Narrativa verdadeira. Aconteceu no ano de mil, novecentos e oitenta, em uma das cidades da baixada santista. Estava casado há dois anos, com uma japonesa, que trabalhava como advogada em uma multinacional e eu era delegado de polícia Federal há cinco anos. Nossos horários só batiam quanto eu não estava de plantão. Numa quinta- feira, minha esposa saira para o trabalho às oito horas e nesse dia a mãe dela, havia pedido que eu a levasse até Cananéia, para comprar peixes(aproveitando minha folga). Chegamos por volta das dez horas e como não tinha fila na balsa para Ilha Comprida, sugeri que fossemos tomar uma cerveja. Conversávamos sobre política, casamento e até sexo. Na praia, Boqueirão Sul, pouquíssimas pessoas, provavelmente aposentados. Pegamos umas cervejas e fomos caminhado mais para o Sul. Após certamente dois quilômetros paramos, pois minha sogra sentiu dor na lombar. Jogamos a esteira que levávamos, na areia e pedi que Aline deitasse de bruços para eu fazer uma massagem. Meus amigos, Aline tem um corpão bem torneado, um quadril largo, e acentuado. Seios médios e bem firmes, rosto lindo e com seus quarenta aninhos, muita saúde. Fiquei de joelhos ao lado e ela retirou a blusa e iniciei, respeitosamente, uma massagem. Descia e subia aquelas costas perfeita, sem qualquer mancha, branquinha. Logo Aline soltou o sutiã e fiquei mais a vontade. Desci mais abaixo e ela desabotou a saia, liberando para que eu descesse mais um pouco. Surgiu uma minúscula calcinha e por segundos parei extasiado. Aline virou-se e disse: pode seguir. Minha mão massageando aquela bunda maravilhosa e meu pinto crescendo e rapidamente encostou na perna dela, que estendeu o braço, com a mão pegando nele e massageando-o. Crescendo ainda mais, Aline disse: agora sim nos entendemos, pode avançar. Segui meu caminho e passava a mão por aquele cuzinho lindo, com sinais de que já havia sido possuído. Rodeava o dedo e dava pequenas penetrações e ela levantava a bendita. Mudei de lado e agora, com outra mão segui circulando aqueles belos lábios roseados, então Aline falou: gostei da higiene, continua. Meu pinto doía de tesão quando Aline sentou, tirou minha bermuda junto com a cueca e deitando, agora de lado, mamou meu pinto, então deitei e fui apreciar aquela buceta linda. Aline me deitou de costas na esteira e deixou aquela firme bunda na minha cara e meu pinto naquela deliciosa boca. Que prazer delicioso, passava a língua delicadamente, sem pressa, por toda aquela maravilha. Enquanto ela mamava passageava minha bunda, e alisava meu cu. Comecei a retribuir o carinho e enquanto sugava o clitóris meu polegar penetrava aquele cuzinho. Aline esfregava a boceta na minha cara e eu fudia aquela delícia de boquinha. Meu corpo começou a vibrar intensamente e ela gritou: pode gozar na minha boca que irei gozar na tua. Então agarravámos e explodidos em nosso primeiro gozo. Ficamos alguns momentos recuperando o fôlego e quando levantamos, percebemos um casal de adolescentes observando-nos extasiados. Vestimos nossas roupas e aquelas crianças perguntaram se podíamos trocar de casais, embaraçados com aquela pergunta, mos olhamos e Aline falou: claro que sim e nós os acompanhamos, até a casa onde eles estavam hospedados, há uns três quilômetros dali. Era uma linda casa de praia, perto da pousada Aquarius, acho que é assim o nome. Bem ... fica para a próxima.
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