Realizando um fetiche com meu amigo Rogério.



A confissão do meu fetiche para Rogério, saiu de forma hesitante, em meio a risadas nervosas e cervejas. Ele ouviu com atenção, o olhar curioso sem julgamento, e no final, apenas deu de ombros e disse que topava ajudar.
O ônibus da linha que cortava a zona norte do Rio de Janeiro estava repleto, uma lata de sardinha humana rodando pelas ruas movimentadas. O ar condicionado, se é que existia algum, não dava conta de resfriar o suor de tantos corpos apertados. Eu e Rogério haviamos planejado meticulosamente. A desculpa para a viagem fora um jogo de futebol no Maracanã, mas o verdadeiro objetivo estava naquele transporte público precário e lotado. Nós entramos separados, mantendo a fachada de estranhos.
Eu me dirigi para o fundo do veículo, um local estratégico onde o balanço do ônibus era mais acentuado e a multidão mais densa. Agarrado a um dos tubos de apoio metálicos, eu sentia o peso dos corpos contra o meu, o cheiro de suor misturado a perfume barato e a fadiga do dia a dia. O coração batia forte, não pelo calor, mas pela antecipação do que estava por vir. Rogério, por sua vez, permaneceu na entrada por alguns minutos, observando o movimento, antes de começar a se deslocar lentamente em direção ao fundo, empurrado pela multidão.
Quando Rogério finalmente alcançou a posição atrás de mim, o contato foi inicialmente sutil. Aproximou-se o suficiente para que seus quadris tocassem levemente minha bunda. O ônibus freou bruscamente em um semáforo, forçando um contato mais físico. Rogério aproveitou o movimento para se encostar mais em mim, começando o "encoxamento" planejado. Com as mãos nos balaústres acima para se equilibrar, Rogério esfregava o pau duro disfarçadamente, enquanto os olhos percorriam o ambiente, verificando se alguém notava o ritual obsceno que se desenrolava ali.
Não demorou muito para que a atenção de Rogério fosse atraída por dois homens mais à frente. Eles conversavam em tom baixo, mas seus olhares eram fixos e direcionados para trás, para onde nósestavamos. Cochichavam entre si, trocando olhares cúmplices e começando a se aproximar lentamente daquele aglomerado de corpos. A tensão subiu. Rogério percebeu o interesse deles e, calculista, afastou-se ligeiramente, abrindo espaço e criando uma oportunidade. Foi como sinalizar para predadores que a presa estava disponível.

Os dois homens não perderam tempo. Assim que Rogério recuou, eles ocuparam o espaço vazio atrás de mim. Eram mais ousados, mais agressivos. Em segundos, eu senti não mais um, mas dois paus duros, um de cada lado, roçando firmemente contra minha bunda. A sensação foi eletrizante. O tecido da minha bermuda era fino, e eu podia sentir o calor e a rigidez daqueles membros desconhecidos. O tesão subiu às alturas, e eu não consegui me conter. Comecei a retribuir, fazendo pequenas reboladas ritmadas, esfregando a bunda contra aquelas rochas duras, massageando os paus dos desconhecidos com o movimento do ônibus.
Minha ousadia cresceu. Eu tirei uma das mãos do corrimão e a levei para trás, entre os corpos dos dois homens. Meus dedos encontraram os paus, ainda cobertos pelas calças, e comecei a alisá-los com vontade, sentindo a forma, a grossura e a pulsação das veias. Os dois homens se aproximaram ainda mais, pressionando-me contra o banco da frente, sufocando-me com seus cheiros masculinos e sua urgência. Eu me sentia uma prostituta em pleno dia, usada por aqueles homens que eu nunca vira o rosto. A minha mão corria ao longo das ziperes, apertando a carne dura, sentindo o prazer deles crescer.
Depois de alguns minutos de fricção intensa e punhetas rápidas por cima da roupa, eu senti uma mudança no ritmo. Os paus pulsaram violentamente sob minha palma. Um gemido abafado soou perto de meu ouvido esquerdo, seguido de uma contração muscular. Os dois homens gozaram quase simultaneamente. Eu senti o tecido das calças deles ficarem úmidos e quentes, o esperma jorrando e manchando a roupa enquanto eu continuava a alisá-los, garantindo que esvaziassem tudo. Sem uma palavra, satisfeitos, os dois se afastaram, desaparecendo na multidão que descia na próxima parada.
Rogério tentou retomar seu lugar atras de mim, mas o espaço foi imediatamente ocupado por outra figura. Era um homem negro, alto e extremamente sarado, que se encaixou atrás de mim com uma confiança intimidadora. Ele não precisou de disfarces. Aquele pau era imenso, uma tora grossa e dura que se apoiou no meio da minha bunda com uma pressão brutal. Eu enlouqueci. Aquele era o tipo de pau que eu sonhava em sentir. Coloquei a mão para trás imediatamente, tentando cercar a dimensão daquela arma por cima da bermuda do homem.
O negão não se contentou com pouco. Ele agarrou minha mão com força e a guiou para dentro da própria bermuda alargada. O contato foi pele com pele, quente e úmido. O pau era enorme, liso, duro como aço. O homem inclinou-se e sussurrou no meu ouvido, sua voz rouca e dominante: — Vai, putinha, me faz gozar.
O comando disparou o meu desejo. Eu comecei a bater uma punheta vigorosa naquela tora gostosa, apertando a glande e deslizando a pele para baixo e para cima com rapidez. O mundo ao redor desapareceu. O barulho do motor, as vozes dos passageiros, o trânsito lá fora; tudo se perdeu. Só existia aquele pau gigante na minha mão e o cheiro do homem que eu possuía ali. Eu era uma putinha pública, um objeto de prazer para um desconhecido em um ônibus lotado.
A estimulação foi demasiada. O negão gemeu alto, sem se importar com quem ouvia, e seu pau explodiu. O jato foi forte e abundante, espirrando muito esperma quente e grosso. O líquido escorreu pelo meu punho e molhou a parte de trás da minha bermuda, deixando uma mancha evidente e úmida. A sensação de sujeira e prazer foi o estopim final. Eu senti meu próprio orgasmo rasgar meu corpo. Eu gozei sem encostar nem uma vez em meu próprio pau, apenas pela tensão, pelo fetiche realizado e pela sensação de ser usado.
O homem negro, satisfeito, afastou-se e desceu do ônibus, me deixando com as pernas trêmulas e a bunda molhada de porra alheia. Rogério, que testemunhara tudo a poucos centímetros de distância, aproximou-se novamente. Seu pau estava duríssimo, pulsando no limite. Ele se encostou nas minhas costas, agora molhadas, e sussurrou no meu ouvido: — Você tá muito putinha, hein? Várias pessoas estão olhando.

Eu virei a cabeça ligeiramente e, sem cerimônia, enfiei a mão dentro da bermuda de Rogério. O pau do meu amigo estava molhado de pré-ejaculatório. Eu comecei a bater uma punheta rápida e desesperada, querendo sentir Rogério gozar também. Não demorou. Rogério soltou um grunhido abafado e despejou sua carga na minha mão, misturando-se ao cenário de depravação.
Com um gesto combinado, Rogério me empurrou através da multidão e descemos na próxima parada. O ar fresco da noite bateu, mas o calor interno era insuportável. Sem dizer uma palavra, pegamos um táxi e fomos direto para um motel. Eu estava em um estado de excitação animalesca, uma fêmea no cio, sedento por mais. Assim que entramos no quarto, Rogério me agarrou e me fodeu de todas as formas possíveis, consumindo o resto da noite com uma fúria que correspondia à loucura que tinhamos vivido no transporte público.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


264447 - Amigos casados 3 - Categoria: Bissexual - Votos: 14
260919 - Amigos casados 2 - Categoria: Bissexual - Votos: 21
259566 - Amigos casados... - Categoria: Bissexual - Votos: 31

Ficha do conto

Foto Perfil juanpetros
juanpetros

Nome do conto:
Realizando um fetiche com meu amigo Rogério.

Codigo do conto:
271409

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
04/09/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0