Nos dias seguintes, a tensão na casa aumentou.
Livia começou a notar. O jeito que Gael olhava para a mãe. O tempo que os dois passavam sozinhos. Uma vez ela chegou mais cedo e ouviu o som de pele batendo atrás da porta do quarto da mãe. Ficou quieta, escutando o gemido abafado de Curvinea e a voz rouca do irmão dizendo “mais fundo, mãe”.
Ela não falou nada. Ainda.
Curvinea, por sua vez, não conseguia mais parar. Toda vez que o marido saía, ela chamava Gael. Às vezes só para ele sentar no colo dela de saia sem calcinha e ficar esfregando até os dois gozarem com a roupa. Outras vezes ela ajoelhava e chupava o pau virgem do filho até ele gozar na garganta. E cada vez mais ela oferecia a bunda — primeiro só para ele masturbar o pau entre as nádegas, depois para enfiar a língua no cu, e finalmente para foder o cu apertado dela enquanto ela gemia com a cara no travesseiro.
Gael estava viciado. A bunda grande, macia, pesada da mãe dominava todos os pensamentos. Ele se masturbava no banheiro lembrando do jeito que ela se abria para ele, do cheiro, do calor, do peso daquela carne batendo contra ele.
E Curvinea, aos 45 anos, descobriu que o filho mais novo a fodia melhor do que o marido de 59 anos em anos.
A casa continuava quieta por fora.
Por dentro, tudo já tinha mudado.
No dia seguinte, Roberto saiu cedo para uma viagem de trabalho de três dias. A casa ficou só com Curvinea, Gael e Livia.
Curvinea acordou com o corpo ainda sensível. A buceta latejava de leve, lembrando de como o filho a tinha enchido na noite anterior. Ela se levantou, colocou apenas uma camisola fina de seda que mal cobria a bunda, e desceu para a cozinha.
Gael já estava lá, de short. Os olhos dele desceram imediatamente para o traseiro da mãe. A camisola grudava, marcando a divisão profunda das nádegas, o volume pesado e macio que se movia a cada passo.
— Bom dia — ela disse, a voz ainda rouca de sono.
Ele não respondeu com palavras. Apenas se aproximou por trás e encostou o peito nas costas dela. As mãos grandes desceram e apertaram a bunda por cima do tecido. Os dedos afundaram na carne, separando as nádegas.
Curvinea soltou um suspiro baixo e se apoiou na pia.
— Livia pode descer a qualquer momento…
— Então fica quieta — murmurou Gael no ouvido dela.
Ele ajoelhou atrás da mãe. Puxou a camisola para cima, expondo completamente a bunda grande e branca. Ainda havia marcas leves dos dedos dele da noite passada. Gael espalhou as nádegas com as duas mãos e passou a língua devagar pelo meio, do cu até a buceta ainda inchada.
Curvinea mordeu o lábio e empurrou o quadril para trás, oferecendo mais. Gael chupou o cu dela com vontade, a língua entrando e saindo, enquanto dois dedos esfregavam o clitóris inchado. O cheiro dela estava mais forte pela manhã — sexo antigo misturado com sabonete.
Ela gozou em silêncio, as pernas tremendo, a bunda contraindo no rosto do filho.
Gael se levantou, puxou o short para baixo e enfiou o pau de uma vez na buceta molhada. Segurou os quadris largos dela e meteu fundo, rápido, sujo. A camisola balançava. A bunda batia contra ele com um som úmido e pesado. Ele gozou dentro de novo, sem tirar, deixando o porra escorrer pelas coxas dela enquanto ainda estava enterrado.
Foi só então que ouviram o barulho de passos no corredor.
Livia descia.
Curvinea puxou a camisola para baixo com pressa. Gael ajeitou o short. Os dois se separaram. Quando Livia entrou na cozinha, a mãe estava mexendo o café e o irmão lavava o rosto na pia, como se nada tivesse acontecido.
Livia parou na porta. Olhou de um para o outro. O cheiro no ar era pesado demais para ser só café.
— Vocês dois estão… estranhos — disse ela, sem sorrir.
Curvinea forçou um sorriso.
— Só o calor, filha. Quer café?
Livia não respondeu. Pegou uma xícara e saiu, mas o olhar dela ficou em Gael por tempo demais.
À tarde, Livia saiu para encontrar amigas. A casa ficou só dos dois.
Curvinea não esperou. Assim que a porta fechou, ela puxou Gael para o quarto. Tirou a camisola e ficou nua no meio da cama, de quatro, a bunda alta e aberta na direção dele.
— Você disse que queria a bunda.
Gael ficou duro na hora. Aproximou-se, ajoelhou atrás dela e espalhou as nádegas com as duas mãos. O cu rosado e apertado piscava. Ele cuspiu, passou o polegar, depois a língua de novo, molhando bem. Curvinea gemia baixo, rebolando contra a boca do filho.
— Enfia os dedos primeiro… abre sua mãe.
Gael enfiou um dedo, depois dois, abrindo o cu devagar. A resistência cedeu aos poucos. Quando ela estava molhada e relaxada o suficiente, ele posicionou a cabeça grossa do pau na entrada.
— Respira — ele disse, a voz rouca.
Empurrou. Centímetro por centímetro. O cu da mãe engoliu o pau virgem com dificuldade, apertando, queimando. Curvinea soltou um gemido longo e profundo quando ele chegou ao fundo. A bunda grande tremia ao redor da base do pau dele.
Gael ficou parado um momento, sentindo o calor absurdo, a pressão. Depois começou a meter — devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. As mãos afundavam na carne macia das nádegas, abrindo e fechando, assistindo o pau sumir e aparecer.
— Caralho… que bunda… — ele gemia. — Eu sou viciado nisso.
Curvinea empurrava para trás, encontrando cada estocada.
— Fode o cu da sua mãe… mais forte…
Ele obedeceu. O barulho molhado de pele batendo encheu o quarto. A cada investida a bunda dela tremia pesada. Gael cuspia, passava a mão, apertava, mordia. Quando sentiu que ia gozar, enfiou até o fundo e jorrou dentro do cu apertado dela, gemendo alto.
Mesmo depois de gozar, ele não tirou. Continuou metendo devagar, usando o próprio porra como lubrificante, até ficar duro de novo. Dessa vez fodeu mais bruto, segurando o cabelo dela, forçando a cara no travesseiro enquanto a bunda ficava vermelha das palmadas.
Curvinea gozou só com o cu, o corpo inteiro tremendo, a buceta escorrendo no lençol.
Quando ele finalmente tirou, o cu dela ficou aberto e pingando. Gael se deitou ao lado, ainda ofegante, e passou a mão pela bunda inchada e marcada.
— Amanhã de novo — murmurou ela, a voz rouca. — Quero acordar com você dentro.
Livia voltou mais cedo do que o esperado.
A porta do quarto da mãe estava entreaberta. Ela parou no corredor e escutou.
O som era inconfundível: pele batendo, gemidos abafados, a voz do irmão dizendo “abre mais essa bunda pra mim, mãe”.
Livia ficou parada por longos segundos. O coração batendo forte. Depois se afastou em silêncio, o rosto fechado.
Naquela noite, à mesa, o clima estava pesado. Roberto ainda não tinha voltado. Curvinea servia a comida normalmente. Gael mal conseguia olhar para a irmã. Livia, por sua vez, observava os dois com atenção demais.
No meio do jantar, ela falou baixo, só para a mãe ouvir:
— Eu sei o que vocês estão fazendo.
Curvinea parou de mastigar. Os olhos dela encontraram os da filha.
Gael engoliu seco.
Livia não gritou. Não ameaçou. Apenas continuou:
— Não sei o que vou fazer ainda. Mas eu sei.
Depois disso, ela se levantou e foi para o quarto, deixando os dois sozinhos na mesa.
Curvinea ficou em silêncio por um tempo. Depois olhou para o filho. Havia medo nos olhos dela… e desejo ainda maior.
— Ela não vai falar — murmurou. — Pelo menos não agora.
Gael segurou a mão da mãe por baixo da mesa, os dedos apertando.
— E se ela falar?
Curvinea apertou a mão dele de volta.
— Então a gente fode enquanto ainda dá.
Naquela mesma noite, depois que a casa dormiu, Curvinea foi até o quarto do filho. Entrou sem bater. Tirou a camisola e se sentou no colo dele, de costas, a bunda nua esfregando o pau já duro. Gael enfiou dentro do cu ainda sensível dela e a fodeu devagar, com a mão na boca para ela não gemer alto demais.
Do outro lado da parede, Livia estava acordada, ouvindo tudo.
E dessa vez, a mão dela também estava entre as pernas.
Livia não dormiu naquela noite.
Do outro lado da parede, o som abafado de pele batendo e os gemidos da mãe entravam pelos ouvidos dela como se estivessem no mesmo quarto. A cada estocada de Gael, a cama rangia. Curvinea tentava ficar quieta, mas de vez em quando um gemido escapava — baixo, rouco, sujo.
Livia estava deitada de costas, a mão dentro da calcinha, os dedos molhados. Ela se masturbava ouvindo o irmão foder o cu da mãe. Quando ouviu Gael gemer alto e dizer “toma tudo, mãe… enche esse cu”, Livia gozou em silêncio, as coxas tremendo, o rosto queimando de vergonha e excitação.
No dia seguinte, o clima na casa era irrespirável.
Roberto ligou pela manhã dizendo que voltaria só no final da tarde. Mais algumas horas.
Curvinea estava na cozinha de short curto e top fino, sem sutiã. A bunda grande quase saía pelas laterais do tecido. Gael sentou à mesa, o pau já duro só de olhar. Livia apareceu de roupão, o cabelo molhado do banho, e se sentou em frente aos dois.
Ela não desviou o olhar.
— Vocês não vão parar, né?
Curvinea parou de mexer o café. Virou-se devagar.
— Livia…
— Eu ouvi tudo ontem. E anteontem. E sei que você deixa ele enfiar no seu cu.
Gael engoliu seco. O silêncio ficou pesado.
Livia continuou, a voz baixa e firme:
— Eu podia contar pro pai. Mas não vou. Ainda.
Curvinea se aproximou da mesa, as mãos apoiadas na madeira. A bunda marcada pelo short curto ficou bem na linha de visão de Gael.
— O que você quer, então?
Livia olhou para o irmão, depois para a mãe.
— Quero ver.
O ar saiu do peito de Gael.
Curvinea ficou parada alguns segundos. Depois, sem dizer nada, puxou o short para baixo. A bunda pesada e nua apareceu. Ela se virou de costas para a filha e para o filho, se inclinando sobre a mesa, as pernas abertas, o cu ainda um pouco inchado da noite anterior.
— Então olha.
Gael se levantou. O short caiu. O pau saltou, duro, grosso, já pingando. Ele se posicionou atrás da mãe e enfiou de uma vez na buceta molhada. Curvinea soltou um gemido alto. Gael segurou os quadris largos e começou a meter forte, a bunda dela batendo contra ele com força.
Livia não desviou o olhar. Observava cada detalhe: o pau do irmão sumindo entre as nádegas grandes, a carne tremendo, o cu piscando a cada estocada. A mão dela desceu de novo para entre as pernas, por baixo do roupão.
Gael metia fundo, olhando para a irmã enquanto fodia a mãe.
— Você gosta de ver? — perguntou ele, a voz rouca.
Livia não respondeu com palavras. Apenas abriu mais o roupão, mostrando os seios pequenos e a buceta depilada, os dedos entrando e saindo.
Curvinea rebolava contra o filho, gemendo sem se importar mais.
— Enfia no cu… agora… na frente dela.
Gael tirou o pau da buceta, posicionou na entrada apertada e empurrou. O cu da mãe engoliu ele devagar. Livia gemeu baixinho só de ver. Gael meteu fundo no cu, as mãos afundando na bunda enorme, abrindo as nádegas para a irmã ver tudo.
— Olha como ela engole — disse ele. — Olha essa bunda…
Livia se levantou, se aproximou e parou ao lado da mãe. Sem pedir licença, passou a mão pela carne macia e pesada, sentindo o pau do irmão entrar e sair do cu. Depois desceu a mão e esfregou o clitóris da mãe enquanto Gael fodia.
Curvinea gozou forte, o corpo todo tremendo, o cu apertando o pau do filho. Gael não aguentou. Enfiou até o fundo e gozou dentro, gemendo alto, enchendo o cu da mãe na frente da irmã.
Quando tirou, o porra escorreu. Livia se ajoelhou, sem hesitar, e passou a língua, limpando a mistura que saía do cu da mãe. Gael ficou olhando, o pau ainda latejando.
Livia se levantou, o rosto sujo, e olhou para os dois.
— Agora eu também faço parte disso.
Curvinea ainda estava ofegante, debruçada na mesa. Virou o rosto e olhou para a filha.
— Então fica. Mas se o seu pai descobrir…
— Ele não vai descobrir — respondeu Livia. — A gente vai ser cuidadosa.
Naquela tarde, antes de Roberto chegar, os três subiram para o quarto da mãe.
Curvinea ficou de quatro na cama. Gael enfiou de novo no cu dela, metendo devagar, profundo. Livia se deitou debaixo da mãe, chupando a buceta enquanto o irmão fodia o cu. O quarto cheirava a sexo. A bunda grande de Curvinea balançava pesada a cada estocada. Gael palmava, apertava, abria, viciado naquela carne.
Quando Gael gozou de novo dentro do cu, Livia chupou tudo o que escorreu. Depois foi a vez de Gael chupar a irmã enquanto a mãe rebolava o traseiro no rosto dele, sufocando-o com a bunda.
Eles só pararam quando o som do carro de Roberto foi ouvido na garagem.
Os três se separaram rápido. Livia correu para o próprio quarto. Gael foi para o banheiro. Curvinea colocou um vestido longo e foi abrir a porta para o marido, o corpo ainda molhado e sensível por baixo da roupa.
Roberto entrou cansado, beijou a esposa na boca, sem perceber o gosto diferente.
— Senti saudade — disse ele.
Curvinea sorriu, o coração ainda acelerado.
— Eu também.
Naquela noite, Roberto quis fazer sexo. Curvinea deixou. Deitou de lado, a bunda pressionada contra o pau do marido, e deixou ele entrar na buceta. Enquanto ele metia devagar e cansado, ela pensava no filho. No pau mais grosso, mais jovem, no jeito que Gael abria a bunda dela e fodia o cu até doer gostoso.
Do outro lado da parede, Gael ouvia a cama dos pais ranger. Estava de pau duro, se masturbando, imaginando a bunda da mãe sendo usada pelo pai… e planejando usar de novo assim que o homem saísse.
Livia também ouvia. E a mão dela também estava ocupada.
A casa voltava a parecer normal por fora.
Por dentro, nada era mais o mesmo.
Roberto ficou em casa o fim de semana inteiro.
A tensão era constante. Curvinea andava pela casa de vestidos longos e saias que escondiam o corpo, mas Gael ainda encontrava jeitos de tocar. Um “acidente” no corredor em que a mão dele apertava a bunda por baixo do tecido. Um momento na cozinha em que ele se esfregava atrás dela enquanto o pai estava no sofá da sala, a poucos metros.
Livia observava tudo em silêncio. Às vezes, quando o pai não estava olhando, ela passava a mão na coxa do irmão por baixo da mesa, sentindo o volume duro.
No sábado à noite, Roberto bebeu mais do que o normal e caiu no sono cedo, roncando alto no quarto do casal.
Curvinea esperou quinze minutos. Depois se levantou, de camisola fina, e foi até o quarto de Gael. Livia já estava lá, sentada na cama do irmão, só de calcinha.
— Ele está dormindo fundo — murmurou a mãe.
Gael estava deitado, o pau já marcado no short. Os olhos dele desceram imediatamente para a bunda da mãe quando ela se virou para fechar a porta. A camisola subiu, mostrando as nádegas pesadas e nuas.
— Vem cá — ele disse, a voz baixa.
Curvinea se aproximou. Gael a puxou para cima dele, fazendo-a sentar de costas no colo. A bunda grande e quente afundou sobre o pau duro. Ele puxou a camisola para cima e enterrou o rosto entre as nádegas, lambendo o cu e a buceta ao mesmo tempo, a língua molhada e gulosa.
Livia se ajoelhou na frente e tirou o short do irmão. O pau saltou. Ela chupou a cabeça enquanto a mãe rebolava no rosto de Gael.
Depois de alguns minutos, Gael empurrou a mãe para a frente, de quatro na cama. Livia se deitou debaixo dela, chupando os seios pesados. Gael espalhou as nádegas grandes com as duas mãos e enfiou o pau no cu de uma vez só. Curvinea soltou um gemido abafado, mordendo o travesseiro.
Ele meteu fundo, devagar no começo, depois mais forte. A bunda batia pesada contra a barriga dele. A cada estocada a carne tremia. Gael olhava para baixo, viciado no jeito que o cu apertava e engolia o pau.
— Essa bunda é minha — ele murmurou, dando um tapa forte. — Só minha.
Curvinea rebolava para trás, encontrando cada investida.
— É sua… fode mais fundo…
Livia subiu, se posicionou na frente da mãe e enfiou a buceta na boca dela. Curvinea chupou a filha enquanto o filho fodia o cu. O quarto cheirava a sexo, suor e saliva.
Gael gozou primeiro, enfiando até o fundo e enchendo o cu da mãe. O porra escorreu quando ele tirou. Livia desceu rapidinho e chupou, limpando tudo com a língua, engolindo a mistura.
Ainda não tinham terminado.
Gael deitou de costas. Curvinea se sentou no pau dele de frente, enfiando a buceta até o fundo. Livia se ajoelhou atrás da mãe, espalhou as nádegas e enfiou a língua no cu ainda sujo de porra, chupando enquanto a mãe rebolava no irmão.
Os três gozaram de novo. Curvinea em silêncio, o corpo todo tremendo. Gael gemendo baixo, segurando os quadris largos da mãe com força. Livia com o rosto enterrado na bunda, os dedos na própria buceta.
Quando finalmente pararam, suados e ofegantes, ouviram um barulho no corredor.
Passos.
Os três congelaram.
A porta do quarto de Gael estava trancada, mas os passos pararam bem na frente. Ficaram segundos longos em silêncio absoluto. Depois os passos se afastaram de volta para o quarto do casal.
Roberto tinha acordado para beber água.
Ninguém se mexeu por longos minutos. O coração de Curvinea batia tão forte que ela tinha certeza de que o marido ia ouvir.
Quando tudo ficou quieto de novo, ela se levantou devagar, a camisola ainda erguida na cintura, o cu e a buceta escorrendo.
— Isso foi perto demais — sussurrou.
Gael puxou ela de volta para a cama, a mão ainda apertando a bunda.
— Eu não consigo parar.
Livia se deitou do outro lado, a mão acariciando a coxa da mãe.
— Então a gente continua. Mas com mais cuidado.
No domingo, Roberto ficou o dia inteiro em casa. O clima era de fachada normal.
À tarde, enquanto o pai dormia uma sesta na sala, Curvinea chamou os dois filhos para o banheiro do fundo. O chuveiro ligado para abafar o som.
Ela ficou de mãos na parede, a bunda para fora. Gael enfiou no cu de pé, metendo rápido e fundo. Livia ajoelhou e chupava as bolas do irmão enquanto ele fodia a mãe. A água escorria pelos corpos. A bunda grande de Curvinea batia molhada contra Gael a cada estocada.
Ele gozou dentro de novo, mordendo o ombro dela para não gemer alto. Depois foi a vez de Livia ser fodida pelo irmão enquanto a mãe se ajoelhava e chupava o cu da filha.
Quando saíram do banheiro, um de cada vez, Roberto ainda roncava na sala.
Naquela noite, depois que o marido dormiu, Curvinea foi até o quarto de Gael mais uma vez. Dessa vez só os dois. Livia ficou no próprio quarto, ouvindo.
Gael a fez ficar de quatro na beira da cama. Espalhou as nádegas com as duas mãos e ficou só olhando por um tempo, o polegar abrindo o cu.
— Eu acordo pensando nisso — disse ele, a voz baixa e possessiva. — Em como essa bunda fica aberta depois que eu fodo. Em como você escorre.
Ele cuspiu e enfiou o pau devagar, até o fundo. Começou a meter com vontade, segurando os quadris com força, palmando as nádegas até ficarem vermelhas. Curvinea gemia no travesseiro, empurrando para trás.
— Mais forte… usa sua mãe…
Gael obedeceu. Fodeu o cu dela com raiva e desejo, viciado, sem piedade. Quando gozou, foi tão fundo que Curvinea sentiu o porra quente dentro. Ele não tirou logo. Continuou metendo devagar, usando o próprio gozo como lubrificante, até ficar mole.
Depois se deitou ao lado dela, a mão ainda apertando a bunda inchada e marcada.
— Um dia o pai vai descobrir — murmurou Curvinea.
Gael beijou o ombro dela.
— Quando descobrir, eu não vou parar.
Do outro lado da parede, Livia ouvia cada palavra. E a mão dela já estava molhada de novo.
Na segunda-feira Roberto precisou sair cedo para uma reunião. Disse que voltaria só no final da tarde.
A casa ficou só dos três de novo.
Mal a porta da garagem fechou, Gael já estava atrás da mãe na cozinha. As mãos grandes apertaram a bunda por cima do vestido leve. Curvinea nem tentou se afastar. Empurrou o quadril para trás, sentindo o pau duro do filho se esfregar entre as nádegas.
— Agora — murmurou ele no ouvido dela.
Livia apareceu no vão da porta, já sem blusa, só de short.
— No sofá da sala. Quero ver melhor.
Curvinea foi na frente. Tirou o vestido no meio do caminho e ficou nua. A bunda grande e pesada balançava a cada passo. Ela se ajoelhou no sofá, peito no encosto, pernas abertas, o traseiro alto e oferecido.
Gael ajoelhou atrás. Espalhou as nádegas com as duas mãos e cuspiu bem no meio. O polegar abriu o cu ainda um pouco inchado do dia anterior. Depois posicionou a cabeça grossa do pau e empurrou até o fundo de uma vez.
Curvinea soltou um gemido longo.
Gael começou a meter com força. A bunda batia contra ele com um som molhado e pesado. A carne tremia. Ele palmava, apertava, abria, olhava para baixo viciado no jeito que o cu engolia o pau.
Livia se sentou no outro lado do sofá, pernas abertas, os dedos entrando e saindo da própria buceta enquanto assistia.
— Mais fundo — ela disse, a voz rouca. — Faz ela gritar.
Gael segurou o cabelo da mãe e puxou a cabeça para trás, metendo ainda mais forte. Curvinea gemia sem se importar com o volume. A cada estocada a bunda grande se espalhava e tremia.
— Essa porra de bunda é minha — rosnou Gael. — Só eu fodo esse cu. Só eu.
Curvinea rebolava contra ele, desesperada.
— É sua… só sua… fode mais…
Ele gozou fundo, enchendo o cu dela. Mas não tirou. Continuou metendo devagar, o pau ainda duro, usando o próprio porra. Depois tirou, empurrou a mãe para o lado e mandou Livia ficar de quatro no mesmo lugar.
Enquanto fodia a irmã, Gael puxou a mãe para perto e enfia a língua no cu dela, chupando o gozo que escorria. Curvinea gemia com a boca na buceta da filha, os três conectados.
O sexo durou quase uma hora. Quando terminaram, o sofá estava manchado, os corpos suados e o cheiro de sexo impregnado na sala.
Foi então que o som do carro de Roberto foi ouvido na rua.
Os três se olharam em pânico.
Curvinea pegou o vestido e correu para o banheiro. Gael e Livia subiram as escadas o mais rápido que puderam, cada um para o próprio quarto. O cheiro ainda estava forte. A janela da sala foi aberta com pressa.
Roberto entrou minutos depois. Parou no meio da sala, franziu o nariz.
— Que cheiro é esse?
Curvinea apareceu do banheiro, o cabelo molhado, o vestido já no corpo.
— Passei o pano com produto novo… acho que exagerei.
Roberto olhou em volta, desconfiado, mas não insistiu. Jantaram em silêncio. Livia mal conseguia olhar para o pai. Gael mantinha a cabeça baixa.
À noite, Roberto quis sexo de novo. Curvinea deitou de quatro na cama do casal, a mesma posição em que o filho a tinha fodido horas antes. O marido entrou na buceta devagar, cansado. Enquanto ele metia, ela sentia o cu ainda aberto e sensível, o porra do filho ainda escorrendo um pouco.
Do outro lado da parede, Gael ouvia a cama ranger. Estava de pau duro, a mão apertando o próprio pau com raiva e desejo. Imaginava a bunda da mãe sendo usada por outro homem e odiava a ideia.
Livia também ouvia. E se masturbava devagar, pensando em tudo o que tinha visto na sala.
Na terça-feira de madrugada, quando Roberto já roncava fundo, Curvinea não aguentou.
Levantou-se em silêncio e foi até o quarto de Gael. Entraram nela assim que a porta fechou. Ele a empurrou contra a parede, puxou a camisola para cima e enfiou o pau no cu de pé, sem preparo. Curvinea mordeu o ombro dele para não gritar.
Gael meteu com raiva, possessivo, as mãos afundando na bunda, os dentes no pescoço dela.
— Ele te fodeu hoje — sussurrou. — Mas esse cu é meu. Essa bunda é minha.
— É sua — ela gemeu baixinho. — Só sua…
Ele gozou fundo de novo, sem tirar, ficando enterrado enquanto os dois tremiam.
Livia apareceu na porta do quarto sem fazer barulho. Observou os dois por longos segundos. Depois entrou, fechou a porta e se ajoelhou. Sem pedir, chupou o pau do irmão ainda sujo, limpou o cu da mãe com a língua e depois se ofereceu também.
Os três se envolveram de novo, mais quietos, mais desesperados, com o pai dormindo a poucos metros.
Quando finalmente voltaram para os quartos, o sol já estava quase nascendo.
No dia seguinte, Roberto comentou no café:
— Vocês três estão estranhos. Parece que estão escondendo alguma coisa.
Ninguém respondeu.
Curvinea serviu o café com as mãos um pouco trêmulas. Gael manteve o olhar baixo. Livia apenas bebeu a própria xícara em silêncio.
O segredo ainda segurava.
Mas a corda estava cada vez mais esticada.
E Gael, cada vez que olhava para a bunda da mãe por baixo da roupa, já planejava a próxima vez que ia abri-la e foder até ela não conseguir andar direito.
Na quarta-feira à noite o quase flagrante quase destruiu tudo.
Roberto tinha dito que ia dormir cedo. Os três acreditaram. Curvinea foi até o quarto de Gael depois da meia-noite, só de camisola. Livia já estava lá. Em poucos minutos a mãe estava de quatro na cama, a bunda alta e aberta, enquanto Gael metia fundo no cu e Livia chupava a buceta dela por baixo.
O barulho era abafado, mas não o suficiente.
A porta do quarto rangeu.
Os três congelaram.
Roberto estava no corredor, a voz rouca de sono:
— Curvinea? Você está aí?
Gael ainda estava enterrado até o fundo dentro do cu da mãe. Ninguém se mexeu. O pau dele latejava dentro dela. Livia tinha a boca colada na buceta da mãe, o rosto molhado.
Curvinea engoliu o gemido e respondeu, a voz forçada:
— Estou… no banheiro do fundo. Já vou.
Silêncio.
Passos se aproximando.
Gael tirou o pau devagar, o cu da mãe fazendo um som molhado. Os três se esconderam no escuro: Curvinea atrás da porta do armário, Gael e Livia grudados na parede atrás da cortina pesada. O coração de todos batia tão alto que parecia que ia denunciar.
A porta se abriu. A luz do corredor entrou. Roberto olhou para dentro do quarto do filho, franziu o cenho, cheirou o ar.
— Que cheiro estranho…
Ele ficou parado por longos segundos. Depois murmurou algo e fechou a porta, voltando para o quarto.
Só quando ouviram a cama dele ranger de novo é que os três respiraram.
Curvinea saiu do armário tremendo. Gael a puxou de volta para a cama, a mão ainda apertando a bunda, e sussurrou no ouvido dela:
— Eu quase gozei de medo.
Ela não respondeu. Apenas se ajoelhou de novo, espalhou as próprias nádegas e murmurou:
— Termina. Rápido.
Gael enfiou de uma vez e meteu com urgência, a mão na boca dela. Livia ficou de guarda na porta. Quando ele gozou fundo, os três se separaram em silêncio absoluto.
No dia seguinte, para aliviar a tensão, Roberto sugeriu que a família fosse ao festival de verão da cidade. Música ao vivo, barracas de comida, gente demais, luzes baixas. Curvinea aceitou na hora. Qualquer coisa era melhor do que ficar trancada em casa com o medo ainda fresco.
O festival era lotado. O cheiro de comida, suor e álcool misturava no ar quente. Roberto logo encontrou conhecidos e ficou bebendo perto do palco principal. Livia se afastou com amigas. Gael e a mãe ficaram sozinhos no meio da multidão.
Curvinea vestia um vestido curto e justo, de tecido fino. Sem calcinha, como quase sempre. A bunda grande e pesada marcava o tecido a cada passo. Gael não conseguia tirar os olhos.
Eles se afastaram da multidão, indo para o lado mais escuro do parque, onde as árvores faziam sombra e quase ninguém passava. A música distante abafava tudo.
Assim que ficaram sozinhos, Gael empurrou a mãe contra o tronco de uma árvore. A mão subiu pela coxa e apertou a bunda nua por baixo do vestido.
— Aqui? — ela sussurrou, já ofegante.
— Aqui.
Ele a virou de costas, puxou o vestido para cima até a cintura e espalhou as nádegas com as duas mãos. O cu ainda sensível do quase flagrante da noite anterior. Gael cuspiu, posicionou o pau e empurrou devagar até sumir por completo.
Curvinea mordeu o próprio braço para não gemer alto. Gael meteu fundo, as mãos afundando na carne macia, o corpo colado no dela. A cada estocada a bunda batia contra ele. O risco de alguém aparecer só deixava tudo mais intenso.
— Olha em volta… — ele rosnou no ouvido dela. — Qualquer um pode ver essa bunda sendo fodida pelo filho.
Curvinea rebolava para trás, desesperada.
— Mais fundo… caralho…
Gael segurou o quadril dela com força e acelerou. O som molhado de pele batendo se misturava com a música distante. Ele gozou dentro do cu dela em silêncio, o corpo todo tenso, o porra quente enchendo-a.
A casa de Dona Lourdes continuava lotada no domingo à noite. Alguns parentes tinham ficado para o jantar e a conversa se arrastava na sala. Roberto bebia com o pai. Livia ajudava a recolher os pratos. Gael e Curvinea tentavam manter distância… sem sucesso.
Dona Lourdes não os largava.
Toda vez que Curvinea passava perto do filho, a sogra aparecia. Quando Gael ia até a cozinha, ela o seguia com algum pretexto. Em determinado momento, enquanto Curvinea lavava louça, Dona Lourdes parou ao lado dela e falou baixo, só para a nora ouvir:
— Eu sei que tem alguma coisa. E eu não vou descansar até descobrir o que é.
Curvinea não respondeu. Apenas continuou lavando o prato, o coração batendo forte.
O celular vibrou no bolso.
Gael (20:13)
Ela não sai de perto de você.
Estou duro pra caralho só de olhar essa saia.
Curvinea (20:14)
Ela desconfia de verdade.
Não posso nem te olhar.
Gael (20:15)
Então não olha.
Só pensa no quanto eu quero abrir essa bunda agora.
Curvinea (20:16)
Estou sem calcinha.
Ainda.
Gael (20:17)
Eu sei.
Vi quando você se abaixou pra pegar o paninho.
A saia subiu e eu quase gozei na calça.
Dona Lourdes se aproximou de novo, fingindo organizar a geladeira. Curvinea trancou a tela do celular na hora.
— Falando com quem, minha nora?
— Com uma amiga — mentiu Curvinea.
A sogra não acreditou. O olhar dela ia de Curvinea para Gael, que estava encostado na porta da cozinha fingindo mexer no celular.
A tensão só aumentou quando Dona Lourdes resolveu “ajudar” a nora a guardar as sobras. Ficava perto demais, observando cada movimento. Em determinado momento, enquanto Curvinea se inclinava para colocar uma travessa na prateleira de baixo, a saia subiu o suficiente para o fio da bunda aparecer. Gael viu. Dona Lourdes também.
O silêncio que se seguiu foi pesado.
Mais tarde, já em casa, Roberto anunciou que precisava ir ao supermercado buscar algumas coisas que faltavam para a semana. Curvinea se ofereceu para ir junto. Gael, sem ser convidado, disse que também ia — precisava de um carregador novo.
Roberto não contestou. Os três entraram no carro.
O supermercado estava relativamente cheio para o horário. Roberto pegou o carrinho e foi na frente, consultando a lista no celular. Curvinea e Gael ficaram alguns passos atrás.
O celular de Curvinea vibrou.
Gael (21:06)
Levanta a saia um pouco quando ele não estiver olhando.
Curvinea (21:07)
Aqui? Com ele a dois metros?
Gael (21:07)
Aqui.
Ela esperou Roberto se distrair com as prateleiras de arroz. Depois, devagar, puxou a saia para cima atrás, só o suficiente para mostrar a bunda nua. Gael olhou, o maxilar travado, e respondeu:
Gael (21:09)
Porra.
Quero enfiar o dedo agora.
Curvinea (21:10)
Ele está logo ali.
Gael (21:10)
Então fica quieta.
Gael se aproximou por trás, como se fosse só pegar um produto na prateleira acima dela. A mão esquerda desceu rápido, por baixo da saia, e dois dedos deslizaram entre as nádegas. Curvinea prendeu a respiração. Ele encontrou o cu ainda um pouco sensível e empurrou o dedo do meio até a juntura.
Roberto se virou.
— Vocês dois vão demorar? Preciso de óleo ali na frente.
Gael tirou o dedo na hora, mas não se afastou completamente. A mão ainda estava por baixo da saia, apertando a carne da bunda. Curvinea respondeu com a voz controlada:
— Já estamos indo.
Eles seguiram o marido. No corredor seguinte, enquanto Roberto lia os rótulos de molho, Gael se posicionou atrás da mãe de novo. Dessa vez a mão dele guiou o próprio pau, ainda dentro da calça, e pressionou o volume exatamente entre as nádegas dela. Curvinea se inclinou um pouco para a frente, fingindo olhar um produto, e empurrou o quadril para trás, esfregando o cu no pau duro do filho.
Gael (21:18) – mensagem enviada com uma mão só
Continua assim.
Vou gozar na calça se você apertar mais.
Curvinea (21:19)
O seu pai está a um metro.
Gael (21:19)
E mesmo assim você está molhada.
Eu sinto o calor.
Roberto pegou dois frascos e se virou de novo. Gael se afastou na hora, pegando um pacote qualquer na prateleira. Curvinea ajeitou a saia, as coxas úmidas.
No corredor dos laticínios, a provocação continuou. Toda vez que Roberto se adiantava alguns passos, Gael colava o corpo na mãe. Uma vez, em frente à geladeira de iogurtes, ele chegou a baixar um pouco o zíper, tirar a cabeça do pau e pressionar diretamente contra o cu dela, por baixo da saia. Curvinea mordeu a língua por dentro e rebolou de leve, só uma vez, sentindo a glande quente abrir caminho.
Roberto voltou antes que ele pudesse enfiar de verdade.
— Pronto? Vamos pro caixa.
No caminho até o caixa, Gael mandou a última mensagem da noite:
Gael (21:34)
Quando chegar em casa eu vou te foder no banheiro enquanto ele guardar as compras.
Quero sentir esse cu apertando com gosto de supermercado e risco.
Curvinea (21:35)
Eu vou estar esperando.
Sem calcinha.
Já molhada.
Livia, que tinha ficado em casa, recebeu as mensagens encaminhadas e respondeu no grupo:
Livia (21:36)
Vocês dois são insanos.
A vó já desconfia. O pai está cada vez mais estranho.
E vocês ainda ficam se esfregando no supermercado.
Gael (21:37)
E você gosta de saber.
Livia (21:37)
Eu gosto.
Mas um dia isso vai explodir.
No estacionamento, enquanto Roberto colocava as sacolas no porta-malas, Curvinea e Gael ficaram alguns segundos sozinhos atrás do carro. Ele aproveitou para apertar a bunda dela com força e sussurrar no ouvido:
— Assim que ele entrar no banheiro, eu quero você de quatro no nosso.
Curvinea apenas assentiu, o olhar escuro.
Dona Lourdes, do outro lado da cidade, ainda estava acordada. E já tinha decidido que na próxima oportunidade ia conversar com o filho a sós.
A rede estava se fechando.
Mas o desejo dos três ainda era mais forte que o medo.
Ainda estavam conectados quando ouviram vozes se aproximando. Gael tirou o pau rápido, puxou o vestido da mãe para baixo e os dois se afastaram como se nada tivesse acontecido. Um casal passou a poucos metros, rindo, sem notar nada.
Curvinea estava tremendo. O gozo do filho escorria pela coxa interna.
Mais tarde, no meio da multidão de novo, ela puxou Gael para um banheiro químico no fundo do festival. O espaço era apertado, sujo, quente. Assim que a porta trancou, ela se virou, ergueu o vestido e se apoiou na parede.
— De novo. Rápido.
Gael não precisou de convite. Enfiou no cu ainda molhado e meteu com pressa, a mão na boca dela. A bunda grande batia contra a porta fina a cada estocada. Alguém bateu do lado de fora.
— Ocupado! — gritou Gael, a voz rouca.
Ele gozou de novo, mais fundo ainda, e só então deixou ela ajeitar a roupa. Quando saíram, Livia estava parada a alguns metros, os braços cruzados, um sorriso torto no rosto.
— Vocês dois são loucos — murmurou ela. — Eu vi a porta balançando.
Curvinea só passou a mão no cabelo, tentando parecer normal. Gael ainda estava ofegante.
Livia se aproximou e falou baixo:
— O pai está perguntando de vocês. E eu… quero a minha parte também. Depois.
O festival continuou. Roberto bebeu até ficar alegre demais. No caminho de volta para casa, no banco de trás do carro, Gael sentou ao lado da mãe. No escuro, a mão dele deslizou por baixo do vestido e dois dedos entraram no cu ainda cheio de porra. Curvinea manteve o rosto neutro enquanto o marido dirigia, conversando alto sobre a música.
Só Livia, do outro lado, notou o jeito que a mãe apertava as coxas e o leve tremor nas mãos.
Naquela noite, depois que Roberto desabou na cama bêbado, os três se encontraram de novo no quarto de Gael. Dessa vez o sexo foi mais lento, mais silencioso, mas não menos intenso. Gael fodeu a bunda da mãe até ela não conseguir mais segurar o gemido. Livia chupou tudo o que escorria. E os três dormiram juntos por algumas horas, o cheiro de sexo impregnado nos lençóis, até o amanhecer obrigá-los a se separar de novo.
O quase flagrante tinha deixado todos mais viciados.
E o festival só provou que o desejo não respeitava paredes.
Dois dias depois do festival, Roberto sugeriu uma saída em família para o cinema.
— Faz tempo que a gente não faz algo junto — disse ele no jantar, já um pouco alegre de cerveja. — Tem aquele filme novo de ação. Vamos os quatro.
Curvinea sentiu o estômago revirar. Gael ergueu os olhos da comida e encontrou o olhar da mãe por uma fração de segundo. Livia apenas sorriu de canto, como se já estivesse prevendo o que ia acontecer.
Eles foram no carro do pai. Curvinea no banco da frente, os dois filhos atrás. No escuro do caminho, a mão de Gael deslizou pela coxa da irmã e depois sumiu. Livia não se afastou.
O cinema estava lotado. Roberto comprou os ingressos e os quatro entraram na sala já no meio dos trailers. As poltronas eram altas e escuras. Roberto sentou na ponta. Ao lado dele, Curvinea. Depois Gael. E Livia na outra ponta.
A luz baixou por completo. O filme começou.
Curvinea vestia uma saia longa e fluida, daquelas que escondiam tudo… até alguém levantar o tecido. Gael esperou quinze minutos. Depois, no escuro quase total, a mão dele deslizou devagar pela coxa da mãe, por baixo da saia. Os dedos subiram até encontrar a pele nua. Sem calcinha, como sempre.
Curvinea prendeu a respiração. Continuou olhando para a tela, o rosto neutro. Os dedos do filho abriram caminho entre as nádegas e um deles pressionou o cu ainda sensível. Ela apertou as coxas, mas não o impediu.
Gael enfiou o dedo devagar, até a juntura. Começou a mexer em círculos lentos, sentindo o calor. Com a outra mão, puxou o próprio short para o lado e tirou o pau. Estava duro pra caralho.
Livia notou o movimento. No escuro, a mão dela foi até o colo do irmão e envolveu o pau quente, masturbando-o devagar enquanto ele dedava a mãe.
Curvinea estava molhada. O dedo de Gael saiu do cu e desceu até a buceta, entrando fundo. Ela mordeu o lábio por dentro e forçou o corpo a ficar quieto. Roberto, ao lado, ria alto com uma cena de ação, sem notar nada.
Gael tirou o dedo, puxou a mãe pela cintura com sutileza e a fez se inclinar um pouco para a frente, como se estivesse só se ajeitando na poltrona. A saia foi erguida por trás. Ele se aproximou mais e posicionou a cabeça do pau entre as nádegas dela.
Curvinea olhou de relance para o marido. Roberto estava absorto no filme.
Gael empurrou.
O pau entrou no cu dela devagar, centímetro por centímetro, abafado pelo som ensurdecedor da explosão na tela. Curvinea soltou o ar pela boca, os olhos semicerrados. Gael meteu até o fundo e ficou parado, sentindo o aperto, o calor, o risco absurdo.
Livia continuava masturbando a base do pau do irmão, sentindo ele entrar e sair da mãe em movimentos curtos e controlados.
Gael fodia a mãe no meio da sala de cinema, com o pai sentado a menos de um metro de distância.
As estocadas eram curtas, profundas, silenciosas. A cada uma, a bunda grande e macia de Curvinea se espalhava contra o colo dele. O tecido da saia escondia tudo. Ninguém ao redor notava. Só os três sabiam.
Curvinea gozou primeiro. O corpo tremeu de leve, o cu apertando o pau do filho com força. Ela segurou o braço da poltrona com os nós dos dedos brancos. Gael mordeu o próprio lábio e meteu mais três vezes antes de gozar fundo, enchendo o cu dela em silêncio absoluto.
Ele ficou enterrado por longos segundos, ofegante. Depois tirou o pau devagar. O porra escorreu um pouco. Livia, sem hesitar, passou a mão por baixo da saia da mãe, coletou um pouco do líquido com os dedos e levou à boca.
Roberto se virou de repente.
— Vocês estão quietos demais. O filme está bom?
Curvinea forçou um sorriso, a voz um pouco rouca.
— Está ótimo.
Gael apenas balançou a cabeça, o pau ainda semi-duro dentro do short molhado. Livia olhou para a tela como se nada tivesse acontecido.
O resto do filme passou em tensão constante. Gael manteve a mão na coxa da mãe por baixo da saia, os dedos traçando círculos lentos perto do cu ainda cheio. De vez em quando ele enfiava o dedo de novo, só para sentir o próprio gozo escorrendo.
Quando as luzes acenderam, Curvinea se levantou com as pernas um pouco trêmulas. A saia longa escondia tudo, mas ela sentia o líquido escorrer pela coxa a cada passo.
No carro, voltando para casa, Roberto falava animado sobre o filme. Gael sentou atrás de novo, ao lado da mãe. No escuro, a mão dele voltou para entre as pernas dela. Dois dedos entraram no cu sem cerimônia. Curvinea manteve a conversa com o marido, a voz firme, enquanto o filho a dedava no banco de trás.
Livia observava tudo pelo retrovisor, as pernas apertadas.
Quando chegaram em casa, Roberto foi direto para a geladeira buscar outra cerveja. Curvinea subiu as escadas. Gael e Livia a seguiram minutos depois.
No corredor, antes de cada um entrar no próprio quarto, Gael segurou o braço da mãe e falou baixo, quase no ouvido:
— Amanhã eu quero foder essa bunda de novo. E dessa vez eu não vou ser silencioso.
Curvinea olhou para ele. Os olhos escuros, o corpo ainda latejando.
— Então espera o seu pai sair.
Livia passou pelos dois e murmurou:
— Eu também vou estar lá.
A porta do quarto do casal se abriu. Roberto subia as escadas.
Os três se separaram em silêncio.
Mas o cinema tinha deixado uma coisa clara: o desejo já não respeitava nem público, nem família, nem o risco de ser pego.
E a próxima vez estava cada vez mais perto.
No dia seguinte ao cinema, Roberto saiu cedo para o trabalho. A casa ficou em silêncio, mas o celular de Gael não parou de vibrar.
Curvinea (08:17)
Ainda estou sentindo você.
Toda vez que sento, escorre um pouco.
Gael (08:18)
Quero ver.
Manda foto da bunda.
Curvinea foi até o banheiro, ergueu o vestido de dormir e tirou uma foto de costas, na frente do espelho. A bunda grande, marcada levemente, o cu ainda um pouco avermelhado. Enviou.
Gael (08:21)
Porra.
Quero enfiar a língua aí agora.
Hoje à noite tem a festa da tia Clara. Você vai de saia?
Curvinea (08:22)
Vou.
Sem calcinha.
Igual ontem no cinema.
Gael (08:23)
Vou te fazer sentar no meu colo.
Na frente de todo mundo.
E vou ficar duro embaixo de você o tempo todo.
Livia (08:25) – no grupo dos três
Eu vi as mensagens.
Se vocês dois forem se esfregar na festa, eu quero participar depois.
Não me deixem de fora.
Gael (08:26)
Ninguém vai te deixar de fora.
Mas primeiro eu quero a bunda dela no meu colo.
O dia inteiro as mensagens continuaram.
Curvinea mandava fotos discretas: a saia que ia usar, a marca da mão dele ainda visível na coxa, o dedo dela mesma entrando no cu na frente do espelho. Gael respondia com áudios baixos, a voz rouca, dizendo exatamente o que ia fazer com ela naquela noite. Livia mandava mensagens curtas e sujas, dizendo que estava molhada só de ler.
À noite, a família inteira foi para a casa da tia Clara. Festa de aniversário, gente demais, música alta, luzes baixas no quintal, mesas cheias de comida e bebida. Roberto logo se juntou aos cunhados para beber. Livia circulava entre os primos. Curvinea e Gael ficaram mais próximos do que o normal.
A música mudou para algo mais lento e pesado. Várias pessoas começaram a dançar no meio do quintal. Gael se sentou numa cadeira de plástico um pouco afastada, perto das árvores. Curvinea passou por ele carregando dois copos. Ele segurou o pulso dela.
— Senta.
Ela olhou em volta. Roberto estava de costas, rindo alto. Ninguém prestava atenção de verdade.
Curvinea se sentou no colo do filho, de lado no começo. A saia longa se abriu um pouco. Gael passou o braço pela cintura dela, como se fosse só carinho de mãe e filho. A mão, porém, desceu e apertou a bunda por baixo do tecido. Sem calcinha. A carne quente e macia encheu a mão dele.
— Rebola devagar — ele murmurou no ouvido dela.
Curvinea obedeceu. Começou a se mover no ritmo da música, o quadril fazendo círculos lentos no colo do filho. O pau de Gael endureceu imediatamente, subindo entre as nádegas dela. Ela sentiu o volume e pressionou mais, esfregando o cu contra ele por cima da calça.
A música continuava. Pessoas passavam perto. Alguém até comentou:
— Que fofo, mãe e filho dançando juntos.
Curvinea sorriu para a pessoa e continuou rebolando. Agora de frente para Gael, as pernas abertas sobre as dele, a saia escondendo tudo. O pau duro dele estava exatamente no meio das nádegas. Ela se movia para cima e para baixo, devagar, como se só estivesse dançando. Cada movimento fazia a cabeça do pau pressionar a entrada do cu.
Gael estava com o maxilar travado. As mãos apertavam a cintura dela por baixo da saia, guiando o movimento. De vez em quando ele subia um pouco o quadril, forçando o pau contra o cu fechado.
— Se ninguém estivesse olhando eu já tinha enfiado — sussurrou ele.
— Eu sei — ela respondeu, a voz baixa e ofegante. — Eu estou molhada pra caralho.
Livia apareceu do nada, parou ao lado dos dois com um copo na mão e sorriu como se nada estivesse acontecendo.
— Vocês estão chamando atenção — disse ela baixinho. — O pai olhou pra cá duas vezes.
Curvinea não parou de rebolar. Apenas se inclinou mais contra o peito do filho, escondendo o rosto no pescoço dele. Gael aproveitou para morder de leve a pele e apertar a bunda com mais força.
A música mudou de novo, mais rápida. Curvinea se levantou de repente, as pernas um pouco trêmulas. O volume na calça de Gael era impossível de esconder. Ele ficou sentado, o rosto quente.
Mais tarde, quando a festa já estava no auge e Roberto bebia no outro lado do quintal, os três desapareceram juntos. Foram para o banheiro de serviço no fundo da casa, o mesmo que quase ninguém usava.
Assim que a porta trancou, Curvinea ergueu a saia até a cintura e se apoiou na pia. Gael baixou a calça, posicionou o pau e enfiou no cu de uma vez. Livia ficou de guarda, mas logo se ajoelhou e chupou as bolas do irmão enquanto ele metia.
O barulho da festa abafava os gemidos. Gael fodeu a mãe com pressa e vontade, as mãos afundando na bunda grande, o som de pele batendo ecoando no banheiro pequeno. Curvinea gozou primeiro, o corpo todo tremendo. Gael meteu mais fundo e gozou dentro, segurando o gemido no pescoço dela.
Livia chupou o que escorreu, depois se levantou e beijou a mãe na boca, passando o gosto.
Quando saíram, um de cada vez, a festa continuava como se nada tivesse acontecido. Roberto nem tinha notado a ausência.
No caminho de volta para casa, no banco de trás, Gael mandou mensagem para a mãe mesmo com ela sentada na frente:
Gael (23:48)
Ainda estou duro.
Quando o velho dormir eu quero essa bunda de novo.
Dessa vez sem pressa.
Curvinea leu no celular e não respondeu com texto. Apenas olhou pelo retrovisor e encontrou os olhos do filho no escuro. O olhar dela dizia tudo.
Livia, ao lado de Gael, passou a mão pela coxa dele e sussurrou:
— Eu também vou estar acordada.
A noite ainda não tinha acabado.
E a festa em família só tinha deixado o desejo ainda mais afiado.
No sábado seguinte a família inteira foi para a casa de praia da tia Clara. Piscina, sol, churrasco, parentes demais. Roberto estava de bom humor. Livia já tinha combinado com as primas. Gael e Curvinea mal se olhavam na frente dos outros… mas o celular não parava.
Gael (10:14)
Que roupa você vai usar?
Curvinea (10:16)
Micro biquíni preto.
O que quase não cobre a bunda.
Você vai ficar duro o dia todo.
Gael (10:17)
Manda foto agora.
Curvinea trancou o banheiro da casa de praia, tirou a canga e se fotografou de costas na frente do espelho. O micro biquíni era realmente mínimo: dois triângulos finos na frente e, atrás, um fio dental que sumia entre as nádegas, deixando as duas metades grandes e pesadas completamente expostas. A carne macia transbordava. Ela ainda passou a mão, separou um pouco e tirou outra foto mais ousada, onde se via o volume do pauzinho do biquíni apertando o cu.
Enviou as duas.
Gael (10:19)
Porra nenhuma.
Eu vou te foder com essa porra de biquíni no meio da perna.
Hoje.
Livia (10:20) – no grupo
Eu também vi.
Se você sentar no colo dele na frente de todo mundo de novo, o pai vai notar.
Ele já está estranho desde a festa.
Curvinea (10:21)
Eu sei.
Mas eu não vou aguentar ficar longe.
Eles chegaram por volta do meio-dia. Curvinea tirou a canga assim que pisou na área da piscina. O silêncio de meio segundo entre alguns dos homens da família foi perceptível. A bunda grande e arredondada balançava pesada a cada passo, o fio dental preto sumindo no meio, as marcas claras de quem não tomava sol naquela região. Roberto olhou, franziu o cenho, mas não disse nada. Apenas puxou uma cerveja.
Gael sentou numa espreguiçadeira longe dos outros, de óculos escuros. O pau já estava semi-duro só de ver. Curvinea passou por ele de propósito, devagar, e a bunda passou a centímetros do rosto dele.
Gael (12:34) – mensagem rápida
Senta no meu colo.
Agora.
Curvinea (12:35)
Na frente de todo mundo?
Gael (12:35)
Na frente de todo mundo.
Ela esperou Roberto se distrair com o churrasco. Depois caminhou até o filho, o corpo brilhando de protetor solar. Sem pedir licença, se sentou no colo dele de costas, como se fosse só sombra e carinho. A bunda nua e pesada afundou sobre o pau já duro escondido na bermuda. Gael passou os braços na cintura dela, fingindo um abraço de filho.
Curvinea começou a se mexer.
Devagar. Quase imperceptível. O quadril fazia círculos curtos, esfregando as nádegas inteiras no volume duro. O fio dental do biquíni era a única barreira. Cada movimento fazia a cabeça do pau pressionar exatamente contra o cu dela.
Roberto olhou de longe.
Ficou olhando alguns segundos a mais do que o normal.
Livia, do outro lado da piscina, sentiu o estômago apertar. Pegou o celular.
Livia (12:41)
O pai está olhando.
Para com isso um pouco.
Curvinea não parou. Apenas se inclinou para trás, encostando a cabeça no ombro de Gael, e continuou rebolando mais fundo. Agora o pau dele estava exatamente no meio das nádegas, o tecido da bermuda já úmido de pré-gozo. Ela apertava as coxas, esfregando com mais vontade, como se estivesse só se ajeitando no colo.
Um tio passou perto e riu:
— Olha a carência da mãe. Não larga o menino.
Roberto não riu. Ficou em pé, cerveja na mão, olhando fixamente para os dois. O maxilar estava travado.
Gael sentiu o olhar do pai. Em vez de parar, apertou mais a bunda da mãe por baixo, os dedos afundando na carne exposta, e empurrou o quadril para cima, forçando o pau contra o cu dela. Curvinea soltou um suspiro baixo, disfarçado de calor.
Gael (12:47) – mensagem que Curvinea leu no celular escondido
Se ele vier aqui eu gozo em você do mesmo jeito.
Curvinea (12:48)
Eu também.
Livia se levantou e foi até os dois, fingindo naturalidade. Sentou na espreguiçadeira ao lado e falou baixo, sem mexer os lábios:
— Ele está vindo.
Roberto realmente atravessava a área da piscina, o olhar escuro. Curvinea se levantou na hora, como se nada tivesse acontecido, e foi até a beira da piscina. A bunda balançou pesada, o fio dental perdido entre as nádegas. Gael ficou sentado, obrigado a colocar a toalha no colo para esconder o volume absurdo.
Roberto parou na frente do filho.
— Vocês dois estão estranhos pra caralho ultimamente.
Gael tirou os óculos, o rosto neutro.
— Estranhos como?
— Esse negócio de ficar colado o tempo todo. Sua mãe parece que não larga de você.
Antes que Gael respondesse, Curvinea voltou, molhada, o biquíni ainda mais grudado. Passou a mão no ombro do marido e beijou o rosto dele.
— Ciúme, amor? — brincou, a voz leve. — Ele é meu filho.
Roberto não respondeu. Apenas olhou de novo para a bunda da esposa quando ela se abaixou para pegar a toalha. O fio dental tinha se deslocado um pouco, mostrando quase tudo.
O resto da tarde foi uma tortura.
Toda vez que Curvinea passava perto de Gael, a bunda roçava nele de propósito. Uma vez, na fila do churrasco, ela ficou na frente do filho e empurrou o quadril para trás, esfregando o traseiro inteiro no pau dele por longos segundos, conversando normalmente com uma tia. Gael teve que morder a língua por dentro.
Livia mandava mensagens sem parar:
Livia (15:22)
Vocês estão brincando com fogo.
O pai já perguntou pra mim se eu achei alguma coisa estranha entre vocês dois.
Curvinea (15:23)
E o que você respondeu?
Livia (15:23)
Que vocês sempre foram próximos.
Mas ele não acreditou.
No final da tarde, quando o sol já estava baixo e a maioria dos parentes tinha bebido demais, Curvinea chamou Gael para “ajudar a buscar mais gelo” na despensa dos fundos. Livia os seguiu minutos depois.
A despensa era escura e quente. Assim que a porta fechou, Curvinea empurrou o micro biquíni para o lado, se virou e abriu as nádegas com as duas mãos.
— Rápido. Antes que ele note.
Gael não perdeu tempo. Baixou a bermuda, posicionou e enfiou o pau no cu dela de uma vez. A folga que o fio dental deixava só facilitou. Ele meteu fundo, rápido, as mãos segurando a bunda grande e oleosa de protetor. Livia ficou de guarda, mas logo ajoelhou e chupou as bolas do irmão enquanto ele fodia a mãe.
Gael gozou em menos de dois minutos, enchendo o cu dela em silêncio. Quando tirou, o porra escorreu pelo fio dental preto. Curvinea apenas ajeitou o biquíni, escondendo o líquido o máximo que pôde, e saiu primeiro.
Roberto estava parado no corredor quando ela voltou.
— Demorou pra caralho pro gelo.
Curvinea ergueu o saco de gelo e sorriu, o rosto ainda quente.
— A porta estava emperrada.
Ele olhou para baixo. Uma pequena gota escorria pela parte interna da coxa dela, brilhando no meio da pele bronzeada. Roberto franziu o cenho, mas antes que pudesse falar nada, Livia e Gael apareceram atrás da mãe, cada um carregando mais coisas.
A conversa morreu ali.
Mas o olhar de Roberto mudou de vez.
Naquela noite, de volta para casa, as mensagens recomeçaram assim que ele roncava:
Curvinea (23:51)
Ele suspeita.
De verdade.
Gael (23:52)
Eu não vou parar.
Amanhã eu quero essa bunda de novo.
Com o biquíni ainda no meio da perna.
Livia (23:53)
Eu também.
Mas a gente precisa ser mais cuidadosa.
Ou tudo vai explodir.
Curvinea não respondeu na hora. Apenas mandou uma última foto: de quatro na cama, o micro biquíni puxado para o lado, o cu ainda vermelho e um pouco aberto, com resto de porra escorrendo.
A legenda era só uma palavra:
Curvinea (00:02)
Ainda quero.
E Gael, do outro lado da parede, já estava duro de novo.
A desconfiança do pai agora era real.
A sogra de Curvinea, Dona Lourdes, 68 anos, tinha olhos de águia.
Desde o almoço de domingo na casa dela, a mulher não desgrudava o olhar da nora e do neto. Toda vez que Curvinea passava perto de Gael, Dona Lourdes franzia a testa. Quando os dois riam baixo no canto da sala, ela apertava os lábios.
No final da tarde, enquanto Roberto e o pai dele conversavam na varanda, Dona Lourdes puxou a nora para a cozinha.
— Você está diferente, Curvinea.
— Diferente como, sogra?
— Esse jeito de ficar em volta do Gael o tempo todo. Parece que… não sei. Parece coisa errada.
Curvinea forçou um sorriso.
— Ele é meu filho. Sempre fomos próximos.
Dona Lourdes não respondeu. Apenas olhou de cima a baixo, como se quisesse enxergar através da roupa.
Naquela mesma noite, depois que todo mundo foi embora, as mensagens recomeçaram.
Gael (22:14)
A vó suspeita.
Curvinea (22:15)
Eu sei. Ela quase me comeu com os olhos hoje.
Gael (22:16)
Quero que você experimente umas coisas pra mim.
Agora.
Curvinea (22:17)
Que tipo de coisas?
Gael (22:18)
Micro biquíni.
Calcinhas mínimas.
Quero ver a bunda apertada nelas.
Manda foto de tudo.
Curvinea trancou o quarto. Roberto já roncava. Ela abriu a gaveta escondida no fundo do armário — a mesma onde guardava as peças que só o filho conhecia.
Primeiro o micro biquíni vermelho. Quase não cobria nada. O fio dental sumia entre as nádegas, deixando as duas metades grandes e pesadas completamente expostas. Ela tirou foto de costas, depois de frente, depois se abaixando.
Curvinea (22:24)
[foto]
Apertado demais.
A bunda come o tecido.
Gael (22:25)
Mais.
Agora a preta de renda que quase não existe.
Ela trocou. A calcinha preta era só duas tiras finas e um pedacinho de renda na frente. Atrás, nada. A bunda ficava totalmente nua. Curvinea se ajoelhou na cama, separou as nádegas com as mãos e tirou a foto exatamente como o filho gostava: o cu à mostra, a calcinha inútil puxada para o lado.
Curvinea (22:31)
[foto]
Essa aqui não cobre nada.
Gael (22:32)
Porra.
Amanhã você vai usar uma dessas embaixo da saia.
E vai sentar no meu colo na frente de todo mundo.
Livia (22:33) – entrando na conversa
A vó já desconfia.
Se você rebolar nele de novo na frente dela, ela vai falar alguma coisa.
Curvinea (22:34)
Eu não vou conseguir segurar.
Toda vez que sinto o pau dele embaixo de mim eu molho na hora.
Gael (22:35)
Então molha.
Eu quero ver você escorrer na minha calça na frente da família.
No domingo seguinte, almoço de novo na casa de Dona Lourdes. Casa cheia: tios, primos, o sogro, Roberto, Livia, Gael e Curvinea.
Curvinea chegou de saia midi leve, estampada, que balançava com o vento. Por baixo, exatamente a calcinha preta de renda que o filho tinha escolhido — a que não cobria absolutamente nada atrás. A bunda ficava livre, nua, só esperando.
Durante o almoço, Dona Lourdes não tirava os olhos dela.
Depois da comida, todo mundo foi para a sala e para a varanda. Música baixa, conversas altas, calor de fim de tarde. Gael se sentou no sofá grande da sala, de pernas abertas. Curvinea passou por ele carregando uma travessa e, sem cerimônia, se sentou no colo do filho.
De frente.
A saia se abriu em volta dos dois. O pau de Gael já estava duro. Ela sentiu o volume exatamente no meio das nádegas nuas. Sem calcinha de verdade, só a tira inútil de renda. A carne quente e macia afundou sobre ele.
Gael passou o braço pela cintura dela, fingindo naturalidade. Curvinea começou a se mexer.
Devagar.
No ritmo da conversa.
Rebolando o quadril em círculos curtos, esfregando o cu inteiro no pau duro do filho.
Dona Lourdes, da poltrona em frente, parou de falar no meio da frase.
Roberto, do outro lado da sala, olhou e franziu o cenho.
Livia sentiu o coração disparar.
Curvinea não parou. Continuou rebolando, agora com um pouco mais de pressão, o cu abrindo e fechando em volta do volume. O pré-gozo de Gael já molhava a calça. Ela estava encharcada. A cada movimento a saia subia mais um pouco, e quem estivesse no ângulo certo quase podia ver a carne nua.
Dona Lourdes se levantou.
— Curvinea.
A voz da sogra cortou a sala.
— Desce do colo do menino. Isso não é coisa de mãe.
O silêncio foi imediato.
Curvinea parou de rebolar, mas não se levantou na hora. Apenas olhou para a sogra com um sorriso calmo demais.
— Estamos só brincando, sogra. Ele é meu filho.
— Eu sei muito bem o que eu estou vendo — respondeu Dona Lourdes, a voz baixa e dura. — E não é brincadeira.
Roberto se aproximou.
— Mãe, deixa quieto. Não é nada.
Mas o olhar dele também estava diferente. Mais escuro. Mais desconfiado.
Curvinea finalmente se levantou. A saia caiu no lugar. Uma pequena mancha úmida ficou visível na calça clara de Gael, bem no meio. Ele cruzou as pernas rápido.
Dona Lourdes apontou o dedo para a nora.
— Eu não sou cega. E se eu vir isso de novo, vou falar com meu filho de verdade.
A ameaça ficou pairando no ar.
O resto da tarde foi gelado. Curvinea e Gael mal se olharam. Livia tentava disfarçar o nervosismo. Roberto bebia mais do que o normal.
No caminho de volta para casa, no banco de trás, Gael mandou mensagem mesmo com o pai dirigindo:
Gael (18:47)
Eu quase gozei quando você rebolou.
A vó quase pegou a gente.
Curvinea (18:48)
Eu também quase gozei.
Estou encharcada até agora.
Gael (18:49)
Quando a gente chegar em casa eu quero essa saia erguida.
E essa calcinha inútil puxada pro lado.
Vou te foder no quarto com a porta trancada enquanto o velho toma banho.
Livia (18:50)
A vó vai contar alguma coisa.
Eu sinto.
Curvinea (18:51)
Então a gente fode enquanto ainda dá.
Assim que chegaram em casa, Roberto foi direto para o chuveiro. Curvinea nem esperou. Subiu as escadas, puxou Gael pelo braço e, assim que a porta do quarto fechou, ergueu a saia até a cintura. A calcinha preta foi puxada para o lado. Ela se apoiou na cômoda e abriu a bunda com as duas mãos.
— Agora.
Gael enfiou de uma vez. O cu dela ainda estava mole e molhado do rebolado na frente da família. Ele meteu fundo, rápido, as mãos segurando a carne grande, o som de pele batendo abafado pela água do chuveiro do pai.
Livia entrou sem bater, trancou a porta e se ajoelhou para chupar as bolas do irmão enquanto ele fodia a mãe.
Gael gozou dentro, mordendo o ombro de Curvinea para não gemer alto. Quando tirou, o porra escorreu pela calcinha deslocada. Livia limpou com a língua.
Do banheiro, a voz de Roberto ecoou:
— Curvinea? Você está aí?
Ela ajeitou a saia com as mãos trêmulas e respondeu, a voz rouca:
— Estou. Já desço.
Mas os três sabiam.
A sogra tinha visto demais.
O pai estava cada vez mais perto de descobrir.
E mesmo assim, nenhum deles conseguia parar.
