Juliana, uma mulher madura de 38 anos, branquela, magra, porém com uma raba de dar inveja à outras mulheres e todos os homens ficavam comendo ela com os olhos, imaginando estarem enrabando e penetrando o cuzinho dela (nas fotos abaixo a raba dela com o cuzinho ainda virgem de tora).
Não tinha um hoeme q não ficasse taradão ao ver aquela raba desfilando na frente deles e ela sabia q estava sendo desejada e sempre puchava suas calças sempre bem justas, para provocar o instinto faminto dos taradões.
Juliana era casada à duas décadas, mas já havia mais de 4 anos que não metia com o marido (por problemas do diabete dele), e nunca tinha levado pica de outro homem; estava fazendo o possível para resistir as tentações de ser penetrada por outros machos. mas ela estava adorando ser desejada por vários machos e ela sabia q um dia iria acabar cedendo e sendo enrabada por alguns deles.
Juliana com seus 38 anos e uma baita de uma raba chamativa, era virgem de cuzinho, algo q só ela e o marido sabiam e ele nunca teve interesse em arrombar e estourar as preguinhas dela. Ela tinha muita curiosidade em sentir uma tora no cú, mas por desinteresse do marido, continuou virgem de cuzinho até aqueles dias.
Ela já tinha se acostumado à todos os dias muitos machos irem na loja onde ela trabalhava e comerem ela com os olhos e ela se excitava muito e à noite se masturbava no banheiro da sua casa, imaginando ser comida por alguns deles um dia.
Os dias se passaram e uma dia, o tal João papacú entrou na loja que ela trabalhava e quando viu a raba da Juliana na sua frente, as coisas mudaram e iriam ficar muito quentes.
João papacú, como o apelido já diz, era uma tremendo de uma safadão, (48 anos, moreno escuro, dono de uma tora muito grossa e 22 cm de comprimento) que adorava arrombar o cuzinho das mulheres, principalmente as casadinhas carentes e se ele soubesse que seria o primeiro a arrombar, aí ele fazia de tudo pra estourar as preguinhas.
Naquele dia, o papacú sentiu sua tora sair do controle e pulsar dentro da sua bermuda de moleton, ficando uma estaca e a juliana viu aquela cena de pertinho da sua frente, mas ela porém até tentou disfarçar e sem tirar os olhos daquela imensa tora, que quase saiu para fora da bermuda do papacú; ele tentava arrumar a tora, meio envergonhado, mas aí aproveitou e vendo que ela estava muito impressionada com a cena e sozinho com ela na sala, acabou mostrando parte da tora pra ela, como que se fosse sem querer e ela viu a tora dele; nisso ela pois uma mão na boca, ficou sem saber se virava de costas ou ficava de frente olhando aquela madeira dura (com a cabeçona pra fora da bermuda, de propósito); após aguns minutos de silencio, ela se virou de costas para o papacú e foi em direção à sua cadeira no escritório e ele pra não esfriar o clima, falou:
_Moça, qual seu nome? me perdoe pelo que aconteceu?
Ela muito trêmula e nervosa, rapidamente respondeu:
_ Juliana meu nome, mas não se preocupe, não vi nada não senhor.
Ele notando que ela estava muito excitada, mas ao mesmo tempo com medo doque poderia acontecer, ele continuou sobre o assunto pois sabia que derrepente poderia render muito aquela rabuda gostosa, e foi direto nas palavras:
_ Não resisti ao ver você Juliana, muito linda mesmo e uma bunda maravilhosa e meu pau saiu do controle, me perdoe, mas fiquei lokinho por você e sua bunda.
Ela ao ouvir aquilo, ficou sem palavras por uns segundos, (buceta melou) na sua mente ela estava lokinha pra deixar aquela tora penetra-la, mas ao mesmo tempo ficou aflita com aquilo tudo acontecendo rápido demais e vontade meter com outros que só existia na mente dela até aquele momento, mas acabou respondendo por impulso:
_ Sou casada à muito tempo, tenho uma filha grande com meu marido e jamais iria fazer alguma coisa com outro homem.
Mas ele vendo que ela tava agitada devido ao tesão também, respodeu mentido que também era casado, mas que ela era demais de gostosa e se acaso acontecesse algumas coisas entre eles, ele guardaria segredo absoluto.
Ela deu uma olhada novamente na grossa tora dele que continuava uma estaca (agora todo dentro da bermuda) e se virou de costas disfarçando e ele prontamente foi ao encontro dela e com muito tesão agarrou ela por traz, encochando seu pau na raba dela (e ele nem sabia ainda que o cuzinho dela era cabaço) e ela aflita disse pra ele soltar ela, parar com aquilo, pedindo or favor não e não, mas ele foi beijando o pescoço dela, abrindo o ziper da calça e tocando a bucetinha pequena, que não sentia aquilo á muito anos, tirando gemidos e muitos não da boca dela; e com ela cheia de tesão, mas aflita com a situação, ele disse:
_Sei que aqui não é o lugar, vamos pra um local mais tranquilo, um motel ou um sitio meu aqui pertinho, to loko demais pra foder você juliana, principalmente esse seu cuzinho que deve ser muito gostoso...
Se estiverem gostando, continuarei ainda hoje com o final desse conto, obrigado e me desculpem alguns erros de escrita.