Bem vamos ao fato
Nesse dia que vou contar o que ocorreu, eu estava com os Cabelo preso com com um coque no alto da cabeça, óculos na ponta do nariz, como é de costume as professoras devido a miopia por excesso de leitura e estudos, vestindo um vestido de linho branco de renda que esconde o quanto o corpo ainda sabe o que quer com um decote em V que deixava uma boa parte dos peitos a mostra , o vestido um pouco acima dos joelhos , mais uma abertura pequena lateral que deixava as coxas um pouco a mostra ,
Um rapaz que tinha acabado de entrar na universidade, entrou na minha sala depois da aula de anatomia que tinha acabado, com aquela cara de menino que ainda acha que as professoras mais velhas só serve para explicar origem e inserção no quadro, e perguntou:
- O inspetor disse que a senhora quer conversar comigo.... mandei ele fechar a porta e se aproximarda mesa., tirei rei os óculos, olhei para ele do jeito que uma mulher setentona olha quando ainda tem fome de sexo e vingança e disse:
— Você não queria no meio da minha aula que acabou, saber sobre o acetábulo? Sendo que a matéria de hoje era outra... nas minhas aulas você sempre é cheio de gracinha, gosta de aparecer , é inconveniente e gosta de fazer perguntas bestas e idiotas, e fiquei sabendo que disse por aí que ia comer o rabo dessa velha gostosa, no caso o meu., e ia foder o meu cú até eu me cagar e me mijar toda... disse isso?
Ele não respondeu, ficou me olhando com aquela cara de menino que tá tomando bronca da mãe, e sabe que vai levar uma surra. se tremento de medo e com cara de assustado
Então eu disse:
- Vem cá, a aula prática é outra,
Passei a mão no peito dele por cima da camisa ele engoliu seco, dei uma risadinha cínica e sádica e disse :
- Vamos para o laboratório, lâ vou te dar as explicações necessárias,
Ele inocentemente foi atrás de mim, , não tinha ninguém no laboratório aquela hora, abri a porta fiz ele entrar, travei a porta por dentro, olhei nos olhos dele Andei até ele devagar, o salto batendo no piso. Parei na frente dele, abri a fenda do vestido puchei uma cadeira que estava por perto coloquei o joelho no assento,
— Você queria saber da cabeça do fêmur no acetábulo — falei baixo, quase no ouvido.
— Então abre a boca.
Levantei o vestido até a cintura , a calcinha já estava molhada, com aquela situação que eu estava armado, mangaqdei ele se abaixar, ele se tremendo todo obedeceu, segurei ele pelo cabelo com força, puchei a calcinha de lado Empurrei a buceta na cara dele e disse :
— Lambe...agora e sem essa cara de menino assustado, professora da minha idade não tem tempo para delicadeza...
Ele lambeu, desajeitado, ofegante, eu esfreguei a buceta na boca dele, no queixo, no nariz., cuspi na cara dele e continuei.
— Isso. Engole, essa baba toda é anatomia também.
Quando cansei da língua dele, puxei pelo cabelo, levantei e empurrei contra uma mesa, abri o zíper da calça dele com uma mão só, o pau pulou para fora, vermelho, latejando, eu ri e disse:
— Novinho e já pingando, que nojo gostoso, dei uma chupada no pau dele por uns cinco minutos, mandei ele deitar no chão frio do piso, ele obedeceu com medo mais já cheio de tesão,
Cuspi na palma da mão, passei no pau dele puchei minha calcinha de lado, já com a buceta toda melada e babada, e sentei de frente para ele e de uma vez só foi escorregando o pau até fundo.... Até o saco bater na minha bunda, segurei o pescoço dele com as duas mãos e comecei a cavalgar pesado, o vestido subido até a cintura, os seios batendo para fora do decote. E disse para ele com voz autoritária
— Olha para mim seu guri viadinho Olha para essa velha te fodendo, sente minha buceta apertando esse pau mixaria. fodi com alunos com o pau bem maior, e bem mais grosso do que o seu , moleque metido a engraçadinho sente o cheiro Isso é cheiro de buceta de setentona que já perdeu as contas com quantos homens e mulheres já tranzou , e ainda dá conta de pau de calouro que nunca fodeu e não sabe o que é foder de verdade ...
Ele tentou falar. Eu tampei a boca com a mão ...
— Cala a boca... Você não fala , Você só diz algo quando eu deixar,
Bati no rosto dele. Leve, depois mais forte, Cuspi na cara dele e continuei sentada, mais babada ainda e escorrendo tudo pela virilha dele, o som da buceta molhada ecoando no laboratório vazio... saí de sima dele me ajoelhei disse com voz autoritária para ele
- Dobra essas pernas e abre elas , ele sem ssber o que eu ia fazer obedeceu, passei o dedo no cu dele só para ver ele tremer... e disse:
— Depois eu vou enfiar o dedo aqui também, uma Aula completa, origem, inserção e orifício. Percebi que ele tava quase gozando,
Quando ele estava prestes a gozar enfiei o pau dele inteiro na boca. Até a garganta, e deixei ele gozar fundo, engolindo tudo, o excesso escorrendo pelo queixo, pingando no meu decote levantei, passei o dedo no esperma que escorria e empurrei na boca dele.
— Chupa. Agora é sua vez de engolir o que saiu de você, ele obedeceu, vermelho, ofegante, o pau ainda semi-duro eu limpei a boca com as costas da mão melevantei, arrumei o vestido, e falei, já andando em direção à porta:
— A Aula não acabou,você vai para minha casa comigo agora, hoje à noite eu quero você de quatro na minha cama., e se gozar de novo sem permissão, eu amarro e continuo usando até você chorar; Travei a sala sala do laboratório, e Ele me seguiu,chegando no estacionamento da universidade abri a porta do carro e empurrei ele para o banco do passageiro.,fechei a porta com força, sentei e o vestido ainda subido nas coxas, o decote aberto, o cabelo meio bagunçado , o cheiro de sexo ainda estava na minha boca e nas minhas mãos.
Liguei o carro. Olhei para ele e disse:
— Pega o celular. Agora.
Ele obedeceu, as mãos tremendo.
— Liga para os seus pais, fala que vai passar na casa de um amigo para estudar para as provas, fala natural, se e gaguejar ou parecer mentira, ou eu paro o carro e te deixo no meio da rua com a calça molhada e o pau ainda cheirando a mim,
ele ligou, voz saiu fina no começo, eu coloquei a mão no pau dele por cima da calça enquanto ele falava, apertei, esfreguei o polegar na cabeça ainda úmida, e ele engoliu seco, forçou um “tá, mãe, tomo cuidado sim, vou estudar sim, mais volto amanhã para casa" . Depois disso desligou,e eu disse:
— Bom menino , agora fecha a boca e abre as pernas, dirigi com uma mão só, a outra ficou no colo dele o caminho inteiro, apertava, soltava, passava o dedo no zíper, sentia ele endurecer de novo, ele tentava não gemer, eu não deixava, Chegamos no meu apartamento, não tinha ninguém meu marido tinha ido viajar a trabalho, um apartamento grande, mais tava tudo silencioso , mau ele sabia o que eu tinha planejado para ele, pois tava possessa por saber tudo que ele falava para outros alunos de mim, que eu era uma velha metida a jovenzinha que usava roupas de velha vadia, que mais parecia uma puta rampeira, que eu não tinha vergonha na cara, que sabia que eu tava dando para quase todos os alunos da faculdade , que eu também era uma velha lésbica que dava em sima das meninas também , e que ainda ia me pegar , me por de quatro e foder meu cú velho até eu me cagar toda, mais os alunos que gostavam de mim , e a maioria deles já tinha tranzado comigo me contaram tudo, fiquei possessa, só esperando uma oportunidade para me vingar de tudo que disse ao meu respeito, e esse dia ... e essa hora tinha chegado, a minha oportunidade de fazer ele engolir cada palavra que tinha dito; continuando empurrei ele para dentro do apartamento, travei a porta, nem deixei ele tirar o sapato, e disse gritando com voz autoritária ...
— Para o quarto agora e apontei a direção do quarto e ele foi andando devagar na minha frente , dei um empurrão nas costas dele, e ele quase caiu, eu ia atrás, ja no quarto empurrei ele na cama de casal, e disse gritando:
— Tira tudo,rápido, ele tirou, eu fiquei de pé na frente da cama, tirei o vestido de uma vez o sutiã e fiquei só de salto, calcinha preta e os seios grandes e pesados à mostra, setentona mais um corpo invejável para muitas novinha, a buceta ainda inchada e molhada do que a gente tinha feito no laboratório e no carro, ajoelhei na cama, e mandei ele ficar de quatro, ele foi questionar dei um tapa forte na cara dele e gritei:
- Fica de quatro seu viadinho filho da puta , ele me olhou todo se tremendo e me obedeceu, passei a mão na bunda dele, abri a bunda dele cuspi no cú e disse:
— A aula continua, aora é orifício posterior....
Enfiei o dedo indicador devagar, até o nó, ele gemeu alto, enterrou o rosto no travesseiro, eu ri, rouca e sádica e disse:
— Cala essa boca, empurra para trás essa bunda, e sente o dedo da professora setentona puta vadia metida a novinha, dentro do seu cu de calouro, acrescentei o segundo dedo, abri, fechei, fodi o cu dele com os dedos enquanto a outra ia na frente e apertava o pau, já duro de novo, pingando no lençol.
— Você mentiu para os seus pais para estar aqui de quatro na minha cama, isso te deixa mais com tesão, não deixa? Fala viadinho safado !
Ele falou, a voz quebrada .- Sim , só que você tá machucado meu cú, não sou viadinho nunca fiz isso, sou virgem, nunca tranzei, eu tirei os dedos, lambi enfiei na boca dele, fiz ele virar de barriga para cima, subi em sima dele de frente, e sentei no pau de uma vez, fundo, até encostar nas coxas, cavalguei pesado, os seios batendo, o cabelo colando no suor do pescoço, a buceta fazendo barulho molhado, segurei o pescoço dele com uma mão, com a outra bati na cara dele e disse
— Olha para mim filho da puta olha para essa velha te usando, sua mãe acha que você está estudando, enquanto isso eu estou sentada no seu pau até o talo... fiquei uns dez minutos cavalgando no pau dele ai eu levantei, virei de costas, a bunda na cara dele e disse:
— Lambe meu rabo e enfia a Língua no meu cú Agora !!! ele lambeu minha bunda enfiou a língua no meu cú, e percebi que ele tava com cara de nojo , a língua tremendo, mais fez o que mandei, , depois mandei ele parar, fiz ele deitar de costas de novo, sentei no pau dele mais fundo, gemendo baixo, coma buceta toda babando, o som da minha buceta encharcada ecoando no quarto, comecei a fazer movimentos mais rápido foi quando gritei:
- Tou gozando seu pivete arrombado filha da puta, senti ele ele também gozando, gozou dentro, eu senti o calor, apertei, extraí até a última gota de porra do pau dele, fiquei sentada em cima, o pau amolecendo dentro de mim, o esperma começando a escorrer, passei o dedo, recolhi o que vazava e empurrei na boca dele.
— Engole tudo, você não vai embora hoje, amanhã de manhã ainda tem aula, eu ainda não acabei com você;, deitei ao lado, o cabelo tudo bagunçado espalhado no travesseiro, a mão ainda no pau mole dele, apertando de leve.
— Dorme um pouco. Daqui a pouco eu te acordo e vamos continuar a aula, e se você pensar em ir embora, lembra que seus pais acham que você está na casa de um amigo,aqui você só sai quando eu deixar; Acordei primeiro, o quarto ainda estava escuro, cheiro de sexo velho, suor e porra seca no lençol, ele dormia de bruços, aquela bunda durinha lisinha sem pelos de jovenzinho, o pau grudado na coxa, passei a mão no cabelo dele, puxei com força até ele acordar ofegante.
— Acorda, a aula da manhã começou.
Virei de quatro na cama, com a bunda virada para o rosto dele, segurei as nádegas com as duas mãos abri e disse:
— Beija agora a bunda inteira, sem nojo,
ele obedeceu beijou Lábios trêmulos na pele da minha bunda grande , passou a língua na fenda do meu cú , eu empurrei para trás, esfreguei a bunda na cara dele e disse
— A Língua,... enfia fundo quero sentir essa língua de calouro dentro do meu cú , ele obedeceu, a língua entrou quente, molhada, desajeitada., eu gemi baixinho, rouca, segurei a cabeça dele contra o cú, rebolando devagar e disse:
— Isso. Mais fundo, abre bem meu cú com a língua, professora não pede, professora manda,
quando cansei da língua, virei o corpo, fiquei de quatro de verdade e olhei por cima do ombro, o cabelo colado no pescoço suado e disse:
— Agora enfia o pau, devagar no começo, depois eu quero fundo, e quero que foda meu cú com força sem dó nem piedade, como andou espalhando para os alunos da universidade... Ele disse:
- - Mentiram para você professora Gorete juro que eu não disse isso...
Gritei para ele:
- Moleque safado covarde filho da puta! Nem tem coragem de confirmar as suas bravatas, seu verme filho da puta, paga o preço agora seu descarado sem vergonha... e continua a fazer o que te mandei... ele com o corpo todo trêmulo com cara de assustado , encostou a cabeça do pau no meu cú, puchei a baba da buceta para traz e lubrifiquei meu cú., passei um pouco no pau dele , ele com a cabeça do pau na portinha do meu cú, joguei a bunda para traz senti o pau dele escorregar para dentro e doer e arder, , o pau dele não era muito grande mais era bem grosso, senti o pau dele esticando meu rabo , o que já não era tão apertado mais, segurei o lençol e empurrei para trás até ele entrar inteiro.
— Isso fode o cú da sua professora fode esse cú velho que nem você disse, quero ouvir o barulho, ele fodeu, primeiro inseguro, depois mais solto, o saco batendo na minha bunda., eu rebolava jogava a bunda contra ele, gemendo alto, gritando:
— Mais fundo, enfia esse pauzão com força até me arrombar toda, destroza tudo, soca esse pau com força sem dó nem piedade seu merda do caralho, esse cú já tá na ativa antes da puta da sua mãe nascer, e aguenta pau de tudo quanto é tamanho e grossura, pau de menino de primeiro ano já fez fila nesse rabo, comecei a rebolar que nem uma égua no cio empurrando a bunda no pau na cintura dele, depois de uns minutos comecei a sentir um cheiro forte de merda, olhei para trás, vi a cara dele de nojinho, passei a mão no cú e vi que tava tudo melado de merda , o pau dele tava todo empanado de cocô, gritei:
- Continua socando esse pau no meu cú, se parar por causa de nojinho te encho essa sua cara de murro... ele continuou bombando meu rabo cada vez com movimentos mais forte e rápido, até que depois de uns quinze minutos ele gozou dentro, quente, latejando, enchendo meu cú de porra, eu apertei o cú para segurar, senti escorrer um pouco de porra junto com merda pela coxa, não deixei ele sair, disse com voz autoritária :
— Não tira. Fica dentro, e agora mija dentro do meu cú!
Ele hesitou, eu apertei o pau pela base, por trás, e falei mais auto ainda gritando ...
— Mija no meu cú gora, quero sentir o mijo quente , se você não mijar, eu amarro você na cama e meto um vibrador enorme e grosso que eu tenho, enfio no seu cú e arregaço todo esse seu cuzinho de viado filho da puta, vai logo faz o que tou mandando!!!
Ele fez força mijou um jato quente encheu todo meu cú de mijo, até começar a vazar pelas laterais , aquele mijo junto com porra e merda escorrendo pela minha bunda pelos cabelos da minha buceta, molhou o saco dele, o lençol, as minhas coxas, o cheiro de merda e mijo subiu forte, eu ri, aquela risada rouca e sádica
— Isso mesmo Bom menino.
Fiquei alguns segundos assim, o pau ainda dentro, o mijo e a merda junto com esperma escorrendo, depois me levantei devagar, o cú fazendo um som úmido ao soltar aquela sujeira toda, me virei, empurrei ele de barriga para cima e fiquei de cócoras em cima do pau mole e sujo.
— Agora presta atenção!
Fiz força na barriga e empurrei tudo que ainda tava dentro da barriga e das tripas , caguei no pau dele, desceu aquele resto de merda com esperma e mjo quente, e mole, a sujeira, caindo em cima da cabeça, do pau dele e escorrendo pelo saco, e um monte grudando na virilha, o cheiro tomou o quarto., ele fez uma careta, tentou recuar, eu segurei o quadril dele com as mãos , e falei olhando nos olhos:
— Não ousa. Fica quieto. Isso também é aula. Você mentiu para os seus pais, para estar aqui, me esculachou para os alunos da universidade. Agora você leva o que a professora vadia e setentona quiser colocar em cima de você.
Passei a mão, espalhei um pouco no pau, no baixo ventre depois limpei os dedos na boca dele. E disse:
— Fica deitado,não lava.daqui a pouco eu quero a boca de novo, e se você vomitar, eu faço você lamber o que sair.
O cabelo preto caía no meu rosto enquanto eu olhava para ele ali embaixo, sujo, ofegante, o pau coberto de merda, fquei de cócoras em cima dele mais um pouco, o cú ainda aberto, o resto escorrendo no pau e no saco. O cheiro estava pesado no quarto, ele respirava pela boca, o rosto virado, mas não ousei deixar ele desviar.
— Olha. Olha para o que eu fiz no seu pau de calouro.
Segurei o queixo dele e virei, cuspi na cara dele depois desci a bunda até encostar o cú sujo na boca dele... e disse com voz autoritária:
— Abre a boca e usa a língua de novo e limpa o que sobrou em mim primeiro, ele obedeceu abriu a boca, língua saiu trêmula, eu sentei o cú em cima da cara dele rebolei devagar, suja, fazendo ele lamber a borda, e o meio do cú, o que ainda escorria fezes urina e porra, segurei o cabelo dele com as duas mãos e puxei contra mim. E disse:
— Mais., enfia a língua, quero sentir você comendo o cú da professora com a boca depois de cagar no seu pau, quando a língua já estava mole e ele quase engasgava quase vomitando, levantei, virei o corpo e sentei no peito dele, o pau ainda estava sujo, semi-duro de novo, coberto de fezes, espalhei na barriga dele, enfiei meus dedos na boca dele e disse:
— Lambe meus dedos do jeito que está, sem reclamar, sem fazer careta e sem vomitar, se não já sabe o que vou fazer no seu rabo nesse seu cuzinho virgem, ele abriu a boca e eu enfiei os dedos na boca dele , tudo junto, seurei a cabeça e fodi a boca dele com os dedos devagar, fundo o suficiente para ele tossir, a baba escorreu misturada com as fezes, e disse:
— Isso. Engole o que pegar, vai aprender a respeitar os mais velhos principalmente sua professora, peguei com a outra mão no pau , o pau dele tava latejando e super duro , , tirei os dedos da boca dele, me virei fiquei de quatro e disse:
- Agora vai foder meu cú todo cagado,
Ele obedeceu, se posicionou , colocou a cabeça do pau no meu cú, ainda escorregadio, todo melado de merda, e foi empurrando o pau devagarinho, as nádegas batendo no quadril dele meus cabelo balançando, os seios caindo para a frente, com uma mão abri a própria bunda para ele ver entrar e sair sujo...
— Sente o cú da sua professora te usando de novo, ainda tem mijo e merda dentro, empurra rápido e com força quero ouvir o barulho,
Ele empurrou, o som saiu molhado, feio, alto, eu ri sádica e disse:
— Mais forte, fode como se fosse a última vez que um menino retardado vai meter no cú de uma velha, quando senti ele ia gozar, levantei de uma vez, virei, sentei no pau dele de frente para ele e disse :
— Agora goza no meu cú depois quero que tira o pau e goze na minha boca .. na minha cara, e nos meus peitos, nessa hora eu senti o pau dele fundo no meu cú, ele avisou que ia gozar tirou o pau ficou de pé na minha frente , e gozou na minha boca, no meu rosto, no cabelo e em sima dos meus peitos, passei a língua nos lábios, senti aquele gosto salgado de cocô e ácido de mijo, recolhi o que escorreu da boca e nos peitos e mostrei para ele , esfreguei na cara e na boca dele, e disse:
— Bom. Agora deita de novo.
Empurrei ele de barriga para cima. Fiquei de pé na cama, de pernas abertas acima da cara dele, e mijei, o jato caiu na boca, no nariz, no pescoço dele escorreu para o travesseiro, ele tentou fechar a boca, eu segurei o cabelo e forcei e disse:
— Bebe a aula de hoje não acaba com nojo, Bebe tudo o que a professora manda, qiando o jato diminuiu, desci, sentei a buceta na boca dele e esfreguei até gozar em cima da língua dele, meu corpo tremendo convulsionando gemi gritei xinguei, bati na cara dele, fiquei sentada no rosto dele mais um pouco, ofegante, o cabelo colado na testa, dei um beijo de língua nele e disse
— Não lava a cara não lava a boca, você vai ficar assim até eu decidir o contrário.
Sentei na beira da cama, as pernas abertas, o cú ainda latejando, e olhei para ele rosto sujo, molhado, o pau mole e manchado de merda
Fiquei na beira da cama olhando para ele. Suja, o rosto ainda molhado de mijo merda e porra, o cabelo tudo bagunçado, grudado no pescoço,
Inclinei o corpo para a frente, os seios pesados caindo na cara dele, segurei o queixo dele com a mão marcada., e perguntei...
— Gostou da aula?
Ele demorou um segundo, o s olhos desviaram, Eu apertei o queixo dele mais forte.
— Responde olhando para mim viadinho filho da puta... Olhando para mim porra...
- Gostou da aula ou não?
A voz dele saiu baixa, rouca:
— Sim.
Eu não sorri, passei o polegar sujo de merda no lábio inferior dele e falei calma:
— E se você tivesse dito não?
Ele não respondeu. Eu levantei, fiquei de pé na cama de novo, de pernas abertas acima da cara dele, e abri o cú com os dois dedos, e disse:
— Se dissesse não, eu cagava na sua boca., até encher sua boca de merda e fazia você engolir tudo , com a mão tapando o seu nariz para você se afogar com as fezes, ai desci um pouco encostei o cú nos lábios dele sem sentar e disse
— Mas você disse sim, se livrou...
- Cheira meu rabo sente o cheiro, sente o que está pronto para sair se eu quiser, ele respirou pela boca, o corpo tenso embaixo de mim,eu rebolei de leve, a borda do cú roçando a língua dele.
— Fala de novo, mais alto, gostou da aula calouro?
Ele respondeu com voz rouca falhando e tremendo:
— Gostei !
— Gostou de lamber o cú da sua professora vadia metida a novinha setentona? Gostou de levar merda no pau? Gostou de mijar dentro de mim e depois beber o que eu mandei?
Ele fechou os olhos, eu puxei o cabelo e gritei:
— Responde porra!
Ele Respondeu:
— Gostei,
Segurei na cabeceira da cama , olhando nos olhos dele e falei baixo:
— Você não vai contar não ão vai denunciar, não vai chorar para ninguém, porque se contar, eu falo que foi você quem pediu,que o calouro bezerro veio atrás da professora setentona, mentiu para os pais e engoliu merda de joelhos. - vão acreditar em em você ou em mim?
E outra se não percebeu meu apartamento é todo monitorado , não vai faltar conteúdo para eu dar para os amiguinhos seus que já me foderam gostoso , ai vão jogar os conteúdos no grupo de WhatsApp que você participa, e vai ser sua palavra conta a minha...
Tirei os dedos, limpei no cabelo dele e virei o rosto dele para o espelho do lado da cama
— Olha. a sua cara.
Ele olhou. Eu fiquei atrás dele o cabelo colado nas costas, eu nua , a mão no pescoço dele, e disse:
— Essa é a última imagem da aula, você sujo, de joelhos, com gosto da sua professora na boca,
Apertei o pescoço um segundo a mais, só para sentir o medo, depois epois soltei, e disse:
— Levanta vai tomar um banho para tirar esse cheiro , se veste que vou chamar um Uber para te levar para casa.
Ele tomou banho junto comigo me olhando nua com cara de medo e admiração, vesti o robe ele se vestiu, o uber chegou. acompanhei ele até a porta, antes de abrir, segurei o queixo de novo dei um beijo na boca dele e disse:
— Amanhã você senta na primeira fileira., olha para o quadro, não olha para mim,se eu quiser de novo, eu te chamo, se eu não chamar, você fica quieto e finge que anatomia é só osso e músculo, abri a porta e disse:
— Vai e se a sua mãe perguntar se o estudo rendeu, você diz que sim.
Fechei a porta Travei , Fiquei escutando os passos dele descerem, pensei..
"Mais um ... mais um a setentona abateu... eu ainda tinha a boca com gosto de tudo aquilo e o cú latejando de tão usado, fui dormir mais um pouco pensando ...
" minha vingança e a aula tinha acabado do jeito que eu queria e planejei "
Fim do primeiro episódio dessa história...
pois depois disso não dei sossego para esse guri, e ele virou meu escravo sexual ...
Perversa não ...
Malvada as vezes ...
O importante que tirei proveito da situação e tive múltiplos orgasmos... gozei aos montes e tirei a virgindade de mais um, não do meu modos operante, mais esse mereceu ... ele nem imaginava quem era a professora Gorete , e até onde ela poderia chegar, quando arquiteta algum plano envolvendo sexo ...
Bjs ?? a todos que leram até o
F I M...





Que delicia de conto amor, você escreve muito bem! Fiquei com um tesão danado enquanto lia, parabéns, teve meu voto! Postei um conto novo, adoraria um comentário seu, e se gostar vote ok? Bjinhos Ângela