Meu primo, a quem vou chamar de Marcos, é mais alto que eu, medindo 1,85 m. É branco, um pouco forte, com o corpo bem esculpido, tatuado e braços fortes. Marcos havia se mudado para a capital por um tempo, até que decidiu voltar. Na infância, éramos inseparáveis. Depois que ele foi embora, nos afastamos um pouco, mas, quando éramos crianças, costumávamos dormir juntos, o que sempre levava a toques furtivos e algumas brincadeiras íntimas durante a noite.
Quando Marcos resolveu voltar, eu não sabia de nada; tive a surpresa ao chegar em casa e ouvir minha mãe dizer que ele estava morando na casa da nossa avó. Como ela não morava mais lá, ele estava sozinho. Imediatamente mandei mensagem para ele, que me respondeu prontamente. Após conversarmos um pouco, ele me pediu para comprar cerveja e ir até lá para colocar o papo em dia. Fiz exatamente o que ele pediu. Àquela altura, minha mente já estava fervilhando de fantasias sobre o que poderia acontecer.
Bebemos algumas latas, conversamos e rimos. De repente, Marcos se levanta e diz que vai tomar banho. Ele fica me encarando por alguns segundos e, em seguida, dispara: "Não quer ir comigo?". Era a deixa que eu tanto esperava. Em silêncio, levantei-me e o acompanhei. Tiramos as roupas e entramos juntos no boxe. Logo começamos a nos beijar com voracidade e a nos tocar. Me conhecendo como ninguém e sabendo exatamente o que me excita, ele me prensou contra a parede fria do banheiro e começou a chupar meu cu com vontade. Ele sabe que sou fraco a isso; comecei a ficar todo arrepiado, completamente entregue em suas mãos. Logo em seguida, ele tentou forçar a entrada do seu pau grosso em mim, o que me fez fazer uma expressão de dor pelo atrito, enquanto ele mordiscava meu pescoço e percorria meu corpo com suas mãos firmes. Decidimos ir para o quarto.
Chegando lá, ele imediatamente me colocou de bruços e voltou a chupar meu cu. Ninguém faz isso como ele; o fato de ter uma língua enorme é um grande diferencial. Senti a língua dele invadir o meu interior, fazendo-me contorcer de puro prazer, o que parecia deixá-lo ainda mais excitado. Depois de muita estimulação e gemidos abafados, ele resolveu finalmente encaixar seu membro grosso em mim. Começou bem devagar, e eu podia sentir cada centímetro daquele pau me abrindo, sentindo perfeitamente as veias pulsando contra a minha parede sensível — era a melhor sensação do mundo, apesar da ardência inicial.
Marcos aumentou o ritmo gradativamente, acelerando as estocadas enquanto desferia tapas estalados na minha bunda e no meu rosto. Com uma das mãos no meu pescoço, ele me enforcava levemente, me abrindo cada vez mais para ele, num frenesi onde eu só queria aquele homem inteiro dentro de mim. Os gemidos ecoavam pelo quarto e eu implorava mentalmente para que aquilo nunca acabasse. Até que, no limite, Marcos gozou quente na minha barriga, espalhou o próprio gozo com o pau e continuou metendo fundo em mim.
Mudamos de posição: fizemos de quatro, de lado, até que mandei ele deitar e comecei a cavalgar. Eu sabia que essa posição o deixava louco. Fui intensificando os movimentos, rebolando com força em cima daquele homem, sentindo-o preencher cada pedaço de mim, até que, juntos, atingimos o ápice e gozamos ao mesmo tempo.
Depois de todo o fogo, fomos tomar mais um banho e terminamos a noite deitados na cama, conversando e relembrando nossas velhas aventuras.
aleamorim