Recordo-me de que era uma noite abafada e acinzentada de outono; o ar, denso de uma umidade morna, parecia suspender o próprio curso do tempo. Enquanto Ângela participava de um seminário de medicina em Espírito Santo, decidi jantar em um restaurante de minha preferência onde acostumava apreciar uma boa música, um bom vinho e um irresistível salmão ao molho de maracujá. O restaurante estava repleto de gente jovens e rostos bonitos. No exato momento que entrei, um olhar me perseguiu, me atravessou, me despiu, me excitou. Num rápido relance pude perceber uma linda garota de rosto belo, olhar misterioso e provocante. Naquele pequeno instante pude ver um corpo maravilhosamente bem torneado. O vestido de grife preto e solto deixava à mostra pernas grossas e bem depiladas. Um decote generoso mostrava seios fartos com bicos empinados. Procurei uma mesa bem em frente à ela, mas logo sentou-se ao seu lado um senhor grisalho, aparentando 55 a 60 anos com extrema elegância, vestindo trajes de alta-costura e ostentando o porte distinto de um lorde. As alianças nos dedos esquerdos indicavam que eram casados. Ela aparentava ter menos da metade da idade do seu marido. Eles pouco se falavam. Ele estava de costa pra mim. Enquanto saboreava seu vinho, ele prestava atenção ao pianista que nos deleitava com obras-primas de Beethoven, Mozart, Verdi e Bach.
Depois de alguns copos de vinho os olhares ficaram cada vez mais intensos. O marido só podia estar ciente daquele jogo de sedução entre eu) e sua esposa, não tinha outra explicação. Seu vestido curto me brindava com uma bela porção de suas pernas. Passado mais um tempo pude perceber que ela estava com as pernas ligeiramente abertas e de onde eu estava podia ver sua calcinha. Uma calcinha branca e transparente no ponto exato dos seus pelos pubianos. Fiquei hipnotizado com aquela visão e imediatamente tive uma ereção. Meu pau pulsava na calça, insuportavelmente duro e me deixava visivelmente perturbado. Fixei meu olhar naquele pedacinho de pano. As pernas se cruzavam e descruzavam em movimentos ritmados, mas teimavam em parar ligeiramente abertas em frente à mim. Não sei por quanto tempo fiquei ali, atordoado, abobado. Imaginava o cheiro daquele sexo, sentia o gosto daquela buceta. Minha boca salivava. O suor escorria da minha testa enquanto ficava ali olhando para aquela pedacinho de pano branco que mal cobria aquela fonte dos desejos. De repente as pernas se abriram um pouco mais. Que maravilha. Pensei que ia gozar ali mesmo dentro da calça. Tirei por instante o meu olhar daquele ponto, mas quando subi encontrei o dela e ela me deu um sorriso estranho e malicioso.
Cumplicidade e desejo se apossaram de mim. Ela sorriu novamente, se movimentou de modo a ficar mais de frente abrindo um pouco mais as pernas.
Com a boca salivada subi meu olhar novamente. Sorri de novo e levantei a taça para brindar aquela paninho que agora me parecia molhado. Ela sorriu e piscou, fez um carinho na perna do marido, levantou-se e foi até o toilette. Algum tempo depois ela voltou. Sentou no mesmo lugar, deu um selinho nos lábios do marido, olhou bem nos meu olhos e fez com que eu os acompanhasse até em baixo da mesa. As pernas que estavam fechadas se abriram lentamente e pude ver, ou melhor não ver mais aquela peça branca. Em seu lugar estava agora um tufo de pelos bem depilados que formavam um linha fina ao redor de lábios perfeitos do seu sexo. Ela se abriu um pouco mais e um brilho brotou de dentro daqueles lábios rosados. Não conseguia mais desviar o olhar. Estava entregue. Estava escravo daquela linda menina em um corpo de mulher.
Ela abaixou a mão, lenta e cruelmente se tocou. Consegui perceber seus dedos se lambuzando naquele mel. Ela tirou o dedo. Subiu a mão e levou até a boca. Depois, sem tirar o olhar de mim se levantou novamente, cochichou alguma coisa no ouvido do marido e bem devagar foi em direção ao banheiro. Não resisti e a segui. Ela tinha acabado de entrar no banheiro feminino.
Num súbito ataque de loucura entrei atrás dela. O banheiro parecia vazio e num canto, do lado esquerdo, estava ela, bem em frente ao espelho. Ela deu dois passos para trás, encostou na divisória que separa uma porta da outra e me olhou. Subiu o vestido e se mostrou inteira para mim. Ela dobrou um pouquinho os joelhos e abriu bem as pernas. Desceu a mão sinuosamente pelo corpo parando com ela espalmada no seu sexo. Colou um dedo dentro e puxou novamente aquele néctar que eu já não mais podia esperar para provar. Levantou-se e entrou na última porta. Fui atrás.
Agora não existia mais jogo, a porta se fechou atrás de mim e colei meu corpo no dela. Nossas bocas se uniram, as línguas dançavam num balé frenético se devorando. Puxei violentamente seu vestido e mamei nos seios daquela mulher. Minha mão direita envolvia todo aquele peito. Apertava, sugava e mordia bem de leve aqueles bicos rosados e duros. Passava a minha língua neles como se fossem um clitóris super desenvolvidos. Ela soltou o primeiro gemido. Puxou minha cabeça com força contra suas mamas. Suguei como um bebê e mordi com mais força. Estava louco. Ela, completamente tomada de prazer se encostou na parede. Rapidamente abriu os botões da minha camisa e me arranhou as costas. Empurrou minha cabeça para baixo e eu cai de joelhos naquele piso frio.
Agora bem ali na minha frente estava uma das bocetas mais lindas que já vi. Os poucos pelos que existiam formavam uma linha tênue e paralela contornando lábios carnudos e ligeiramente abertos. Ela brilhava, ensopada como estava pela excitação de sua dona. Mais acima um clitóris duro e que também brilhava se destacando no conjunto. Parei por um momento e olhei bem para aquela complexidade úmida. Coloquei minhas mãos na exata curva dos seus quadris. Colei meu rosto, quase tocando aquele sexo e respirei fundo para sentir o cheiro inebriante daquela boceta maravilhosa. Não sei direito o que se passou naquele segundo. Um torpor me tomou. Um aroma agridoce invadiu as minha narinas e penetrou meu cérebro fazendo minha boca encher de água.
Apertei minhas mãos, que agora já estavam na sua bunda e lentamente aproximei minha boca dos lábios daquela vagina. Tirei a língua para fora e com a pontinha toquei o seu clitóris. A reação foi imediata: Suas mãos forçaram minha cabeça ao encontro da boceta. Resisti e ainda só com a ponta da língua subi e desci naquele botãozinho. Olhei para cima e vi uma mulher desesperadamente excitada. Ela mordia os lábios afim de sufocar os gritos que insistiam em brotar na sua garganta. Devagar comecei a descer a minha língua sem desgrudar o olhar do seu rosto.
Agora eu estava em baixo, bem no vão daqueles lábios carnudos. Não só mais com a ponta da língua, mas com a boca inteira a chupá-lo. Era um caldo grosso, quente, doce e aromático que preenchia a minha boca. Me deliciei e tomava tudo que saia daquela fonte de prazer. Passava a língua de baixo para cima e voltava de novo para penetrà-la o mais fundo que conseguia dentro dela. Agora estava lambuzado. A boca inteira preenchida por aquele mel. Bebi e saciei a minha sede naquela boceta e ela gozou a primeira vez me lambuzando ainda mais. As pernas dela bambearam e eu aproveitei para sentà-la na tampa do vaso sanitário. Continuei ali agachado e coloquei um pé dela de cada lado da porta.
Neste momento ela estava quase deitada na tampa da privada. As pernas bem abertas, os dois pés na porta. Minha visão era um paraíso: Uma boceta arreganhada e além do mais um cuzinho completamente exposto. Não desgrudei um minuto minha boca da sua boceta. Lambi e comecei a passar meus dedos de leve naquela maravilha. Coloquei um dedo na vagina e ela suspirou fundo. Desci e comecei a passar a minha língua de leve no seu ânus. Ela gemeu fundo e se abriu mais se oferecendo toda. Virei um pouco a mão e comecei com o outro dedo, a forçar a entrada do seu cuzinho. Aos poucos ele cedeu. Agora eu estava com um dedo no ânus, outro na boceta e a minha língua no seu clitóris. Ela se contorceu, respirou mais fundo, deu um gemido alto e gozou novamente.
Seu corpo estava mole de tanto gozar. Me levantei aproveitando a oportunidade, desabotoei a calça e tirei meu pau para fora. Peguei-a pelos cabelos e fi-la ver como tinha me deixado. Ela pareceu se assustar com o tamanho e a grossura do pau a sua frente, mas de canto de boca sorriu levemente. Não dei muito tempo para ela pensar e forcei a entrada do cacete na sua boca. Ela engasgou, mas logo se acostumou com o volume e me chupou divinamente. Mesmo sendo muito jovem ela tinha uma maestria na arte do sexo oral. Ela sabia como agradar o seu parceiro. À princípio engoliu quase tudo, depois tirou e colocou de novo inteiro na boca. Eu olhava tudo de cima, aquela boca sugando meu pau, aqueles cabelos que se mexiam frenéticos. Ela dava pressão com os dentes arranhando de leve a cabeça e me deixou louco, alucinado. Perdi o controle e gozei muito. Parecia que não ia parar mais de jorrar porra para dentro daquela boquinha. Ela me olhava sacanamente enquanto um pouco do meu leite escorria pelos cantos de sua boca. Ela bebeu tudo quase sem parar de me chupar. Eu estava com tanto tesão que nem sequer deu tempo do meu pau amolecer. Sob o calor daquela língua ele estava de pé novamente.
Tirei meu pau de dentro de sua boca e me abaixei para beija-la em agradecimento por aquele gozo fantástico. Ela se levantou e colocou uma perna na bacia, deixando a outra no chão. Peguei meu cacete na mão e esfreguei ele varias vezes na boceta dela. Coloquei a cabeça na portinha e empurrei um pouquinho para dentro esperando que ela se acostumasse com o volume. Passei minhas mão pelas suas costas e puxei o seu corpo para junto do meu de modo a que seus seios tocassem o meu tórax. Olhei bem fundo nos olhos daquela fêmea e jogando o meu quadril para frente a penetrei sem parar. Meu pau escorregou gostoso para dentro dela. Fui até o fundo e parei. Ela me unhou, jogou a cabeça para trás e soltou o ar com um gemido profundo.
Agora eu a fodia com força. Meus movimentos se alternavam de rápidos à lentos e ela parecia desnorteada. Gozou uma, duas vezes sem parar. Decidi trocar de posição. Sentei na tampa do vaso sanitário e ela se virou de costas para mim, encaixou meu pênis na entrada da sua boceta e bem devagar foi engolindo meu pau. Ela estava me cavalgando, as pernas bem abertas, as mãos apoiadas na porta do banheiro e a bunda arrebitada. Ela olhava por baixo e me dizia que estava vendo o meu pau entrar inteirinho nela:
- Ai que delícia, come esta puta come!!!
Ela gritava. Vendo aquela cena, ouvindo aquelas palavras e com aquela bunda engolindo meu pau na minha frente, comecei a brincar com seu cuzinho. Ela pareceu ficar alucinada e começou a mexer mas rápido. Coloquei de novo meu dedo no buraquinho dela e imediatamente ela urrou e gozou. Tirei meu dedo, o meu pau e levantei.
Agora ela estava de costa para mim, apoiada na parede com a bunda empinada. Eu sabia o que ela queria. Me posicionei atrás dela, dei duas estocadas na sua boceta e posicionei meu pau na entrada de seu cuzinho. Forcei e a cabeça entrou. Ela respirou fundo e soltou todo o ar do pulmão. Dei um tempo para ela se acostumar e fui penetrando devagarinho meu pau no seu cuzinho. Coloquei minha mão por baixo dela e comecei a tocar uma siririca com um dedo dentro da sua boceta. Ela rebolava e começou a falar coisas desconexas como:
- Ah! Eu sou uma vagabunda, come meu cú seu safado!!!
- Você também não presta!!! Aaaiiii!!!
- Enfia mais um dedo em mim... Isso, assim, AHHHHH!!!
- Que delícia!!! Não para!!! Fode meu cu!!! Me rasga!!!
A porta do banheiro se abriu, tive que tapar sua boca com a mão para que não ouvissem seus gritos, mas com certeza quem adentrou no toilette, percebeu o que estava acontecendo na última porta.
Ela começou a rebolar cada vez mais forte. Estava louca e gozou feito uma louca. Eu alucinado gozei dentro dela também. Ela caiu sentada na privada, eu encostei na porta, as pernas tremendo, mas totalmente satisfeito e saciado.
Ela se levantou, arrumou o vestido, chegou até mim e beijou a minha boca. Um beijo longo e apaixonado. Sem dizer uma palavra, abriu a porta e saiu. Levei um tempo para me recompor e sai do banheiro rezando para não ser pego. Quando voltei para a mesa o casal não estava mais lá. Sob o copo de vinho que estava tomando, tinha um guardanapo dobrado com os dizeres escrito: “Obrigado por ter proporcionado a minha esposa momentos inesquecíveis, ela amou” Fiquei a pensar comigo que era um cara de sorte, e afinal sempre fui mesmo, mas gostaria de encontrar esta mulher novamente. Não peguei seu contato, seu nome, seu endereço, não sei nada sobre ela. Só sei que naquela noite de outono ela me deu muito prazer. Jamais esquecerei a mulher misteriosa da sétima mesa.
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Carlos: Casal aventura.ctba.



