Nós conversamos sobre mazofilia e desejo em seios. Mas, naquela terça, trocamos fotos e indecência durante todo o dia. Eu adoro, ser vulnerável nos braços de um homem. Amo abrir meus braços e pernas e só dizer: vem.
Quando um homem sobe com fome em meu corpo, eu tenho, sensações alucinantes e orgasmos intensos, mesmo sem penetração. Quando um ser viril e forte abocanha meus seios com fome, como se eu fosse seu deleite eu tenho prazer intenso.
Marc, marcou comigo em frente ao mar. Combinamos de não falar nada. Dei boa noite. Ele abaixou o banco. Mal sentei e ele levantou o vestido preto todo, nem reparando que a parte de cima era aberta para ele mamar.
Foi bruto, voraz e com sede no meu corpo. Estou muito molhada só de lembrar, da força, pressa e brutalidade que ele levantou meu vestido. Começou a me mamar o seio esquerdo, a boca delicada. As mãos, nem tanto. Começou harmonicamente a me comer com o dedo e a boca.
Sugava muito o meu seio esquerdo. Só o esquerdo. Eu queria que ele mamasse os dois. Mas estávamos no carro dele. Quando viu a minha vagina, com o clitóris avantajado, ele começou a me dedar com pressa e saiu do seio para minha vagina, me sugando, sugando, sugando, com fome.
Eu estava muito excitada. Nesse momento, ele foi além. Eu nunca fiz por trás. Tenho mais de trinta anos. Mas, nunca fui penetrada atrás. Ele enfiou o dedo, que era grosso no meu anus. E me machucou. Eu gritei de dor e ardência.
Não foi legal. Não foi violência. Mas, me machucou.
Ele quando eu disse para, falou algo que me partiu o coração: - Cala a boca, piranha. Até que eu fui mais incisiva e disse: Pare.
Chorando, eu desci do carro e ficou um clima horrível.
Da minha bolsa caiu um documento importante e eu segui tentando ligar para ele. Até que ele viu. No meu coração, eu não queria ver ele nunca mais. Mas, um fato, ele teria que me entregar o documento.
Doeu, às 5h da manhã, tudo escuro. Fui ao encontro dele. Ele abriu a porta do carro se masturbando. Achei horrível a abordagem, peguei o documento. E ia embora. Mas, ele pediu para eu entrar, disse que ia mamar, e ia embora.
Eu concordei. Como sou faixa preta de Jiu-jitsu, e vi a vulnerabilidade dele, além de conhecer seres marginais da região e pescadores, entrei. E pensei se ele me machucar vai dormir, bons sonhos.
Com a mesma voracidade, mas, com sutileza começou a mamar e fez uma deliciosa massagem em meu clitóris. Pronto era o que eu queria. Mãos rudes, virilidade, mas, carinho nas entrelinhas. Um sexo forte e bruto, que não segue os padrões de um filme pornô.
Eu vulnerável como uma virgem, que tem a vagina quente e apertada, que deixa um macho que lambuzar e sugar meus seios e se aliviar no meu sexo com força. O sexo no formato mínimo e no prazer máximo.
Eu não queria gozar nas mãos e tampouco com os estímulos dos seios, queria ouvir ele gozar dentro de mim. Isso gozar feio um animal, em cima de mim, gemendo, me comendo e eu sentindo seu corpo pesando e amassando meus seios.
Ele quis me botar de quatro. Eu disse que queria de frente. Ele estaria próximo dos meus ouvidos. E meus peitos estariam livres e a altura das suas mãos e boca. Abri bem as pernas. Segurei na bunda dele, para sentir ele bem dentro de mim.
Ele colocou. Eu senti prazer intenso, eu vi a camisinha, eu vi o pênis, eu vi ele entrar em mim. Quanto mais ele empurrava, mais eu jogava o corpo para frente, para entrar mais, e eu me senti, mulher dele, usada por ele e dele.
Ele gemia, grosso e forte. Friccionei as pernas até eu, eu, gozar. Depois relaxei e me abri mais, para sentir ele gozar. Ele aumentou as metidas. Eu senti aquela dorzinha maravilhosa, e quando ele deu a metida mais forte, seu pênis latejou dentro de mim, e eu senti ele gozar e gemer forte.
Gozei de novo.
Ao levantar, ele pediu para ver minha bunda. Mas, eu fui embora.
Se rolar de novo volto e conto, como ele se aliviou em mim mais uma vez.