no máximo. Uma cara de safada, mas também meio de abobada. Falava e ria com mais duas amigas. Parecia até meio louquinha. Ela parou por perto, com a bunda virada para mim, então me dediquei a apreciar aquela rabeta sensacional. A calça legging preta que ela usava, atochada no rego, chegava a ser uma apelação para quem tinha uma bunda daquelas. Num dado momento ela virou e olhou para mim, e me flagrou olhando sua bunda. Deu uma risadinha bem safada. Acho que uma das amigas deve ter contado que eu estava secando seu belo rabo.

Enfim, o ônibus chegou. A porta de trás ficou bem onde a gente estava. Todo mundo entrou mas eu fiquei. Gosto de ficar do lado de fora, e só entrar junto com o motorista, na hora de ir embora, assim fico nos degraus, fora da muvuca.

Porém, dessa vez, o motorista entrou no ônibus mas demorou um bocado para sair. Assim, fui obrigado a subir os degraus para que outro rapaz e mais duas adolescentes com uniformes escolares entrassem. Acabei ficando atrás de uma mulher que segurava no ferro vertical rente ao meio da porta, ferro que também fui obrigado a segurar. Acontece que o rapaz também subiu os degraus, e obrigou a mulher a vir mais para trás, o que a fez jogar a bunda em cima de mim com tudo. E assim ficamos, acoplados.

Não havia mais nada que pudesse ser feito, já que o ônibus estava muito cheio mesmo. Saímos viagem afora literalmente encaixados um no outro. Meu pau ficou certinho enterrado no meio da bunda dela, e era uma bunda até que bem gostosa. Não era durinha, mas bem aconchegante e macia, e de um bom tamanho. Não demorou nada para o meu pau começar a crescer. A mulher devia ter mais que 40 anos, mas não mais que 50. Cabelo preto um pouco ressecado, pele branca, um pouco esguia, mas com uma bunda bem decente.

Eu já não gostava de usar roupa social, pois sempre destacava muito o volume do meu pau, que era bem grosso e de bom tamanho, mas ali não tive o que fazer. Meu pau logo ficou enorme, meio para a esquerda e para cima, escancaradamente duro. Aquela bunda grande e macia tão acoplada conseguia esconder bem meu falo, quando eu enterrava com força meu volume naquele rabo em cada curva. Que delícia! Conseguia sentir a maciez daquela bunda também em partes das minhas coxas grossas.

Fui empurrando aquela bunda num vai e vem muito delicioso, cada vez mais endireitando, verticalizando meu pau, até meu colo dominar e envolver perfeitamente aquele rabo desconhecido. Mesmo literalmente acoplados, às vezes eu de propósito empurrava mais forte ainda aquela bunda, forçando meu pau naquele cu gostoso, e ela devolvia o movimento. Seria difícil não gozar se continuasse daquele jeito.

As duas adolescentes com uniformes escolares nos degraus eram surdas-mudas, falavam com gestos, e não tiravam os olhos da coroa que eu enrabava. Teve um momento que as duas começaram a rir da senhora.

- Do que vocês estão rindo, hein?! - perguntou a coroa.

As duas riram mais ainda. Fiquei imaginando o porquê. Acho que a coroa estava dando bandeira, revirando os olhos ou sei lá o quê. De qualquer forma, nenhum de nós fez qualquer menção de parar aquele amasso delicioso. A essa altura do campeonato eu já me controlava para não gozar.

Reparei que a morena gostosa da legging preta estava um pouco a minha direita, e nos observava com o dedo na boca, roendo uma unha, talvez. Olhei para baixo e vi meu pau quase explodindo dentro da calça. Disfarçadamente, abri só o botão, para soltar um pouco mais aquele volume todo. Acontece que isso o fez ganhar ainda mais volume! - Cacete! - pensei. Literalmente. Parecia que eu estava carregando um vibrador bem grosso dentro da cueca.

O ônibus era expresso, e só fazia duas paradas. Em uns quinze minutos de viagem chegamos ao primeiro terminal. A coroa desceu, e também um monte de gente. Mais da metade do ônibus desceu, na verdade.

Com o busão bem mais vazio, agora meu pau tava lá, enorme, exposto, escancarado para quem quisesse ver. Fiquei bastante receoso de alguém reparar, e me ajeitei para passar a mochila para a frente, para tentar esconder aquele volume todo antes que alguém notasse, quando do nada senti alguém passar por baixo do meu braço e vir para a mesma posição onde a coroa estava. Era a moreninha deliciosa. Tomei um susto! Fiquei sem reação. Olhei para as amigas dela. Uma agora estava sentada no primeiro banco atrás da porta, e a outra em pé ao lado. As duas nos olharam. A que estava sentada balançou a cabeça num ar de ligeira desaprovação, e a que estava em pé deu uma risadinha bem sacana.

Olhei para baixo e vi, a poucos centímetros do meu pau ainda imenso, aquela bunda incrivelmente perfeita. Fiquei até sem ar, e também sem reação, pois agora o ônibus não estava mais cheio, e muita gente ia reparar se a gente se pegasse ali. Voltei a mochila para o lugar de antes, mas não fiz o primeiro movimento para encoxar aquele rabo sensacional. Por alguns segundos temi que a gata tivesse alguma má intenção, de me expor para as amigas ou algo assim. Diga-se de passagem, o cabelo da morena também era bem bonito: liso, castanho, brilhoso, mas não tinha como, a bunda tomava todas as atenções para si, inevitavelmente.

Logo que o ônibus arrancou, na primeira curva ela já jogou a bunda com tudo para cima de mim, encaixando perfeitamente em cima do meu pau. Senti um tesão na jeba tão intenso que quase gozei ali mesmo. Chega estremeci! Faltou ar. Suspirei fundo... Que tesão do caralho, puta que pariu! Que bunda espetacular! E era durinha. E a legging enterrada no rabo desenhava todas as curvas possíveis com uma perfeição difícil de descrever! Desde o coz até a buceta, tudo ali era perfeito. E aquela calça deixava o rego dela exposto, aberto, vulnerável, e perfeitamente convidativo. E em volta, quanta polpa, quanta carne! Filé de primeiríssima qualidade!

Não bastasse a visão perfeita que só eu tinha daquele rabo, agora podia me esfregar nele o quanto quisesse. Depois que me refiz, resolvi saborear o momento, desafiando mim mesmo a não gozar. Esfreguei meu pau naquele rabo suavemente, primeiro para a direita, depois da direita para a esquerda, numa dança deliciosa, lenta, curtindo até a textura daquela calça. Depois voltei a encaixar meu pau no meinho da bunda da morena. Empurrei meu pau para a frente, depois deixei que ela me empurrasse. Desci minha mão esquerda até sua bunda, apalpei discretamente, e empurrei metade para para a esquerda, como se quisesse abrir aquele rabo para o meu pau entrar o máximo que desse. Que sensação orgástica! Me acoplei com felicidade naquele rabo guloso. Tive a impressão de até ouvir a morena sugar o ar com a boca, com os dentes semicerrados, quase gemendo.

Aquele cu era quente, delicioso, safado. A polpa da bunda carnuda abarcava minhas coxas e meu colo. Que delícia, puta que pariu! Um absurdo de deliciosidade. A moça era um pouco mais baixa que a coroa, então eu fazia tudo isso um pouco abaixado e com as pernas um pouco abertas, para que meu pau se encaixasse bem certinho, mesmo que isso desse uma bandeira do caralho. Foda-se, só o que eu queria mesmo era desfrutar daquela raba o máximo possível.

Numa hora eu parei para descansar a perna, e aí foi ela quem se arrebitou inteira. Ficava nas pontas dos pés, e até inclinava o tronco um pouco para frente, disfarçando, como se estivesse tentando ver algo fora do ônibus. Era tudo safadeza, só para fazer meu pau voltar a atolar nela certinho outra vez. Parecia também querer expôr sua buceta o máximo possível. Não tinha mais o que fazer, todo mundo já tava olhando, mas disfarçavam o quanto podiam.

Resolvi tacar o foda-se! Já que tava naquela maluquice toda e logo tudo ia acabar, agora era a hora de gozar gostoso encoxando aquele rabo. Depois eu via o que faria. Não dava para desperdiçar aquela chance.

Faltando uns cinco minutos para chegar no terminal final, peguei ela pela esquerda da anca e puxei de vez para junto de mim. Virei nós dois de costas para os fundos, para que o público não conseguisse ver tanto assim. Ela tentou se arrebitar outra vez, e nisso firmei o rabo dela contra mim, como quem diz “para quieta caralho”. Ela sossegou e tentou olhar para as amigas por trás do ombro. Me abaixei um pouco e comecei a sarrar aquela raba com ferocidade, num vai e vem forte, frenético. Cheirei o cabelo dela, e funguei em seu pescoço. Depois prensei ela contra o ferro vertical. Passava e atochava meu pau inteiro naquele rabo perfeito. Empurrava ela com o pau com força, de um lado para o outro. Ia gozar a qualquer momento. Soltei sua anca e disfarcei que precisava segurar mais embaixo no ferro, e fui com a mão até a altura do meio de suas pernas. Estiquei o dedão e o indicador até sentir sua buceta, nitidamente quente e úmida. Ela tentou olhar para mim, agora com uma carinha mais de assustada que de excitada. Eu estava mesmo perdendo a cabeça. Foda-se – pensei.

- Foi tu que pediu, gostosa – falei baixinho em seu ouvido.

Olhei calmamente para o meu órgão. Apreciei meu pau esmagando aquela bunda perfeita, enquanto esfregava meu dedão em sua xereca minúscula. Não dava para segurar nem mais um minuto. O gozo vinha forte, intenso, insano! Enterrei de vez meu pau e minhas coxas naquele rabo. Espremi ela com força contra o ferro! Empurrei uma, duas, três, quatro vezes, cinco, seis, e na sétima enterrada o gozo veio, num jato todo esmigalhado dentro da cueca, oito, nove estocadas, deeez... rosnei e suspirei, até parar de gozar. Fiz o possível e o impossível para não gemer, mas não teve jeito. Rosnei bem baixinho no ouvido da morena mais safada e descarada que já encontrei na vida. Ela pôs o dedo na boca, acho que agora mais preocupada do que excitada.

O ônibus fez a penúltima curva.

- Tá chegando, Marcinha – disse-lhe sua amiga mais safada ao longe.

- Graças a Deus – respondeu a pilantra, como se reclamasse do que fizemos.

Que filha da puta – pensei. Veio se esfregar em mim e agora tá desfazendo. Se fartou na minha jeba e agora renega o prazer. Vadia do cacete – reclamei em pensamento.

O ônibus parou e descemos. Nem olhei para trás, pois fiquei com medo de alguém vir tirar satisfação comigo. Meu outro ônibus já estava estacionado. - Graças a Deus – pensei. Entrei nele rapidamente e me sentei em qualquer banco. Mal entrei e o motorista já saiu. Ufa!

Caralho, que delícia de dia! Puta que pariu! Duas encoxadas gratuitas, deliciosas, fortes, com direito a gozada e espectadores. Maravilhoso! Inesquecível!

Foto 1 do Conto erotico: Encoxei duas no mesmo ônibus

Foto 2 do Conto erotico: Encoxei duas no mesmo ônibus

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Comentários


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sandrobirj Comentou em 26/08/2026

Adoro ser encoxada




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Encoxei duas no mesmo ônibus

Codigo do conto:
270783

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
26/08/2026

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