A festa da firma 2



Quando saí do banheiro já dou de cara com ela dançando de forma sensual com os dois, um na frente e outro atrás dela, ela já tinha se soltado e os meninos já tinha abaixado a blusinha dela deixando os peitos para fora, o motoboy beijava ela na boca deixando ela totalmente entregue a ele, o chefe dela já tinha tirado o pau pra fora e posto na mão dela que fazia um carinho no pau dele enquanto dançava, atiçando o pau para ficar pronto para o abate, o chefe dela apertava os peitos dela enquanto encoxava ela por trás, um verdadeiro sanduiche e o recheio era a minha esposinha que nessa hora, já estava abrindo o siper da bermuda do motoboy para tirar o pau dele para fora também.

Com aqueles dois paus a disposição não demorou para ela abaixar e começar a chupar os dois, ela revezava entre as picas, hora chupando um e trocava chupando o outro, batia com as rolas na cara, esfregava a rola nos peitos, chupava as bolas, a cabecinha; Eu fazia carinho no cabelo dela, em alguns momentos ela parava e pedia para eu beijar ela, aquele gosto de pau na boca dela estava me estourando de tanto tesão; Ficou um tempão namorando eles, tomando dedada na bucetinha e no cu para ir acostumando com o porvir;

Nisso ela levanta vem até mim, me dá um beijo, gostoso, molhado e com gostinho de pica e me fala, tá do jeitinho que você queria?

Então leva a sua esposinha até o quarto que eu já estou com muito tesão e louca para dar para os dois.

Peguei ela pelas mãos e fui conduzindo ela como um corninho todo orgulhoso da sua esposinha hotwife, entramos em um quartinho perto da churrasqueira e ela já foi deitando em um colchão que estava no chão (Que depois eu fui saber que o chefe dela já estava com intenção dar idéia e tentar comer ela no dia da festa, por isso já deixou o colchão neste quartinho) e eles vinham logo atrás, falei que iria até o quintal pegar uma cadeira para sentar e poder admirar aquele momento; Quando voltei o motoboy já estava com o pau todo enfiado na bucetinha dela (Nem sei se doeu para entrar a pica dele que era mais ou menos do tamanho da minha, mas bem mais grossa, com uma cabeça enorme), ele socava forte e fundo fazendo ela soltar alguns palavrões a cada estocada e o chefe dela com o pau na boquinha dela, ela soltava gemidos abafados e vez ou outra tirava o pau da boca e me humilhava, me xingando e me chamando de corninho, que ela ia ficar toda abertinha depois de tudo aquilo;

Ela se comportava como a puta que é, pedia para eles darem tapas na bunda e na cara dela, pedia para eu ir ver de perto e abrir a bunda dela para ajudar o pau a entrar, para pegar aquelas rolas e direcionar, hora até a bucetinha, hora até o cuzinho, para eu lamber o cuzinho e a bucetinha afim de lubrificar e facilitar a entrada (Como se precisasse, mas ela queria que eu sentisse o gosto deles, chupasse pau de tabela), ficamos ali por um tempo, bati umas 5 punhetas vendo ela ser possuída pelos machos; até a hora que eles gozaram, ela pediu para eles gozarem na cara e nos peitos dela, foi muita porra, ela ficou toda lambuzada, deitada no colchão;

Ela me chamou, beijou a minha boa e falou:

-Limpa a sua rainha.

Eu comecei a beijar a boquinha dela e limpar o cantinho da boca, aquele gostinho de porra misturado com a boquinha dela, estava uma delicia, tomei todinha a porra e fui descendo em direção aos seus peitos e comecei a limpar tudinho, tomar todo aquele leitinho de macho que tinha sido depositado nos peitos dela; quando achei que tinha acabado, ohei para ela e ela estava chupando os meninos de novo; um ritmo frenético e eles gozaram novamente mas dessa vez ela tomou todinho o leite, sem deixar sobrar uma gotinha sequer.

Nos arrumamos e voltamos para a churrasqueira, ela já nem ficou ao meu lado mais, ficou no meio dos dois, ela estava soltinha, bebemos mais enquanto eles falavam da minha putinha, metiam a mão na buceta dela que a essa altura já nem ligava e ainda dava uma risadinha maliciosa, beijava eles na boca, pegava o pau deles por cima da bermuda, tirava os peitos para fora para eles chuparem e falávamos do quanto ela era vadiazinha, que tinha dado conta dos dois machos e do quanto eu era corninho; Eles falavam que iam comer ela no trabalho qualquer dia, para chegar em casa com uma surpresinha no meio das pernas, que ela ia ser a putinha dos dois agora e eu ia ser o corninho de estimação deles; ficamos nessa brincadeira até tarde e fomos embora para casa.

Cheguei em casa, chupei ela novamente, o cheiro de pica e porra ainda estava bem forte e agora era a hora do corninho comer ela, meu pai dançava dentro dela, toda abertinha, a bucetinha e o cuzinho vermelhinho de tanto dar é muito gostoso comer a mulher depois de ela dar muito, fica bem laceadinha, eu adoro.

Espero que tenham gostado deste conto.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario jmgaucho

jmgaucho Comentou em 31/08/2026

Que belo relato e que delis ela assume. Vc bem corninho votado




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


271013 - A festa da firma 1 - Categoria: Cuckold - Votos: 4
270900 - O dia em que eu bati, mas fui castigado. 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 0
270851 - O dia em que eu bati, mas fui castigado 1. - Categoria: Cuckold - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil corninhost
corninhost

Nome do conto:
A festa da firma 2

Codigo do conto:
271130

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
31/08/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0