Ela ouviu o pai, na mesa do almoço, com aquele sorriso bobo de pai orgulhoso:
— Agora você é de maior, minha filha. Pode fazer o que quiser. As burradas são suas.
Ele não fazia ideia do que estava dizendo. Não fazia ideia do que a filha loira, de olhos verdes e corpo que já era de mulher desde os quinze, planejava fazer com aquela liberdade recém-conquistada.
Porque enquanto o pai brindava com cerveja gelada, Sabrina pensava em túmulos. Em terra molhada. Em lápides frias. Em dedos se enfiando na própria buceta enquanto os mortos assistiam.
Se ele soubesse o pedido dela ao assoprar as velas.
Ela era virgem. Virgem, porra. Não porque fosse santa, longe disso, mas porque nenhum moleque da escola tinha culhão pra encarar a tara dela. Toda vez que ela abria a boca e falava "quero perder a virgindade num cemitério", os caras arregalavam os olhos e sumiam.
— Você é doida, Sabrina!
— Isso é coisa do capeta, mulher!
— Vai se tratar, porra!
Covardes. Todos eles. Não entendiam o fogo sujo dela.
Então decidiu, quando tivesse liberdade não ficaria mais presa e deixaria seus desejos livres..
Então ela decidiu: se nenhum macho tinha coragem, ela mesma se resolveria. Se tocaria até gozar naquele cemitério velho, entre as covas da própria família, e se algum filho da puta aparecesse com culhão suficiente... melhor ainda.
Depois do jantar de aniversário, a família já tinha caído no sono.
Mesmo assim ela aguardou.
Meia-noite. O vestido longo de tecido fino roçava as coxas nuas. Ela não usava calcinha. Nunca usava quando saía à noite. Gostava do vento lambendo a buceta, do tecido esfregando no clitóris já inchado de tesão.
O portão do cemitério velho estava trancado, mas Sabrina conhecia a brecha na cerca. Todo jovem local conhecia. Era ali que os adolescentes iam fumar maconha e se agarrar, longe dos olhos dos pais.
Sempre quis ir lá, apenas esperou o momento certo, se é que aquilo era certo.
Ela pulou a cerca com a agilidade de quem planejava aquilo há meses. O vestido caiu na grama antes mesmo de ela pisar no chão.
Nua. Totalmente nua.
Não teve receio nenhum de ficar assim. Era uma ansiedade animal para ficar assim toda exposta.
Aquilo acendeu um fogo naquela garota.
A lua cheia iluminava sua pele como um holofote de putaria. Os seios grandes, pesados, balançavam com cada passo. Os mamilos rosados estavam tão duros que doíam. A buceta, lisinha, sem um pelo.
Ela depilava com cera quente toda semana.
Já escorria, o tesão molhando as coxas antes mesmo de ela tocar em si mesma.
Como aquela situação errada a excitava. Ah se a família dela soubesse, ah se soubessem.
Ela conhecia cada canto daquele lugar. A cova da avó materna. A do tio Antônio, que morreu meses atrás. Ela tinha ido ao enterro, vestida de preto, imaginando coisas sujas enquanto o caixão descia.
Se a família imaginasse o que passava naquela cabeça. Achavam que os gemidos eram de dor, mas era tesão reprimido.
Ela até tinha pedido um tempo para ficar lá, achavam que era despedida dela, saudade... mas não. Ela logo depois que todos foram embora, foi para o banheiro e se tocou gostoso. Sempre suja, safada e excitada.
Mas agora, vivia o seu momento. O presente que era o presente.
— Feliz aniversário pra mim.
Sussurrou, os olhos brilhando com uma loucura que assustaria qualquer pessoa sã.
Sabrina parou em frente à lápide do tio Antônio. A foto dele na pedra, sorrindo, sem saber que a sobrinha estava ali, nua, prestes a se profanar em cima da cova dele.
Ela se ajoelhou na terra fria. A grama molhada arranhava os joelhos, mas o frio só aumentava o tesão. Passou as mãos pelos seios, apertando com força, torcendo os mamilos até gemer baixo.
— Aaah, caralho...
O gemido escapou, rouco, quase um sussurro.
Uma mão desceu pelo abdômen liso, pelos quadris, até encontrar a buceta já encharcada. Ela gemeu alto quando os dedos tocaram o clitóris inchado, latejando como um coração safado.
— Porra... que tesão... — murmurou, os dedos circulando o clitóris com fúria.
Ela enfiou dois dedos na buceta virgem, sentindo a carne apertada resistir. Gemeu mais alto, empurrando os dedos mais fundo, o líquido escorrendo pelo pulso, sujando a terra.
— Aaah, fode! Tô me acabando aqui, seus mortos!
Berrou, sem se importar com quem poderia ouvir.
— Olha como minha bucetinha tá pingando! Tão vendo, seus putos? Tão vendo a virgem se esvaziando sozinha?
Ela se jogou de costas na grama, as pernas abertas, os dedos metendo fundo, a outra mão torcendo o mamilo com força. O orgasmo se aproximava, o corpo tremendo, os quadris rebolando contra a própria mão.
— Queria um cacete grosso me arrombando...
Gemeu, os olhos fechados, a boca aberta.
— Queria sentir uma rola me rasgando nessa terra fria... me enchendo de porra enquanto os defuntos batem punheta...
Ela gozou com um berro. O corpo convulsionou, os dedos ainda enfiados na buceta, o líquido esguichando pelas coxas, sujando a grama. O eco do grito rasgou a noite silenciosa.
Um facho de luz rasgou a escuridão.
Sabrina congelou por um segundo, o coração acelerando, não de medo, mas de puro tesão. A adrenalina de ser pega era uma droga mais viciante que qualquer coisa que ela já tinha experimentado.
Ela não se moveu. Não tentou se esconder. Em vez disso, abriu ainda mais as pernas, os dedos ainda enfiados na buceta, brilhando de molhado.
— Quem caralho tá aí?!
A voz grave ecoou, e a lanterna iluminou o corpo nu dela.
Era o segurança. Um homem na casa dos trinta e poucos, forte, os braços musculosos de tanto cavar covas, a barba grossa e um olhar que misturava choque com algo muito mais primitivo.
Ele patrulhava o cemitério há anos. Já tinha pego vândalos, pichadores, casais adolescentes se agarrando. Mas nunca... nunca.... uma loira novinha, nua, se masturbando com fúria em cima da cova do próprio tio.
Sabrina sorriu como um demônio. Lentamente, tirou os dedos da buceta, levou-os à boca e chupou, olhando direto nos olhos dele.
— Só uma putinha querendo cacete, seu pauzudo. Ronronou, a voz rouca, os olhos verdes devorando o volume que crescia na calça jeans dele.
— Vai me botar pra correr ou quer me foder como uma vadia no meio dos túmulos?
Ela abriu as pernas ainda mais, mostrando tudo. A buceta inchada, rosada, escorrendo. O cuzinho apertado, piscando convidativo. Os seios balançando enquanto ela se apoiava nos cotovelos, exibindo-se sem vergonha.
— Olha como tô encharcada pra você, seu puto. Hoje é meu aniversário. Me dá o presente que eu quero. Um cacete para tirar meu cabaço.
O segurança largou a lanterna na grama. O facho iluminou o corpo dela como um holofote pornô, e ele não conseguiu desviar o olhar.
— Porra, garota... Grunhiu, a voz grossa, as mãos coçando para tocar aquela pele macia.
— Você é doida varrida, sabia? Mas que bucetinha gostosa, caralho...
— Doida?
Sabrina riu, um riso safado que ecoou na noite.
— Tô é louca pra gozar com os defuntos batendo punheta. Imagina teu cacete grosso me arrombando em cima de uma cova... me enchendo de porra enquanto os mortos aplaudem.
Ela se levantou, lenta, provocante, os seios balançando, a buceta escorrendo pelas coxas. Caminhou até ele, colou o corpo no dele, os mamilos duros esmagando o peito largo.
— Hoje eu fiz dezoito anos. Sussurrou, a boca roçando a orelha dele.
— Meu pai disse que agora eu posso fazer o que quiser. Que as burradas são minhas. E hoje quero perder meu cabaço.
Ela riu, um riso baixo e perverso.
— Ele não faz ideia do que eu quero fazer com essa liberdade.
A mão dela desceu, agarrando a rola dura pela calça jeans. Sabrina gemeu ao sentir o tamanho, as veias pulsando sob os dedos.
— Caralho... que cacete delicioso. Me dá essa rola, seu safado. Me fode até eu gritar pros mortos ouvirem.
O segurança não resistiu. Não tinha como resistir. Puxou-a para um beijo selvagem, a língua fudendo a boca dela, as mãos enormes agarrando o bumbum farto, apertando com força, as unhas marcando a pele macia.
— Sua vadia no cio... Rosnou, arrancando a própria calça com pressa, a rola saltando livre, grossa, veias inchadas, a cabeça babando.
Sabrina se ajoelhou na terra fria, os olhos brilhando de obsessão. Lambeu da base à ponta, chupando as bolas com fome, cuspindo nelas antes de engolir tudo, os lábios esticados, babando enquanto chupava fundo.
— Tão grossa... tão cabeçuda... Gemeu, a garganta apertando, os olhos marejados, mas ela não parava.
— Fode minha boca, vai! Me faz tua puta!
O segurança puxou os cabelos loiros dela, gemendo rouco, os quadris empurrando contra a boca faminta.
Ela sentia o gosto de caralho pela primeira vez na boca e estava adorando.
— Sua putinha gulosa... quero essa bucetinha molhada primeiro.
Ergueu-a com força, jogando-a em cima da cova fresca do tio Antônio. A terra solta grudou nas costas dela, mas Sabrina nem sentiu. Abriu as pernas escancaradas, a buceta inchada e encharcada brilhando ao luar.
— Mete logo, seu pauzudo! Tira o meu cabaço agora.
Mandou, a voz rouca de tesão.
— Enche minha bucetinha com esse cacete, me faz esguichar na cova!
O segurança posicionou a rola na entrada, esfregando a cabeça nos lábios molhados, provocando até ela berrar.
— Para de enrolar, caralho! Sabrina empurrou os quadris pra frente, os olhos arregalados.
— Mete tudo! Me rasga! É minha primeira vez, seu filho da puta, me fode como se fosse a última!
Ele meteu forte.
Sabrina gritou de dor e prazer se misturando num berro que ecoou na noite. A virgindade se foi naquele instante, rasgada pela rola grossa do segurança, enterrada na terra fria do cemitério, em cima da cova do tio.
— Porra! Grunhiu ela, as unhas cravando a terra, os seios balançando.
— Tô perdendo a virgindade na cova do meu tio, caralho! Olha, velho! Tua sobrinha virgem levando rola em cima de você!
— Nossa, hummmm, nossa!!! Como ter um caralho na minha buceta é gostoso, nossa!!!!!
O segurança bombava selvagem, as bolas batendo no cu dela, a terra sujando os joelhos.
— Sua buceta é apertada pra caralho! Grunhiu, as mãos apertando os seios.
— Tá gostando de ser comida na cova do teu tio, sua vadia?
— Tô! Tô gozando, caralho! Sabrina berrava, o corpo convulsionando, a buceta esguichando na terra.
— Olha, tio, tua sobrinha puta se acabando de rola! Aposto que queria estar me comendo no lugar dele, seu velho safado!
Sabrina virou de quatro, empinando o bumbum, a buceta e o cuzinho expostos, ambos brilhando de molhado. Bateu na própria bunda, abrindo as nádegas com força.
— Agora no cu, seu safado! Implorou, o cuzinho piscando, faminto.
— Quero que meu tio veja!
O segurança cuspiu na rola, esfregando na entrada apertada, e meteu devagar, sentindo o cu se abrir, engolindo centímetro por centímetro.
Sabrina gemeu alto, misturando dor e prazer, rebolando pra facilitar.
— Isso, fode meu cu! Gritava, o corpo convulsionando.
— Me faz tua puta, goza no meu cu, me suja toda!
O segurança acelerou, o cuzinho apertando a rola como um torno. Ele gozou com um urro, enchendo o cu dela de porra quente, que escorreu pelas coxas, pingando na lápide do tio Antônio.
Sabrina gozou de novo, esguichando na cova, o corpo tremendo, os gemidos ecoando na noite.
— Porra quentinha... delícia!
Riu, lambendo os lábios, se virando pra chupar a rola dele, limpando o resto de porra com a língua.
— Quer mais, grandão? Essa vadia quer outra rodada pra foder o cemitério inteiro?
O segurança, ofegante, caiu ao lado dela, rindo na escuridão.
— Você é uma doida safada... mas caralho, que foda!
Disse, beijando o pescoço dela.
— Feliz aniversário, garota.
Sabrina riu, um riso baixo e perverso, os olhos brilhando ao luar.
— Foi o melhor presente que eu podia ganhar, seu pauzudo.
Ela saiu de lá se sentindo bem fodida, mas aquilo apenas a fez sentir um gostinho de querer mais, ir além.
Tinha acabado de perder a virgindade com um estranho, que nem sequer cogitou de perguntar o nome.
Enquanto vestia o vestido, ainda suja de terra e porra, olhou para a lápide do tio Antônio. A foto dele parecia diferente agora , como se soubesse do que tinha acontecido ali.
— Até logo, tio.
Sussurrou, com um sorriso de demônio.
— Vou voltar pra te visitar.
Naquela noite, o cemitério pulsou com vida suja, e Sabrina encontrou seu êxtase profano, a terra fria eternizando sua entrega selvagem.
Ela tinha dezoito anos.
E estava só começando.
Seria bem pior as próxima aventuras.




