Um sonho, nele estou fodendo minha esposa, quando de repente sinto um presença quente atrás de mim. Se aproxima e segundos após sentir um pau duro cutucar minha bunda um hálito quente prenuncia uma língua a percorrer-me a nuca direto ao ouvido. Minha esposa, dissolvendo-se em tesão, segura minha bunda com as duas mãos, abrindo-a, enquanto me puxa com força a foder sua deliciosa buceta. Aquela língua que sai de um rosto barbudo, roça com aqueles pelos, pelas minhas costas abaixo, gerando um arrepido que desemboca com uma deliciosa sensação de lambidas no cu. E não demora para que meu cuzinho virgem fique tão molhado e relaxado quanto a buceta que fodo alucinado. Tão relaxado que a língua já consegue penetrar sem esforço, enquanto ele pisca na lembrança daquele pau quente e duro que passara por perto há tão pouco tempo deixando saudades. Desde que minha filha havia me falado que minha homofobia era apenas uma inversão nojenta de uma libido inconsciente por homens, tudo começou a mudar em mim. Mesmo não me achando um homofóbico, soube na mesam hora que ela falava a verdade. A partir de então me permitir ver pornografia gay sem julgamentos prévios, e não demorou para que comece a ter curiosidade de como seria ser amado por um homem. De repente sinto algo grosso, quente e macio deslizar-me para dentro do ânus, misterioso e mágico. Enquanto apaixonado beijo minha esposa com paixão, movimento o quadril em todas as direções, sentindo sua buceta quente deslizar por todos os lados do meu pau, enquanto sinto no cu outro pau a deslizar por mim. E quando ela jorra me molhando com seu delicioso gozo pela frente gozo junto, e meu cu começa a contrair, a apertar aquele pau delicioso. Noto que aquele homem tenta se segurar mas goz junto a nós, dentro de mim, então acordo, mijado, numa cama estranha. Do meu lado esquerdo, uma mulher que lembra muito minha esposa, do lado direito um homem de cavanhaque. Suado, numa madrugada tão quente quanto nunca pude imaginar, coração acelerado, corro para a janela. Lá fora vejo um carro voando a modos de drone passar pela rua soprando um vento quente para dentro. Pelas ruas, na penumbra, uma grande orgia de pessoas bêbadas. Acima, ao céu, a luzes da cidade pintam de vermelho um céu carregado de uma massa que não se destingue em fumaça ou nuvens. Sou surpreendido pela voz daquele homem: - Ele está acordando! Pega ele! Não deixa ele fugir de novo! Olho para trás e os vejo se vestindo as pressas, ela que lançou curto vestido vermelho por cima do corpo já procura algo na gaveta do armário de cabeceira. Uma arma? Meu coração já a saltar pela boca me faz saltar pela janela, sobre o toldo de plástico do que parece ser um café no térreo. Corro sem olhar para trás, abrindo espaço aos empurrões naquele mar de corpos, suados e sujos de porra, correndo para lá e para cá, se amando nas ruas. [Continua....]
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