O Som do Prazer

O Som do Prazer

?Meu nome é Marcos. Tenho 36 anos, sou casado com a Fernanda e moro em Petrópolis, num bairro cheio de prédios e muito aconchegante. Sou moreno, gordinho, com boa aparência, bom de papo e um bom vizinho. Moro em um apartamento no 6º andar.
?Logo abaixo de nós, no 5º andar, mora a Lúcia. Ela é uma mulher madura de 56 anos, bonita, com seios médios e um quadril largo com um volume bem interessante. Ela começou a frequentar a academia há pouco tempo. Lúcia mora com a mãe, Dona Eugênia, uma senhora de 90 anos. Confesso que já a observei algumas vezes no prédio e na garagem — sempre com olhadas rápidas e discretas para não chamar atenção.

?Era uma quinta-feira, por volta das 16h30. Eu estava sozinho em casa, no meu quarto. Fechei a cortina para escurecer o ambiente, mas me esqueci de fechar a janela completamente, deixando uma fresta por onde o som podia vazar.
?Tirei a roupa e me deitei na cama. Tenho um projetor e uma tela própria no quarto para assistir a filmes e séries. Naquele dia, porém, eu estava com muito tesão. Já fazia cinco dias que eu não gozava — algo raro para mim, que dificilmente passo um dia sem gozar.
?Procurei bastante até achar um vídeo envolvente. Era uma mulher madura transando no sofá da sala. Fisicamente, ela fazia exatamente o meu estilo: pele clara, cabelos loiros e seios volumosos, com bicos rosados e firmes. Tinha quadril largo, bunda média e uma buceta bem discreta, de lábios finos, mas que ao se abrir revelava uma cor bem rosada e pelos castanhos.

?A excitação tomou conta. Para aumentar a pressão e a sensibilidade, usei uma liga de cabelo para prender a base do pau e do saco, deixando ambos bem rígidos e salientes. Comecei a me tocar gostoso, de olhos fechados, gemendo baixo. Após uns vinte minutos, não aguentei mais. Soltei um gemido seguido de um urro de tesão e prazer, enquanto jorrava aquela porra grossa em jatos fortes, contraindo todo o meu corpo e sujando meu peito e minha barriga.
?Depois dessa gozada sensacional, recobrei a consciência e percebi o som alto que tinha feito. Fiquei tranquilo no início, achando que a janela estava fechada. Quando puxei a cortina para voltar à rotina, vi a janela aberta por uns cinco dedos.

?Fiquei meio preocupado, mas logo me convenci de que não haveria problema, já que naquele horário passa muito carro e caminhão na rua, e o trânsito abafaria o barulho.
?No sábado de manhã, fui à garagem pegar o carro para ir ao mercado e dei de cara com a Lúcia. Ela veio me cumprimentar e comentou sobre uma infiltração no teto do banheiro dela, vinda do meu apartamento, logo na luminária. Também pediu desculpas pelo barulho das brigas frequentes com a mãe, explicando que Dona Eugênia tem Alzheimer.
?Para não deixá-la desconfortável, menti dizendo que não ouvia nada:

?— Que isso, Lúcia, não se preocupe! Eu não ouço nada. O prédio é muito bom de acústica, não passa som nenhum.

?Ela me interrompeu, falando baixo e com um sorrisinho discreto:

?— Nem tanto...

?Gelei na hora, tomado pela vergonha.
?Ela continuou, num tom calmo e levemente provocante:

?— Esses dias ouvi um vizinho "fazendo coisas"... Uma voz de homem bem grave e pesada, feito um trovão, gemendo e urrando de prazer...

?Fiquei vermelho no mesmo segundo. Minha mente começou a correr: Será que ela sabe que fui eu? Será que achou que veio de outro apartamento ou do prédio da frente?
?Tentei disfarçar e respondi no automático, esboçando um sorriso:

?— Bom... Feliz de quem aproveita a vida e relaxa bem, né?

?Lúcia sorriu e concordou:

?— Com certeza...

?Em seguida, baixou o olhar com um jeito meio tímido, sorriu no canto dos lábios e completou:

?— Até porque eu também estava precisando de uma relaxada dessas...

?Ela me deu mais um olhar discreto, virou de costas e foi caminhando em direção ao elevador, deixando meu coração disparado e minha cabeça fervendo.

?Logo depois de voltar do mercado, ouvi meu celular apitar. Era uma mensagem de áudio da Lúcia no WhatsApp. Fiquei surpreso, já que nem tinha o número dela.
?Dando o play, ouvi aquela voz madura, calma e envolvente:

?— Oi, Marcos! Desculpa te incomodar diretamente por aqui. Como o interfone do seu apartamento está quebrado, pedi seu número ao porteiro para combinar sobre a infiltração. Se você estiver livre agora, pode descer aqui rapidinho para dar uma olhada no teto do meu banheiro? Assim você vê exatamente onde está pingando.

?Respondi que estava descendo na hora. Ajeitei a camisa, respirei fundo para controlar um nervosismo estranho que começava a surgir e desci pelas escadas até o 5º andar. Tocando a campainha, fui recebido por Lúcia. Ela estava vestindo uma roupa leve de ficar em casa, que marcava bem o desenho das suas curvas, do quadril largo e do busto firme.

?— Entra, Marcos, fica à vontade — disse ela, falando num tom mais baixo e fechando a porta com cuidado. — A minha mãe tomou os remédios do Alzheimer e está dormindo pesado no quarto dela. A coitadinha não acorda por nada agora.

?— Ah, entendi... Que bom que ela conseguiu descansar — respondi, tentando manter a voz firme.

?Ela me guiou pelo corredor até o banheiro da suíte. O espaço era pequeno, o que nos deixou inevitavelmente muito próximos. O cheiro do perfume dela preenchia o ambiente. Lúcia apontou para a luminária no teto, onde uma pequena gota d'água ameaçava cair.

?— Tá vendo? Começou a manchar aqui em volta da lâmpada — explicou ela, ficando bem ao meu lado.

?— É, realmente... Deve ser alguma vedação do meu box ou no encanamento do piso. Vou chamar o bombeiro hidráulico ainda hoje para resolver isso — afirmei, olhando para cima.

?Quando me virei de volta para ela, percebi que Lúcia não estava olhando para o teto. Ela me encarava fixamente, com os olhos brilhando e um sorriso provocante no canto da boca.

?— O vazamento a gente resolve fácil — começou ela, dando um passo discreto na minha direção.

— Mas, para ser bem sincera, Marcos... Eu não consegui parar de pensar no que te falei lá na garagem.

?Senti meu coração dar um baque no peito.

?— Sobre... o barulho? — perguntei, engolindo em seco.

?— É... Sobre aquele som — disse ela, reduzindo a voz a um sussurro pausado e aveludado. — Uma voz de homem tão bonita, grossa, envolvente... Uma coisa bruta, de verdade. Um gemido e um urro tão carregados de tesão que... olha, faria qualquer mulher se derreter inteira.

?A vergonha tomou conta de mim no mesmo segundo. Senti o rosto esquentar enquanto Lúcia sustentava o olhar sem piscar, jogando aquele verde com total clareza.

?— Estava tão alto e tão perto que parecia que o homem estava dentro do meu próprio quarto — continuou ela, inclinando levemente a cabeça. — Eu tenho quase certeza de onde veio...

?Não dava mais para disfarçar. Abaixei a cabeça por um instante, dei uma risada sem graça e decidi encarar a realidade:

?— Lúcia... Me desculpa. Fui eu — confessei, olhando direto nos olhos dela, tomado pelo constrangimento. — Fiquei morrendo de vergonha de admitir lá embaixo. A janela ficou um pouco aberta sem eu perceber... Eu estava sozinho em casa, há dias sem gozar, com uma vontade acumulada gigantesca... Acabei me entregando ao momento e não segurei o som. Por favor, me perdoa pelo constrangimento.

?Em vez de choque ou repreensão, Lúcia soltou uma risada baixa, deliciada com a minha reação. Ela deu mais um passo, diminuindo ainda mais a distância entre nós no banheiro.

?— Não precisa pedir desculpas de jeito nenhum — disse ela, com uma doçura carregada de intenção. — Pelo contrário... Se você soubesse o quanto o meu dia a dia é estressante por conta da minha mãe, entenderia. Eu vivo sob tensão constante. Tem dias que eu fico louca por um relaxamento exatamente como aquele...

?Ela me deu uma piscada de olho rápida e maliciosa.

?— Como assim? — perguntei, sentindo o ar me faltar.

?Lúcia apoiou a mão suavemente no meu braço, deixando o toque esquentar a minha pele:

?— Olha, Marcos... Eu sei que você é casado com a Fernanda, conheço a sua realidade e respeito muito. Não quero arrumar confusão para ninguém. Mas se em algum momento você estiver sozinho lá em cima, precisando aliviar esse tesão todo de novo... Lembra de mim. Me manda uma mensagem no WhatsApp. Você já tem meu número.

?Ela deu um sorriso que misturava timidez e audácia, aproximando o rosto do meu para cochichar:

?— Se você me chamar quando estiver sozinho, eu subo. Te ajudo a extravasar tudo o que você quiser... E quem sabe você também não me ajuda a relaxar dessa rotina pesada? O que me diz?

?Fiquei sem reação, fascinado com a proposta direta e com a intensidade daquela mulher. Lúcia deu dois tapinhas leves no meu peito, piscou novamente e se afastou em direção à porta do apartamento, deixando a oferta no ar e a minha cabeça pegando fogo.

O domingo começou silencioso no sexto andar. A Fernanda tinha saído bem cedo para passar o dia na casa da irmã, em Niterói, e só voltaria no final da noite. A casa estava vazia, calma, mas a minha cabeça era um turbilhão de pensamentos. Desde a conversa no banheiro do quinto andar no dia anterior, eu não tinha conseguido pregar o olho direito. A imagem da Lúcia, o cheiro do perfume dela e, acima de tudo, o tom provocante com que ela me disse "se você me chamar quando estiver sozinho, eu subo" não saíam da minha mente.
Caminhei pela sala sem rumo algumas vezes. Peguei o celular, olhei a conversa aberta no WhatsApp com o nome dela, fechei a tela, coloquei o aparelho sobre a mesa e respirei fundo. Meu coração batia num ritmo descompensado, tomado por um misto de nervosismo, ansiedade e um tesão que já me deixava com o pau duro dentro da bermuda só de imaginar o que poderia acontecer.

Por volta das 14h, não aguentei mais a espera. Peguei o celular e comecei a digitar a mensagem, apagando e reescrevendo umas três vezes até tomar coragem:

"Oi, Lúcia, boa tarde. A Fernanda foi passar o dia fora e só volta bem tarde. Lembrei do que você me falou ontem... Se a sua mãe estiver dormindo e você ainda quiser aquele café para relaxar, o caminho está livre."

Enviei e fiquei encarando a tela. Nem dois minutos depois, as duas barrinhas azuis acenderam e a resposta chegou em forma de áudio. Coloquei o celular no ouvido para escutar a voz baixa e pausada dela:

— Oi, Marcos... Que coincidência boa. A mamãe acabou de almoçar, tomou o remédio da tarde e já capotou no quarto dela. Vou só dar uma ajeitada rápida no cabelo e subo pelas escadas para ninguém ver o elevador parando aí. Me espera na porta.

Aquelas palavras me deram um arrepio da nuca até a base da coluna. Fui até o quarto, arrumei a cama, liguei o ar-condicionado para deixar o ambiente fresco e fechei a cortina para criar aquela meia-luz que eu tanto gostava. Fui ao banheiro, lavei o rosto, passei um perfume leve e voltei para a sala.

Poucos minutos depois, ouvi três batidinhas leves e discretas na madeira da porta social. Caminhei até lá, girei a chave em silêncio e abri.
Quando vi a Lúcia parada no corredor, meu queixo quase caiu. Ela estava deslumbrante. Usava um vestido leve de alcinha fina, estampado, que ia até um pouco acima dos joelhos. O tecido marcava perfeitamente a curva do seu quadril largo, a cintura violão e o volume gostoso daquela bunda que eu tanto cobiçava. Os seios médios projetavam o pano para a frente, e os cabelos morenos estavam soltos, caindo pelos ombros.

— Posso entrar? — perguntou ela, dando um sorriso largo, com os olhos brilhando de pura malícia.

— Entra, por favor... — respondi, dando passagem e fechando a porta logo em seguida, girando a tranca.

Lúcia deu dois passos para dentro da sala, olhou ao redor com curiosidade e se virou de frente para mim. O perfume doce e marcante dela preencheu o ambiente instantaneamente.

— Casa bonita, aconchegante... E o melhor de tudo: bem silenciosa — comentou ela, cruzando os braços e me encarando dos pés à cabeça, sem nenhuma vergonha.

— Pois é... A Fernanda só volta de noite. Estamos totalmente sossegados — respondi, tentando disfarçar o nervosismo, mas a minha voz saiu um pouco mais grave do que o normal.

— Sossegados... Será, Marcos? — ela deu um passo na minha direção, diminuindo a distância entre nós. O sorriso no canto da boca era uma verdadeira provocação. — Desde ontem eu estou contando as horas para esse momento. Fiquei lá embaixo pensando em você, pensando naquilo que ouvi na quinta-feira...

— Lúcia... Você não sabe a vergonha que eu fiquei quando percebi que você tinha escutado tudo — confessei, dando um sorriso sem graça e coçando a nuca.

Ela deu mais um passo e parou a centímetros do meu peito. Ergueu a mão direita e encostou os dedos suaves no meu rosto, subindo pelo pescoço, bochecha até a barba. O toque dela era quente e firme.

— Pois não tenha vergonha nenhuma, meu vizinho... — murmurou ela, olhando nos meus olhos. — Aquela voz, aquele urro... Marcos, eu fiquei molhada só de ouvir você se deliciando sozinho aqui em cima. Eu passei a noite inteira imaginando como devia ser estar do seu lado naquele momento.

Ouvir aquilo da boca de uma mulher madura de 56 anos, gostosa e cheia de atitude, fez o meu pau dar um pulo nervoso contra o pano da bermuda. Não dava mais para conter o desejo acumulado.

— Você quer ir até o quarto? — perguntei, sustentando o olhar intenso dela. — É lá que fica a tela do projetor... E a cama onde tudo aconteceu.

Lúcia soltou uma risadinha gostosa, cheia de intenção:

— Me leva lá... Quero ver de perto onde o trovão aconteceu.

Peguei na mão dela e a guiei pelo corredor até o meu quarto. Quando entramos, a luz suave do ambiente e o ar fresco criaram o cenário perfeito. Lúcia olhou para o projetor no teto, para a tela na parede e, por fim, para a cama de casal bem arrumada.
Ela caminhou devagar até a beirada da cama, sentou-se e cruzou as pernas, fazendo o vestido subir um pouco mais e revelar as coxas grossas, morenas e bem tratadas da academia. Ela deu um tapinha no colchão ao lado dela.

— Senta aqui do meu lado, Marcos. Vamos conversar sem pressa...

Aproximei-me e me sentei ao lado dela. A proximidade era tanta que eu conseguia sentir o calor que emanava do corpo dela. Lúcia se virou de lado para mim, apoiando uma das mãos na minha coxa. O toque dela, perto da minha virilha, me fez segurar o fôlego.

— Me conta... — disse ela, baixando a voz para um tom bem íntimo. — O que você estava assistindo naquele dia? O que te deixou com tanto tesão a ponto de amarrar o pau e gemer daquele jeito?

Dei uma risada baixa, sentindo meu rosto esquentar, mas a presença e a ousadia dela me davam uma coragem absurda.

— Era um vídeo de uma mulher madura... Gostosa, encorpada, bem parecida com você. Fiquei imaginando uma mulher assim na minha frente, me provocando... E quando dei por mim, já estava há cinco dias sem gozar. Não me segurei.

Lúcia umedeceu os lábios com a língua, olhando direto para a minha boca e depois descendo o olhar para o volume evidente na minha bermuda.

— Uma mulher madura como eu, é? — ela provocou, deslizando a mão lentamente pela minha coxa, subindo até apertar de leve o meu pau ereto por cima do tecido. — Pois agora você não precisa de vídeo nenhum, Marcos. Eu estou aqui. De carne e osso. E vou te confessar uma coisa... Eu estou necessitada de um homem de verdade. De um homem forte, gordinho, bonito e com a voz grossa como a sua.

Aquilo foi o estopim. Não aguentei mais manter a distância. Passei a mão pela cintura larga dela, puxando o corpo gostoso da Lúcia para junto do meu. Nossos peitos se chocaram e nossos olhares se cravaram um no outro.

— Você tem certeza disso, Lúcia? — perguntei, encarando a boca carnuda dela. — Se a gente começar, não vai ter volta...

Ela deu um sorriso audacioso, aproximou os lábios dos meus até que nossas respirações se misturassem e sussurrou:

— Eu nunca tive tanta certeza de nada na minha vida, Marcos. Agora me beija e me mostra do que esse vizinho é capaz.

Nossos lábios se uniram num beijo faminto, quente e profundo. A língua da Lúcia era ágil, explorando a minha boca com uma vontade acumulada de anos. Envolvi minhas mãos na bunda farta dela, sentindo a firmeza da carne e o volume sensacional que ela tinha. Lúcia soltou um gemido baixinho contra a minha boca, abraçando o meu pescoço e colando o corpo no meu com força.

Aos poucos, o beijo foi ficando mais feroz. Eu puxava a bunda dela contra o meu pau duro, e ela rebolava levemente no meu colo, sentindo meu pau ficar a cada instante, mais duro. Deslizei minhas mãos pelas costas dela, achando o zíper do vestido e puxando-o para baixo com cuidado. O tecido escorregou pelos ombros dela, revelando um sutiã bege de renda que mal conseguia segurar os seios fartos, pesados e bem desenhados daquela coroa gostosa.

Lúcia se afastou um pouco para me encarar, respirando ofegante. Os olhos dela brilhavam de puro desejo.

— Tira a camisa, Marcos... Quero ver esse peito e essa barriga que você melou toda naquele dia — pediu ela, com a voz carregada de intenção.

Puxei minha camisa pela cabeça e a joguei no chão. Em seguida, ajudei a Lúcia a tirar o vestido completamente, deixando-a apenas de lingerie na minha frente. Ela era simplesmente maravilhosa. O corpo maduro, moreno, bem distribuído, com o quadril largo e as coxas grossas que me deixavam louco.
Desapertei o fecho do sutiã dela. Os seios médios, caídos, mas fartos e moles, saltaram para fora, com os bicos rosados e rígidos pelo tesão. Não perdi tempo: debrucei-me sobre ela, abocanhando um dos bicos e chupando com vontade, enquanto minha mão massageava o outro seio.

— Ahnnn... Marcos... Isso, meu Deus... — Lúcia gemeu alto, jogando a cabeça para trás e cravando as unhas nas minhas costas. — Que boca gostosa... Chupa mais...

Girei a língua ao redor do bico rosado e pontudo dela, sentindo-a se contorcer na cama. Desci os beijos pelo peito dela, passando pela barriga macia e descendo até a beirada da calcinha de renda. Passei a mão por cima do tecido e senti que a calcinha dela estava completamente encharcada, quente e ensopada de tesão.

— Lúcia... Você está encharcada — comentei, olhando para ela de baixo.

Ela deu um sorriso tímido, mas cheio de devassidão:

— Eu te disse que estava louca por você... Tira essa calcinha logo, vai...

Puxei a calcinha dela pelas coxas e a joguei de lado. Diante dos meus olhos, revelou-se a buceta linda e bem cuidada da Lúcia: lábios fininhos, bem rosadinha por dentro, com uma depilação discreta e exalando um perfume natural que me deixou louco. Abertas as pernas dela, a essência do tesão daquela mulher tomou conta do quarto.

Aproximei meu rosto da virilha dela e dei o primeiro lambido, bem de baixo para cima, pegando desde o anelzinho até o clitóris rígido.

— AHHH! — Lúcia deu um urro baixo, levantando o quadril da cama e segurando o meu cabelo com força. — Marcos! Meu Pai do Céu... Que língua é essa?!

Comecei a chupar a buceta dela com vontade, usando a língua de forma firme, lambendo os lábios internos rosados e chupando o clitóris com pressão. Lúcia não conseguia se conter: gemia alto, contorcia o quadril largo na minha cara e soltava palavrões baixinhos, rendida ao prazer.

— Mais, meu amor... Chupa essa buceta gostosa... Ahnnn, que delícia... Vou gozar na sua boca! — avisou ela, tremendo toda.

Acelerei as lambidas e, em menos de dois minutos, Lúcia teve um orgasmo violento. O corpo dela inteiro se contraiu, as coxas gordinhas me prensaram com a cara na buceta dela, jorrou um caldo quente e gostoso na minha língua, que engoli com gosto.
Ela ficou alguns segundos respirando fundo, maravilhada, recuperando o fôlego com um sorriso bobo no rosto.

— Meu Deus, Marcos... Há quanto tempo eu não gozava assim... Você é um monstro na cama — disse ela, olhando para mim com admiração. — Agora tira essa bermuda... Quero sentir essa coisa dura que fez tanto barulho na quinta-feira.

Levantei-me da cama, tirei a bermuda e a cueca de uma vez. Meu pau saltou para fora, ereto, grosso, veioso e pulsando de tanto tesão. Lúcia olhou para o meu membro com os olhos arregalados e a boca aberta.

— Que pau maravilhoso, Marcos... Grosso, pesado... Meu Deus, que espetáculo de homem — elogiou ela, ajoelhando-se na cama e pegando no meu pau com a mão quente.

Ela aproximou a boca e começou a chupar a cabeça do meu pau com carinho, lambendo a frestinha da cabeça e descendo a boca até o meio do mastro. A sensação da boca madura e quente da Lúcia no meu pau me fez soltar aquele mesmo gemido grave e fundo que ela tinha escutado pela janela.

— Ahhh... Lúcia... Isso... Chupa gostoso, caralho... — murmurei, segurando na cabeça dela e dando leves estocadas na boca dela.

Ela chupou com vontade por alguns minutos, olhando para mim de baixo com um olhar extremamente devasso. Depois, subiu o corpo na cama, deitou-se de costas, abriu bem as coxas grossas e olhou para mim:

— Vem, Marcos... Me come inteira. Soca esse pau grosso nessa buceta que é toda sua agora. Me fode, vem...

Não esperei segundo aviso. Ajeitei-me entre as pernas dela, posicionei a cabeça do meu pau bem na entrada encharcada da buceta rosada da Lúcia e empurrei devagar.
A sensação foi indescritível. A buceta dela era quente, apertada na medida certa e extremamente aveludada. Conforme fui me metendo, o pau foi entrando todo, até a base encostar no quadril largo dela.

— AHHNNN! — Lúcia soltou um grito abafado, cravando as unhas nos meus ombros e arregalando os olhos. — Meu Deus... Que fundo... Que pau pesado, Marcos! preencheu tudo aqui dentro!

Comecei a me movimentar. No início, dei estocadas lentas e profundas, sentindo o atrito gostoso da pele dela com a minha. O som dos nossos corpos se chocando e da buceta molhada dela se misturava aos nossos gemidos no quarto.

— Gostoso, Lúcia? — perguntei, olhando nos olhos dela e aumentando o ritmo das metidas.

— Gostoso é pouco! É maravilhoso! Soca, Marcos! Mete forte nessa coroa! Me faz esquecer de todos os meus problemas! — ela pedia, enlouquecida, jogando as pernas para cima e enganchando os pés nas minhas costas.

Aproveitei a posição, segurei firme na bunda farta dela e comecei a socar com força. O ritmo ficou acelerado, bruto e apaixonado. A cada metida funda, o meu saco batia na bunda dela fazendo um barulho estalado delicioso. Lúcia gemia sem parar, chamando meu nome, dizendo o quanto meu pau era gostoso e como ela precisava daquela gozada.

— Vai, meu vizinho! Mete com vontade! Me fode gostoso! — gritava ela, num tom abafado, totalmente entregue ao prazer.

Aquele ritmo, o cheiro dela, o corpo gostoso da Lúcia e a realização daquele desejo proibido me levaram ao limite. Sentia que a ejaculação estava chegando com uma força devastadora.

— Lúcia... Vou gozar! Vou jorrar tudo dentro de você! — avisei, acelerando as estocadas finais com brutalidade.

— Goza, Marcos! Goza tudo dentro da minha buceta! Me enche de porra, meu amor! Goza em mim! — gritou ela, segurando minha cabeça e me puxando para um beijo desesperado.

Derramei a última barreira do autocontrole. Afundei o pau até o limite na buceta quente dela e segurei o quadril da Lúcia com força total. O meu corpo inteiro se contraiu em espasmos violentos. Soltei um urro de tesão alto, grave e profundo — o mesmo som que tinha dado origem a tudo — enquanto o meu pau jorrava jatos espessos e contínuos de porra quente bem lá no fundo da buceta dela.

— AHHHN! ISSO! GOZA, MEU HOMEM! — Lúcia urrou junto comigo, tendo o segundo orgasmo da tarde, apertando o meu pau com a musculatura da buceta enquanto recebia toda a minha porra grossa e quente.

Fiquei caído sobre o corpo dela por alguns minutos, com o peito colado ao dela, ambos arfando e ensopados de suor. O coração de nós dois batia feito um tambor. Fui tirando o pau devagarzinho, sentindo a porra grossa escorrer pelas coxas dela.

Lúcia me abraçou forte, deu um beijo carinhoso na minha bochecha e sorriu, completamente radiante e relaxada.

— Marcos... Você não tem noção do bem que você acabou de me fazer — disse ela, passando a mão pelo meu rosto. — Foi a melhor transa da minha vida. Que homem espetacular você é.

Deitei ao lado dela, puxando-a para o meu peito. Ficamos ali abraçados por cerca de meia hora, conversando baixo, rindo da situação e aproveitando a pós-foda gostosa.

Por volta das 17h, Lúcia se levantou devagar, foi ao banheiro, se limpou e vestiu a lingerie e o vestido. Ficou na frente do espelho ajeitando o cabelo, com uma fisionomia totalmente renovada, sem aquele olhar cansado do estresse do dia a dia.
Caminhamos juntos até a porta da sala. Antes de abrir, ela se virou para mim, ficou nas pontas dos pés e me deu um beijo calmo e gostoso na boca.

— Muito obrigada pelo "café", meu vizinho preferido — brincou ela, dando uma piscada de olho maliciosa. — A infiltração do meu banheiro já está mais do que resolvida... Mas se o seu interfone continuar quebrado e a sua esposa precisar viajar de novo... Você já sabe onde me encontrar.

— Pode deixar, Lúcia... Você vai ser a primeira a saber — respondi, sorrindo e dando um último aperto na bunda gostosa dela.

Ela olhou para o corredor, viu que não havia ninguém, saiu em silêncio e desceu as escadas para o quinto andar. Fechei a porta, encostei a cabeça na madeira e respirei fundo, com um sorriso satisfeito no rosto e a certeza absoluta de que aquele era apenas o começo das nossas tardes secretas no prédio.

Foto 1 do Conto erotico: O Som do Prazer


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Nome do conto:
O Som do Prazer

Codigo do conto:
271560

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
05/09/2026

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