Histórias de Uber #1



Olá. Meu primeiro conto por aqui vai ser uma que aconteceu comigo há alguns meses.

A situação está complicada - e está complicada para todo mundo - então, eu comecei a trabalhar de uber recentemente. Já estava desempregado por três meses e o desespero já estava batendo. Me cadastrei e resolvi experimentar.

O primeiro dia foi ok, o segundo dia eu fiz 10 horas andando para lá e para cá pela cidade, mas no terceiro dia, uma coisa realmente inusitada aconteceu. Eu peguei um passageiro em frente à uma faculdade grande e bem famosa aqui da cidade onde vivo, já devia ser 23:00, e as ruas estavam bem vazias. O levei até a sua casa (um bairro chique, o garoto morava em um condominio de milionários). Estacionei em frente o condominio dele, onde o GPS do app indicava, mas ele pediu para eu estacionar um pouco mais à frente. Fui dirigindo, quase parando o carro, até ficar bem embaixo de uma árvore grande e com uma copa bem grande, que escondeu completamente o carro na penumbra, fugindo da luz do poste da rua.

Ali, olhei para o garoto atrás de mim e ele veio para o meio do banco de trás e me soltou um: "Posso te pagar com boquete?".

Meu coração quase saltou para fora. Recusei imediatamente. O rapaz insistiu e eu recusei mais uma vez, então, ele pegou o celular, pagou, desceu e foi para seu condominio. Eu estava tremendo. Um nervosismo tomou conta de mim mas... quando comecei a dirigir e sai daquele bairro, minha cabeça girava e começava a borbulhar pensando nas oportunidades incriveis que eu teria se começasse a aceitar esses pedidos. Será que haveria mais pessoas querendo pagar com boquete? Ou quem sabe, com sexo?

A partir daquele momento, eu prometi para mim mesmo que eu aceitaria qualquer pedido que fosse igual ao do rapaz.

Não deu outra.

Dois dias depois, deixei uma menina no centro da cidade. Ela estava indo para uma baladinha que rola em uma casa noturna bem antiga. Ela estava vestida com um vestidinho bem curto, dava para ver pelo retrovisor as pernas branquelas dela, e, confesso que fiquei olhando tanto, que também consegui ver sua calcinha preta em um momento em que ela abriu um pouco as pernas. A menina estava com cabelo lavado, e incendiou o carro com seu perfume. Muito sedutora.
Quando cheguei até a balada, ela pegou o cartão para pagar, mas em seguida parou e me perguntou: "Você aceita outro tipo de pagamento?"

"Que tipo de pagamento você está falando, mocinha?", respondi, mas com um sorriso safado no rosto.

Ela deu um largo sorriso também, vi que ela usava um batom vermelho bem brilhoso e tinha dentes lindos.

"Posso pagar com uma chupadinha, se você quiser..."
Ela mordeu os lábios e olhou para baixo, em direção ao meu pau. Eu não consegui me segurar. Concordei, claro. Pedi para ela vir ao banco do passageiro. Olhei ao redor e haviam algumas pessoas lá em frente a baladinha, mais algumas pessoas ao redor atravessando a rua ou andando do outro lado, mas, ninguém que pudesse ver eu abaixar a minha calça ou ela se abaixando para em direção o meu colo.

Fiz. Abri minha calça, abaixei até as coxas junto de minha cueca. O cheiro daquela menina já me deixava atiçado, meu pau já estava ficando duro, e quando ela sentou-se ali no banco do passageiro e me olhou de cima em baixo, meu pau ficou duro na hora.

Eu podia ver ela de perto, era realmente uma menina muito bonita, e alem de estar com as coxas de fora, ela também estava com um decote bem grande. Era possivel ver as veias azuladas de seus peitos pálidos. Ela colocou o cabelo atrás da orelha e ficou olhando para mim, e depois para a peça:

"Nossa, não imaginei que ia ser tão grande..." e riu.

Peguei meu pau e balancei ele. A cabeça roxa soltava uma pequena baba. Ela parecia bem apetitosa, molhou os lábios com a lingua e foi descendo em direção ao meu colo. A menina agarrou meu pau com três dedos e foi abocanhando ele delicadamente.
Descendo, babando nele e com a lingua, ela foi lambendo a cabeça, as curvinhas das costas do pau e foi até a base. Subiu a cabeça sugando e logo voltou. Sua boca fazia o som de muita baba, e eu podia ver a saliva de sua boca escorrer pelo meu pau e cair nos pêlos da virilha. E menina subia e levantada os dedos, pressionando meu pau, e quando descia, descia os dedos também, quase me punhetando.

Ela mexia a cabeça e fazia o vai e vem com a boca, parecendo uma profissional.

Olhei ao redor, algumas pessoas aqui e ali, e eu já não estava mais me importando se iam ver ou não. Aquele boquete envolvendo com a lingua quente e molhada da menina, me lambendo, sugando, chupando, molhando tudo com sua saliva, foi me deixando fora de controle.

Senti o gozo vindo e segurei a nuca dela:

"Menina, estou quase gozando"

Ela murmurrou algo, e eu percebi que ela estava feliz. O calor do carro aumentava, eu alisei as suas costas e vi que ela estava começando a suar. Ela aumentou a velocidade do boquete, subindo e descendo, e agora, ela ia movendo a cabeça fazendo uma subida e uma descida parafuso, e usando ainda mais a lingua. Nunca imaginei que seria possivel um boquete delicioso ficar ainda melhor!

Gemi, avisei mais uma vez que estava para gozar e soltei tudo o leite. Ela parou, mergulhou ele dentro de sua boca e deixou eu soltar todo meu leite dentro de sua boca. Ela ficou ali alguns minutos, tomando tudo, enquanto meu pau ficava pulsando, e eu gemendo, e meus testiculos soltando toda a porra que eu tinha naquele momento.

Estava com o saco vazio agora, sentindo um alivio gigantesco. Ela se levantou, limpou o canto da boca e engoliu toda a porra que ainda estava na sua boca.

"Uau, gosto docinho, que delicia!"

Eu estava suado e com um sorriso bobo no rosto. Ela riu do jeito que eu fiquei feliz com o boquete.

"Está pago, moço?"

"Mais do que pago, vou te dar cinco estrelas"

E ela respondeu sorrindo e já descendo do carro: "Também vou dar 5 estrelas, e deixar um comentário bem safado!"

Ela piscou para mim, e foi até a baladinha. Fui acompanhando ela andando até lá, rebolando e exibindo aquele corpo jovem e lindo.

Levei alguns minutos para ganhar fôlego de novo, e então, voltei para o trabalho. Agora com uma carga de energia muito maior!

Estava começando a gostar dessa profissão precarizada.

Foto 1 do Conto erotico: Histórias de Uber #1

Foto 2 do Conto erotico: Histórias de Uber #1

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Comentários


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oreh Comentou em 31/08/2026

Delícia de conto!!! Escreve mais histórias de Uber… seria bem legal rsrs




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271166 - Punhetaço no Quarto do Amiguinho - Categoria: Gays - Votos: 5

Ficha do conto

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lulobo

Nome do conto:
Histórias de Uber #1

Codigo do conto:
271164

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
31/08/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5