Começamos a conversar na quarta e no sábado já saímos, fomos ao cinema. Quando passei buscar ela na casa dela, fiquei louco, lindíssima, com uma roupa descente mas que não escondia seu belo corpo, ainda no carro comecei a imaginar nós dois transando e já fiquei muito excitado. Porém naquele dia minhas expectativas foram quebradas, não rolou nada, nem uns beijos no cinema e na volta deixei ela na casa dela sem ser convidado para entrar, pois seus avós estavam à espera dela. Apesar disso, a conversa fluiu, foi um encontro gostoso e combinamos de sair na semana seguinte.
Durante a semana toda eu não parava de pensar que eu queria pegar aquela menina, e marcamos de ir em uma gelateria da cidade. Na gelateria sentamos em um lugar do lado de fora, onde estávamos a sós. A conversa foi fluindo, esquentando, e ali mesmo beijei ela. E que beijo gostoso, seus lábios suaves traziam uma sensação boa e ao mesmo tempo de aumento de tesão. Saímos de lá e fomos ficar a sós no meu carro, lá ela explicou que não havia me beijado no primeiro encontro pois não fazia isso em primeiros encontros, mas que ficou a semana toda esperando nosso próximo encontro para nos beijarmos.
Dentro do carro, já era quase meia-noite, beijávamos intensamente, mas sempre que queria algo a mais ela parava, pois me disse que era virgem. Ao escutar isso pela primeira vez me veio uma cara de surpresa pois ela já havia namorado e um tesão imenso com vontade de ser o privilegiado a tirar sua virgindade. Ela me disse que só havia feito sexo oral com seu namorado, mas que não conseguiu fazer nada a mais pois tinha receio de engravidar, e quando começou a tomar anticoncepcional, antes do tempo de efeito eles terminaram. Fazia um ano que ela tinha terminado e até então só tinha ficado com um cara mas apenas beijado.
Nos beijos ela pediu para evitar o pescoço que era seu ponto fraco, ao ouvir isso, não parei de beijar seu pescoço, aos poucos ela começava a ceder, uma passada de mão por dentro das calça, um toque mais, até que coloquei a mão por dentro de seu sutiã, ela questionou mas não pediu para tirar, seus peitos eram incrivelmente macios, pequenos, mas com o biquinho todo empinado de tesão, ela não aguentava mais, começou a me falar sacanagens, meu pau já estava explodindo, foi então que passei a mão por dentro de sua calcinha de renda, senti sua buceta completamente encharcada, ela disse “eu me rendo, não aguento mais”, coloquei minha mão cheia do seu melzinho em minha boca, e quando finalmente ia começar a tirar sua roupa, escutamos um barulho de risada na rua, na hora sentamos rápido no carro, separamos e nesse momento ela disse “você vai tirar minha virgindade, mas não hoje, preciso voltar pra casa. Fiquei muito triste na hora, mas ela não deixou continuar, levei-a de volta pra casa e frustrado de não termos transado me masturbei bastante ao longo daquela semana pensando nela.
Na semana seguinte já estava decidido que transaríamos, passamos a semana toda falando besteira, ambos não estávamos aguentando mais, e eu contando os dias para chegar o sábado.
Chegou o sábado, passei na casa dela já era por volta de umas 20h, já havia jantado e ela também, não queria mais rodeios, fomos direto ao melhor motel da cidade.
Chegando no motel, entramos no quarto com muitos beijos, mal fechamos a porta e já estávamos sem roupa, meu pau estava durasso desde o carro, ao retirar sua roupa, quase gozei só de olhar seu corpo, pele branquinha e muito macia, peitinhos pequenos mas bem redondinhos com um biquinho médio todo empinado, bundinha grande e durinha para um corpo magrinho, e o melhor de tudo, sua bucetinha estava lisinha, e que bucetinha Rosa. Antes de tirar minha cueca já joguei ela na cama e comecei a chupar aquela buceta. Minha nossa, como ela estava quente e cheia de tesão, com poucas lambidas ela já estava gozando na minha boca, eu com muito prazer só engolia aquele mel dela. Depois comecei a chupar seu cuzinho que estava limpinho junto com sua bucetinha (a história do dia que comi seu cuzinho pela primeira vez fica para uma próxima). Após chupar durante muito tempo ela, retirei minha cueca pedi para ela ajoelhar, afinal, ela disse que queria ser submissa, e pedi para chupar meu pau.
Ao olhar meu pau ela ficou surpresa, tenho um penis médio, 16 cm, mas ele é bem grosso, e talvez ela tenha se surpreendido com isso. Quando ela disse “é um sonho perder meu cabacinho por esse pau que eu sonhava desde a época da escola”, eu fiquei louco, segurei para não gozar ali mesmo. Quando ela começou a me chupar, foi coisa de outro planeta, que boca maravilhosa, me chupou muito gostoso.
Joguei ela na cama e quando ela pediu a camisinha, mandei ela ficar quieta que eu iríamos transar sem preservativo, pois comprei pílula do dia seguinte para ela tomar em sequência que ela poderia ficar despreocupada. Eu precisava sentir sua bucetinha quente sem nada.
Quando abri sua perna ela pediu para ir devagar pois como era virgem tinha medo de machucar muito. Comecei colocando só a cabecinha e já estava louco para gozar ao sentir aquela quentura maravilhosa. Comecei empurrando devagarzinho, apertando seus peitos que com um simples toque já ficavam marcados devido a sua pele clara. Quando ela começou a gemer baixinho comecei a meter mais rápido, ela me apertava mas não pedia para parar, quando aumentei à velocidade de vez ela deu um berro tão alto, que quase me assustei, vi o sangue escorrendo, seu cabacinho tinha sido estourado. Estava com tanto tesão que não parei e ela também pediu para continuar. Troquei de posição para dar uma respirada e comecei a comer ela com ela de quatro, eu olhava aquele cuzinho e ficava mais louco ainda, enfiei meu dedo enquanto metia, ela assustou, falou que podia colocar meu dedo lá, mas que não era naquele dia que iria comer seu cu. Acabei continuando sem me importar muito, meti um bom tempo com ela de quatro até que pedi para ela ir por cima.
Deixei para ir por cima depois de um bom tempo metendo, pois essa posição é fatal parar mim, quando ela subiu lá cima de mim, ao encaixar sua bucetinha no meu penis, senti ela gozando com meu pau enterrado lá dentro, que tesão insano, levantei ela rapidinho pra não gozar também. Após algum tempinho, pedi para ela sentar de novo, recuperado, recebi uma sentada fenomenal, beijava sua boca e ela sentava devagarinho mas muito gostoso.
Não estava aguentando mais, pedi para ela levantar que queria gozar na cara dela. Ela levantou, ajoelhou e com aquela carinha de anjo sem saber o que fazer, pedi para ela abrir a boca igual uma atriz porno que iria gozar lá dentro. Não precisei mais que cinco segundo relando no meu penis para jorrar muito leite em sua boca. Gozei quase tudo lá, um pouco foi no olho dela e um pouco foi no pescoço, mas praticamente tudo entrou na boca dela. Ela quase engasgando não sabia se engolia ou se cuspia, acabou fazendo um pouco dos dois.
Tomamos um banho juntos no motel, passamos mais um tempinho juntos ali e fomos embora. Ainda continuamos saindo, ela vivendo a aventura de ficar com seu professor e eu com a minha ex-aluna. Mas uma coisa é fato, essas transas com ela tem sido as melhores da minha vida.