Desde o começo, nos demos muito bem no sexo. Após algum tempo de namoro , já havíamos perdido totalmente a timidez na cama, e ela até se masturbava para eu ver. Mais adiante, já havíamos transado de todas as formas e em todos os lugares possíveis. Até sexo anal ela já gostava de fazer, embora reclamasse no início.
Para evitar de cair na rotina, eu buscava algumas alternativas para manter o tesão de sempre. Às vezes, quando a gente transava, quando ela estava por cima, eu alisava com o dedo o cuzinho dela e até enfiava o dedo um pouco, ela sempre gemia forte e gozava mais rápido quando isso acontecia. óbvio, pensei depois, afinal o tesão para ela de certa forma é duplo.
Então, tive a ideia de comprar um “consolo”, um desses pênis de silicone que são vendidos em sex-shop. Alguns vinham com vibrador embutido. Fiquei com essa ideia algum tempo, e um dia enquanto estávamos no clima, falei sobre a idéia do consolo. Ela ficou alguns segundos pensando na ideia, e falou, com um sorriso malicioso:
– É, pode ser interessante né?
Respondi que sim, dizendo:
- Olha só, querida, dá para você me chupar e ir se masturbando com o “brinquedinho”, entre outras coisas. Ela fez uma cara de safada e riu.
Fomos juntos a um sex-shop que ficava em uma rua do centro da cidade, e ela, muito envergonhada, escolheu um, era um pênis de silicone com vibrador.
Passamos a usar o vibrador regularmente. Ela adorou a idéia de me chupar e ao mesmo tempo ser penetrada pelo vibrador, ela sempre gozava forte.
Uma noite, estávamos em um motel, ela fez um “strip-tease” que quase me matou de tesão, depois beijei seu corpo inteiro e chupei sua bucetinha. Enquanto a beijava, sussurrei em seu ouvido que queria comer o cuzinho dela bem devagar e que enquanto isso ela iria se masturbar e enfiar o vibrador na bucetinha.
Vani fez uma cara de surpresa, porém não contestou, só disse que eu era muito safado. Peguei então na estante ao lado da cama um lubrificante que passei no cuzinho dela de forma lenta, ela começou a gemer de leve e buscou com a mão na cama o vibrador, pegou, lambeu e levou em direção à bucetinha onde ficou pincelando. Lubrifiquei o anelzinho dela mais um pouco, também meu membro, e lentamente fui enfiando no cuzinho. Ela se contorcia de tesão e gemia baixinho, suspirando. Comecei as estocadas de leve e a aos poucos ela foi enfiando o vibrador na bucetinha, parei um pouco então para ela enfiar tudo e ir acostumando com os dois, ela para minha surpresa se empolgou com o brinquedo e começou com movimentos rápidos e disse para eu continuar que estava muito bom, eu continuei a penetrar o cuzinho dela, mas dessa vez mais rápido, a cada estocada que eu dava ela gemia mais alto, aquele movimento foi ficando cada vez melhor, ela gemia, suspirava e movimentava o vibrador com um tesão enorme, eu enfiava mais fundo . Segurei o cabelo dela com força, e naquele momento de tesão louco disse:
- Está gostando, minha putinha ? Com dois paus dentro de você?
Ela, gemendo e gritando de tesão, respondeu:
- Estou sim! Estou! Aiii que delícia , que gostoso que é com dois assim!!
Eu estocava cada vez mais forte e rápido, Vani disse que ia gozar, ela endureceu o corpo, tremeu inteira e senti ela gozando como nunca! As contrações pareciam que não ia acabar, ela gozou de uma maneira muito diferente e bem mais intensa, e ficou praticamente desfalecida... continuei estocando, e gozei em seguida, bem forte.
Após esse dia , a dupla penetração se tornou parte das nossas sessões de sexo. E ela quis variar os tipos de vibradores, o que mantinha o tesão em alta.
Algum tempo depois, numa noite em que tivemos uma transa fantástica em um hotel, durante uma viagem, o assunto foi para o lado de fantasias sexuais.
Perguntei se ela tinha alguma, e qual seria. Vani enrolou, ficou envergonhada, e pediu para eu dizer as minhas primeiro. Eu disse que seria transar com duas mulheres, e ver elas se beijando, pegando, chupando e tudo mais.
Ela não ficou surpresa, acho que toda mulher acha que temos essa fantasia. Então, insisti com ele:
Conta as suas , do jeito que você me olhou, tem alguma bem safadinha.
Ela então demorou um pouco, pensou e respondeu:
- Ahn... sabe, assim como você tem fantasia com duas mulheres, eu acho que seria interessante com dois homens, para fazer igual quando a gente faz com o vibrador, só que com dois pintos de verdade.
Eu ri, e disse que já desconfiava que essa seria a fantasia dele. Depois, conversamos mais um pouco sobre isso e fomos dormir.
Duas semanas depois desse papo, em um fim de semana, estávamos transando e eu lembrei da conversa, e no momento que estava havendo a dupla penetração, eu falei baixinho no ouvido dela, só para apimentar:
- Imagina, querida, ao invés do vibrador, um cara comendo o seu cuzinho bem gostoso. Ela gemeu e gozou na hora, um orgasmo muito intenso, ficando praticamente desmaiada em cima de mim. E depois disso, quando transávamos, eu falava isso e ela gozava demais.
Comecei a pensar em realizar essa fantasia dela, eu mesmo me excitava bastante com a ideia. Mas o problema era: Com quem seria? Um garoto de programa estava fora de cogitação, poderia ter alguma doença, e mesmo perigoso. Algum amigo? Difícil. E se o cara não mantivesse segredo, e nós ficássemos mal falados na cidade. Acabou ficando só na fantasia. Até que, um dia, aconteceu.
Há cerca de um ano, Vani começou a trabalhar em uma empresa multinacional. Salário muito bom, empresa conceituada, mas como havia vários funcionários trabalhando em “home office”, não havia um contato direto entre eles, o que comprometia o espírito de equipe. Isso, e mais o fato de ser uma empresa com sede no exterior, dava um aspecto meio frio, sem “happy-hour”, churrascos de fim de semana ou reuniões informais, como as empresas nacionais. Após um tempo trabalhando lá, Vani me contou que a gerente resolveu tentar melhorar a situação de alguma forma, mas que não conhecia direito nossa cidade, e perguntou a ela se ela sugeriria algo. Minha esposa veio conversar comigo, e me perguntou se eu achava que seria bom ela chamar o pessoal da empresa para um churrasco ou algo do tipo. Achei a ideia ótima, e sugeri a chácara do meu tio para o evento. A chácara era bem grande, com uma ótima estrutura, piscina, churrasqueira, uma ampla casa com 4 quartos, sendo 2 suites . Ficava a apenas 20 km. da cidade, e meus tios só iam para lá de vez em quando. Tudo combinado, ela chamou o pessoal da empresa, e ficou marcado para um sábado no mês seguinte. Como a casa tinha tudo, ela até sugeriu que quem quisesse poderia ir na sexta feira, passar a noite lá e ficar sábado o dia inteiro. Alguns curtiram a ideia e ficaram de conversar com as esposas/maridos.
Chegou o dia. Na sexta-feira, Vani chegou mais cedo em casa , e fomos até a chácara para limpar e arrumar tudo. Chegamos lá, tiramos as coisas do carro, e, infelizmente, a casa estava bem mais suja do que imaginávamos, havia umas 3 semanas que ninguém ia lá.
Foi uma tarefa árdua. Enquanto ela limpava os quartos e tudo lá dentro, eu fui limpando a piscina, lavando as calçadas, churrasqueira, grelha, e tudo mais. Demoramos umas três horas para limpar tudo, quando terminamos já era quase oito da noite. Minha esposa levou um susto quando viu o horário, e disse que precisávamos tomar banho e acender a churrasqueira, pois logo o pessoal ia chegar. Perguntei a ela quem viria para dormir ali, e ela respondeu que no dia seguinte viria praticamente todo mundo, mas dois casais e dois rapazes viriam naquela noite, mais algumas meninas, e trariam baralho para a gente jogar. Tomamos banho rapidamente, e fui acender a churrasqueira. Vani saiu do banho e foi preparar umas caipirinhas e pegar outras bebidas. Sentamos na varanda, liguei o som do carro em um volume baixo, e ficamos na rede, conversando. Estava um vento gostoso, fazia calor , uma noite legal. O tempo foi passando e vi que ela começou a ficar inquieta, olhando o relógio, e deu nove, nove e meia da noite, e ninguém aparecia. Ela ficou desanimada e eu também, afinal havia sido uma correria danada para limpar tudo aquilo!
Às dez e meia ouvimos o som de um carro, o ânimo dela voltou, e ela disse, aliviada:
- Até que enfim!
Fomos ver quem era, e vimos que era um Honda City branco, e desceu um rapaz sozinho.
- É o Beto – disse ela.
Cumprimentamos o rapaz, e ela perguntou a ela se ele sabia das meninas que haviam dito que viriam. Ele respondeu que não , mas que havia falado com uma, a Juliana, e ela havia dito que o marido preferia vir apenas no sábado na hora do almoço, pois tinha compromisso de manhã cedo. Foi evidente a decepção da Vani, e eu , para tentar consolá-la, disse que talvez elas ainda viessem, e que se não viesse, a cerveja e a carne nós tínhamos ali e estaria bom do mesmo jeito!! Beto concordou e fomos em direção à churrasqueira. Beto era um cara bem apessoado, simpático. No entanto, segundo minha esposa, depois que a namorada dele terminou um namoro de três anos, Beto ficou desanimado e depressivo, sem interesse em conversar com os colegas da empresa. Mas Vani conseguiu convencê-lo a vir ao churrasco, para sair da mesmice.
Sabendo disso, fui conversando com o cara, e entre uma cerveja e outra, mais a carne, ele foi se soltando e ficando mais alegre. Comemos, bebemos, e deu meia-noite e ninguém mais apareceu. Vani ficou nitidamente decepcionada, mas eu , querendo animá-la (e ao Beto também), então sugeri que fôssemos para a piscina, para brincar um pouco e curar a ressaca da cerveja e da caipirinha. O Beto demorou um pouco para responder , mas disse:
- Beleza.
Vani não se animou, disse que a água estaria fria. Eu retruquei:
- Que frio que nada, querida! A noite está quente, a água deve estar morna!
- Saí correndo, tirei a camisa e pulei. Nisso, ela gritou:
- E aí, como está?
Eu disse:
- Está ótima, vem amor! Vem Beto!
Ele disse que ia pegar um calção de banho no carro e já viria, eu insisti mais algumas vezes e minha esposa resolveu ir pegar o biquíni.
Beto voltou, já com uma sunga, e pulou na água.
Ficamos conversando um pouco e tomando cerveja, até que a Vani apareceu com um biquíni tipo fio dental, minúsculo, eu levei um susto, não imaginei que ela ia colocar justo esse, que deixava à mostra quase toda sua bunda, mas mesmo assim não disse nada, para ela não desistir de entrar na água. Ela estava uma verdadeira delicía! Parecia que desfilava, e não andava. Ela estava com um copo de caipirinha na mão.
Vi que o Beto deu uma “comida com os olhos” em minha esposa, ainda mais quando ela se curvou de costas para nós para colocar a toalha na cadeira e o copo de caipirinha na beira da piscina. Aquelas nádegas totalmente expostas, apenas o fiozinho no meio. Naquele momento, me bateu um ciúme imenso, mas meu cacete ficou duro como pedra, ao ver que ela estava sendo admirada por outro homem.
Vani veio em minha direção e pediu para eu segurá-la, para descer na água. Colocou a mão nos seios para o biquíni não descer na água, e entrou na piscina, bem tímida no início. Ficamos alguns minutos nadando, conversando e bebendo, eu e o Beto estávamos na cerveja, e ela com a caipirinha.
Dava para notar que os bicos dos seios dela estavam completamente duros. Certamente ela estava gostando de ficar sozinha na piscina com dois homens, sendo admirada.
Havia uma bola pequena na piscina, pouco maior que a minha mão. Já meio alegres, resolvemos, após algumas idéias, fazer um jogo onde eu jogava a bola para o Beto, ele para mim, e Vani teria que tomar a bola de quem ela pudesse pegar. E começamos a brincadeira, que foi ficando bem animada. Toda vez que ela vinha para cima da bola, soltava uns gritinhos. Eu claro, me aproveitava da situação, quando ela vinha para cima de mim para tentar tomar a bola, eu passava a mão na bunda e na bucetinha dela, por cima do biquíni, e nos seios, a Vani dizia baixinho:
- Safado! Para com isso!
Com isso, meu pau estava cada vez mais duro. A brincadeira foi ficando cada vez mais quente, porque reparei que o Beto também parecia estar tirando uma casquinha de minha esposa. Ele se roçava demais, e segurava ela forte também quando ela tentava tomar a bola dele, e ela ria o tempo todo. Cada vez mais, ele ia perdendo a timidez na brincadeira, ela também.
Aquilo cena me deixou mais enciumado ainda, porém me passou pela cabeça a ideia da fantasia a três, e que provavelmente minha esposa já estava pensando a mesma coisa. O fato de estamos sozinhos ali, e que ele iria dormir na casa, era um sinal de que poderia rolar um ménage. Meu ciúme se misturou com tesão, meu pau parecia que ia estourar no calção. Comecei a ser mais ousado nas encoxadas e passadas de mão nos seios e na bunda da Vani, ele claro que via aquilo e procurava fazer o mesmo, sem resistência por parte dela. Ficamos ali quase uma hora, então minha esposa sugeriu que saíssemos da piscina, e já que a bebida havia acabado, poderíamos continuar dentro da casa. Eu concordei, Beto não se opôs, embora também estivesse com uma ereção considerável, visível em sua sunga. Ela sugeriu que tomássemos um banho e depois assistir a algum filme ou série na tevê. Beto concordou, e saímos da piscina. A Vani estava na frente e, sinceramente, quase nos matou! Ela foi andando devagar, rebolando suavemente com aquele biquíni molhado, todo enfiado! Eu nitidamente fiquei desconcertado . Beto, que estava um pouco atrás de mim, deve quase ter infartado. Ela se enrolou na toalha e foi em direção ao banheiro do nosso quarto, eu fui logo atrás e mostrei o quarto e banheiro que o Beto poderia usar, ao lado da nossa suíte.
Cheguei ao quarto e minha esposa já estava no banheiro, eu a ajudei a desamarrar o biquíni. Os seios estavam com o bicos super duros, certamente de tesão. Eu estava bem excitado, entramos embaixo do chuveiro, e com o sabonete na mão ensaboei e passei a mão em seu corpo inteiro, parando na bucetinha onde fiquei masturbando levemente, enquanto massageava um seio com a outra. Ela gemeu bem baixinho. Parei um pouco, e em tom de brincadeira, falei:
- Você é muito safada, querida, quase fez o Beto infartar com esse fio dental.
Ela riu, e disse que não, que não era tão gostosa assim. Eu retruquei, e disse:
- Meu pau estava quase estourando o calção, com certeza o Beto ficou igual. Quando estávamos brincando você não sentiu nenhum volume dele?
Ela riu mais ainda, e de forma um pouco acanhada, respondeu que sentiu sim. Eu ri, e disse:
- Viu só, eu estava certo! Safadinha...
Já emendei, e falei:
- Sabe, quando estávamos lá brincando lembrei daquela fantasia nossa de sexo a três, se não fosse tanta loucura, hoje seria o dia perfeito né? Estamos só nós três aqui...
Ela ficou muda alguns instantes, pensativa, e disse um “É” demorado,como que confirmando a ideia. Segui adiante e passei a chupar os seios dela, fui descendo pela barriguinha até a bucetinha, que chupei com vontade, enquanto com a mão direita fui massageando o cuzinho dela, que começou a gemer mais forte.
Parei um pouco e disse:
- Imagina só você levando nos dois “buraquinhos” hein?
Ela só disse: - Aii que delícia.
E eu completei:
- O que você acha, querida, da gente realizar essa fantasia hoje? O Beto é confiável?
Ela ficou em silêncio algum tempo, pensativa, e disse que o complicado era que ele era da mesma empresa, poderia falar para alguém, e de repente isso poderia acabar com seu emprego.
Perguntei então se ele era do tipo que fica falando bastante, contando vantagem para todo mundo, ou se era quieto e ficava na dele, ela respondeu:
- Ele é bem quieto, quase não conversa com ninguém lá.
Eu, tentando definir a situação, disse que poderia conversar bem sério com ele, e exigir sigilo. Acho que o tesão era tanto, que a Vani logo concordou. Chupei a bucetinha dela , lambendo seu clitóris até ela gozar, segurando minha cabeça com as mãos.
- AAAhn.....Ahh...estou gozando...
Se ele ouviu os gemidos dela, não sei. Ela se enxugou e eu disse para ela vestir algo bem sugestivo, mas não ousado demais, e ir para sala, enquanto eu terminava meu banho e me enxugava.
A sala era bem ampla, com um sofá grande, em “L” , era ligada diretamente com a cozinha, sendo dividida somente por um balcão , como é comum em casa de praia. Cheguei na sala e o Beto já estava lá, sentado tranquilamente no sofá, e uma série, justamente “Largados e Pelados”, um reality show onde os participantes ficam nus o tempo todo, em florestas, desertos e lugares inóspitos. Fui na cozinha, peguei uma cerveja, e sentei do outro lado do sofá, deixando o meio livre, propositadamente. Ficamos ali vendo o programa, comentando a coragem das mulheres em ficar nuas com outros homens. Após uns vinte minutos, eu já estava pensando que a Vani tinha desistido da idéia, quando ela surgiu do corredor, parou alguns segundos na porta da sala para ver a TV, e foi em direção à geladeira. Meu pau ficou duro na hora! Eu sabia que ela viria com uma roupa sensual, mas não tanto assim! Ela estava com um baby-doll em tule e renda transparente, que a deixava praticamente pelada. Minha esposa colocou uma calcinha fio dental preta por baixo, com lacinhos dos lados. Os seios ficavam completamente aparentes por baixo do tule, e dava para ver nitidamente os biquinhos. O Beto olhou de relance e travou o olhar nela! Ficou completamente desconcertado, e voltou rapidamente a olhar a tela da TV. Vani ficou enrolando na cozinha, preparando uma caipirinha para ela, e beliscando alguma coisa; nós dois disfarçadamente ficávamos olhando.
Meu pau pulsava no calção. Então, chamei -a para sentar conosco e assistir o programa. Ela veio de frente para nós, e só para provocar ainda mais parou e ficou olhando para a TV com cara de desinteressada. O Beto olhava para ela hipnotizado, acho que deveria não acreditar na situação. Chamei ela mais uma vez para se sentar, e ela se sentou de lado, recostando a cabeça no meu ombro, e com as pernas e bunda virada para o Beto.
Eu , discretamente, com o canto do olho, ficava vendo a reação dele. O cara estava completamente perdido. Não sabia se olhava para a bunda dela, ou para a TV. Se disfarçava ou olhava de vez. Ele foi ficando de pau duro, claro, e tentava esconder, sem jeito, com a latinha de cerveja. Ela, aproveitando, se ajeitou no sofá, para ficar mais confortável, e foi um pouco mais para o lado , quase encostando a bunda e os pezinhos perfeitos nele. O cara ficou sem ação, travado.
Eu resolvi provocar um pouco mais, e comecei a acariciar a bunda dela, e ele só olhando atento. Passei a beijar minha esposa, ela retribuía com vontade, chupando minha língua, fui passando a mão nos seios dela, desci as alças do baby-doll mostrando seus seios empinados e duros de excitação, e caí de boa neles, chupando e lambendo.
Olhei sério para ele, o cara estava sem cor, e falei:
- Beto, eu e a Vani temos a fantasia de fazer um ménage masculino, e você pode participar hoje. Só que tem o seguinte, cara, se você falar para alguém, comentar algo com alguém, as coisas podem complicar no seu trabalho. Estamos convidando você porque parece ser um cara legal... e falei mais algumas coisas. Ele demorou alguns segundos sem saber o que falar, e, meio gaguejando, disse que tudo bem, que concordava e que jurava que não contaria nada para ninguém, de jeito algum e que poderíamos ficar tranquilos.
Vani, então, tomou a iniciativa e foi passando a mão nas coxas dele, próximo a virilha. Ele foi abaixando a sunga e direcionando a mão da Vani de encontro com seu pau, que estava totalmente duro. Ela, timidamente, foi punhetando de leve o membro do Beto.
Eu parei de chupar os seios dela e lentamente fui terminando de tirar o baby-doll , deixando-a só de calcinha, e em seguida soltei os lacinhos. A calcinha caiu no sofá. Minha esposa estava completamente nua. Enquanto ela ainda segurava o cacete do Beto, caí de boca naquela bucetinha deliciosa. Vi que o Beto já pegava nos seios dela, e começou a acariciar os mamilos durinhos. Chupei e lambi a bucetinha mais um pouco, então pedi para ela ficar de quatro para eu chupar também o cuzinho, aquela posição acabou deixando ela com a boca ao lado do pau do Beto, ela punhetou ele mais uns segundos não resistiu e começou a chupá-lo. Aquela situação era muito excitante e maluca ao mesmo tempo, parecia que eu estava em um filme erótico, só que eu podia participar!
Voltei a chupar a bucetinha dela e também a lamber o cuzinho, ela chupava o Beto cada vez mais rápido. O Beto olhava para cima, olhava para ela, fechava o olho novamente, deveria estar se segurando já, não estava acreditando naquilo tudo.
A Vani parou de chupar, e pediu para ele deitar de barriga para cima, segurou no pau dele, se posicionou em cima e foi colocando lentamente o pau dentro dela. Ela gemeu baixinho quando entrou tudo, e começou a cavalgar lentamente. O Beto segurava os seios dela, e tentava chupar, conseguindo por alguns segundos, interrompido pelo vai e vem. Eu, já louco para comer o cuzinho dela, comecei a acariciar com o dedo e perguntei se ela queria .Minha esposa, com uma voz entrecortada, entre gemidos e suspiros,respondeu:
- Ahnn... quero sim... põe...põe no meu cuzinho...
Eu já estava preparado, peguei o gel lubrificante que havia trazido. Fui lubrificando lentamente o cuzinho dela, bem como meu pau, ela pediu para eu colocar logo pois ela estava quase gozando. Em demora, me posicionei atrás dela, e, segurando em seu ombro comecei a penetrar lentamente seu ânus. Ela gemeu alto, e recomeçou os movimentos no pau do Beto, fui dando estocadas leves também, até pegar o ritmo!
Vani gemia alto, enquanto eu segurava seu cabelo para trás, e o Beto ia chupando seu seio, ela dizia gemendo:
- Aiii aiiii, isso... vai, vai...não para...não para...
Ela gozou forte, endurecendo o corpo, continuei puxando o cabelo dela, estocando e dando tapas nas nádegas dela.
- Ahhhh! Tô gozando!!! Que gostoooso!!! Ahhh!!!
O clima estava demais, eu me segurava para não gozar, já quase não aguentava mais, então ouvi o Beto falar meio gaguejando que ia gozar, e começou a urrar e gozar na bucetinha da Vani.
Quando ela sentiu ele gozando o tesão aumentou ainda mais, ela gozou de novo, um orgasmo bem intenso, e os movimentos ficaram ainda mais rápidos, eu que estava me segurando nela quase cai, mas continuei bombando forte no cuzinho dela, e senti que não dava mais eu tinha que gozar, e gritei alto:
- Ahh! vou gozar nesse cuzinho gostoso...
E gozei forte dentro do cuzinho dela, mas consegui continuar com as estocada por alguns segundos, que foi o tempo suficiente para a Vani gemer muito alto e ter mais um orgasmo fantástico! Eu sentia meu pau ser esmagado pelo cuzinho dela pulsando e piscando... Após gozar, meu membro foi amolecendo. Deitei para o lado, ela caiu em cima do Beto, ficando os dois ali, ofegando, por algum tempo, a porra dele escorrendo pelas pernas. Depois, ela caiu ao meu lado, quase desmaiada. Só se escutava respirações ofegantes.
Ficamos aproximadamente 15 minutos descansando, até que a minha esposa se levantou e nos convidou a tomarmos um banho na suíte. No banho, fui ensaboando o corpo dela, e acariciando a bucetinha, ela me interrompeu, agachou e começou a chupar meu pau que já dava sinal de vida novamente. Beto ficou de lado olhando, e seu pau ficou ereto novamente, Vani puxou ele para perto, e com um ao lado do outro ela começou a chupar os dois, revezando um pouco em cada. Não aguentando mais de tesão, puxei-a pelo braço e chamei para irmos para a cama, molhados mesmo.
Deitei, e a Vani, de quatro, começou a me chupar com vontade, o Beto já totalmente à vontade, se encaixou entre as pernas dela e passou a chupar sua bucetinha , fazendo-a gemer alto, ela me chupava e punhetava com vontade. O Beto se posicionou atrás dela, e voltou a penetrar a bucetinha de minha esposa com voracidade, ela gemia abafado com meu pau na boca, e chupava cada vez mais rápido e gostoso! Aumentava a pressão das punhetadas ao mesmo ritmo em que o Beto aumentava as bombadas na bucetinha dela! Aquela visão era realmente muito doida, minha esposa de quatro chupando meu pau, enquanto um cara que eu mal conhecia comia ela por trás com uma vontade louca! O cara delirava, segurava a Vani pela cintura e penetrava com vontade mesmo! Com tudo isso, não demorou muito para eu anunciar que ia gozar, a Vani não parou, e gozei na boquinha dela. Eu estava com o corpo mole, ela soltou meu pau, e agora sem nada na boca gemia alto e suspirava com as bombadas do Beto, e dizia :
- Isso, isso... ai, ai ...ai... AAhnnn... Ela estava quase gozando, e ele também parecia querer encher a bucetinha dela de porra, a Vani então pediu para ele bater na bunda e ele deu uns tapas que fizeram ela gemer mais alto e logo começar a gozar, enquanto ela gozava o Beto acelerou as estocadas e gozou dentro da Vani. Ficamos deitados, exaustos na cama, até que o Beto levantou e disse que ia para seu quarto . A Vani me chamou para mais um banho, e a acompanhei , porém dessa vez nem eu e nem ela tínhamos mais forças para qualquer coisa. Tomamos o banho e só acordamos no outro dia ás nove horas, assustados, pois o pessoal já deveria estar chegando. No entanto, deu tempo de nos arrumarmos e tomarmos café com calma. O dia correu normalmente, houve a confraternização dos colegas de trabalho, e nós três ficamos como se nada tivesse acontecido, inclusive o Beto fez questão de ficar um pouco mais afastado, conversando com os outros. Antes de ir embora, ao bos despedirmos, lembrei a ele do nosso acordo, pois se ele fosse realmente discreto, poderia acontecer mais alguma fez. Ele sorriu e disse que o que havia acontecido ali nunca iria ser contado a ninguém.
Já em casa, minha esposa disse que havia sido uma experiência inesquecível, e que gostaria de repetir em alguma outra ocasião.





Que tesão de mulher é que tesão de contos e Fotos Parabéns