Das muitas aventuras que tive quando jovem, uma delas me gerou Amanda. Eu crio ela sozinho desde os doze anos.A mãe foi morar fora do país e nunca mais voltou de verdade. No começo eram ligações, depois mensagens esparsas, depois quase nada. Fiquei eu e ela. Eu que levava pra escola, eu que fazia comida, eu que via o corpo dela mudando ano após ano. Dos seios que começaram a aparecer por baixo das camisetas largas até as coxas firmes que hoje marcam a legging. Eu aprendi a desviar o olhar. Ou pelo menos a fingir que desviava.Hoje ela tem vinte e três. Mora comigo ainda. Diz que é por causa do aluguel caro da cidade, mas a gente sabe que é mais do que isso. A casa ficou pequena demais pra tanta coisa não dita.Era quase sete da noite quando a porta abriu.Ela entrou suada da academia, o cabelo preso de qualquer jeito, o top colado no peito, a legging preta marcando tudo. O cheiro veio antes dela: suor quente de quem treinou pesado, misturado com aquele odor ácido e úmido que só uma buceta quente exala depois de uma hora de agachamento.Eu estava no sofá. Sozinho, como quase sempre. E naquele momento, pela primeira vez em anos, eu não desviei o olhar.
Eu estava no sofá da sala, camiseta larga, bermuda, as pernas abertas, o celular na mão sem realmente prestar atenção. A porta da frente abriu e o cheiro chegou antes dela.Suor quente. Pele aquecida. E por baixo disso, mais forte, o cheiro da buceta dela. Ácido, úmido, vivo. O cheiro de quem treinou pesado e não se limpou ainda.Ela entrou. Minha filha. Vinte e três anos. Cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado, meia-calça preta colada no corpo, top esportivo escuro que deixava a barriga de fora. A pele brilhava. Um fio de suor descia do pescoço, passava entre os seios e sumia no tecido. Outro escorria pela coluna, sumindo no cós da legging.Ela largou a bolsa no chão e ficou parada um segundo, respirando pela boca.— Nossa, tá quente pra caralho hoje — disse, passando a mão no pescoço.O cheiro veio mais forte. Eu engoli seco. Meu pau já estava endurecendo dentro da bermuda, pressionando o tecido. Eu não mexi. Só fiquei olhando.Ela se aproximou do sofá, parou na minha frente e esticou os braços pra cima, alongando. O top subiu um pouco. Vi a marca do suor embaixo dos seios. A legging marcava o formato da buceta, o tecido um pouco mais escuro no meio, molhado.— Tá cheirando o quê? — ela perguntou de repente, olhando pra mim com um sorrisinho cansado.Eu não respondi logo. Só inspirei fundo, bem na frente dela.— Você. Suor… e buceta.Ela piscou. A boca abriu um pouco. Uma vermelhidão subiu no pescoço, mas ela não recuou. Ficou ali, de pé, as pernas um pouco abertas.— Tá forte, né? — a voz saiu mais baixa. — Nem tomei banho ainda.Eu me reclinei no sofá, a mão direita descendo devagar e apertando o volume na bermuda. O cheiro dela estava em tudo agora. Eu conseguia sentir o calor saindo do corpo dela.— Chega mais perto.Ela hesitou só um segundo. Depois deu um passo. Depois outro. Parou entre minhas pernas abertas. O cheiro bateu forte, direto no meu rosto. Suor de academia misturado com o cheiro quente e úmido da xota dela.Eu levei as duas mãos para as coxas dela, por cima da legging. A pele quente. O tecido molhado. Deslizei os polegares para dentro, apertando a carne firme.— Tira o top.Ela obedeceu sem falar nada. Puxou o top por cima da cabeça. Os seios caíram livres, suados, os mamilos duros e escuros. Uma gota de suor escorreu do mamilo direito e caiu no meu joelho.Eu puxei ela pela cintura, fazendo ela ajoelhar no sofá, uma perna de cada lado das minhas. O cheiro agora estava direto no meu nariz. Eu enterrei o rosto entre os seios dela, lambendo o suor, chupando a pele salgada. A mão direita desceu e apertou a buceta por cima da legging. O tecido estava encharcado. Quente.— Porra… — ela gemeu baixo quando meus dedos pressionaram o clitóris através do pano.Eu puxei a legging e a calcinha juntas, descendo até as coxas. A buceta apareceu, inchada, brilhando de tesão e suor. Os lábios inchados, um fio transparente escorrendo. O cheiro bateu forte, quase me fazendo gozar só com aquilo.Eu não pedi. Só enterrei o rosto ali. Língua aberta, lambendo tudo de uma vez. O gosto salgado do suor misturado com o gosto ácido e doce da buceta dela. Eu chupei os lábios, suguei o clitóris, enfiei a língua fundo, bebendo o que escorria.Ela gemeu alto, as mãos no meu cabelo, empurrando meu rosto contra a xota.— Pai… caralho…Eu continuei. Lambendo, chupando, respirando fundo o cheiro dela. A mão esquerda apertava a bunda, o dedo médio esfregando o cu suado. A outra mão abria a bermuda e tirava meu pau pra fora. Duro, latejando, a cabeça já molhada de pré-gozo.Eu a puxei pra baixo. Ela se abaixou, a buceta quente e escorregadia encostando na cabeça do meu pau. Sem pressa, ela desceu. O calor apertou. A buceta molhada engoliu tudo de uma vez, até o fundo.Os dois gemeram juntos.Ela começou a rebolar, devagar no começo, o suor escorrendo do peito dela pro meu. O cheiro de sexo e academia enchia o sofá. Eu segurei a cintura dela e meti pra cima, fundo, batendo as bolas na bunda.— Continua cheirando — ela falou ofegante, a voz falhada. — Continua cheirando minha buceta…Eu enterrei o rosto no pescoço dela, inspirando fundo enquanto metia. Depois desci de novo, chupando o suor entre os seios, mordendo o mamilo, enquanto o pau entrava e saía molhado, o barulho sujo enchendo a sala.Ela gozou primeiro. A buceta apertou forte, latejando, esguichando um pouco ao redor do meu pau. O cheiro ficou ainda mais forte. Eu não aguentei. Segurei a bunda dela com as duas mãos, enfiei até o fundo e gozei. Jorrando dentro, pulsando, enchendo a buceta dela enquanto ainda lambia o suor do peito.Ficamos parados. Meu pau ainda dentro, a porra escorrendo devagar pela rachadura. O cheiro de sexo, suor e gozada misturado no ar.Ela respirou fundo contra meu pescoço e sorriu, ainda ofegante.— Amanhã eu treino de novo… e chego do mesmo jeito.Eu apertei a bunda dela e empurrei mais fundo, ainda duro.— Eu vou estar aqui no sofá.