Bem, vou começar me descrevendo, sou loira, 1.65, seios médios, pernas grossas e um quadril e uma bunda grandes, mas isso sempre chamou a atenção dos homens, sempre me fazendo elogios, muitos maliciosos.
Meu nome é Natascha, sou casada, servidora pública, evangélica, e o que vou dizer aqui, realmente aconteceu. Tudo o que vou relatar foi algo fora da curva, para mim. Eu tive uma educação muito rígida, não podia sair com ninguém, e namorar só escondido e cheia de temores de ser descoberta. Sexualmente falando, tive poucas experiências antes de me casar. Eu basicamente perdi minha virgindade (de forma não consensual) e pronto.
Tudo começou quando nossa filha tinha 4 anos. Sou muito casada com um homem que me ama e faz tudo por mim. Nessa época tínhamos 6 anos de casados.
Estávamos passando por momentos dificeis, meu marido havia aberto um negócio que consumia muito tempo dele. Eu também estava no modo maternidade o tempo todo. E nosso casamento estava diferente, vivíamos para o trabalho e para nossa filha.
Num determinado momento, recebi a oportunidade de assumir um cargo de chefia, onde poderia ganhar mais. Só que seria numa cidade vizinha, mas ainda dentro da zona metropolitana.
Teria que andar 60 km todos os dias, para ir e vir do trabalho. Apesar disso e como trabalho meio expediente, topei. De cara, soube que havia lá, vários colegas que se juntaram e contrataram uma van, para baratear os custos.
Então, optei por aderir a ideia e comecei a ir nessa van.
Logo nos primeiros dias, tudo ia muito bem, até que o motorista foi trocado por outro. Eu era a primeira a ser buscada e a ultima a ser deixada.
Durante o processo de mudança dos motoristas, o que estava saindo, percorreu a rota com o novo profissional. E no primeiro dia de adaptação, já vi que aquele homem me olhava diferente, com um olhar sarado, me comendo com os olhos. Confesso que aquilo gerou em mim um misto de emoções, de um lado raiva pelo abuso dele, mas do outro estava me sentindo uma mulher desejada. Aquilo não saia da minha cabeça.
Durante as pri.eiras viagens com ele, aquilo se repetia, ele era bem extrovertido e conversador. Mas tentava sempre manter a distância. Cada vez seus olhares e elogios ficavam mais intensos. A ponto, de eu comentar com meu marido, que fez pouco caso, se restringindo a dizer que eu era uma mulher muito bonita que chamava a atenção.
Os dias se seguiram e o motorista que se chamava Moyses, ficou mais ousado. Começou a alterar a rota de maneira que ficávamos mais tempo a sós na van. Eu também, fui me desarmando e aceitando os elogios e entrando nas brincadeiras dele. Passei a me sentar na frente da van, ao lado do motorista. Até, que o assunto foi ficando mais quente, falávamos de sexo e ele me contava as suas experiências. Quando chegava em casa, eu me masturbava no banheiro, e na cama, transava com meu marido pensando nele.
Até que um dia, ele parou o carro no estacionamento de um calçadão na nossa orla. Nossa cidade é litorânea com extensas praias com calçadões nas orlas.
O carro mal parou e já senti os braços do Moyses me envolvendo, ele era moreno, não muito escuro e alto.
Fiquei paralisada, por um breve momento, mas quando senti o corpo dele ao lado do meu, relaxei e me entreguei ao desejo.
Ele me acariciou e me beijou com muito desejo, me possuindo com se eu fosse sua. Meu corpo se envolveu com o dele, nossas respirações se misturaram, o cheiro dele era algo mágico que me arrebatava de mim.
Ficamos ali por alguns momentos, mas minha consciência me impulsionou a falar, aquilo que ele já esperava.
Falei: - eu sou casada, não posso trair meu marido.
Ele de pronto me respondeu: - claro, te entendo. Com uma voz ainda ofegante como um macho Alpha, que não desistiria do seu objetivo.
Cheguei em casa com o coração a mil. Toda atrapalhada como uma adolescente que havia dado o seu primeiro beijo proibido. Meu marido chegou com a minha filha. E ficamos conversando, mas confesso que só balançava a minha cabeça. Minha mente estava naquilo que havia vivido. A noite não dormi e perdi a conta de quantas vezes me masturbei, pensando naqueles beijos e caricias, aquele cheiro. Pensei: - devo estar louca.
No outro dia, esperei o transporte e o Moyses decidida a não me permitir mais aquilo. Mas bastou ele me olhar e minhas pernas tremeram, meu coração acelerou e quando ouvi a sua voz imponente de macho, minhas forças para dizer não, caíram.
Trabalhei naquele tarde querendo estar nos braços daquele homem. Quando o último colega foi deixado, Moyses me disse: -tenho uma surpresa!
Fiquei sem resposta, só disse: -simm, estou curiosa !
Foi quando ele mudou a rota entrando em um bairro, que ficava no caminho. Moyses, sem perder tempo, estacionou em terreno de uma casa e já desceu do carro. Ele chegou na porta da lado direito, onde eu estava e ja me puxou pela mão com um sorriso malicioso.
Entramos na casa e ele já foi logo me beijando e acariciando todo o meu corpo. Eu estava extasiada e querendo aquele homem, com todas as minhas forças. Nada mais passava pela minha cabeça. Só sentia o corpo daquele homem grande colocado no meu, me tirando do chão. Eu estava vestida com uma blusa de botões e uma saia que modelava as minhas curvas.
As mãos dele passeavam sobre o meu corpo, tirando suspiros e gemidos de prazer de mim. Com uma atenção especial a minha bunda que era apertada com desejo, me deixando louca.
Sua lingua, brincava com a minha e meu cheiro e pescoço eram explorados por mordidas e chupões, que me apresentaram a uma Natascha que eu não conhecia.
Ao mesmo tempo uma de suas mãos abriam minha blusa, e quando ela ja estava totalmente aberta, numa velocidade que não percebi como, meu sutiã foi aberto e arrancado, revelando meus seios com meus mamilos totalmente endurecidos rosados.
Quando Moyses viu aquela cena, ele começou a beijar a a chupar meus peitos, por vezes mordendo meus mamilos, arrancando de mim gritos de dor e tesão.
Comecei a sentir um grande volume na calça do Moyses, e me atrevi a abrir para soltar seu membro.
Para minha surpresa, quando consegui, um monstro grande de e muito Grosso, saltou para fora batendo na minha barriga. Era muito maior do que a minha imaginação havia descrito.
Ele vendo que eu estava fira de mim, me levou para a sala da casa. Ele me disse : - essa casa é de um amigo que esta viajando e não volta tão cedo. Eu fico com a chaves para cuidar e não deixar ficar abandonado. Não se preocupe que aqui estamos seguros.
Confesso que não estava preocupada com mais nada, então a fala dele só me adicionou mais tesão.
Eu casada, com um homem que pouco conhecia, numa casa de estranhos prestes a dar para ele. E mais, seria meu primeira vez numa situação daquela.
Ele tirou minha calça me deixando só de calcinha, que a essa altura, estava ensopada.
Ele viu a situação e disse : -hummm, você está muito a fim, hoje vai conhecer um macho de verdade...
Meu tesão foi nas alturas, ele me beijou e ja foi descendo a lingua a minha barriga, forçando a descida da minha calcinha. Fui nessa hora me colocando na posição para receber aquele macho dentro de mim. Quando fui surpreendida, com a minha calcinha sendo rasgada com e minhas pernas abertas com brutalidade. Aquile ato, elevou ainda mais o meu tesão.
Num ato contínuo Moyses continuou a trabalhar o meu corpo com a sua língua. Agora, nas minhas partes mais íntimas. Senti um calor percorrendo o meu corpo e aquela língua áspera a movimentar freneticamente a minha vulva, tirando de mim grutis de prazer e um gozo, que nunca achei que fosse capaz de dar. Meu corpo amoleceu como se eu estivesse anestesiada. Foi quando senti ele passando sua língua no meu cuzinho. Nunca ninguém havia feito aquilo comigo. Senti o meu fogo reacender ainda com mais intensidade.
Foi quando ele foi se posicionando, sobre o meu corpo e me deu um beijo, com ainda ainda mais intensidade.
Logo, comecei a sentir sentir ele posicionando o seu pau para me penetrar, e a grossura me parecia ainda maior. Eu apesar de ser casada, sou bastante apertada, e meu marido sempre me penetra com carinho.
Mas estava muito louca para querer falar, e comecei a sentir aquele mastro entrar. Mesmo estando muito lubrificada, comecei a sentir muita dor e pedi para ele ir devagar. Mas para minha surpresa, ele me respondeu: - devagar é o caralho, vou te comer como eu quiser...
Já me penetrando sem dó. Gritei de dor e me contorci toda, tentando suportar aquele mostro dentro de mim. Depois Moyses, começou a me estocar cada vez com mais força e rapido. A dor foi dando lugar a uma sensação indescritível que me levou logo a outro orgasmo. Vendo ele que eu havia gozado, me colocou de quatro e meteu forte novamente, eu gritava tão alto, que não sei como ninguém, não escutava.
Moyses no comando da situação me falava: - grita putinha, assim que eu gosto...
- casada madame, gozando no meu pau...
Minha dignidade já não existia, mais. Eu esposa,.mãe, uma mulher respeitada havia sucumbido aos meus desejos por aquele homem bruto. Mas que me possuía de uma forma tão poderosa, que eu me submeteria a tudo.
Logo ele me fez gozar novamente e agora me puxava pela cintura para sentar sobre aquele mastro enorme.
Me posicionei e comecei a cavalgar, enquanto ele de forma selvagem apertava e acariciava os meus seios. Aquilo, me fazendo enlouquecer de tesão.
Eu não controlava mais os meus orgasmos que já eram quase contínuos.
Foi quando ele me retirou de cima dele e me pegando pelos cabelos, levou o meu rosto até seu pau enorme. E me disse : -chupa seu homem... quero gozar pra você !
Abri a minha boca e comecei a chupar. Ele estava gostando e falou em tom irônico: - olha só, vc chupa como uma puta experiente... não espera isso ! Vai engolir ele todo !
Nesse momento ele pegou a minha cabeça e com suas duas mãos, me pressionou contra o seu corpo, fazendo com que seu membro entrasse até a minha garganta. Engasguei e as lágrimas encheram meus olhos. Em seguida ele começou a gritar e meter na minha boca de forma frenética até que soltou um gozo, tão volumoso, que enxeu minha boca e escorreu pelos meus peitos.
-engole tudo putinha ! Disse, ele.
Engoli com certa dificuldade.
E em seguida, ele soltou minha cabeça e meu corpo desabou. Fiquei imovel, pensando em tudo que tinha feito. Em tudo que eu não fazia ideia que seria capaz de fazer.
Em seguida tomamos um banho como deu e ele me deixou na minha casa.
Imagine, cheguei super tarde em casa e disse que havia ficado presa numa reunião. Meu marido e filha nem perceberam. Eu corri para o banheiro, simulando que estaria apertada, pois estava sem calcinha e preocupada com possiveis marcas.
E olha que ao olhar no espelho, estava toda marcada e vermelha no pescoço e nos peitos, pois sou branquinha.
Minha vagina estava ardendo muito.
Tomei um banho bem quente demorado e coloquei uma camisa grande que tenho, para esconder as marcas visíveis do que havia feito.
Mas as marcas invisíveis, ficaram na minha cabeça. Me senti uma mulher realizada, mas também uma puta da pior espécie.
No outro dia falei no trabalho que estava doente e coloquei um atestado de três dias. Também informei ao dono da van, para não me buscarem nesses dias.
Precisava curar meu corpo e tentar achar um pouco de racionalidade no que fiz.
Nos dias que se seguiram, minha cabeça me pagava peças e e me pegava pensando naquilo tudo que havia vivido e na forma que aquele homem havia feito comigo.
E esse foi o começo de tudo... continua.