Elas sentaram perto. A gente puxou assunto. A filha já estava meio comprometida, fechada, educada. A mãe, não. Bastou a segunda cerveja pra ela começar a rir mais alto, cruzar e descruzar as pernas com uma ousadia deliberada. O vestido subia, mostrava a curva interna da coxa, e ela não fazia a menor questão de ajeitar.
Naquela época eu ainda dava uns teco. Toda vez que ia no banheiro, ela aparecia também. Até que, numa dessas, o banheiro estava cheio — uns sete caras — e ela no meio, com aquele sorriso safado de quem já tinha decidido. Não perdi tempo. Empurrei ela contra a parede fria, segurei o queixo e beijei com força. Ela soltou um “cê é maluco…” no meio da boca, mas o sorriso era de puta. Já sabia o que ia rolar.
Arrastei ela pro sanitário, fechei a porta e mandei todo mundo pra fora. Ela ainda pediu o pó. Eu coloquei a farinha em cima da minha pica dura, e ela se ajoelhou sem hesitar. Cheirou direto no pau, o nariz roçando a pele quente, a língua já saindo pra limpar o que sobrou. Depois engoliu tudo de uma vez, chupando com vontade, olhando pra cima com aquela cara de quem adora ser usada. Saliva escorrendo pelo queixo, mão apertando os ovos, garganta se abrindo gostoso.
Levantei ela, virei de costas e a coloquei ajoelhada na privada. Ela empinou aquele rabo enorme, abriu com as duas mãos e falou baixo, quase gemendo:
— Enfia esse pau grosso no meu cu, safado…
Lambe o cu dela primeiro, bem devagar, sentindo ela tremer. Depois enfiei a cabeça. Ela soltou um gemido gutural quando a grossura começou a abrir. Fui metendo aos poucos até o talo, sentindo aquele cuzinho quente e apertado engolir tudo. Meti forte, sem dó, segurando a cintura dela e ouvindo o barulho molhado da porra batendo. Quando tirei, o cu dela ficou aberto, vermelho, pulsando. Não perdi tempo: passei a cabeça na buceta lisinha, já encharcada, e enfiei de uma vez. Tratei ela como puta barata mesmo — metendo fundo, puxando o cabelo, batendo naquele rabo gordo enquanto ela delirava e pedia mais.
Ficamos quase quarenta minutos trancados. Quando voltamos pra mesa, ela estava com o vestido um pouco torto e o olhar de quem tinha acabado de ser fodida direito.
Um ano depois conheci melhor a filha. Hoje somos casados. No começo do namoro eu dormia quase toda noite na casa delas. E a sogra… a puta não descansava. Aparecia de shortinho fino, tão transparente que dava pra ver o fio dental enfiado no meio do rabo. Toda vez que se agachava pra pegar alguma coisa, empinava propositalmente, abrindo as pernas o suficiente pra eu ver o contorno da buceta e o volume daquele cu que eu já conhecia por dentro.
No aniversário dela, veio falar comigo na cozinha. Enquanto conversava, passou a mão no meu pau por cima da calça, apertou de propósito e sorriu baixinho, como se estivesse só conferindo se ainda estava do mesmo tamanho. Depois se virou, caminhou devagar e deixou o rabo balançando na minha frente, sabendo exatamente o efeito que causava.
Minha sogra é uma coroa viciada em sexo. E o pior é que ela sabe que eu já comi aquele cu e aquela buceta. E ainda assim continua provocando. Como se estivesse só esperando a próxima oportunidade de se ajoelhar de novo.
