A viagem para Arraial d’Ajuda começou antes mesmo de Robert e Camila saírem de casa. Enquanto ele organizava suas camisetas, bermudas e algumas roupas para a noite, Camila fazia uma mala que parecia ter sido planejada para ocupar o mínimo possível de tecido: biquínis minúsculos, vestidos curtos, saias, shorts justos, tops e pouquíssimas calcinhas. Robert observava sem comentar. Conhecia bem a esposa. Camila tinha 39 anos e sabia exatamente o efeito que provocava. Morena, cabelos longos, 1,70 m, corpo definido e tatuado, abdômen chapado e curvas acentuadas. Trabalhava em uma loja de roupas fitness e estava acostumada a passar boa parte dos dias usando peças coladas ao corpo. Mas férias eram diferentes. E Robert sabia disso. Para viajar, ela escolheu uma calça branca extremamente justa, ligeiramente transparente, que deixava aparecer a pequena calcinha branca por baixo. A blusinha branca e preta tinha um decote generoso. Ainda no aeroporto começaram os olhares. No avião não foi diferente. Camila percebia. E gostava. Quando flagrava algum homem olhando por tempo demais, frequentemente correspondia com um sorriso discreto, quase malicioso. Robert também percebia essas pequenas trocas, mas permanecia quieto. Aquilo fazia parte do jogo deles. Arraial A pousada era pequena e aconchegante, com poucos quartos e uma piscina no centro. Mal deixaram as malas, Camila já queria praia. Escolheu um dos menores biquínis que havia levado. Na areia, enquanto passava bronzeador pelo corpo, percebeu novamente alguns olhares masculinos. Robert também. Nenhum dos dois comentou. Durante aquela tarde, porém, nada aconteceu. A noite seria diferente. Decidiram conhecer um lugar onde tocava forró. Antes de sair, Camila apareceu diante do marido com a roupa que havia escolhido. Robert apenas olhou. A saia era preta, extremamente curta, leve e solta. Curta o suficiente para que, dependendo do movimento, deixasse aparecer parte das nádegas. Por baixo, uma calcinha minúscula. Em cima, uma blusinha preta e branca bastante decotada. — Assim? — perguntou Robert. Camila deu uma voltinha. — Algum problema? Ele sorriu. — Nenhum. O combinado Quando faziam esse tipo de programa, existia uma regra informal: não chegavam grudados. Robert permanecia mais reservado. Camila tinha liberdade para circular, dançar e conversar. Não demorou. Um homem moreno, alto e forte aproximou-se e convidou Camila para dançar. Ela aceitou. Robert observava à distância. Camila dançava sem qualquer timidez. A saia acompanhava seus movimentos e, vez ou outra, subia perigosamente. Ela sabia disso e não parecia minimamente preocupada. Depois apareceu um amigo do homem. Era praticamente seu oposto: muito alto, pele clara, grande, com aparência de descendente de alemães ou poloneses. Camila também dançou com ele. Conversaram. Riram. Os dois homens estavam claramente interessados nela. E Robert sabia que Camila estava gostando da situação. Em determinado momento, o homem claro afastou-se para conversar com outra mulher. O moreno aproveitou. Disse alguma coisa no ouvido de Camila. Ela olhou rapidamente na direção de Robert. Depois acompanhou o desconhecido para fora. A praia Os dois caminharam até uma parte mais isolada da praia. A música foi ficando distante. Vieram os beijos, a aproximação e, junto às pedras, aquela paquera deixou de ser apenas uma dança. Camila viveu ali sua primeira aventura daquela viagem. O homem a colocou de joelhos e colocou o pau pra fora e fez Camila chupar. Ela chupou com gosto. Depois de algum tempo ele a colocou de pé, desta vez a fez ficar apoiada nas pedras de costas pra ele. Ele então baixou e retirou sua calcinha, ficou por um tempo bolinando sua buceta até que colocou a camisinha naquele pau grande grosso e moreno. Pincelou por alguns instantes antes de socar gostoso nela. Ficou bem ali por uns 10minutos até gozar com força. Antes de voltarem, porém, aconteceu algo inesperado. Sua pequena calcinha não voltou com ela. O homem resolveu guardá-la no bolso como lembrança daquela noite. Camila simplesmente ajeitou a saia e voltou para a festa. Robert viu quando ela reapareceu. E imediatamente percebeu que alguma coisa tinha acontecido. Mas permaneceu onde estava. O segundo O moreno foi ao banheiro e chamou o amigo pra ir junto e, logicamente contou que tinha comido a mulher. Ao sair do banheiro, o amigo então aproximou-se da Camila. Os dois voltaram a conversar e logo estavam dançando novamente. Dessa vez, entretanto, havia uma diferença: ele já sabia que Camila havia desaparecido com seu amigo. E isso tornou o jogo ainda mais provocante. Algum tempo depois, foi a vez dos dois deixarem a festa. Novamente a praia. Novamente as pedras. E Camila teve sua segunda aventura naquela mesma noite, ainda mais ousada que a primeira, pois esse cara parecia ser ainda mais safado. Também a fez chupar seu pau, também a colocou contra as pedras, comeu por pouco tempo sua buceta e sem dó nem piedade, logo meteu no cu da Camila e ela adorou. Quando retornaram, ela estava ofegante, mas perfeitamente tranquila. Conversou mais alguns minutos com os dois homens e pegou o celular. Trocaram números. Então Camila anunciou: — Preciso ir. Meu marido chegou e está me esperando no carro (mentiu). Os dois se entreolharam. — Marido? — perguntou um deles. Camila sorriu. — Sou casada. E foi embora. A confissão Robert encontrou Camila pouco depois. Começaram a caminhar em direção à pousada. Durante alguns metros ele conseguiu ficar calado. Depois não resistiu. — E então? Camila continuou andando. — O quê? — Você sabe muito bem. Ela olhou para ele e sorriu. — Dei para os dois. Robert sentiu imediatamente o impacto da resposta e ficou duro de tesão na hora. Camila começou então a contar sobre as danças e as fodas. Primeiro revelou o que havia acontecido com o moreno junto às pedras. Depois contou que ele tinha decidido guardar sua calcinha como um troféu. Robert arregalou os olhos. — Ele ficou com sua calcinha? Camila riu. — Ficou. Depois veio a segunda história. O amigo já sabia o que havia acontecido e também quis ficar sozinho com ela. Camila contou que os dois tiveram sua própria aventura na praia — e que o segundo encontro havia sido ainda mais atrevido que o primeiro. Robert escutava tudo. Quanto mais Camila contava, mais percebia o efeito que suas palavras provocavam no marido. Quando finalmente entraram no quarto da pousada, ela fechou a porta. Robert ficou olhando para ela. Camila caminhou lentamente até ele, o fez ajoelhar e puxou sua cabeça contra sua buceta e o fez chupar a buceta ainda melada e cheirando a sexo. Segurou o rosto grisalho do marido com as duas mãos. — Você gostou, não gostou seu corno? Robert não respondeu. Nem precisava. Camila deu um pequeno sorriso. Aquela era apenas a primeira noite em Arraial d’Ajuda. E ainda restavam vários dias de viagem.
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Que delicia de conto amor, você escreve muito bem! Fiquei com um tesão danado enquanto lia, parabéns, teve meu voto!
Postei um conto novo, adoraria um comentário seu, e se gostar vote ok?
Bjinhos Ângela