Meu paizão sacudo

Eu e meu pai moramos juntos, só nos dois, há um bom tempo e temos uma relação muito boa. Falamos de tudo, somos muito carinhosos um com o outro e ele nunca teve problema com o fato de eu ser gay, contei pra ele bem novo e ele sempre me apoiou, sempre quis saber e conhecer caras com quem tive relações mais duradouras e sempre falamos de sexo sem tabu e sem vergonha. Somos, os dois, bem safados, meu pai sempre me contou dos diversos casos com mulheres que já teve e eu sempre conto pra ele quando tenho algum encontro interessante com um cara. E entendo ele ser safado desse jeito, apesar da nossa relação muito próxima, uma coisa que nunca contei e nunca nem pensei em contar é o tesão que sinto por ele. Temos um corpo bem parecido, os dois parrudinhos, bem peludos, não muito altos (eu 1,76 e ele 1,80) e barbudos. Mas meu pai é mais forte, os braços grossos e pouco torneados, cobertos por um pelo escuro que parece ser tão macio, as coxas e a panturrilha grossas, também cobertas de pelo. Toda vez que vejo ele sem camisa, com aquele peito farto, peludo, a barriga, não muito grande, mas coberta de pelos e redondinha, o suvaco dele com os pelos explodindo pra fora toda vez que ele se espreguiça, aquele volume marcando o tempo todo, seja de calça, de shorts, de cueca, meu pai sempre tá com a rola e o sacão marcando, e dava pra ver que era um puta de um sacão de macho que ele guardava ali dentro, cheio de leite, sempre fez salivar de tesão imaginando ver, sentir o cheiro e gosto da pica e do saco do meu pai, mas nunca tentei nada, sabia que ele era hétero e muito puto, toda semana com alguma pessoa diferente, então deixei o tesão do meu pai morar na imaginação.

Em uma sexta-feira qualquer, como já era um ritual nosso, estávamos na frente de casa tomando uma cerveja, jogando conversa fora e contando um pro outro da nossa semana e das nossas últimas transas. Era uma noite quente, com pouco vento, então meu pai estava sem camisa, com um shorts taquetel, todo relaxado com as pernas bem abertas na cadeira. O peito peludo dele, o volume farto no meio das pernas dele e ele lá, todo largadão, um tesão de macho, pra eu não ficar duro foquei na nossa conversa. Já haviámos tomado uma boa quantidade de latinhas, tanto eu quanto ele estávamos bem altos já quando comecei a contar do último cara que fiquei. Eu sempre poupei meu pai de muitos detalhes, contava como o cara é fisicamente e sei foi legal ou não, só, por um pouco de vergonha e respeito também. Empolgado e com os efeitos da cerveja no corpo, acabei contando pra ele que esse último cara que fiquei tinha combinado de me encontrar logo depois do trabalho e falei o quanto me deu tesão sentir o cheiro dos pentelhos e do sacão suado dele, que ficou guardado o dia todo. Logo depois de falar pro meu pai, me dei conta que tinha exagerado nos detalhes e fiquei sem graça. Meu pai, sempre muito brincalhão, quebrou o gelo na hora:

- Hahahaha não precisa ficar com vergonha não, filhote! Todo mundo tem seus gostos e se isso te dá tesão e pro outro também, não tem frescura! Ele falou com a maior naturalidade, a vergonha passou e fiquei mais tranquilo.

- A gente gosta do que a gente gosta, né? tem que aproveitar quando pode hahahah. Eu respondi.

Então ele com tom de brincadeira, me fala:

- Você é um viado safado mesmo, né? Gosta de sentir um cheirão de macho né? hahahahah.

O tesão bateu quase que imediatamente quando ele falou isso, meu pau começou a endurecer na cueca e eu, pra disfarçar o tesão e a vergonha, cai na gargalhada junto com ele. Mas tudo que passava na minha cabeça era imaginar ele falando isso pra mim enquanto eu enfiava a cara no meio das pernas daquele macho peludo, sentindo o cheiro da pentelhada e do sacão quente e pesado do meu pai.

A conversa durou mais um pouco, até que entramos de volta pra casa. Eu ainda não conseguia parar de pensar no que ele tinha me falado, quanto mais eu lembrava, mais tesão eu ficava. Meu pai tinha ido pro quarto, fechou a porta mas dava pra ver que a luz estava acesa, ele ainda estava acordado. Eu, de pau duro, louco pra bater uma punheta, fui até o banheiro pra tentar encontrar no cesto de roupa suja uma cueca dele, precisava sentir o cheiro da pica daquele macho, precisava do cheirão do meu pai na minha cara aquela noite. Revirando um pouco as roupas, encontrei uma cueca boxer dele, azul escura, que na parte onde o pau fica guardado dava pra ver que tinha umas manchas de baba de pica. O tesão triplicou imaginando a pica do meu pai durona babando de tesão. Nunca vi o pau dele, mas imaginava uma pica grossona, mas não muito grande, uns 16cm (meu tipo favorito de pau hehehe), com a cabeça coberta pelo prepúcio deslizando com a baba, a pentelhada natural, sem aparar e um sacão pesado, peludão e quente.

Peguei a cueca dele e fui pro quarto, tirei toda a minha roupa, meu pau já tava todo melado de tesão, tinha escorrido baba até nos meus pentelhos e eu nem tinha sentido o cheiro da cueca do meu pai ainda. Deitei na cama, comecei a apertar de leve minha pica durona e latejando, coloquei a cueca dele na cara e respirei fundo, o cheiro forte de pau suado que subiu, misturado com um cheiro mais leve de porra que o pré-gozo tem me deixou completamente maluco. Ali eu tava sentindo o cheirão da pica do meu pai, o macho que mais tenho tesão, e eu só conseguia imaginar ele segurando minha cara no meio das pernas dele pra eu idolatrar o cassete e o sacão peludo dele. Revirando o olho de tesão e batendo uma punheta sem parar, eu fiquei tão empolgado que não conseguia conter os gemidos e falar enquanto imaginava o sacão do meu pai na minha cara e na minha boca. "Porra papai, que cheiro delicioso no seu sacão, puta que pariu, deixa eu encher minha boca com esse saco cheio de leite? Depois você mete a pica na minha boca até fazer eu beber toda sua porra" Eu falava enquanto gemia, imaginando eu dando um trato com a boca no caralhão peludo do meu pai do jeito que ele merecia, meu pau não parava de babar, a minha pica pulsava e meu saco balançava com as socadas fortes que dava no meu cassete peludo enquanto sentia o cheiro de macho do meu pai.

O tesão era tanto que não tomei cuidado se estava gemendo ou falando alto demais. Continuei socando a pica até gozar com a cueca do meu pai na minha cara, esporrei tanto que os pelos do meu peito, minha barriga ficaram melados de porra, até na minha barba tinha leite. Depois de uma gozada intensa, achei estranho ter ouvido um barulho de porta abrindo ou fechando e fiquei preocupado se meu pai tinha ouvido. Sai devagar em direção ao banheiro pra me limpar e vi que a porta do quarto do meu pai estava fechada mas a luz ainda estava acesa, ele estava acordado e pode ser que tenha ouvido. Me bateu um misto de preocupação com um leve tesão de imaginar que meu pai possa ter me ouvido socando um punhetão pro cheiro da pica dele.

Acordei umas 10h da manhã, no outro dia, mesmo de manhã já estava um calor intenso e percebi que meu pai não estava em casa, ele é mecânico e dono da oficina, e vez ou outra ele passa lá de sábado pra adiantar o trabalho da semana. No começo da tarde meu paizão chegou em casa, com a roupa um pouco suja de graxa e manchas de suor, a testa dele brilhava um pouco ainda, ele devia ter suado bastante enquanto trabalhava, o calor não estava perdoando. Ele chegou claramente um pouco cansado e com muito calor. Na sala ainda ele já começou a tirar a roupa, arrancou a camisa, o sapato, as meias e calça com uma vontade de quem precisava se aliviar do calor intenso, ofegante e grunindo querendo ficar sem roupa o mais rápido possível. Era impossível não ficar com tesão vendo o corpão de macho peludo dele se revelar cada vez mais, morrendo de vontade de eu ir arrancar a roupa dele pra ele ficar largadão e eu poder sentir o cheiro do corpo todo suado dele. Ele ficou só de cueca, se jogou pra sentar no sofá com as pernas bem abertas, aquele macho parrudo todo largado e derramado no sofá, meio suado e um pouco ofegante ainda ele me pediu pra pegar um copo d'água pra ele. Eu estava só de cueca também, lutando contra todos os pensamentose o tesão que eu tava no meu pai pra não ficar com o pau duro perto dele, seria impossível ele não perceber. Enchi um copo de água gelada e levei pra ele, entreguei e sentei na poltrona que ficava do lado pro sofá, dali eu conseguia admirar em silêncio cada parte do corpo do meu paizão tesudo. Ele bebeu aquele copo d'água como se estivesse com sede há dias, virou o copo e tomou tudo, um pouco da água até caiu na barba e no peito peludo dele, o que não me ajudava a diminuir o tesão.

- Porra, filho, tá um calor do caralho, puta que pariu hahahah hoje fiquei um tempão mexendo no carro, não aguentava mais suar, não via a hora de chegar em casa e poder ficar relaxadão assim. Ele falou enquanto deu uma apalpada e uma coçada de mão cheia no saco por cima da cueca, imediatamente eu pensei no cheirão gostoso que devia estar no meio das pernas daquele macho.

- O bom é que agora você pode ficar de boa o fim de semana todo, pai! Aproveita pra relaxar e descansar, toma um banho pra aliviar o calor.

- Banho só mais tarde, filhote, tá gostoso demais ficar aqui relaxado no sofá. A não ser que meu cheiro esteja te incomodando hahaha.

Eu não conseguia tirar os olhos do meu pai daquele jeito, não conseguia parar de pensar na pica peluda e babona, no sacão quente e pesado guardados na cueca, então, não resisti em falar:

- Olha, pai, eu sou suspeito pra falar hahahah agora que você sabe que eu gosto de cheiro de macho, de jeito nenhum que isso ia me incomodar.

- Safado hehehe. Ele falou e começou a alisar o saco por cima da cueca, passando a mão pra cima e pra baixo. Aposto que você ia adorar o cheirão do saco do pai, to sentindo ele suadão e quente dentro da cueca.

Antes que eu pudesse responder, com o tesão se alastrando em mim, ele fez uma coisa que eu nunca imaginaria. Ele enfiou a mão dentro da cueca, dava pra ver a pentelhada querendo sair pra fora, os pelos densos, escuros e enormes que deviam cobrir aquela pica, agarrou o saco com vontade, encheu a mão e esfregou ali, depois ele estendeu a mão pra mim e falou:

- Dá um cheiro aqui, filhão, me fala como que tá o saco do papai.

Eu estava incrédulo, meu pau já tava melando na cueca e minha boca salivava só com a mão estendida do meu pai na minha frente, olhei pro volume dele e já dava pra ver que a pica dele tava meia bomba lá dentro, o putão do meu pai querendo me dar o cheiro do saco dele, não acreditava que aquilo estava acontecendo. O choque foi tanto que eu fui devagar me aproximando da mão dele, quando cheguei perto meu pai cobriu meu nariz e minha boca com a mão, como se estivesse me fazendo ficar quieto.

- Respira fundo, filhão, sente o cheirão de pica suada do pai.

Quando funguei eu gemi instantaneamente, o cheiro forte de saco suado, um cheiro meio salgado e almiscarado que só macho tem. Gemia e revirava o olho de tão gostoso, finalmente eu estava sentindo o cheirão forte do saco do meu papai.

- Você acha que eu não ouvi o punhetão frenético que você socou ontem cheirando minha cueca, seu puto? Tava só esperando o momento certo pra agradar meu filhão safado, se eu soubesse que você tinha tanto tesão no pai assim já tinha de te dado pica a muito tempo. Agora, você vai ser obediente, filhão? Vai tratar o papai do jeito que ele mandar?

Eu não queria responder, eu não queria tirar a mão dele do meu rosto, queria ficar sentindo aquele cheiro de pica pra sempre. Mas, ele queria que eu fosse obediente, então, tirei a mão e respondi gemendo um pouco na fala:

- Sim, papai, eu faço tudo que você mandar.

- Bom garoto hehehe então vem cá sentir o cheirão do pai direto da fonte. Ajoelha, filho.

Eu ajoelhei entre as pernas daquele macho sem pensar duas vezes. As coxas grossas dele do meu lado e o pau latejando tanto que a cueca já tava toda transparente na frente. Meu pai abriu mais as pernas, puxou a cueca boxer pra baixo de uma vez, pra fazer aquela pica pular na hora de tirar e o que saiu dali me fez gemer alto.

A pica dele era exatamente como eu imaginava: grossa, não enorme, uns dezesseis centímetros bem cheios, a cabeça ainda meio coberta pelo prepúcio inchado e molhado de baba. O saco era pesado pra caralho, baixo, peludo pra porra, os pentelhos pretos e densos subindo até o umbigo e descendo pelas coxas. Tava quente. Tava suado. Tava com aquele cheiro de macho que trabalhou o dia inteiro e não tomou banho de propósito.

- Cheira direito, filhão. Enfia a cara.

Eu enfiei. Respirei fundo no meio daquela pentelhada quente e o cheiro me deixou manhoso de tesão. Salgado, almiscarado, forte. Meu pai segurou minha nuca e esfregou o saco inteiro na minha cara, de um lado pro outro, deixando os pelos grudarem na minha barba e no meu nariz.

- Isso… cheira o sacão do papai. Tá sentindo? Tá quente porque eu fiquei o dia todo pensando no meu filho safado gemendo meu nome ontem. A pica não baixou mais e o sacão ta cheio de porra quente pra você, meu puto. Quero essa boca no saco do pai.

Ele segurou o saco com uma mão, levantou um pouco e me puxou pela nuca. A outra mão segurou a pica pela base e começou a bater a cabeça molhada na minha cara: na bochecha, no nariz, na boca, na barba. Cada tapinha deixava um fio de baba grudado na minha pele.

- Abre a boca, filhote. Enche ela com esse saco, eu sei que você tá louco pra sentir o gosto do papai.

Eu abri. Ele encostou o saco inteiro nos meus lábios e empurrou. Enfiei a língua no meio, senti o calor, o peso, o gosto salgado da pele suada. Os pelos entraram junto, grossos, úmidos, roçando no céu da boca. Ele foi empurrando até eu ter a boca cheia daquele sacão, as bolas pesadas ocupando tudo, o queixo molhado de suor.

- Isso. Chupa com vontade. Suga. Dá um trato no sacão do pai, meu puto safado.

Eu chupava, lambia, puxava com os lábios. O cheiro subia forte, almiscarado, de macho que passou o dia inteiro suando. Enquanto eu mamava o saco, ele não parava de bater a pica na minha cara. A cabeça inchada e escorregadia batia na minha testa, no meu olho, no meu nariz, escorrendo baba quente pela barba.

- Olha só como o pau do pai tá te lambuzando. Tá sentindo o gosto do saco, filhote? Tá gostoso?

Eu gemia com a boca cheia, o som abafado, revirava os olhos de tesão, a saliva escorrendo pelos cantos. Eu empurrei minha cara pra me afunda mais ainda naquele saco e meu pai passou a pica de um lado pro outro da minha cara, sujando tudo.

- Chupa mais fundo. Enfia essa cara. Quero seus pentelhos da barba grudados no saco do papai.

Fiquei assim um tempo, ajoelhado, boca estufada, o sacão quente e peludo ocupando minha boca enquanto a pica dele batia molhada na minha cara. Meu pau já tava latejando sozinho, pingando no tapete. Eu passaria um dia inteiro só chupando as bolas do meu paizão.

Só então ele puxou o saco pra fora da minha boca. Segurou meu cabelo, abri a boca, ele bateu com aquela pica grossa e melada na minha língua e me olhou com uma cara de tesão tão forte, de macho que sabe que pode fazer o que quiser com o filhão safado que tava ali caindo de boca nele. Então ele puxa meu cabelo levemente pra trás, pra eu ficar inclinado como se tivesse olhando pra cima e meu deu um beijo demorado, bem melado na boca, com muito tesão e ao mesmo tempo muito carinho, eu sentia a barba dele roçando na minha, os dois ofegando e gemendo de tesão na boca um do outro. Quando o beijo acabou ele deu dois tapinhas leves na minha bochecha, minha cara estava toda melada de saliva de tanto chupar o sacão dele, eu olhava pra ele em transe de tanto tesão. Então ele fala:

- Te amo, filhão. Você é o orgulho do papai e agora vai ter esse sacão pra você sempre que quiser. Mas agora mama a pica do pai, vai.

Ele puxou o prepúcio pra trás e a cabeça inchada bateu na minha boca. Eu abri na hora. Lambi o freio, chupei a baba que já tava escorrendo e enfiei a língua por baixo da pele. Meu pai gemeu baixo, meio surpreso com o tesão que tava sentindo.

- Porra, filhote… sua boca é quente pra caralho. Chupa com vontade. Engole essa pica do pai.

Eu desci até o meio, sentindo a grossura abrir minha garganta. Os pentelhos roçavam no meu nariz a cada descida. Ele começou a rebolar a cintura, curto e fundo, me usando sem pressa.

- Isso, filhão. Dá um trato o papai. Você passou um tempão escondendo esse tesão, agora aproveita. Vai tomar leite do pai hoje.

Eu chupava com vontade, baba escorrendo pelo queixo, gemendo com a boca cheia. Meu pau já tinha saído sozinho da cueca e tava pingando no tapete. Meu pai percebeu e riu.

- Tá se molhando só de chupar o pai, hein? Safado do caralho. Tira essa cueca e soca essa pica. Quero ver meu filho punhetando enquanto mama.

Tirei a cueca de uma vez. Ajoelhado, pernas abertas, uma mão no meu pau e a outra segurando a base da pica dele pra não sair da boca. Socava devagar, exatamente no ritmo que ele metia na minha garganta, gemendo abafado com o pau dele deslizando na minha boca.

Depois de uns minutos ele puxou meu cabelo pra trás, tirou a pica da minha boca com um estalo molhado e passou a cabeça inchada na minha língua, no meu nariz, na minha barba.

- Agora abre a boca, puto. Abre bem e aguenta essa pica. Engole até o fundo o pauzão do papai.

Eu abri. Ele enfiou de uma vez, até o saco peludo bater no meu queixo. Começou a usar minha boca com estocadas curtas e fundo, sem tirar quase nada. Cada vez que afundava eu gemia com a garganta cheia. Meu paizão tava fudendo a minha boca com vontade.

- Porra, filhão… sua boca foi feita pra isso. Chupa a pica até levar leite do pai. Não tira.

Eu punhetava meu pau com força, ajoelhado entre as pernas abertas dele. A pica já tava toda escorrendo. Meu pai apertou mais a nuca.

- Tá gozando só de mamar o pai, né? Safado do caralho. Goza agora. Quero ver meu filho esporrando enquanto bebe leite.

Ele meteu até o fundo e segurou. A pica latejou forte na minha garganta, o saco contraiu contra o meu queixo e o leite dele jorrou direto. Quente, grosso, muito. Eu tentei engolir tudo, mas escorreu pelos cantos da boca, desceu pela barba. No mesmo instante meu pau explodiu. Gozei sem tirar a mão, jatos fortes caindo no tapete, na perna dele, nos meus pentelhos, gemendo com a boca atolada na pica do pai. Ele não soltou. Segurou minha cabeça firme, a pica ainda latejando e escorrendo leite no fundo da minha garganta enquanto eu gozava inteiro.
Só quando os dois pararam de tremer ele puxou um pouco, deixou a cabeça ainda dentro da minha boca e passou o polegar no canto dos meus lábios, limpando o leite que tinha vazado.

- Engole o resto, filhão. Tudo.

Eu engoli o que ainda tinha na boca, lambi a cabeça vermelha e inchada da pica, chupei até a última gota. Ele soltou um riso baixo, ofegante, e passou a mão na minha cara suja de baba, leite e suor.

Ele ainda estava com a mão na minha cara quando falou baixo, ofegante, o polegar passando devagar na minha barba suja de leite:

- Sempre que você quiser, filhão. Sempre. O pai vai te dar leite. E vou deixar essa pica com cheirão sempre que puder, suada, quente, do jeito que você gosta. Pra você aproveitar.

Eu encostei a testa na coxa peluda dele e só consegui responder um “sim, pai”, ainda com o gosto dele na boca.

Ele me puxou pra cima, me deitou no sofá junto com ele. Ficamos deitados um colado no outro, o peito peludo dele contra o meu, o braço grosso em volta da minha cabeça. Os dedos dele começaram a fazer cafuné no meu cabelo, lento, pesado, do jeito que só ele sabia. Eu fechei os olhos. O corpo ainda tremia um pouco da gozada, mas a mão dele ia acalmando tudo. Ficamos assim um tempo, sem falar nada. Só o som da respiração, o calor dos dois corpos, o cheiro de sexo e suor ainda no sofá. Depois ele beijou minha testa e murmurou:

- Vamos tomar banho, filhote. Juntos.

Levantamos devagar. No caminho até o banheiro ele não soltou minha mão. Debaixo da água quente, o cansaço bom foi tomando conta. Uma sensação quieta de realização, de que aquilo que eu escondi por tanto tempo se tornou realidade e poderíamos ter ainda mais uma forma de amar um ao outro.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil picameladona
picameladona

Nome do conto:
Meu paizão sacudo

Codigo do conto:
270898

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/08/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0