Descobrindo ser uma Crossdresser




Lembro que, no começo, comecei a me interessar por revistas de fofocas, fotonovelas e dicas para diminuir a cintura e aumentar o bumbum. Essas revistas eram compradas semanalmente por uma das minhas irmãs. Lembro até hoje, uma era a sétimo céu .pQuando eu ficava sozinho em casa, fazia os exercícios para aumentar o bumbum. Não sei dizer por que, tão cedo, aquilo despertou meu interesse.
Na revista, na parte dos exercícios, mostravam algumas mulheres usando calcinha. Na época, eram grandinhas, algumas com rendas. Eu não tinha quarto nem roupeiro. Tinha apenas duas prateleiras no quarto das minhas irmãs. Eu dormia na sala, então: privacidade zero.
Para minha irmã não desconfiar, roubei uma calcinha dela e guardei nos fundos de casa, em um cantinho perto de um tanque. Então, quando estava sozinho, pegava a calcinha, vestia e ia fazer os exercícios para aumentar a bunda.
Depois, aquilo adormeceu. Comecei a ter namoradas e a transar com algumas delas. Eu me sentia um macho e era muito bem resolvido.
Até que, um dia, a mãe de um amigo meu foi hospitalizada, e meu amigo me convidou para dormir na casa dele durante uma semana. Lá, era liberdade total: cerveja, cigarros e, numa dessas, estávamos bêbados demais. Abri a gaveta do penteador para pegar uma escova e me deparei com um conjunto lindo de tigresa.
Eu estava completamente bêbado, tirei a roupa e vesti. Meu amigo Paulo disse:
— Cara, isso é da minha mãe! Tira isso! — e não parava de rir.
Eu não sei como, mas fomos parar os dois na cama, ele de cueca e eu com a calcinha e a blusinha de tigresa. Ele me propôs fazermos um 69. Topei na hora.
Ele também lambia meu pau. Eu percebia que ele não estava curtindo chupar. Então, ele tentou me comer, mas não entrou de jeito nenhum. Me machucou muito. Tentei comer ele, mas não consegui. Fomos dormir.
No outro dia, ele me fez jurar que nunca contaria aquilo para ninguém. Agora, imagina: como eu iria contar se eu também tinha participado de tudo aquilo? Kkkkk.
Tive uma experiência , que considero ser a chave para o ingresso no mundo crossdressing, que foi quando conheci o Miguel. Ele era cabeleireiro, haviam poucos na época e fiquei amigo dele, cortando meus cabelos. Eu tinha os cabelos compridos , até os ombros. Ele cortando as pontas, senti que ele estava encostando o pau dele no meu ombro. Ele começou a brincar e disse que eu seria uma mulher bonita. Eu perguntei porque. E ele disse que eu tinha o corpo e rosto muito feminino. Eu não tinha pelos , nem barba e bigode. Ele era bem afeminado e disse que usava roupas femininas em casa e só não usava trabalhando, por causa do preconceito e do machismo. Me convidou para ir no apt dele que era no mesmo edifício, na Av Assis brasil, perto do viaduto obirici. Eu aceitei e combinei voltar às 6:00. Cheguei no salão , ele estava terminando de atender uma mulher . Ficamos os dois e ele disse, vamos subir. Saímos do salão e subimos a escadaria . Chegamos no apt dele, me convidou para entrar , e foi na geladeira e pegou uma cerveja e me falou, quer ver as roupas? Respondi que sim. Entramos no quarto dele, e ele abriu o roupeiro. Gente , a quantidade de roupas, vestidos saias, blusas, mini saias, saltos, e muitas lingeries. Tirou a roupa , ele estava de calcinha, e vestiu uma mini saia linda jeans. E falou, quer experimentar uma mini saia , eu tentei me fazer de surpreso e ele disse: eu sei do que tu gostas, tu consegue fazer meu pau ficar duro, quando corto teu cabelo. Eu fiquei sem jeito , mas quis experimentar. Era a minha chance de colocar algumas roupas sem ser julgado. Peguei uma sainha de renda branca, e tirei a bermuda. Fiquei de cueca e ele falou, coloca uma calcinha. Nem respondi, peguei uma calcinha muito bonita, preta com dourado, tipo biquíni, vesti e coloquei a sainha. Ele pegou uma blusinha muito linda com bojo, rosinha ,e me deu para vestir. Ele continuou se montando, pegou uma sandália bem grande e colocou e me deu uns tamancos( bahhhh isso é antigo) kkkk. Coloquei e ele veio e me abraçou , tu estás linda, eu te falei. Eu agradeci e ele veio segurou minha cintura e me deu um beijo. Eu morri de tesao e ele foi me deitando na cama , e sentou no meu peito , encostando o pau dele que estava querendo sair da calcinha . Perguntou se eu queria chupar. Eu falei que sim, e puxei o pau dele para for a da calcinha. Era pequeno , mas bem grossinho. Fiquei chupando uns 15 minutos e ele gozou dentro da minha boca. Um gosto estranho, nunca tinha engolido. Ele deitou do meu lado, mandou eu ficar de 4, que ele iria fazer cunete. Eu não sabia o que era isso, mas deixei rolar. Ele começou a chupar e lamber meu cu, eu enlouqueci. Ele me deixou tão arretado que qua do menos esperava , senti ele colocando o pau na entrada. Eu me senti uma puta , estava adorando . Fiquei com ele ateas 8:00 e fui para casa. Nesse dia, eu me senti uma mulher completa.
Voltei a sentir tesão em usar calcinhas.
Casei, fui conquistando a confiança e a cumplicidade com minha esposa e contei das minhas fantasias e fetiches. Ela me apoiou, comprou calcinhas, corpetes e corseletes. Batia fotos e criava climas. Chegou a comprar alguns consolos com cintas e participava das minhas fantasias.
Um dia, falei para ela que sentia vontade de comprar uma sandália de salto alto e uma peruca. Ela prontamente me ajudou a escolher e comprar.
Mas eu era muito masculino no sentido de sentar e andar. Nisso, descobri uma mulher que fazia programa e trabalhava com inversão sexual. Foi muito importante para mim. Ela adorava feminizar, desde a postura para andar, sentar e falar, sempre no feminino. Como, por exemplo: “obrigada”, e não “obrigado”. A minha amiga Ana me apresentou um ficante dela que curtia crossdressers. Então, fechou tudo. Eu ia lá, ela me montava, e ele participava das nossas fantasias.
Acho que fiquei uns cinco anos assim. Chegou um determinado momento em que eu me montava todos os dias, depois das 18h.
Comecei a fazer mil vídeos e mostrava para minha mulher, além das fotos.
Até que, no Facebook, descobri uma comunidade de crossdressers de São Paulo. Comecei a postar fotos e fazer amizades. Comecei a conhecer crossdressers de Porto Alegre e tive experiências com algumas delas. Sendo que a mais especial para mim foi a Holly.
Depois, comecei a ir a São Paulo e sair com algumas amigas cross.Fui a uma festa da Lizz Camargo, a convite da minha amiga izabelly . Muito boa mesmo, levei roupas e me montei lá mesmo. Tenho fotos memoráveis . Conheci uma crossdresser fantástica , Mylla
Era uma Cross de Natal . Está gostava de ser bem puta . Fizemos algumas surubas.   
Certa vez, fui a uma sauna gay e conheci o José Carlos. Ele era médico, ativo e gostava de feminizar seus parceiros. Ficamos amigos e comecei a frequentar a casa dele.
A esposa dele adorava vê-lo com um homem vestido como mulher. Ela me elogiava, brincava, me chamava de putinha, e ele se exibia e participava das nossas fantasias.
Depois, me apresentaram um amigo para participar. Ele também era ativo. Chegou um dia em que estávamos em quatro. Todos tinham mais de 60 anos, mas eram muito ativos.
E o papel da mulher dele era filmar e, às vezes, participar das fantasias com um amigo dele, que também era colega médico.
Acho que fiquei uns quatro anos no total, me realizando.
Depois, comecei a envelhecer e passei a me relacionar com homens também vestido como homem. Foi ótimo, pois me identifiquei muito. Descobri que a maioria dos homens no mundo gay não curte crossdressers; gostam de homens vestidos como homens.
Fiz uma marquinha fio dental e estava na sauna quando um cara, olhando um filme pornô, viu um ator com uma marquinha e disse:
— Olha isso, nada a ver!
E eu, enrolado em uma toalha, com a bunda marcada, que até no escuro dava para enxergar.
Esse desejo me acompanha todos esses anos, desde quando coloquei a primeira calcinha.
Eu sempre senti tesão em ver paus. Quando vou a um banheiro público, mil fantasias vêm à minha cabeça. Na sauna gay, chego a ficar zonzo de tanto que aquilo mexe comigo: aqueles homens enrolados nas toalhas e, às vezes, abrindo-as para alguém ver.
Todas as vezes que me vesti como uma mulher, todas mesmo, foram muito especiais. E todas as vezes que me confidenciei com alguém, eu realmente me sentia com muito tesão.
Eu adorava postar no Facebook. Usava o codinome Vanessa Suellen. Mas, ultimamente, com a inteligência artificial, começaram a aparecer crossdressers criadas por IA. Então, achei que era a hora de sair e não voltar mais.
Tive diversas experiências montado, e foram muito boas. Saí com alguns casais e participei de encontros com quatro, cinco e seis homens.
Na de seis, éramos eu e outro passivo, cinco homens ativos e a esposa, Helena, filmando. Ela gravava para vender conteúdo e vendia para a Alemanha. A iluminação do quarto era de luz negra.
Guardei alguns vídeos.
Teve um amigo deles que tinha um pau gigante, assustador mesmo.quando me comeu,batia na minha bunda , dando ordens , me chamando de puta. Acho que o intuito , era desviar a dor e transformar em prazer. Dizem que o tamanho não importa, depende de quem está levando o pau, kkkkkk. Fiquei com o cu, inchado por quase uma semana   O do José Carlos não era gigante, mas era bem grosso e tinha um gozo muito farto. Eu gostava de receber dele. Foi sem dúvida, onde me joguei de cabeça nas relações sexuais. O José Carlos mexeu muito com meu lado feminino. As vezes, acho que me apaixonei realmente por ele.
Em São Paulo, quando estava fazendo um curso na Vila Mariana, fui a uma festa da Lizz. Foi a coisa mais legal que vivi como crossdresser. Eu tinha uma amiga, que me levou lá .
Fui a algumas festas com transexuais e me montei. Fiz alguns vídeos.
Meu homem preferido: acima dos 55 anos e que goste de fazer um homem ser sua puta.
Vou deixar algumas fotos destes prazerosos anos vividos.
Beijos e espero seu voto. E se alguma das partes, que atropelei contado a vocês, for do seu interesse, posso contar detalhadamente como foi. Basta comentar aqui.
Foto 1 do Conto erotico: Descobrindo ser uma Crossdresser

Foto 2 do Conto erotico: Descobrindo ser uma Crossdresser

Foto 3 do Conto erotico: Descobrindo ser uma Crossdresser

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Comentários


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engmen Comentou em 30/08/2026

Uma boa retrospectiva com belas fotos, show.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Descobrindo ser uma Crossdresser

Codigo do conto:
271060

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/08/2026

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