Corno submisso (Inicação)



Olá leitores, O conto ficou longo. Mas muito excitante.
Depois da aventura da minha esposa com o Rubão (O colega do Futebol comeu minha esposa, a oportunidade faz um corno), conto 265996, se alguém quiser ler para entender, nossa vida continuou normal, rotinas, trabalhos, futebol.
Rubão sempre muito discreto, jamais comentou nada e nem deixou ninguém perceber o que tinha acontecido.
Dia desses depois do “racha”. Sentados no quiosque, resenha de leve e tal, pessoal indo embora, e ficou eu o Rubão e mais dois, pouco mais distante. Rubão tira as chuteiras e sobe um cheiro “forte” (“chulé de macho mesmo”). Fiz ate um leve comentário, ... “ Nossa Rubão, ta doido, .... “ e ele, com aquela cara de safado dominador, só respondeu baixinho. Sua esposa gostou. Corno.
Fiquei meio sem jeito, mas ri da audácia e “autoridade” do comentário. Tirou as meias, e mais uma vez não tive como observar aqueles pés grandes, de alfa imponente. Ele viu que eu estava olhando e deu uma leve risadinha.
Dias depois, ele me ligou, dizendo que estava com muito tezão de lembrar da minha esposa, e se podíamos repetir. Eu disse que falaria com ela, mas como seria, onde. Pois não tínhamos como repetir, ele então disse que tem uma propriedade rural bem perto de nossa cidade, e que se ela topasse iriamos la, um sábado a tarde. Sem riscos, se oportunações.
Eis que ele fala. Mas tem uma condição. Você vai com aquela gaiolinha peniana que me mostrou aquele dia na sua casa. vai assitir, mas sem ficar de pau duro. Pau duro lá só o meu.
Eu quis repudiar, mas ele nem me deixou falar. Ou é assim ou arrumo outra puta pra me satisfazer.
Falei com minha linda esposa, que num primeiro momento ficou meio receosa, preocupada, ela tem medo desses encontros virarem “casos”. Bom expliquei oq ele disse e perguntei se ela tinha gostado “dele”. E Ela logo respondeu. Nossa, amor, gostei demais, ele acabou comigo aquele dia. Que corpo, que pau, que cheiro de macho. Mas ele impor essa condição, não sei oque vc acha?. Eu respondi, que, se for pra te satisfazer, não tem problema eu aceito. Foi então que ela disse, vamos vai, acho que vou curtir. Te amo
Retornei a ligação e disse pro Rubão, que sim, que iriamos. Ele então, respondeu, vamos sábado agora (isso era uma quinta feira). To com muita vontade de regaçar sua esposinha denovo.
Então, avisei ela, que na sexta mesmo, fez alguns preparativos. Depilação, unhas , cabelos e tal. E No sábado logo após o almoço, Rubão me ligou dizendo que já estava a caminho da “Chácara”, e me mandaria a localização assim que lá chegasse, e que poderíamos ir a qualquer momento, pois ele tinha uns afazeres lá e estaria nos aguardando.
Minha esposa se arrumou, aquela tanga, bem pequena, shortinho jeans que adoro, e blusinha sem sutiã. Bem safadinha
Então corri bater um punheta, Mas só cheirando os pezinhos dela, (Só lembrando que somos fetichistas por pés, amo lamber os pezinhos dela, e observar outros pés “por ai”.) pois ela queria estar inteira pra ele, pra aliviar e conseguir “vestir a gaiolinha” .
Próximo as 13:30, saímos em direção ao local. Minha esposa ansiosa, mas doidinha de vontade, (conheço bem ela). E fomos conversando. E ela falando e se excitando, lembrando de como ele usou ela feito puta e do corpo dele, mão, pés, peitoral, enfim. Tudo.
Quando chegamos, Rubão veio nos receber. Ele estava meio sujo, de calças jeans, camisa aberta até próximo da barriga peluda, chapéu surrado e uma botina velha. Enxada nas mãos, estava tirando os matos do quintal.
Quando viu minha esposa, já lhe deu um beijo de canto de boca, deu aquela olhada pra ela e passou a mão no pau, já duro, por cima da calça. Fomos em direção a casa, muito bem cuidada, mas bem rustica.
Minha esposa pediu água, e ele então nos guiou ate a cozinha, mas nessa hora, já a abraçou e me deixou para trás, como se eu não estivesse ali.
Na cozinha, logo que ela tomou a água, Rubão já tirou a camisa dele e sem imaginar, já puxou a blusa da minha esposa pra cima, tirando – a e apalpando e beijando seus lindos seios. Ela se deixando levar, pela dominância dele.
Sugou os seios dela, mordiscando os bicos, ela olhando pra mim, já com aquela carinha de safada, de vontade. Se beijaram , aquele beijo faminto. Ele comandando já, foi segurando a cabeça dela que já estava no peitoral dele e baixando para o pau. Foi então que ele disse. Isso putinha, bem obediente, vai, tira meu pau pra fora e mama gostoso, sei que você quer. Ela não se fez de rogada, abriu as calças dele, se ajoelhou, tirou o pauzão pra fora, deu uma leve cheiradinha, e lambeu a cabeça, já com pré gozo.
Imaginem, quase !4:00 horas, aquele macho alfa trabalhando ali, o cheiro forte do pau dele e ela abocanhando, como senão houvesse amanha. Eu já doido, mas trancado na gaiola, não tinha muito oque fazer.
Ele a conduziu para um sofá velho, no canto da sala, colocou-a sentada, tirou o shortinho dela, a rasteirinha, beijou e lambeu os pezinhos lindos dela, subiu ate a buceta e começou chupa-la, passando a língua ate no cuzinho, recém depilados para ele.
Ela peladinha gemendo e ele ali, como um faminto, chupando e mordiscando o grelo da minha linda esposa, e já socando um dedo grosso no cuzinho dela.
Sentou no sofá, colocou peladinha do lado dele, que estava ainda com as calças abertas, pau duro , e botinas. Mais uma vez baixou a cabeça dela, e deu a ordem.
Mama mais um pouco seu macho, mama, enquanto o corno ve tirar minhas botinas.
Assustei, olhando para eles, fiz sinal de não com a cabeça. Mas ele logo disse. Vem logo, corno. Não vou deixar de aproveitar essa boca. Novamente fiz sinal de não. E ele então falou. Vem corno, ou paramos tudo aqui. Eis que ela então, já doidinha pra ser puta dele tira a boca e fala, vem amor, vem logo, tira as botinas dele, seu corno.
Bom como não tinha jeito, fui, bem mansinho, peguei uma perna, puxei a botina que saiu levantando aquele “chulé” de alfa, peguei a outra e fiz a mesma coisa, e nessa hora acabei encostando o rosto na sola dele. Me deu ate um certo nojo. Pelo cheiro. Forte. Mas eles não pararam. Puxei as calças dele, e ela já sentou a buceta encharcada no pauzão dele. Os dois pelados, se beijando e eu olhando.
Ela estava tão tarada, que logo pegou no pau dele por trás e guiou no cuzinho e começou a cavalgar. E ele só dizendo. Isso minha puta, gosta desse pauzão no cu né. E ela gemendo respondeu. Adoro.
Nossa. Aquela cena tava maravilhosa e eu ali, trancado na gaiolinha, sem poder nem punhetar.
Ele colocou ela de ladinho e voltou a surrar o cuzinho dela. Eu, como bom corno submisso, nessa hora, a fim de tirar uma casquinha em aproximei, peguei os pezinhos dela e comecei a cheira-los e lambe-los, adoro fazer isso. E ela então falou, hummmmm. Que delicia meu corninho. Cheira meus pezinhos enquanto tomo esse cassetão no cuzinho.
O Rubão, sem parar de meter, falou, Nossa. Essa é nova pra mim, è corno e submisso de mulher, que safadinho. E deram risada. Até que ele sentou no sofá mandou ela sentar com cuzinho no pau dele de costas pra ele, e me falou. Olha corno, olha de pertinho essa puta que você chama de esposa, sentando o cuzinho no pau de um macho de verdade, vem bem pertinho sente o cheiro.
Me ajoelhei no meio das pernas dele e fui bem perto, ela segurou minha cabeça e falou, chupa minha buceta vai, chupa, corno. Ele só continuou, isso mesmo, chupa corno, que é a única coisa que vc vai fazer hoje.
Não me aguentei, comecei lamber a buceta dela, aquele cheiro forte de pau e cuzinho no meu nariz, as vezes ele fazia movimentos e minha língua acabava passando nas bolas dele (e que bolas). De repente ela falou . Corninho, lambe os pés de Rubão, quero ver isso, to tarada. Ele levantou os pés perto da minha cara, ali ajoelhado bem submisso, eu não quis, senti um certo nojo. Mas ela insistiu, vai logo seu bosta, sei que ta doido pra lamber esses pézões, e não pensa em recuar nem dar ancia, senão vou bater na sua cara.
Sem alternativa fui de uma vez, perdendo a respiração e chupei os dedos dos pés do rubão e lambi as solas, nossa, meu tezão estava a mil. Lambi e chupei os dedos dele ate ficarem bem babados. Nossa. E eles metendo. Ela já tinha gozado umas três vezes. Ela adora gozar pelo cuzinho.
Até que o Rubão colocou ela de 4, deu mais umas estocadas na buceta dela, voltou o pauzão pro cuzinho e falou que ia gozar. Levantou, mirou o pau duro pra baixo, e gozou nos próprios pés e no chão. Já com o pau meia bomba, então, deu mais uma ordem. Os dois, vão, quero os dois de joelhos lambendo meus pés e o chão.
Ela nem pensou já baixou puxou minha cabeça pra baixo, e então limpamos todo o pézao azedo dele e o chão. Nos beijamos e dividimos aquela gala deliciosa.
Pronto. Ele disse, agora vocês podem ir, vou receber visitas e não quero vocês aqui. Ahhh e Você corno, nem pensa em comer ela nesse fim de semana. Quando chegar em casa, tira a gaiolinha, bate uma punheta cheirando ela com o cheiro do macho no corpo. E recoloca a gaiola. Segunda no “racha”. Chega mais cedo que vou ver e permito você tirar.
E foi isso que aconteceu. Só me punhetei no sábado. Cheirando ela, no domingo e segunda fiquei trancado o dia todo, ela ardida, assada e satisfeita. E Na segunda anoite, quando chegamos no racha, O Rubão entrou comigo no vestiário, me permitiu tirar a gaiola e me mandou bater uma punheta lambendo e cheirando os pés fedidos dele.
E ainda disse. Pronto. a partir de hoje sempre que eu quiser, você lamberá meus pés, e eu comerei aquela puta. vadia.
Foto 1 - Pézão fedido do Rubão
Foto 2 - Solinhas dela
Foto 3 - Eu na gaiolinha
Foto 1 do Conto erotico: Corno submisso (Inicação)

Foto 2 do Conto erotico: Corno submisso (Inicação)

Foto 3 do Conto erotico: Corno submisso (Inicação)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Corno submisso (Inicação)

Codigo do conto:
270802

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
26/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
3