Pelo segundo ano consecutivo, meu amigo fez a comemoração de seu aniversário em um bar cruising aqui na minha cidade, no interior de MG. Esse meu amigo chamou um monte de gente, todos amigos de putaria dele e do namorado (são casal há alguns anos que gostam de marmitas). No total, acho que era uns 18/20 amigos, na maioria casais.
Esse bar sempre tem festas temáticas e, nesse dia, ia rolar a festa de urso. Esse meu amigo aniversariante tem muito fetiche em urso (o namorado dele é urso), ele é baixinho, aproximadamente 1,67 m, branquinho, peludo, usa óculos, cabelos castanhos claro (estilo nerd... e ele é nerd), uma rola de 19 cm e uma bunda maravilhosa (que já comi algumas vezes).
Não vou conseguir descrever todo mundo aqui, mas tinha pessoas de todo porte físico, baixinhos, altos, gordos, magros, brancos, negros, etc.... de todo o tipo. Esse bar não é novidade pra gente, porque já fomos lá algumas vezes (inclusive no aniversário do ano passado), mas em festa de urso é diferente, as pessoas vão vestidas de roupas de couro, jockstrap, harness, coleiras, máscara de cachorro etc.
Nós todos chegamos mais ou menos no mesmo horário e já ficamos de cueca, pegamos nossas bebidas, pegamos uma mesa e ficamos lá curtindo. Ora ou outra tinha uns amigos se pegando, se beijando, se mamando, ali na frente do pessoal mesmo, a galera é bem liberal quanto a isso. A gente nunca ficou todos juntos ao mesmo tempo por lá, porque a gente tava no aniversário, mas era pra curtir tbm, ir no dark room, nas cabines, no quarto com meia-luz, então sempre encontrávamos algum dos nossos amigos transando em algum lugar.
Já era por volta das 3h da manhã, e eu tava um pouco entediado, então fui no armário pegar um beck pra fumar, pra ver se dava uma animada pra aguentar o rolê. Quando voltei, tinha chegado um outro casal amigo dele, o Carlos, um cara parrudo, careca, aparenta ser bem machão mesmo, na casa dos 40 anos, e tem uma das rolas mais grossas que já vi na vida (não é grande, mas é grossa pra caralho), e o Rodrigo, um cara normal, com estatura mediana, branquinho também, pouco pelo e um pau normal. Já os conhecia de outros rolês, mas a gente nunca tinha parado pra conversar, era só papo fútil. Como já estávamos meio bêbados, a galera bem soltinha, o Carlos me disse que sempre me achou gatinho e que tinha vontade de me pegar, ali mesmo na mesa começamos a nos beijar e rolar mão boba. Carlos perguntou se eu não queria ir para uma das cabines com ele e eu fui.
Lá dentro da cabine, o clima esquentou, beijava ele com vontade, bem babão mesmo, ele me apertava, me amassava contra a parede, apertava minha bunda, segurava no meu pescoço, e eu punhetando aquela rola da grossura de uma lata de coca cola. Chupei seu pescoço, seus peitos, o suvaco, tudo... dei um banho de língua naquele ursão gostoso. Aí ele segurou minha cabeça e me mandou mamar. Ajoelhei e, sem cerimônia nenhuma, abocanhei aquela rola gostosa que logo logo ia arregaçar todas as minhas pregas.
Como já estávamos bêbados, nem perdemos tempo, mamava com gosto aquele pauzão, ia da base até a cabeça, apertava de leve suas bolas, colocava ele todo na boca e me fazia engasgar, babar na rola e pingava no chão. Nas vezes que ele segurava minha cabeça e me fazia ficar com aquela rola toda atolada na garganta, ele começou a perguntar se eu estava gostando daquela rola grossa na boca, se eu gostava do ursão, que ele ia me fazer de putinha e me tratar melhor do que o meu namorado me tratava.
Confesso que, nessa altura do campeonato, eu já estava entregue àquele macho do caralho, da pica super grossa. Carlos segurou no meu cabelo e me fez levantar, meu pau já estava durão e pingando baba de pré-gozo, me deu um beijo bem molhado e cuspiu na minha boca. Suas mãos passavam pelo meu rabo e eu ficava pensando que aquele macho iria me arregaçar inteiro. Começou enfiando um dedo, enquanto isso sussurava putaria no meu ouvido. Ele dizia que ia arrombar meu rabo, que ele sempre quis me comer e que hoje ele iria descontar toda a vontade que ele estava me fuder.
Eu estava em transe, só concordava com aquele puto safado e chamando ele de gostoso, de urso, que eu ia ser a putinha obediente dele e que iria servi-lo. Me fez cuspir na sua mão e dessa vez socou 2 dedos enquanto voltava a me beijar e babar em mim. Eu aproveitava pra lamber aquele puto, cada cm do seu corpo, e chupei seus peitos, às vezes mordia e ele gemia, chupei sua barriga, seu suvaco peludo, passei a língua na sua rola, o punhetava e voltava para os peitos. Nesse tesão que estava, nem percebi que ele tinha colocado mais um dedo, e agora, com 3 dedos, ele alargava aquele cuzinho que estava prestes a ser arregaçado.
Me virou costas para a divisória da cabine e encaixou aquela barriga saliente e peluda nas minhas costas e deu mais uma cuspida na rola e começou a brincar na portinha, se esfregava e ia socando a cabecinha devagar, pra eu me acostumar com a grossura daquele pau. Ele soube meter viu, meu deixou num tesão desgraçado, depois alargou com os dedos, e por fim, começou a socar aquela vara devagar. Isso fez com que eu aguentasse, até que numa boa, aquele cacete grossão.
Enquanto metia em mim, ele falava que eu tava sedo arrombada pelo ursão, que ele ia ter que fazer manutenção no meu rabo, que queria me comer toda semana, tendo um cuzão daquele fixo só pra ele. Eu falava pra ele que só iria me comer de novo se ele metesse direitinho naquela putinha. Então ele começou a meter, aumentou o ritmo das estocadas, o que me fez sentir uma dor do caralho, empurrei ele pra sair de dentro de mim, mas o puto segurou minha cintura, prendeu minhas mãos no alto, e foi metendo de verdade. O barulho das estocadas e dos meus gemidos sussurrados estavam ecoando no corredor, então, vez ou outra, alguém abria a portinha para ver o que tava rolando.
Alguns caras entraram e ficaram olhando a gente transar, não queríamos mais ngm com a gente, mas deixamos eles serem vouyer, então nós nos insinuávamos para os caras enquanto ele metia em mim. Nisso entra um próximo cara e era o marido dele. Não me assustei porque era um bar de putaria, então ele falou pro marido dele que não aguentou e teve que vir me comer, que eu era uma putinha gostosa, obediente e safada.
Olhei nos olhos do Rodrigo e segurei sua rola por cima da cueca, depois botei ela pra fora e chupei com vontade. Era uma rola média também, só que mais fina que a do meu ursão. Enquanto estava sendo socado pelo Carlos, eu estava mamando o marido dele e, quando eu menos espero, escuto o Carlos sussurrando pro marido dele:
- Tá gostando de ver teu macho comendo outro, seu corno?
Puta que pariu mano, eu sabia que eles eram da putaria, mas não sabia que eles curtiam o fetiche de cuckhold, de chamar um ao outro de corno etc. Eu já estava pingando de tesão, mas nesse momento eu me transformei, comecei a me insinuar para o meu urso e falar para o Rodrigo que aquela rola agora era minha, que eu ia na casa deles para ser fodido pelo Carlos e que ele só iria ficar olhando, que ele era um frouxo e corno, essas coisas. O marido ficou louco, ficou com tanto tesão que ele gozou rapidinho na minha boca, foi tanta porra que eu cheguei a engasgar e até caiu um pouco sobre meus tênis.
O maridão corno saiu da cabine e o Carlos ainda me fodia. Já fazia quase 1 hora que a gente estava lá, meu beck estava passando, eu estava com sede e com dor no meu cu que, naquela hora, já estava estufado de tanto receber aquela pica grossa do caralho. Saímos da cabine sem gozar mesmo e fomos para o bar. Lá peguei minha bebida, fui encontrar meu namorado e ele foi falar com o marido dele.
Depois disso, já fui encontrar o meu ursão e o marido dele algumas vezes, já realizamos muitos fetiches juntos, não me esqueço do dia que o meu ursão amarrou o marido dele no quarto pra ele ficar assistindo ele me foder enquanto era xingado..... mas isso é história para outro conto. Muito obrigo ao meu amigo Marcos, que sempre proporciona aniversários inesquecíveis.
obs: a foto não é do meu ursão, mas a rola dele é grossa igual.