Tenho prazer nessa curiosidade e, quando surge uma oportunidade, costumo brincar sozinho, imaginando como seria.
Dois anos atrás, era verão. Eu estava na casa da praia. Minha esposa não estava lá naquele momento; era durante a semana, eu estava de férias e ela continuava trabalhando. Minha filha estava comigo, mas, certo dia, como ela tinha algumas amigas na praia, acabou indo dormir na casa de uma delas. Pela primeira vez, eu fiquei completamente sozinho.
Foi então que tomei uma decisão.
Baixei o Grindr.
Inclusive, fiz uma assinatura paga para ter acesso a mais perfis. A partir daquele momento, comecei a procurar, a "caçar", como eu mesmo dizia.
Naquela situação, encontrei um homem que estava em uma praia próxima. Ele tinha carro. Eu estava com a casa sozinha. Depois de alguma conversa, trocamos algumas fotos. As que ele me mandou me deixaram bastante atraído, e também enviei algumas fotos íntimas.
A conversa evoluiu rapidamente e acabamos marcando um encontro.
Depois que combinamos tudo, tomei umas duas cervejas para relaxar. Eu estava nervoso, ansioso, mas, ao mesmo tempo, sentia um tesão incrível.
Fiz uma xuca bem caprichada, fumei um cigarrinho para tentar me acalmar e fiquei esperando.
Cerca de trinta minutos depois, ele chegou.
Entrou em casa segurando um copo e estava bebendo alguma coisa. Logo de início, pediu para ir ao banheiro porque queria mijar.
Eu estava completamente sem jeito. Era minha primeira experiência com outro homem e estava extremamente nervoso. Na minha cabeça passavam todos os tipos de pensamentos: eu sabia que estava fazendo algo que poderia ser descoberto, tinha medo das consequências e também pensava nos riscos de um sexo sem proteção, inclusive pelo fato de isso poder afetar minha esposa.
Mas nós já estávamos ali.
Não tinha mais volta.
Quando ele voltou do banheiro, ficamos os dois em pé, frente a frente. Peguei um colchão e coloquei no chão da sala. Aquele seria o nosso lugar.
Mandei ele deitar.
Tirei a roupa e, sem muita cerimônia, a primeira coisa que fiz foi agarrar naquele pau.
Não era enorme, mas também não era pequeno. Devia ter uns 16 ou 17 centímetros. Era grosso o suficiente para chamar minha atenção.
E então eu abocanhei.
Comecei a chupar.
Nunca tinha experimentado aquilo antes e, para minha surpresa, confesso: era uma delícia.
Depois de muito chupar, ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cuzinho também.
A sensação foi incrível.
Ele ficou ali por alguns minutos, explorando meu corpo, e depois eu quis retribuir. Quis chupar o popão dele e assim fiz.
O mais curioso é que parecia que eu já tinha experiência naquilo. Agi com uma naturalidade que até hoje me surpreende.
Depois disso, me pus de quatro.
Ele começou a meter o pau em mim, primeiro devagarzinho. Como eu já estava acostumado a brincar sozinho em casa, não senti dor e não precisei de nenhum período de adaptação.
Aos poucos, ele começou a me fuder bem gostoso.
Fomos mudando de posição, experimentando diferentes formas de transar, até que, em determinado momento, perguntei onde ele iria gozar.
Eu estava com muita vontade de sentir aquilo até o fim. Ao mesmo tempo, o medo voltou.
Eu queria muito que ele gozasse na minha boca. Queria tomar aquela porra, experimentar, sentir o gosto dele.
Mas, no fim, o receio falou mais alto.
Pedi para que ele gozasse no meu cu.
Quando ele gozou, a sensação foi indescritível. Um ápice de prazer. Uma coisa extremamente gostosa, intensa, que me deixou completamente tomado pelo momento.
E então acabou.
Como eu ainda estava nervoso — afinal, era minha primeira experiência com outro homem — tudo terminou de maneira bastante seca. Não houve beijo, carinho ou uma despedida mais íntima.
Apenas disse que tinha gostado.
Ele perguntou se eu queria gozar.
Eu disse que não.
Repeti que tinha gostado, mas também deixei claro que não queria novamente naquele momento. Na verdade, eu só queria que ele fosse embora para poder ficar sozinho com meus pensamentos.
Quando ele saiu, fiquei com um sentimento difícil de explicar.
Era uma mistura de prazer, satisfação, curiosidade e arrependimento.
Mais tarde, já deitado na cama, no escuro, aconteceu algo que fez aquele momento voltar inteiro à minha cabeça.
Senti algo escorrer pelo meu cu.
Era o gozo dele, que ainda estava ali e começava a escorrer.
Passei a mão.
Levei até a boca.
Experimentei.
E então veio outra surpresa.
Que coisa deliciosa.
Naquele instante, bateu um arrependimento ainda maior: eu poderia ter deixado que ele gozasse na minha boca. Poderia ter tomado tudinho aquilo.
Foi assim a minha primeira experiência.
Uma experiência que começou com curiosidade, passou pelo medo, pelo tesão e pelo prazer e terminou deixando na minha cabeça uma mistura de sentimentos que eu jamais imaginaria sentir.
E talvez o mais curioso de tudo seja que, depois daquela noite, eu sabia que aquela história ainda não tinha terminado.
Agora, estou aqui com os mesmos pensamento e caçando de novo.
Não tem um homem que tenha sido chupado no cusinho que se esqueça desse momento e de quando senti uma pica abrindo passagem. É incrível!