Sem Retorno – Capítulo 7



Sem Retorno – Capítulo 7

Depois da sessão de fotos, fui para meu quarto.
Queria editar as fotos antes do jantar, pouco tempo depois minha mãe se junta comigo para ver como tinha ficado o ensaio.
Eu estava tenso, achando que ela poderia ter notado algo, mas graças a deus ela parece não ter percebido nada novamente.
Fico feliz em ver o quão maravilhada ela está com os resultados da nossa sessão de fotos. Mostro como os assinantes reagem a cada nova foto dela, e ela não esconde a satisfação.
Aproveito que estou ali, e mostro pra ela um dos maiores fãs dela, o (Moms_Slave).
Digo que ele sempre quer os conteúdos dela antes de qualquer um, paga até mais por cada foto.

- esse é o nome dele?

- não, na verdade isso é o nickname, um apelido na internet.

- e qual o nome dele?

- não tem como saber mãe.

- e porque colocar um apelido, ao invés do nome?

- pra se manter em anônimo, mais ou menos que nem a gente faz, mas no nosso caso a gente esconde o rosto.

- e ele paga tudo isso apenas por fotos?

- pra você ver, ele nem vê as fotos antes, só de saber que são suas ele paga por todas.

Ela não diz nada, mas vejo ela contendo um sorriso.

- que bom então né, significa que to agradando.

- muito mãe, você é um sucesso. Olha o quanto já arrecadamos no site, e a grande maioria é por sua causa, graças ao seu trabalho.

Mostro pra ela o valor total até o momento, e ela chega a arregalar os olhos.
O valor até o momento e de mais de sete mil.

- tudo isso filho, e o mês apenas começou.

- pra você ver mãe, e isso é só aqui, ainda tem alguns outros trabalhos que faço, mas não chega nem perto disso, mas já ajuda muito.

- então esse mês a gente vai conseguir paga a divida com folga?

- calma, ainda e cedo e não atingimos a meta. Por isso temos que continuar e publicar o máximo que conseguimos, pois ainda tenho que investir um pouco em divulgação e não podemos deixar o site esfriar.

- ai filho, pode contar comigo, eu vou fazer o meu melhor.

- você já tá fazendo mãe, isso é tudo graças a você.

Vejo os olhos dela ficarem marejados, e ela me dá um beijão apertado que afunda minha bochecha.

- vamos continuar filho, vamos fazer muitas fotos então, pode postar essas e quando quiser faremos mais. Mas agora vou preparar o jantar antes que fique muito tarde.

Ela sai alegremente, e me deixa ainda mais motivado ver a dedicação dela.
Converso com o (Moms_Slave) e falo do novo conteúdo.
Digo que vou postar hoje mesmo daqui a algumas horas.
Mas ele não quer esperar e como sempre ele pede por elas antecipado, tenho agora cento e vinte fotos, e ele paga por todas.
Mando as dos pés em um valor menor, e ele fica muito agradecido.
Depois respondo todas as mensagens do site, mas isso esta consumindo muito tempo, pois o site está crescendo muito rápido, e estão chegando muitas mensagens a cada minuto.
Terminei de editar as fotos, mas vou deixar para postá-las depois do jantar.
Depois de algum tempo minha mãe avisa que o jantar está na mesa.
Jantamos e conversamos alegremente, felizes pelos resultados que estamos tendo.
Depois do jantar e da sobremesa, minha mãe pergunta se faremos outra sessão.

- hoje não mãe, não quero desgastar minha modelo preferida.

Ela parece até um pouco triste quando digo isso, mas abre um sorriso pelo elogio.

- ai filho, você tá me mimando muito com esses elogios.

- isso é pouco, tenho que dar sempre o melhor tratamento para minha estrela.

O rosto dela fica vermelho.

- já que é assim, o que você acha de mimar a mamãe mais um pouco, e fazer uma massagem aqui no sofá.

- seu pedido é uma ordem.

Digo já indo em direção ao quarto dela para pegar o creme.
Quando retorno ela já está se preparando, ela deita no sofá e coloca os pés no meu colo.
Eu massageio suavemente os pés dela enquanto ela assiste sua novela.
Eu estou concentrado nos pês dela, e realmente são pés lindos.
Esfrego por entre os dedos e aperto delicadamente os nós dos dedos fazendo ela soltar suaves gemidos anasalados a cada aperto.

- ai filho, isso é tão bom, você não sabe como isso me faz bem.

Eu continuo a massagem, e dou atenção a cada detalhe dos pés dela.
Percebo ela respirando suavemente, e vejo que ela está de olhos fechados, quase caindo no sono.
Eu aproveito, e não consigo evitar de olhar para o corpo dela.
Ela está com os braços levantados acima da cabeça, e está relaxada respirando profundamente.
Vejo o movimento de subir e descer dos peitos dela, e cada suave balançada que eles fazem a cada movimento. Olho em direção a virilha dela mas o vestido atrapalha e não consigo ver o volume que procuro.
Uma ideia maluca passa por minha cabeça, e penso em levantar o vestido dela, mas logo apago essa ideia louca.
(ela é minha mãe, que merda eu estou pensando.).
sem perceber já estou de pau duro, e o pés dela estão apoiados em cima do meu membro.
Eu rapidamente saio de lado, ela desperta do sono.

- já acabou a massagem filho?

- é mãe, esqueci que tenho que pegar uns trabalhos agora, tenho que aproveitar.

Ela parece decepcionada, mas eu não posso ficar ali agora, não desse jeito.
Primeiro vou no banheiro, e jogo uma água fria no rosto para afastar esses pensamentos.
Depois um pouco mais calmo, me concentro nos trabalhos.
Algum tempo depois ela vem me desejar boa noite.
Ela envolve seus braços me abraçando por trás, e me dá um beijo carinhoso no rosto.

- boa noite meu amor, não fica até tarde ai não viu, descansa um pouco também.

- pode deixar mãe. Boa noite.

Aproveito essa hora para fazer o máximo de trabalho, hoje foi bem produtivo.
É ótimo ter mais tempo com minha mãe, e melhor ainda ver que ela está conseguindo um tempo pra ela, mas ainda desejo fazer ela parar de vez com esses serviços de diarista, mesmo que seja só um, ainda é muito desgastante.
Por isso quanto mais o nosso site crescer, logo poderei falar pra ela parar de fazer trabalhos fora.
Aproveito que não carregaram novos trabalhos no site, e procuro meu notebook para ir adiantando outras coisa por ele, não o encontro no meu quarto, e lembro que emprestei pra minha mãe mais cedo.
Penso em ir no quarto dela, mas vejo que a porta está fechada novamente, ela deve ter fechado por engano de novo.
Eu me aproximo da porta, para ver se ela está chorando novamente, mas está tudo em silêncio, ela já deve estar dormindo.
Penso em entrar e procurar meu notebook. Mas lembro que a vi usando ele na sala.
Antes de incomodar o sono dela entrando no quarto, vou procurar primeiro na sala.
E logo encontro ele na mesinha de canto.
No meu quarto coloco ele na posição para adiantar alguma outra coisa entre um contrato e outro.
Assim que abro o notebook, a página que está aberta na tela me chama a atenção.
É um vídeo de uma moça bem bonita, intitulado, (como ser mais sedutora). Agora entendi por que minha mãe queria o notebook.
Verifico o histórico de pesquisa e vejo que ela pesquisou muito sobre esse assunto.
Mas também tinha outras pesquisas buscando aprender como desfilar, como posar melhor em fotos, esse tipo de coisa.
Fico contente por ela estar se dedicando, e realmente ela aprende muito rápido, pois hoje mesmo já vi a evolução.
Continuo com meus trabalhos e aproveito para postar as novas fotos no site como tinha prometido.
As horas passam rápido e logo o despertador da minhã mãe toca avisando que já são seis horas da manhã.
No café conversamos um pouco, e aviso sobe o ensaio de hoje, ela parece ansiosa o que me deixa ainda mais contente.
Depois de levá-la até o ponto, volto pra casa e estou morrendo de sono.
Deixo os trabalhos um pouco de lado e durmo para recuperar as energias.

Acordo assustado com os gritos de alguém chamando no portão.
Olho as horas e são meio dia ainda, verifico a imagem da câmera e parece ser um entregador.
Lembro-me do pedido que fiz e vou receber a entrega.
Estou ansioso espero que essas cuecas especiais me ajudem ao menos a esconder meu problema.
Assim que recebo, vou direto fazer um teste, e fico surpreso com a qualidade do produto.
O tecido é muito mais grosso que o normal, e parece bem resistente.
Visto uma delas pra ver como ficou. E fico muito feliz por ver a eficácia do produto, isso pode realmente me ajudar.
Vestindo uma calça mais folgada por cima, fica praticamente imperceptível.
Mas tenho que fazer um teste de verdade, tenho que ver se quando eu estiver de pau duro, ela vai mesmo esconder o volume.
Pra isso uso o que tem me torturado ultimamente, abro umas das fotos da minha mãe.
Uso a que mais me excitou quando vi pela primeira vez, a que ela está de quatro com a lingerie preta. E é instantâneo, assim que vejo aquela maravilha de bunda redonda com o pacote inchado partindo a calcinha. Meu pau rapidamente fica duro que nem pedra.
Eu me olho no espelho e estico meu corpo para ver se realmente poderei ficar seguro.
E para minha satisfação, está ótimo, fica um pouco de volume, mas nada que chame a atenção.
Eu posso até me esticar, que a cueca segura bem o volume do meu pau mesmo latejando de duro.
Estou mais confiante, agora posso evitar cometer algum deslize e perder a confiança que minha mãe tem em mim.

Depois que ela chega digo que faremos nossa sessão depois do jantar.
Ela está animada, e pediu meu notebook novamente, sei que ela quer melhorar suas habilidades como modelo, mas não digo nada para não constrangê-la.
Aquela noite fizemos mais um ensaio, e tivemos que improvisar, pois já estávamos repetindo as lingeries. Mas tivemos que nos virar com o que tínhamos por enquanto. Então combinamos algumas peças, para modificar um pouco as fotos.
Ela estava ficando cada vez melhor de frente a câmera, seus movimentos estava mais naturais e assertivos. E ela quase não sentiu vergonha em nenhuma das posses. Mesmo quando eu pedia pra ela abrir as pernas ela apenas obedecia e não virava mais o rosto de vergonha.
Se eu postasse as fotos por completo, sem cortar a parte do rosto, e os assinantes vissem o quanto ela é linda e as caras sensuais que ela estava fazendo pra mim. Com certeza poderia cobrar o dobro por foto.
Mas eu jamais faria isso, não só por ela, mas por mim também.
Não quero que vejam minha mãe assim, enquanto eles não souberem quem ela é, está ótimo, pois pode ser qualquer uma.
Mas expor a identidade dela, isso nunca. Só eu tenho o privilegio de ver ela por completo.
Só eu sei quem é essa deusa.

Os dias passaram rápido, e o segundo mês já está quase no fim.
Faltam ainda cinco dias para o mês acabar, mas já conseguimos arrecadar mais do que o suficiente para pagar a dívida.
Graças aos nossos esforços temos muito mais do que precisamos para esse mês, e conseguiremos pagar todas as nossas dívidas, e as dívidas que ficaram em atraso. E ainda vai sobrar para adiantar o próximo mês.
Eu e minha mãe estávamos muito felizes com nossa conquista, fizemos sessões quase todos os dias, e nosso site já conta com milhares de assinantes.
Os meus outros projetos e os trabalhos remotos ajudaram muito, mas nem se comparam.
Minha mãe estava agindo como uma profissional, graças aos estudos e treinos que devia fazer escondida.
Eu sei pois via sempre as pesquisas dela, nos históricos do notebook.
Porem temos que inovar nosso conteúdo, e minha mãe foi a primeira a notar isso.
Enquanto conversávamos sobre o pagamento das dívidas e comemorávamos o nosso resultado, ela me fez um pedido.

- filho, foi muito bom esses dias, fizemos bastante conteúdo, porém temos usado muito as mesmas peças nas fotos. Acho que é hora da gente arranjar coisas novas.

Fiquei surpreso, mas muito contente por ela tomar a iniciativa, eu ainda sinto um pouco de vergonha em tocar em alguns assuntos com ela.

- será que agora que conseguimos adiantar o pagamento da dívida, sobrou algum dinheiro pra gente comprar umas peças novas?

- com certeza mãe, vamos fazer isso agora.

Ela abre um largo sorriso empolgada.
Realmente estávamos precisando de novos figurinos, ela fez milagres diversificando as peças, e combinando com as que ela tinha. Mas já estava no limite, e novos figurinos vai nos render ainda mais no site.

- mas vamos com calma mãe, ainda não podemos esbanjar, então não podemos pagar por coisas muito caras.

- não, nem precisa filho, é só para as fotos mesmo, o importante é ter mais opção.

Deixo o notebook na frente dela e abro uma loja de roupas íntimas femininas.

- pronto, a senhora pode escolher à vontade.

Eu ia dar privacidade pra ela escolher com paciência, mas ela me segurou pelo braço quando tentei sair.

- não filho, escolhe comigo, você sabe o tipo de coisa que os assinantes gostam.

- eles gostam de você mãe, não importa como esteja vestida.

Ela não se aguenta com meus elogios.

- ai filho, você sabe como agradar a mamãe viu. Mas escolhe comigo, quero saber sua opinião.

Eu não discuto, e fico ao lado dela ajudando.
Ela começa a colocar no carrinho as peças que à agrada, eu digo pra ela ir colocando as que ela prefere, depois vamos escolhendo as melhores. Ela olha com atenção.
De repente vejo uma que me chama a atenção, não é muito bem uma lingerie, está mais para uma fantasia. De um anjinho com assas brancas. Mas é bem erótica.

- coloca essa mãe.

Ela no mesmo instante fica vermelha.

- ai filho, essa é fio dental.

- é, vai ficar ótima em você.

Ela parece acanhada, e relutante.

- não sei filho, eu não fico bem com fio dental, é muito pequeno.

- mas a senhora já experimentou?

- não, mas sei que vai ficar estranho.

- mas só vai ter certeza se experimentar, eu tenho certeza que vai ficar maravilhosa em você.

Ela olha para a peça encabulada, ainda com dúvidas.

- faz assim, a gente compra e se um dia a senhora se sentir a vontade, ai a senhora usa.

Ela fica pensativa, com o dedo mindinho na boca indecisa.

- tá, mas não garanto nada,

Eu quase comemoro, e ela sorri me chamando de bobo.

Ela escolhe mais algumas peças, do agrado dela.
E eu peço pra ela colocar mais uma fantasia, agora de doméstica, e ela gosta da fantasia, mas reclama por ser fio dental também.
E mais duas lingeries, uma vermelha com espartilho e cinta-liga, e uma roxa acetinada. As duas em fio dental.

- nossa, filho! Você só escolheu fio dental.

- é pra gente ter opção mãe, quem sabe a senhora gosta, ai já temos algumas a disposição.

Ela torce a boca fazendo bico.

- já disse que não garanto nada, depois não me cobra.

- tá vendo como é a vida, depois que o sucesso sobe pra cabeça, fica cheia de exigência.

Eu digo num tom brincalhão, provocando ela.
Ela ri alto, e me dá um empurrão de leve com o ombro.
Pegamos mais algumas coisas para incrementar nossas sessões, e fomos finalizar as compras.
Ficou um pouco salgado, e ela ficou preocupada.

- nossa, filho! Tudo isso, é melhor deixar algumas coisas.

- não mãe, tá tudo bem, pense nisso como investimento, cada uma delas ira nos render muito mais que isso, então pode pegar.

Fizemos o pedido agora é só aguardar.
Eu achava melhor se tivéssemos ido a uma loja, pois além dela já testar na hora, já sairíamos com es peças de lá.
Mas ela ficou com vergonha, disse que ainda não estava pronta para ir nesse tipo de lugar, que sempre comprou suas roupas íntimas no mesmo lugar no shopping. E que tinha vergonha de ser vista por algum conhecido entrando em lojas desse tipo.
Agora pensando nisso realmente percebo que minha mãe sempre se vestou como uma senhora.
Ela sempre usou roupas que faziam parecer que ela era mais velha.
Sempre vestido longos e fechados, que não deixavam ela feia, pois isso era impossível.
Mas escondia noventa por cento da sua beleza.
E agora tenho certeza que isso era muito da influencia do meu pai, que controlava todas as ações dela, e ditava até o que ela deveria usar. O que fez ela pensar que era assim que ficava bem.
Ela realmente não tem noção do quanto é maravilhosa.

- mãe tenho uma ideia, e se comprarmos alguns vestidos novos.

Ela fica surpresa com minha proposta.

- não filho, a gente já gastou demais, e outra, vestidos eu tenho bastante.

- eu sei mãe, mas não desses do tipo que a senhora tem, algo mais chamativo, mais curto e mais aberto.

Ela se encolhe levemente.

- ai filho, eu não gosto de usar essas coisas.

- a senhora não precisa usar pra sair se não quiser, mas vai ser bom pra usar para o site, em nossas sessões.

Ela fica pensativa, mas parece gostar da ideia.

- mas já gastamos demais.

- já disse mãe, é investimento. Vamos dar uma olhada.

Eu procuro pelos vestidos no site, e ela não questiona.
Assim que encontro a categoria, já vejo coisas que gostei.

- esse vai ficar ótimo em você mãe.

- meu deus filho, isso é muito curto.

- e pra diversificar mãe, relaxa.

Eu coloco mais alguns modelos, bem curtos, e apertados, inclusive uma calça que parece algo como couro, bem colada.
Enquanto ela olha com o rosto quase pegando fogo de tão vermelho.

- confia em mim mãe, você vai ficar maravilhosa.

Ela me olha com timidez, tentando disfarçar o sorriso.

- Escolhe alguns também mãe.

- mas você já escolheu filho.

- mas escolhe uns que te agradam.

Ela com um pouco de relutância procura os que ela gosta.
Ela acaba gostando de dois vestidos mais comportados, ela queria pegar um de saia longa, mas eu disse que ela já tinha muitos, e ela acabou pegando duas jardineiras de saias medias, que cobriam as coxas.
Eu até pensei em questionar, mas realmente ficariam muito bem nela, e já comecei a imaginar os tipos de ensaios que poderíamos fazer.
E me senti vitorioso, pois agora ela tinha escolhido um modelo que ela nunca pensou em usar, e mesmo comportado, não esconderia as formas do corpo dela, igual aos que costumava usar.
Depois das compras ela foi fazer alguns deveres, enquanto eu fui trabalhar. Ate o horário da nossa sessão.
Eu fiquei muito feliz pelo momento que tivemos juntos.
Era até difícil de acreditar, que passei horas ao lado dela, escolhendo figurinos, para deixar minha própria mãe, mais sensual.
Roupas provocantes, e até lingeries, que a pouco tempo atrás, nem sonharia em imaginar minha mãe usando.
E o mais impressionante foi o comportamento dela.
Mesmo se mostrando envergonhada as vezes, ela se divertiu, e parecia muito empolgada.
Mesmo não prometendo nada, não recusou minhas escolhas, esse novo comportamento da minha mãe, me deixava surpreso, mas muito contente.

Depois do jantar tiramos mais algumas fotos, aproveitamos o que tínhamos, até a chegada do novo material.
Eu já me sentia muito melhor em fotografar ela. Estava conseguindo controlar meus desejos, e não tive mais ataques de êxtase, e quado tinha ereções que ainda eram bem frequentes, a cueca escondia o volume, o que me dava mais tranquilidade para fazer o trabalho.

O segundo mês acabou, e hoje já era dia do pagamento
Sem perdem tempo logo depois que minha mãe foi para o trabalho, fui direto para o prédio da WH, fazer o pagamento para Oggi.
Porem chegando lá já com o dinheiro em mãos sou informado pela recepcionista que o senhor Oggi não se encontra no momento.
Ela me informa que foi instruída pelo próprio senhor Oggi e eu poderia deixar o pagamento com ela.
O senhor Oggi já havia me informado sobre isso antes, então não vi problema algum.
Entrego o montante para a moça da recepção, ela me pede um momento enquanto vai verificar se tudo está correto.
Depois da confirmação, ela me entrega um tipo de recibo, confirmando o meu pagamento.
Me sinto ainda mais seguro com esse comprovante em mãos.
Não vi o senhor Oggi hoje, mas foi bem mais rápido, e prefiro assim.
Saindo do Prédio da WH, vou pagar o restante das contas de casa, estou me sentindo muito bem, pois além de pagar todas as dívidas, sobrou uma boa quantia já para adiantar o próximo mês.
Volto para casa, e depois que minha mãe chega, informo sobre o pagamento das contas, e assim como eu, ela se sente aliviada, mas ainda falta fazer as compras de mantimentos para casa.
Nós dois vamos junto para o mercado, e podemos comprar tudo que precisamos.
Depois dos tempos difíceis que passamos, poder fazer isso com ela e muito gratificante.
O dia foi cansativo, e não faremos sessão de fotos hoje, tiramos o dia para descansar.
E também, ainda não recebemos as novas roupas, então é melhor esperar.
Pois mesmo que os assinantes aguardem ansioso por qualquer novo conteúdo dela, já temos muito material repetido.
Enquanto isso aproveito para investir na divulgação dos meus sites, e fazer mais alguns conteúdos para meus canais, enquanto trabalho em alguns contratos.

No segundo dia do terceiro mês, as roupas que compramos chegaram.
Minha mãe, ainda está no trabalho, eu estou ansioso para vê-las, mas prefiro esperar por ela.
Assim que ela chega, fica toda animada para ver as novas vestimentas.
Abrimos juntos avaliando cada peça, ela já decidiu qual quer usar primeiro, e está ansiosa para a primeira sessão.
Quando abrimos as peças que eu escolhi, vejo ela ficando toda vermelha, envergonhada.
As peças realmente são minúsculas, e até eu mesmo duvido se caberão no corpo volumoso da minha mãe.
Ela levanta uma das calcinhas das fantasias que comprei, e olha com muita vergonha.

- nossa, filho! Olha o tamanho disso, não esconde nada. Isso nem cabe em mim.

- que isso mãe, essas roupas são projetadas só pra cobrir o que é necessário. E tenho certeza que cabe.

Ela analisa a peça com desconfiança.
E eu só consigo imaginar como ele ficaria usando aquilo, e sinto meu corpo esquentando.

- não sei não, mas já avisei, eu não dou certeza que vou usar isso.

- tudo bem mãe, você que decide, mas vamos ficar com ela, quem sabe um dia você fica inspirada.
Só faz um teste antes, pra ver se você fica bem, e não fica muito apertada, pra dar tempo de trocar.

- vou ver, depois eu experimento, no meu quarto.

Meus ombros chegam a cair de desapontamento, quando ela diz isso. Achei que ela experimentaria na minha frente, mas não deu certo.

Continuamos a desembrulhar as roupas, e ela alegremente separa as que já quer usar em nossos ensaios fotográficos.
As peças que ela escolheu, são no estilo das anteriores, tanto a calcinha quanto o sutiã, são mais comportados, cobrindo todo o seio e o púbis dela, e cobrindo parte da bunda.
Mas são bem sensuais, e em modelos diferentes, algumas lingeries, alguns maiôs e alguns biquínis.
Temos muito material para fazer bastante conteúdo agora.
Mas gostaria muito de ver ela vestida com as peças que eu escolhi, nem que ela vestisse só pra experimentar, só pra mim. Mas acabei ficando só com a imaginação.

Decidimos trabalhar imediatamente, ela estava ansiosa para isso, e no mesmo dia em que as roupas chegaram, fizemos o primeiro ensaio.
Ela logicamente ficou linda com cada um dos modelos, e estava radiante desfilando e pousando pra mim.
Ela já agia realmente como uma modelo, seus movimentos eram seguros e se movia e posava de forma confiante.
Ela estava até mais ousada nas posses, e fazia poses melhores do que eu pudesse imaginar para as fotos. Com certeza ela estava se empenhando muito em aprender sobre a profissão.
Graças a deus eu já me sentia muito melhor com meu autocontrole.
Logico que eu ainda ficava excitado com toda essa situação, mas já estava acostumado, e não passava por mais constrangimentos involuntários como anteriormente.
As novas fotos lógico se tornaram um sucesso no site.
A cada minuto, novos assinantes apareciam e nosso site não parava de crescer.
E os valores que ganhávamos se acumulava rapidamente.
Tudo estava indo muito bem, e já até sonhávamos em nos ver livres da dívida com a WH.

Passaram se mais alguns dias, e já estávamos na última semana do terceiro mês.
Já tínhamos conseguido quase o dobro do valor da dívida com nossos trabalhos.
E já dizia para minha mãe largar o emprego de diarista, para se dedicar apenas a nosso ensaios.
Ela ainda estava relutante, mas disse que pensaria.
Eu mostrei pra ela, como estávamos bem, pois além do site que estava nos dando muito mais do que precisávamos para pagar a dívida, eu ainda tinha outras fontes de renda.
Ela ainda estava em dúvida e disse que pensaria.
Eu queria de todo modo tirar ela desse emprego, me sentia inseguro com ela fora de casa.
Depois de tudo que aconteceu, e lembrando do ataque que ela sofreu, me dava muito medo, pensar que algo poderia acontecer.
Mas não posso tratá-la como uma criança, sei que ela sabe se cuidar, e se algo ruim fosse acontecer, poderia acontecer em qualquer lugar, e mesmo querendo muito, não posso protegê-la de tudo.
Tenho que confiar nela, e que quando ela tiver pronta vai tomar sua decisão.
Mas depois de todo esse tempo que estávamos sob uma pressão imensa com tudo o que aconteceu.
Estávamos indo muito bem, e precisávamos de um momento relaxante.
Há tempos venho tendo algumas ideias para incrementar nossas sessões, mas minha mãe ainda tem relutância em relação a algumas coisas.
Eu queria ir para algum outro lugar, um motel sei lá, para podermos mudar de ambiente, e fazer algumas fotos.
Mas ela foi contra, e quase teve um troço com essa ideia.
Disse que podemos fazer tudo aqui mesmo, que não quer nem imaginar ser vista entrando em um lugar desse.
Eu não insisti, pois ela realmente ficou irritada e envergonhada.
Então decidi comprar algumas coisas, para mudar o cenário em nossa casa para as fotos.
Desse jeito poderia usar a imaginação e ir mudando alguns ambientes da casa, com temas diferentes.
Ela adorou a ideia, e ressaltou que tudo isso que fazemos, deveria ficar só da porta pra dentro.
Então foi o que fiz, o dia dos namorados estava chegando, e esse seria um bom tema para nossas fotos. E fui conversar com ela para ver o que ela pensava sobre isso.
Sei que depois de tudo o que meu pai fez, ela pode não querer nem pensar sobre essa data.
Mas eu tinha algumas ideias, e era uma data que remetia a sensualidade, e tenho certeza que os assinantes esperavam algo que remetesse ao tema.

- mãe, o dia dos namorados está chegando, e quero fazer algo especial, para o nosso site. O que a senhora acha.

- é mesmo filho, isso vai ser uma boa.

Fiquei um pouco surpreso, achei que ela pudesse ficar relutante, mas ela pareceu até empolgada com a ideia.

- o que a senhora acha, estou pensando em decorar um pouco a casa, e deixar o tema em destaque.

- ai, vai ficar lindo filho, eu tenho um monte de ideias.

Fiquei animado com a reação dela, a animação o envolvimento, e ainda mais por ela não deixar que o que meu pai fez, marcasse ela de alguma forma.

- então está combinado, vamos comprar alguns enfeites, e decorar a casa.

Passamos algum tempo escolhendo os enfeites pela internet, ela estava muito animada, e deu muitas sugestões.
Depois que ficamos satisfeitos com os pedidos, agora era só aguardar, a entrega seria rápida, e daria tempo de fazer a decoração antes do dia dos namorados.
Mas não é só isso que eu tinha em mente. Queria fazer esse dia especial pra ela, sair um pouco da rotina.
Mesmo que ela demonstrasse muita animação e alegria com nossos ensaios, sei que ainda era um trabalho, e além disso ela ainda fazia suas faxinas diárias, que era muito exaustante.
Então quero fazer ela relaxar um pouco, e proporcionar a ela algo que a muito tempo ela não fazia.
Reservei uma mesa em um restaurante bom, não extrapolei, ainda temos obrigações.
Mas era algo de alto nível, algo pra ela se sentir especial.
Agendei o jantar para um dia antes da sessão de fotos no dia dos namorados.
Assim ela poderia descansar, mas teria alguma motivação especial para o ensaio.

No dia seguinte as decorações chegaram, eu e minha mãe passamos o dia decorando a sala o corredor e o quarto dela. Foram os lugares que escolhemos para tirar as fotos.
Ela estava muito animada, e por ela usaríamos os ambientes agora, mas eu disse pra ela ter paciência, esse momento tinha que ser exclusivo.
Não avisei pra ela sobre a reserva no restaurante, quero fazer uma surpresa.
No dia do jantar, assim que chagamos em casa eu digo pra ela não fazer o jantar, pois iriamos jantar fora.
Ela fica muito contente, quase dando pulos de alegria.
Falo pra ela do horário e que devemos estar prontos.
Ela passa o resto das horas, ansiosa, e pensando no que devia usar.
Quando o horário do jantar se aproxima, eu vou tomar um banho, também não sei o que vestir, nunca fiz isso antes.
Tenho um terno que costumava usar para ir para a igreja, mas parece muito cafona pra isso.
Então visto apenas a calça social preta e uma camisa cinza chumbo que tenho no guarda-roupa.
Essa roupa foi minha mãe, que me deu, mas nunca tive oportunidade de usar antes.
Depois que fico pronto espero por ela na sala, e tempos depois ela aparece deslumbrante.
Ela usava um sobretudo fechado, que cobria até os joelhos, mas estava lindamente maquiada.
E seus cabelos que normalmente eram ondulados, estavam lisos e sedosos.
Sua maquiagem era discreta, mas usava um batom vermelho suave, e o delineador ressaltavam a cor de seus olhos.

- nossa mãe, você tá linda demais.

Ela se encolhe e anda em minha direção com um sorriso tímido.

- ai para filho, eu já tó morrendo de vergonha.

- é serio mãe, eu tó me sentindo mal agora, vou parecer um trapo do seu lado.

- que isso meu amor, você está maravilhoso, olha como essa roupa ficou ótima em você.

Ela diz se aproximando de mim, enquanto passa a mão suavemente pelo meu peito, alisando o tecido da camisa. Depois me dá um beijo carinhoso no rosto.
Nesse momento recebo o aviso que o carro que pedi chegou.

- vamos então, hoje vamos nos divertir.

Ela abre um largo sorriso, e saímos de braços dados. Abro a porta do carro pra ela, e seguimos direto para o restaurante.
Assim que chegamos apresento minha reserva e somos conduzidos até a mesa.
O lugar é chique, e tem até banda ao vivo, e uma pista de dança.

- nossa, filho! Que lugar lindo, não foi muito caro não?

- não se preocupa mãe, só quero que você se divirta.

Ela olha em volta deslumbrada,

- faz muito tempo que não venho para um lugar assim, na verdade nem me lembro quando foi a última vez que eu e seu pai saímos.

Ela diz de forma casual enquanto retira o sobre tudo, eu achei um pouco estranho, pois pensei que aquilo fosse a vestimenta dela. Mas ajudo ela a retirar segurando pelos ombros.
Assim que vejo o que ela tinha por baixo, tenho até um princípio de infarto.
Ela veste um dos vestidos que escolhi, um bem curtinho preto, e bem colado no corpo, com alças bem fininhas que deixam um bom pedaço de pele amostra, e um decote generoso ressaltando seus seios volumosos.
O vestido é elegante mas provocador, e junto com o salto alto preto que ela usa, fico boquiaberto.
Não apenas eu, mas vejo homens de outras mesas pescando um olhar rápido para que suas parceiras não percebam.
Mas os homens que estão no balcão de bebidas, não tiram os olhos dela.
Eu ainda estou incrédulo com a aparência linda e deslumbrante, que tem a minha mãe.

- ai filho, para de me olhar assim

Eu devo estar paralisado, sem conseguir esconder minha cara de espanto.

- desculpa mãe, mas você está maravilhosa.

- você gostou? To me sentindo um pouco estranha, mas quis te fazer uma surpresa também, mas to com muita vergonha agora.

Ela fala desconcertada, puxando o vestido um pouco para baixo tentando se encobrir um pouco mais.

- se gostei, parece que estou em um sonho, realmente estou surpreso, você está perfeita mãe.

Ela se encolhe colocando uma mecha do cabelo atrás da orelha, com o rosto todo vermelho.

- para filho, agora vamos sentar, sé não eu vou desmaiar de tanta vergonha.

Eu puxo a cadeira educadamente, ajudando ela a se sentar.
Depois fico de frente pra ela, e tento controlar minha admiração.
Mas falho, pois ela me olha com um sorriso vergonhoso.

- obrigada filho, por fazer isso por mim, faz tempo que não me sinto desse jeito.

- que isso mãe, você merece o melhor, e se puder, vou te dar momentos como esse muito mais vezes ainda.

Pedimos nossos pratos, e conversamos descontraído, e falamos sobre sonhos e planos.
Estamos empolgados, pois com os ganhos recentes voltamos a ter a esperança que tínhamos perdido.
Quero impressioná-la, e peço uma garrafa de vinho. Mas ela diz que não gosta muito, e bebe apenas um pouco.
A banda começa a tocar, e chamo ela pra dançar, mas ela está tímida diz que não sabe dançar.
E mal consegue se mexer com esse vestido.
Eu não insisto para não deixá-la desconfortável, e continuamos conversando.
Estou adorando passar esse tempo com ela, mas os olhares famintos dos outros homens que sempre procuram oportunidades para roubar um olhar e devorar ela com seus olhos, está me deixando desconfortável.
Mas me controlo, ela é apenas minha mãe, e sei o quanto ela é linda, e isso é normal.
Depois de algum tempo ela diz que vai ao banheiro.
Eu fico curtindo a música esperando ela voltar.
Vejo ela vindo no fundo do salão, e não deixo de admirar o quanto ela está linda.
Ela agora anda como se estivesse em uma passarela, as pesquisas e os treinamentos deram muito certo, pois mesmo com o salto, agora ela anda com leveza chamando atenção por onde passa.
Quando ela passa pelo balcão de bebidas, um homem bem-vestido com um terno alinhado abruptamente segura o braço dela deslizando suavemente até segurar a mão dela.
É um cara até que bonitão, e fala alguma coisa para minha mãe, de modo charmoso.
Eu não sei o que ele disse mas ela sorriu, e disse algo para ele.
Isso fez meu coração bater de modo estranho, e um sentimento de angustia rapidamente me dominou.
Eu estava com ciúmes, mas não um ciúme doentio de posse, como se ela fosse minha mulher.
Mas um ciúme de filho, uma tristeza. Sei que ela é desejada, e tem a vida dela.
Mas tenho medo, medo de que a afastem de mim, medo de perdê-la, e que alguém possa fazê-la sofrer, assim como meu pai fez.
Não quero ver ela chorando angustiada, como ela estava a alguns meses atrás.
Ela é minha mãe, mas é uma mulher delicada, e eu só quero protegê-la.
Mas ela ainda é uma mulher, linda e maravilhosa, que atrai a atenção dos homens e atiça o desejo deles. Eu sei bem disso.
E além disso ela também tem seus desejos, e é normal que em algum momento ela esteja pronta para se relacionar novamente.
Eu só posso estar por perto para apoiá-la, e cuidar dela quando ela precisar.
E se ela acabar se interessando e se envolvendo com alguém, eu vou sempre estar ao lado dela como seu filho.

O homem fala mais algumas coisas, até aproximando a boca da orelha dela.
O cara é charmoso, sabe como se portar. Ele parece ser jovem, uns trinta anos sei lá.
Ela responde com um sorriso.
Eu já me conformo, e me viro para beber um pouco do vinho. Nem gosto de vinho pra ser honesto.
Tento disfarçar para ela não perceber que estou olhando e deixar ela ainda mais envergonhada.
Fico olhando fixamente para a banda, mas vejo os dois ainda no meu campo de visão.
Sei que ela não me deixaria aqui, para se juntar a ele, ou até sair para algum outro lugar com esse cara que ela acabou de conhecer.
(Só de pensar nisso, um buraco cresce rapidamente dentro do meu peito.)
Mas ela pode trocar telefone com ele, e marcar um encontro, em uma outra oportunidade.
Eu tento me conformar, mas a verdade é que estou angustiado, com um leve sentimento de choro.

Mas logo vejo no meu campo de visão, o comportamento dela mudando.
O homem diz mais algumas coisas, e ela agora não sorri mais, na verdade parece até um pouco assustada e desconfortável.
Ela tenta puxar a mão, e se soltar do aperto dele.
Mas o cara segura com um pouco mais de força, e sorri dizendo algo.
Ela responde agora mais seria, e o cara tenta se aproximar dela ainda mais.
Ele faz um gesto quase arratando ela como se quisesse levar ela para a pista de dança.
Tudo é feito de forma discreta, mas eu estou atento e percebo a situação desconfortável.
Sei que minha mãe está tentando não fazer uma cena, e não grita.
Mas quando vejo ela tentando puxar sua mão novamente, leio nitidamente os lábios dela dizendo, (me solta.)
O cara não solta, e insiste querendo arrastá-la para a pista.
Eu não me controlo e disparo andando rapidamente na direção dos dois.
O cara não percebe eu me aproximando, mas não quero estragar essa noite para minha mãe.
Então chego apenas segurando a mão dele, e com um tranco ríspido faço ele largar a mão da minha mãe.
Ele toma um leve susto e se vira para me encarar.

- ela disse não maluco, sai fora.

Digo com a expressão seria, encarando ele.
Ele dá um leve sorriso debochado depois de me medir de cima a baixo.

- se liga moleque, vai procurar o que fazer.

Ele desdenha da minha presença, e se vira me dando as costas e se voltando para minha mãe.
Ele é um pouco mais alto que eu, e tem uma musculatura mais forte. Mas está longe de me intimidar.
Eu empurro ele para o lado, e pego delicadamente na mão da minha mãe, trazendo ela para meu lado.
Ela me acompanha se afastando do homem, um pouco assustada.
O cara não gosta da minha atitude, e tenta segurar o braço dela com a mão direita.
Mas antes que ele a toque, eu dou um tapa com toda força na mão dele. Fazendo um som alto com o estalo.
E ele agora me olha irritado, e graças a minha experiência no boxe, percebo a postura dele pronta para desferir um ataque.
Eu não o conhecia então não tinha certeza se ele era destro ou canhoto para saber de que direção vinha o ataque. Mas logo o vi apertando o punho esquerdo, e me preparei.
Quando ele fez o movimento para me dar um soco, eu curvei meu tronco para trás, desviando do golpe dele.
Ele passou direto, ficando totalmente exposto.
Eu pensei em dar um contra golpe com a mão esquerda, mas não é minha mão forte, e o golpe poderia sair muito fraco.
Mas meu braço direito estava muito próximo dele, e eu não conseguiria um impulso a tempo, de botar força no golpe de direita.
Então pensei rápido, aproveitei o movimento de esquiva que fiz curvando as costas para desviar do soco dele.
E voltei o corpo em um movimento rápido e pesado, dando uma cabeçada que acertou em cheio o rosto dele.
Ele estava com a cabeça levemente virada para a direita, por causa do impulso do golpe que tentou.
Minha testa acertou com violência o olho direito dele, e parte da lateral do nariz.
Com o golpe e o impulso do movimento, ele foi direto para o chão.
Eu fiquei parado esperando ele se levantar, minha vontade era de montar encima dele e continuar socando.
Mas minha mãe agarrou firme meu braço esquerdo, e impediu que eu continuasse, pedindo pra parar.
O maluco ficou por alguns segundos atordoado, tentando entender oque tinha acontecido.
Ele passou a mão na lateral do rosto, onde recebeu o golpe, e já sentiu o melado do sangue escorrendo.
O meu golpe abril uma fenda profunda no supercílio esquerdo dele, fazendo o sangue escorrer aos montes. O nariz dele também foi atingido, e já pingava sangue em sua camisa fina.
Ele botou a mão no olho atingido, com certeza sentindo a dor lancinante que percorria sua face.
Mas quando reparou que eu ainda estava de pé na sua frente, por instinto ficou de pé e se pôs em posição de combate.
Eu estava preparado, queria muito continuar e estragar ainda mais a cara dele.
Mas logo dois homens correram para separar.
Um segurou ele e outro ficou entre nós, e logo depois mais três seguranças apareceram.
Eu fiquei na minha, só esperando. Mas já estava tudo acabado.
O maluco cuspiu um punhado de sangue, e me xingou de alguma coisa que não entendi.
Minha mãe me abraçou me afastando.
Logo depois dois seguranças arrastaram o maluco pra fora, ele ainda estava se debatendo ameaçando vir pra cima de mim.
Fazendo seu showzinho de valentia pra não se dar por vencido.
Mas a quantidade de sangue que espalhava deixava bem claro que ele levou a pior.
O gerente tentou acalmar os ânimos, pedindo pra música continuar, assim percebi que todos estavam olhando pra gente.
Minha mãe queria ir embora, mas eu não ia deixar aquele merda estragar a noite dela.
Eu me senti bem, eu a defendi e me sentia muito bem.
Agarei ela pela cintura e guiei ela para a pista de dança.
Os funcionários do restaurante já estavam limpando a sujeira que ficou pra trás.
Minha mãe, ainda estava relutante, mas eu abracei ela e comecei a dançar meio desengonçado.

- oque você tá fazendo filho, é melhor a gente ir.

- não mãe, essa é a sua noite, vamos dançar, olha meus paços.

Ela me olhava confusa e preocupada. Mas logo abriu um sorriso vendo a forma que eu dançava.
Eu estendi a mão pra ela, convidando ela a se juntar a mim.
Ela abril um sorriso largo e envergonhado e segurou minha mãe, e entrou no clima.
Logo estávamos os dois, nos movendo alegremente, junto com os outros clientes na pista de dança.
A próxima música foi uma lenta, e eu abracei ela envolvendo a cintura dela com um dos braços, enquanto segurava sua outra mão levantada na altura dos ombros.
Eu não sabia dançar muito, mas não era difícil, só ficamos juntos dando passinhos para os lados.

- como você tá mãe?

- to bem filho, e você?

- to bem, não aconteceu nada.

- ai, que cara idiota, eu disse que não queria dançar com ele, mas ele não me deixou em paz. Tentei ser educada, mas ele foi muito chato.

- relaxa mãe, não vamos deixar ele estragar essa noite, já passou.

Ela me olhou nos olhos e me deu um sorriso carinhoso.

- obrigada meu amor, você sempre está lá por mim.

- sempre mãe, sempre que você precisar.

Ela me da um beijo carinhoso no rosto, e depois deita a cabeça no meu ombro, e ficamos por um tempo nos movendo lentamente ao ritmo da musica, sem se importar com os outros ao nosso redor.

Já era bem tarde quando chegamos em casa.
Estávamos animados e vinhemos o caminho todo rindo e nós divertindo lembrando dos nossos momentos.
Eu estava muito feliz pois o que aconteceu não deixo ela se abalar.
Ela entrou primeiro em casa enquanto eu fazia o pagamento da corrida para o motorista.
Quando entro em casa ela está parada admirando a decoração dos disas dos namorados, que por um instante eu tinha me esquecido.

- nossa, filho! Olha como está tudo tão lindo. Vamos fazer algumas fotos agora?

Ela anda alegremente pela sala, tocando suavemente os balões de coração e as rosas artificiais que colocamos. Ela não parece bêbada mas está muito animada.

- está tarde mãe, você deve estar cansada, e melhor deixar para amanhã.

- não filho, vamos fazer agora, eu to muito animada, quero terminar essa noite maravilhosa de um jeito especial.

Ela fala de um jeito manhoso, quase fazendo biquinho.

- a senhora tem certeza?

- tenho meu amor, vai pegar a câmera.

Eu obedeço e corro para o quarto para pegar a câmera.
Volto com a máquina pronta e sem perder tempo começo a tirar as fotos mesmo com ela despercebida.
Assim que ela percebe o primeiro flash, ela sorri alegremente e começa a posar para a lente da câmera.
Ela está muito animada e muito mais desinibida, ela aperta os peito com as mãos para a câmera enquanto sorri. E o decote se abre quase deixando os peitos dela saírem para fora.
Mas eles não saem, e ela olha com uma cara sedutora, como se soubesse que eu queria muito que isso acontecesse.
Ela se curva no sofá, quase ficando de quatro, e eu consigo ver a polpa da bunda dela.
Ela faz caras e bocas, e olha pra câmera como se fosse um acidente, mas levanta o vestido mais um pouquinho, quase expondo a bunda inteira, mas ela para e me olha com um olhar sapeca, e volta a abaixar a barra do vestido.
Ela parece até outra pessoa, acho que ela acabou bebendo mais do que eu imaginei.
Ela passeia por todo o cenário, e quer tirar fotos com cada uma das decorações.
Ela está muito sensual, e instiga muito em frente a câmera, ameaçando mostrar mais do seu corpo a cada instante.
Eu não digo nada, apenas deixo ela fazer o que está fazendo, e aproveito para tirar o máximo de fotos que consigo.
Mas em determinado momento ela para, o olhar dela muda, ela parece um pouco encabulada, tímida. Mas tem algo mais, algo a mais que sedução. Ela olha diretamente pra mim e começa a tirar o vestido.
Eu estou hipnotizado e apenas continuo fingindo estar concentrado em tirar as fotos.
Ela vira de costas, enquanto abre os fechos do vestido.

- não é pra rir de mim tá.

Ela diz de forma tímida, sem perder aquela sensualidade. Então aos poucos vai tirando todo o vestido.
Ela deixa o vestido cair por completo, sem se abaixar quando ele passa pelos quadris dela.
E instantaneamente sinto uma onda de calor correndo por todo o meu corpo.
Ela vira o rosto de forma tímida para olhar pra trás, e envolve a parte do peito dela com os dois braços. Ela esfrega os próprios ombros com os braços cruzado, mas sem se virar.
Sinto meu corpo ficando muito quente, e me sinto meio embriagado, mas não me lembro de ter tomado tanto vinho pra isso.
Ela está usando umas das lingeries fio dental que eu escolhi, uma vermelha com espatilho.
Há minha frente está aquele monumento de bunda redondinha, com aqueles quadris largos e cintura fina quase que totalmente expostos.
Apenas um minúsculo triângulo vermelho invertido da calcinha cobrindo aquela parte.
A bunda dela é perfeita lisa e gorda, e a cada mínimo movimento ela chacoalha suavemente.
Percebo ela me olhando com um leve sorriso. Devo estar com a maior cara de tonto nesse momento.
Ela lentamente vai se virando em um giro, ficando de frente pra mim.
E eu devo sonhar, sinto uma tremedeira e eu devo estar embriagado mesmo. Pois parece um sonho.
Ela ainda está meio tímida, cobrindo os seios com os braços cruzado. Suas pernas também estão cruzada, e ela aperta as coxas, tentando esconder o máximo que pode. Mas sorri com o canto da boca, satisfeita com minha reação.
A calcinha é pequena, mas cobre quase todo o púbis dela. Digo quase, pois vejo nitidamente os pelinhos pubianos dela escapando pelo cós da calcinha. Os pelinhos estão bem aparados, mas se distinguem visivelmente na pele branca dela.
Eu chego em engolir em seco, percebendo que estou esse tempo todo de boca aberta.
Ela não contem a satisfação por minha reação, e descruza os braços, revelando a parte de cima.
Ela deixa os braços nas laterais do corpo, como se exibindo para que eu poça avalia-la.
Eu estou paralisado, ainda tentando saber se estou sonhando, talvez a cabeçada que eu tenha dado naquele cara, tenha me deixado com alguma sequela.

- você gostou meu amor?

- muito.

E o que consigo dizer, antes de engolir em seco mais uma vez.

- que bom meu bem, mas eu ainda to com um pouco de vergonha.

- mãe, você está deslumbrante, você é perfeita demais.

Ela curva levemente o rosto encabulada. Mas sorri satisfeita com meu elogio.
O sutiã que ela usa é vermelho, combinando com o conjunto.
Ele é muito menor do que os outros que ela estava costumada a vestir.
Cobre pouca coisa além dos mamilos dela. E eu consigo ver por quase completo, a maravilha que são seus peitos.
Eles são enormes, levemente caídos, e parecem pesados, mas são cheios e redondos.
Exatamente como dois balões grandes cheios de água.
O tecido do sutiã, tem a aparte de cima quase transparente, e consigo notar, mesmo que pouca coisa, o formato das aréolas do seio dela, não consigo ter noção da cor, mas parecem largas, e clarinhas.
Ela me olha parecendo um pouco encabulada, com um sorriso tímido, sabendo que estou admirando cada parte do seu corpo.
Eu continuo tirando as fotos, para não deixá-la ainda mais envergonhada, e desencorajá-la.
Ela posa mandando beijo, e olha com sedução.
Sinto um pouco de tontura, e minha cabeça parece rodar. Minhas pernas tremem, mas não posso parar de tirar as fotos, não consigo tirar os olhos dela.
Ela senta no sofá abraçada com os balões em formato de coração na frente dela. E abre as pernas.
Senti meu corpo todo entrando em choque nesse momento. Mas me mantive firme.
O volume estufado da buceta dela, esticava o tecido da calcinha como se quisesse escapar do tecido a todo custo.
A calcinha se esforçava para cobrir aquela área, mas deixa a virilha bem depilada a mostra, aquilo já era o suficiente para aguçar minha imaginação.
Estava quase ficando sem força, e ela fechou rapidamente as pernas, lançando um sorriso divertido, como se soubesse o efeito que tinha sobre mim, e estivesse me provocando.
Depois ela se vira com todo cuidado cruzando as pernas, e vai ficando de costas para a câmera.
Ela fica de quatro, mas ainda com as pernas cruzadas e apertando as coxas para esconder sua área intima.
A visão é tentadora, aquela bunda perfeita parecendo um grande coração, com uma parte saliente do tecido vermelho, saltando do meio das pernas dela. Com um suave risco no meio marcando o tecido da calcinha.
As costas dela estão arqueadas, o que deixa a bunda dela ainda mais arrebitada. E ela olha pra trás, se divertindo com minha expressão.

- ficou bom assim meu amor?

Ela diz de forma sedutora, e eu só consigo confirmar com um gesto de cabeça, esbabacado.
Então ela fica de pé, e faz mais algumas poses, e depois fica por um tempo olhando na minha direção, com o olhar mais sedutor que eu já vi.
Não sei se ela está olhando para a câmera, ou diretamente pra mim. Mas eu disfarço o melhor que posso, para não acabar me perdendo naqueles olhos.
Depois ela anda lentamente na minha direção desfilando, eu continuo tirando as fotos, para pegar cada movimento.
Ela chega bem próxima de mim, eu estou sem reação.
Ela abaixa minha mão, retirando a maquina da frente, e olha bem no fundo dos meus olhos, e eu me sinto hipnotizado.

- vamos terminar por hoje, tá bom meu amor.

Ela diz de forma suave, ainda me encarando, eu não digo nada, apenas me forço a concordar com um aceno positivo.
Então ela envolve os braços no meu pescoço, e me abraça de forma muito apertado, espremendo nossos corpos um no outro.
Eu instintivamente envolvo a cintura dela com meus braços, e aperto ainda mais, fazendo nossos corpos quase se tornarem uma coisa só.
Ela parece ofegante, acho que por causa do meu aperto, e eu também sinto que minha respiração está irregular.
Ficamos assim por um bom tempo, e consegui sentir toda a macies do corpo dela.
O quanto seus seios são macios e firmes ao mesmo tempo. E sem resistir roubei alguns olhares da bunda dela por cima do ombro.
Logo senti ela afrouxando o aperto dos braços, e fiz o mesmo para não ficar chato.
Mas o que eu queria é ficar assim para sempre.
Ela foi aos poucos se afastando, e deu alguns beijos no meu pescoço, e depois muitos beijinhos no meu rosto, alguns pegaram o canto da minha boca levemente. Acho que ela não percebeu.
Depois me abraçou novamente, mas agora com um pouco mais de suavidade.

- eu te amo, meu amor. Muito obrigado por hoje, você fez o dia da mamãe muito especial, tudo foi perfeito.

- não foi nada mãe, você merece isso e muito mais.

- tudo que eu quero é você meu amor, é tudo o que preciso nessa vida.

Ela me olha nos olhos, com carinho, e eu dou um beijo carinhoso na testa dela.

- que bom que você gostou mãe, te garanto que teremos ainda muito mais momentos perfeitos como hoje.

- foi tudo maravilhoso filho. Logico menos o que aconteceu por causa daquele babaca.

Eu olho surpreso pra ela, por ela ter dito um palavrão.

- desculpa filho, mas ele merece, perdoa a mãe tá.

Eu sorrio me divertindo com a reação dela.
Depois ela me da mias um beijo demorado no rosto, e outro abraço.

- agora a mamãe vai se deitar, foi tudo maravilhoso, mas eu nunca dancei assim na minha vida, meus pês estão me matando.

- se a senhora quiser eu posso fazer uma massagem.

Eu me ofereço animado, queria muito continuar tocando no corpo dela.
Mas ela me olha por um instante e morde os lábios, parece estar em dúvida.

- melhor não meu amor, vamos deixar pra outro dia, é melhor irmos descansar, sei que você também está cansado.

Antes que eu possa insistir, ela me da outro beijo na bochecha, e sai apressada em direção ao seu quarto.
Eu acompanho ela com os olhos, ainda sem entender muito bem o que tinha acontecido. E vendo a bunda maravilhosa ela balançando deliciosamente enquanto ela some no corredor.
Eu fico pensando no que acabou de acontecer. Esse abraço apertado, esse sentimento essa sensação.
Acho que ela deve ter bebido demais mesmos.
Eu estou tentando me recuperar desse estupor e percebo o vestido dela caído no chão da sala.
Quando me abaixo para pegá-lo, sinto algo molhado nas minhas pernas, quando olho sinto uma vergonha imensa me dominando.
Percebo que meu pau está muito duro, e fazendo um volume gigante na minha calça.
Esqueci de colocar a boxer anti-ereção.
E o pior estou todo gozado, de modo que minha caça está toda manchada.
Envergonhado corro para meu quarto e pego uma roupa limpa.
Passo com cuidado pelo corredor em direção ao banheiro. Por sorte minha mãe fechou a porta.
Rapidamente coloco um balde para encher de água e mergulho a calça e minha cueca suja lá.
Esfrego um pouco para tirar o grosso, e deixo de molho.
Agora já trocado e limpo, vou para o meu quarto.
A vergonha ainda me domina, eu nem senti isso acontecendo, com todas as emoções que estava sentindo, acabei me descuidando.
Mas achei que já tinha me acostumado, mas as sensações de hoje foram de outro nível.
Espero que minha mãe, não tenha notado, mas seria muito difícil não notar algo assim
Talvez ela estivesse mesmo um pouco embriagada que não tenha percebido, ou até esqueça amanhã.
Eu também devia estar um pouco bêbado, pois não me dei conta de nada.
Lembro do ensaio e só o pensamento me deixa de pau duro novamente.
Eu não resisto, hoje sinto um fogo queimando muito forte dentro de mim.
Mesmo sentindo vergonha e culpa, bato mais duas punhetas para me satisfazer.
E depois fico me sentindo exausto, e resolvo ir dormir, mas coloco o despertador para bem cedo.
Amanhã é sábado e minha mãe, pode querer acordar mais tarde, vou aproveitar para acordar cedo, e terminar de lavar minha calça para que ela não perceba.

Acordo bem cedo, e vou direto para o banheiro.
Minha mãe parece que não acordou ainda, mas a porta do quarto dela agora está entre aberta.
Eu me aproximo sem fazer barulho e vejo parte das pernas dela deitadas na cama.
Não controlo minha curiosidade e abro a porta um pouco mais, com cuidado.
E sinto meu coração disparando quando há vejo.
Ela está deitada de bruços, com um aperna esticada e a outra dobrada.
O rosto dela está virado para a outra direção, então não posso vê-la.
Mas ela está maravilhosa, e por um momento achei que ontem tinha sido um sonho.
Mas não, lá está ela, ainda vestida com a lingerie vermelha.
Eu só consigo ver a lateral do corpo dela, e parte das costas. E fico ainda mais maluco, quando percebo que ela está sem sutiã.
Eu não consigo ver os peitos dela, pois ela está deitada de barriga pra baixo, e os peitos estão totalmente protegidos. Mas vejo suas costas nuas.
Eu percorro com meus olhos cada centímetro do corpo dela.
E o contraste da cuva que a cintura fina dela faz, com o volume do quadril até a bunda dela, é uma coisa surreal.
Eu tenho vontade de ir lá e deitar por cima dela desse jeito.
Estou quase me deixando levar, mas num súbito de consciência, encosto a porta rapidamente e me afasto.
(que merda estou pensando, o que é isso, estou ficando doente)
Eu vou para o banheiro, e começo a tentar lavar a calça e a cueca suja.

Estou perdido em meus pensamentos, me perguntando o que está acontecendo comigo, quando escuto minha mãe batendo na porta do banheiro.
A porta não está trancada, na verdade apenas encostada, e ela com um leve empurrão abre a porta.

- filho o que você tá fazendo? Você tá bem?

Eu tomo um susto, mas logo me recomponho.

- tudo mãe, só estou limpando essa calça.

- limpando? Por quê? Deixa que depois a mãe lava.

Não tenho coragem de falar a verdade, então penso rápido para inventar uma desculpa.

- não mãe, pode deixar, acho que caiu um pouco de vinho, não quero deixar manchar.

- não filho, deixa ai de molho, mais tarde eu cuido disso.

Ela diz já se aproximando de mim, mas quando me viro para encará-la, ela faz uma cara de espanto.

- meu deus filho, o que foi isso na sua testa?

Eu fico confuso, e por instinto passo a mão, e sinto uma protuberância, e olho rapiadamente para o espelho.
Tem um calombo, meio roxo avermelhado, e logo me lembro da briga de ontem.

- vixi, deve ter sido a cabeçada que dei naquele cara ontem.

- nossa, filho! Vem, deixa isso ai, vem que a mãe vai dar uma olhada.

- não precisa não mãe, não to sentindo nada, daqui a pouco some.

Eu já estava meio acostumado com isso, no treinamento de boxe era normal alguns calombos aparecendo, mas logo sumiam.

- para com isso Eduardo, vem aqui agora, com machucado não se brinca, ainda mais na cabeça.
Vai pro seu quarto que vou pegar os primeiros socorros.

Quando minha mãe diz meu nome, sei que não adianta discutir.

- vamos, deixa isso ai, que depois eu resolvo, agora vem.

Eu já tinha conseguido retirar a mancha da calça então ela não conseguiria ver.
Sem discutir encolhi meus ombros e fui para meu quarto esperar por ela.
Ela volta com uma caixa de metal, onde guardamos os primeiros socorros, e um copo com gelo.
E senta na minha frente.

- meu deus filho, você não viu isso não, não tá doendo?

- não mãe, tá tudo bem, não to sentindo nada.

- é ai que tá o perigo, não sentir nada.

Ela pega um pouco de gaze, e enrola em uma pedra de gelo, e aperta delicadamente no local do calombo.
Eu solto um gemido, agora sentindo um pouco de dor.

- desculpa filho, tá doendo muito?

- não, só se apertar, mas foi só o susto.

- nossa, filho! Não pode ficar assim, é melhor te levar no médico.

- não precisa mãe, é só um calombo, daqui a pouco some.

Enquanto ela falava preocupada, eu só conseguia imaginar como ela estava debaixo desse roupão.
Ela se inclinou ainda mais na minha direção, e o decote dela abriu revelando parte do colo dos seios dela.
Eu me inclinei um pouco mais pra frente sentindo meu pau começando a endurecer.
Desviei meu olhar rapidamente para afastar esses pensamentos e me controlar.
Depois que ela cuidou de mim, queria que eu ficasse o dia na cama para me recuperar.
Custou pra convencer ela do contrário, ela só ficou mais tranquila quando viu que o calombro estava diminuindo.
Passamos o dia em casa eu aproveitei para cuidar dos meus trabalhos.
Minha mãe, fez seus afazeres, e fiquei surpreso ao ver o quanto ela estava cada vez mais confortável.
Primeiro tomamos café, e ela ficou o tempo todo só de roupão, e com ele folgado, quase aberto.
Antes, mesmo quando ela usava o roupão, por baixo ela sempre usava algum vestido.
Mas ela estava confortável com minha presença.
Depois enquanto ajeitava a casa, ela usava um vestido mais curto, e mostrando o decote, sem preocupação.
Isso me deixava muito animado, ver ela confortável, e cada vez mais linda.
Depois de fazer alguns serviços, queria postar as fotos que tiramos ontem, mas só postaria com a permissão dela.

- mãe, a senhora não quer dar uma olhada lá nas fotos agora?

- ai filho, pode postar, eu confio em você.

Percebi ela um pouco envergonhada, evitando de ver o resultado.

- não mãe, dá uma olhada a senhora, quero que a senhora veja.

- ai, to com um pouco de vergonha filho, ontem as coisas ficaram um pouco loucas, e acho que exagerei.

- como assim mãe, você estava espetacular, esse foi o seu melhor trabalho até agora, você arrasou.

Ela se encolheu tímida, mas sorriu orgulhosa.

- então posta filho, se você gostou pode postar.

- não mãe, o combinado é que a senhora avaliaria tudo antes, e só vou postar se você autorizar.

Aquelas fotos eram uma mina de ouro, sem dúvida as melhores e mais eróticas até agora.
E os assinantes ficariam malucos, mas não quero postar nada que ela não esteja de acordo.

- poxa filho, você quer me matar de vergonha né?

- pra que vergonha mãe, eu quero que você veja o quanto você é maravilhosa.

Ela mesmo um pouco relutante concorda e vamos para meu quarto para ela avaliar as fotos.
Assim que abro o arquivo, o rosto dela fica totalmente vermelho, mas ela tenta disfarçar.
Deixo ela a vontade, e com o passar do tempo, a timidez vai sumindo, e ela começa a admirar o trabalho.

- viu como está maravilhoso, a senhora parecia até outra pessoa ontem, parecia até que já tinha anos de experiência.

- é verdade, filho! Realmente está lindo. E o cenário me motivou ainda mais.

- eu nem precisei ficar guiando a senhora ontem, você agia naturalmente, como se já soubesse o que ficaria bom para a câmera.

Ela sorri orgulhosa, com um pouco de timidez.

- sério mãe, você tá cada vez melhor, na frente da câmera, parece que a senhora se transforma.

- ai filho, vou falar a verdade, eu tenho tentado aprender um pouco na internet. Vi algumas moças ensinando como fazer, a se comportar e posas melhor. Estou aprendendo aos poucos.

Eu já sabia disso, mas fingi surpresa.

- um pouco, a senhora já está em outro nível. Serio eu até duvidaria que era a senhora se eu mesmo não estivesse tirando essas fotos.

Ela não segura o risso de satisfação, e fica encabulada com o elogio.

- a verdade é que eu fiquei pensando no que você disse a um tempo atrás filho.
Você disse pra mim imaginar que eu era outra pessoa. E uma das moças que eu assisto para aprender, disse a mesma coisa em um dos seus vídeos.
Ela disse que se sente uma outra pessoa quando tá se apresentando, e isso dá muito mais confiança pra ela. E pra mim tem funcionado também.

- só sei que isso está ótimo mãe, graças a essa nova identidade que você criou em frente a câmera.
Tem nos rendido muito, então não mude.

- olha, não fala isso, por que se um dia eu perder o controle, não vem me culpar depois.

Eu não entendi muito bem o que ela quis dizer com isso, mas imagino o que ela estaria disposta a fazer enquanto estivesse de frente as câmeras.

- eu quero que a senhora se sinta cada vez mais à vontade, e consiga ver o que todos nós vemos, o quanto você é maravilhosa.

Eu passo pelas fotos que tiramos ontem, e paro em uma das mais provocantes, e faço ela olhar.

- olha tá vendo mãe, olha como você é perfeita, como você é espetacular.

Ela observa com os olhos brilhando enquanto suas bochechas ficam rosadas.

- obrigada meu amor, você que me faz me sentir especial.
Mas quando eu vejo essas fotos, não consigo me ver, só vejo uma outra pessoa, um apessoa mais confiante, e sem medos. Muito diferente de mim.
Por isso prefiro ver, quando todas foram editadas, pois quando você esconde meu rosto, eu tenho quase certeza que não sou eu.

- mas é você mãe, tudo isso é você. Porem se isso te ajuda, por mim tudo bem, eu sei o que eu vejo, e o importante é que você esteja se sentindo bem, e de acordo.

Ela se vira para me olhar, é passa a mão no meu rosto suavemente.

- lógico que estou de acordo meu amor, você não tem noção do quanto isso está me fazendo bem.
Eu me sinto bem melhor comigo mesma, e seu apoio, e vendo nosso trabalho, fico cada vez mais confiante.
Mas quero deixar essa outra parte minha, que é ainda mais confiante e desinibida, só para nosso trabalho. Assim não confundo as coisas.

Eu fico contente por ver ela se expressando assim, ela realmente mudou bastante, e estou feliz por ela.

- então pode postar filho, eu gosto de ver as fotos que tiramos, mas você não precisa da minha permissão. Eu confio em você mais do que tudo nesse mundo, e sei que sempre vai fazer o melhor pra nós. Então pode postar todas elas.

Eu dou um beijo carinhoso na bochecha dela.

Eu estava muito empolgado com esse ensaio, sei que assim que anunciasse no site, os assinantes pagariam o que fosse necessário para ter essas fotos.
Fiz um pack especial com um valor acima dos outros. E avisei no site sobre a novidade e o horário que seriam postadas.
Rapidamente (Moms_Slave). Enviou-me uma mensagem disposto a pagar mais por antecipação.
Não só ele, mais dez assinantes estava dispostos a pagar mais para receber antes da hora.
Isso me impressionava, como o dinheiro para algumas pessoas era coisa fácil.
Mas lógico não recusei, e assim que recebi os valores, adiantei o pack para eles.
E fiquei muito satisfeito com os elogios, dizendo que esse superou todos, como eu já imaginava.
(Moms_Slave) me fez ainda mais uma proposta. Ele me disse que pagaria duzentos se enviasse um vídeo das sessões.
Um vídeo de cinco minutos já seria o suficiente ele disse.
Isso me deu muitas ideias, e refiz a proposta. Disse que faria um vídeo mas cobraria cinquenta por minuto de vídeos.
Ele ficou muito animado e disse que estava fechado, e que estava ansioso para receber o conteúdo.
Isso me deixou contente, mas me fez pensar, (por que não pensei isso antes.)
O negócio agora era ver se minha mãe concordava.
E se desse certo, nosso site iria para outro patamar, pois agora eu estava cheio de ideias.


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Ficha do conto

Foto Perfil edxxx
edxxx

Nome do conto:
Sem Retorno – Capítulo 7

Codigo do conto:
271478

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/09/2026

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