Os dois homens não perderam tempo. Assim que Rogério recuou, eles ocuparam o espaço vazio atrás de mim. Eram mais ousados, mais agressivos. Em segundos, eu senti não mais um, mas dois paus duros, um de cada lado, roçando firmemente contra minha bunda. A sensação foi eletrizante. O tecido da minha bermuda era fino, e eu podia sentir o calor e a rigidez daqueles membros desconhecidos. O tesão subiu às alturas, e eu não consegui me conter. Comecei a retribuir, fazendo pequenas reboladas ritmadas, esfregando a bunda contra aquelas rochas duras, massageando os paus dos desconhecidos com o movimento do ônibus.
Minha ousadia cresceu. Eu tirei uma das mãos do corrimão e a levei para trás, entre os corpos dos dois homens. Meus dedos encontraram os paus, ainda cobertos pelas calças, e comecei a alisá-los com vontade, sentindo a forma, a grossura e a pulsação das veias. Os dois homens se aproximaram ainda mais, pressionando-me contra o banco da frente, sufocando-me com seus cheiros masculinos e sua urgência. Eu me sentia uma prostituta em pleno dia, usada por aqueles homens que eu nunca vira o rosto. A minha mão corria ao longo das ziperes, apertando a carne dura, sentindo o prazer deles crescer.
Depois de alguns minutos de fricção intensa e punhetas rápidas por cima da roupa, eu senti uma mudança no ritmo. Os paus pulsaram violentamente sob minha palma. Um gemido abafado soou perto de meu ouvido esquerdo, seguido de uma contração muscular. Os dois homens gozaram quase simultaneamente. Eu senti o tecido das calças deles ficarem úmidos e quentes, o esperma jorrando e manchando a roupa enquanto eu continuava a alisá-los, garantindo que esvaziassem tudo. Sem uma palavra, satisfeitos, os dois se afastaram, desaparecendo na multidão que descia na próxima parada.
Rogério tentou retomar seu lugar atras de mim, mas o espaço foi imediatamente ocupado por outra figura. Era um homem negro, alto e extremamente sarado, que se encaixou atrás de mim com uma confiança intimidadora. Ele não precisou de disfarces. Aquele pau era imenso, uma tora grossa e dura que se apoiou no meio da minha bunda com uma pressão brutal. Eu enlouqueci. Aquele era o tipo de pau que eu sonhava em sentir. Coloquei a mão para trás imediatamente, tentando cercar a dimensão daquela arma por cima da bermuda do homem.
O negão não se contentou com pouco. Ele agarrou minha mão com força e a guiou para dentro da própria bermuda alargada. O contato foi pele com pele, quente e úmido. O pau era enorme, liso, duro como aço. O homem inclinou-se e sussurrou no meu ouvido, sua voz rouca e dominante: — Vai, putinha, me faz gozar.
O comando disparou o meu desejo. Eu comecei a bater uma punheta vigorosa naquela tora gostosa, apertando a glande e deslizando a pele para baixo e para cima com rapidez. O mundo ao redor desapareceu. O barulho do motor, as vozes dos passageiros, o trânsito lá fora; tudo se perdeu. Só existia aquele pau gigante na minha mão e o cheiro do homem que eu possuía ali. Eu era uma putinha pública, um objeto de prazer para um desconhecido em um ônibus lotado.
A estimulação foi demasiada. O negão gemeu alto, sem se importar com quem ouvia, e seu pau explodiu. O jato foi forte e abundante, espirrando muito esperma quente e grosso. O líquido escorreu pelo meu punho e molhou a parte de trás da minha bermuda, deixando uma mancha evidente e úmida. A sensação de sujeira e prazer foi o estopim final. Eu senti meu próprio orgasmo rasgar meu corpo. Eu gozei sem encostar nem uma vez em meu próprio pau, apenas pela tensão, pelo fetiche realizado e pela sensação de ser usado.
O homem negro, satisfeito, afastou-se e desceu do ônibus, me deixando com as pernas trêmulas e a bunda molhada de porra alheia. Rogério, que testemunhara tudo a poucos centímetros de distância, aproximou-se novamente. Seu pau estava duríssimo, pulsando no limite. Ele se encostou nas minhas costas, agora molhadas, e sussurrou no meu ouvido: — Você tá muito putinha, hein? Várias pessoas estão olhando.
Eu virei a cabeça ligeiramente e, sem cerimônia, enfiei a mão dentro da bermuda de Rogério. O pau do meu amigo estava molhado de pré-ejaculatório. Eu comecei a bater uma punheta rápida e desesperada, querendo sentir Rogério gozar também. Não demorou. Rogério soltou um grunhido abafado e despejou sua carga na minha mão, misturando-se ao cenário de depravação.
Com um gesto combinado, Rogério me empurrou através da multidão e descemos na próxima parada. O ar fresco da noite bateu, mas o calor interno era insuportável. Sem dizer uma palavra, pegamos um táxi e fomos direto para um motel. Eu estava em um estado de excitação animalesca, uma fêmea no cio, sedento por mais. Assim que entramos no quarto, Rogério me agarrou e me fodeu de todas as formas possíveis, consumindo o resto da noite com uma fúria que correspondia à loucura que tinhamos vivido no transporte público.