Tudo começou numa sexta. A mãe tinha saído. Ele me chamou para uma balada, “só para não te deixar em casa sozinha”. Eu vesti um vestido preto de renda, curto, justo no quadril, com decote em V profundo que deixava o colo e a metade dos seios à mostra. Por baixo, só uma calcinha de renda preta mínima. Passei perfume doce e quente no pescoço, entre os seios e na virilha — baunilha com um fundo amadeirado. Quando desci a escada, ele parou no meio da sala.
— Você vai sair assim? — perguntou, a voz já diferente.
— Assim como, pai? É só um vestido.
Ele passou a língua nos lábios sem perceber.
Na pista a gente dançou colado demais para pai e filha. A renda do vestido subia quando eu rebolava. A mão grande dele desceu da minha cintura para a curva da bunda e ficou lá. Eu senti o pau dele endurecer contra a minha barriga, depois contra o meu assento quando ele virou o corpo. Grosso, quente, marcado na calça.
— Tá olhando aquelas meninas ali, pai? — falei no ouvido dele, com um ciúme bobo e provocante.
— Não estou olhando ninguém.
— Então por que tá tão duro esfregando em mim?
Ele apertou minha cintura.
— Porque minha filha apareceu com esse vestido de renda e esse perfume e resolveu dançar grudada. Agora para de falar e dança.
Eu senti ele crescer mais. A ponta batendo em mim a cada movimento. Eu molhei a renda da calcinha ali mesmo, no meio da luz e da música, com vergonha e tesão misturados. Ele não me beijou. Não passou daquilo. Mas daquele dia em diante eu não conseguia mais fingir que era só meu pai.
Em casa, na piscina, eu provoquei de propósito. Biquíni branco de renda, quase transparente quando molhava, o top mal contendo os seios grandes. Ele fingia ler, mas eu via o olhar descer pelo meu corpo magro, parar nos mamilos marcados, na fenda do tecido. Uma vez ele se levantou rápido demais e entrou na água com a toalha na frente. Eu soube.
Quando a mãe viajou com as amigas, eu vesti a camisola. Champagne, de renda fina, alças finas, o tecido caindo nos seios sem sutiã, sem calcinha, sem nada. O perfume ainda no pescoço e entre os peitos. Fui deitar na cama dele dizendo que estava com medo de ficar sozinha no quarto.
Ele chegou mais tarde, tomou banho, deitou atrás de mim. Primeiro por cima do edredom. Depois passou o braço por baixo da coberta e me puxou contra o peito largo. Eu fingi dormir. O coração batia tão forte que eu achava que ele ia sentir.
A mão desceu. Cintura. Barriga. Subiu e pegou um seio inteiro por cima da renda. Apertou. O polegar girou o mamilo já duro. Eu prendi a respiração.
— Meu Deus, Heather… — ele sussurrou, achando que eu não ouvia.
A mão entrou por baixo da camisola. Pele na pele. Ele segurou meu seio nu, pesado, e esfregou o polegar no bico. Empurrou o quadril para frente. O pau duro, grosso, se encaixou bem no meio das minhas nádegas. Só a cueca e a renda fina entre nós. Ele esfregou devagar, curto, como se não aguentasse. Eu senti o tamanho, o calor, a veia pulsando contra a minha bunda. Minha buceta latejava, encharcada, colada na seda.
Ele respirou fundo no meu cabelo, apertou meu peito com mais força e parou de repente, como quem acorda de um sonho perigoso. Se afastou um pouco.
Eu “acordei”, a voz mole de propósito.
— Pai? Aconteceu alguma coisa?
Ele ficou em silêncio.
— Desce comigo. Vou pedir uma pizza. A gente bebe alguma coisa. Não quero… não quero fazer merda agora.
Descemos. Ele pediu pizza grande, borda recheada. Abriu uma garrafa de vinho tinto. Eu sentei no sofá com a camisola de renda subindo nas coxas. Sem calcinha. Toda vez que cruzava as pernas ele via. Bebemos. A pizza chegou quente, o queijo esticando. O vinho descia e soltava a língua.
— Você não está usando nada por baixo dessa renda — ele falou, olhando para os meus seios.
— Não. E você ficou durinho atrás de mim lá em cima. Eu senti o pau inteiro na minha bunda, pai.
Ele passou a mão no rosto.
— Heather…
— Eu não estava dormindo. Eu quis que você continuasse.
O olhar dele mudou de vez. De pai para homem faminto.
Subimos. Dessa vez sem fingir.
Ele me deitou na cama, puxou a camisola de renda para cima e mamou meus seios como se estivesse com fome. Língua larga, chupando o mamilo, mordendo de leve, a barba raspando a pele branca. Eu gemia alto, os dedos nos cabelos dele.
— Porra, filha… esses peitos… esse perfume…
Eu subi em cima dele. Segurei o pau grosso e quente com as duas mãos, enfiei na buceta molhada de uma vez. Desci até o fundo. Gemi.
— Aaaaai, pai… que pau grande… encheu tudo…
Comecei a sentar. Quicando. Seios balançando na cara dele. Ele segurava os dois, mamava um, apertava o outro, gemendo baixo e rouco.
— Aaaiii… aiii filha… assim… porra… a buceta da minha filha tá me comendo… aaaii vou gozar…
Eu sentava mais fundo, rebolando, o barulho molhado enchendo o quarto. Ele segurava minha cintura e empurrava para cima.
— Goza, pai. Goza na minha boca. Quero engolir tudo do meu pai.
Ele gemeu alto, me tirou de cima, se ajoelhou. Eu desci a cabeça e abri a boca. Ele gozou direto na língua, jatos quentes e grossos. Eu engoli. Apertei a base do pau com a mão e puxei, ordenhando as últimas gotas.
— Engoli tudo, pai. Até a última gota. Olha… — mostrei a língua. — Ainda quer mais da sua putinha?
O pau dele não amoleceu direito. Em poucos minutos já estava duro de novo, brilhando de saliva e porra.
Eu subi outra vez, segurei o pau, mas não coloquei na buceta. Cuspi na mão, passei no meu cuzinho e na cabeça grossa. Encostei no meu cu apertado.
— Vai entrar no cu da sua filha agora. A vadia quer o pau do pai no cuzinho.
Empurrei para baixo devagar. A cabeça abriu o anel. Eu senti cada milímetro: a ardência gostosa, o volume esticando, descendo, invadindo. Gemi com a boca aberta.
— Aaaai porra… tá entrando… o pau do meu pai tá abrindo meu cuzinho… que grosso, pai… continua… enfia tudo na sua puta…
Desci até sentar completamente. O pau inteiro dentro do cu. Eu sentia ele pulsando fundo, quente, grosso demais. Comecei a quicar devagar, depois mais rápido. Seios pulando. Ele segurava os dois, mamava, gemia meu nome.
— Filha do caralho… seu cu tá me milking… aaaiii Heather… aiii vou gozar de novo no cu da minha putinha…
— Goza, pai. Enche o cu da sua vadia. Eu sou a puta do meu pai agora. Fala. Fala que ama foder o cu da filha.
Ele gozou fundo, gemendo alto, os jatos quentes batendo lá dentro. Eu continuei sentada, sentindo o pau latejar, a porra escorrendo um pouco quando eu subia.
Depois ele me virou de quatro, meteu na buceta de novo, depois no cu outra vez. Eu pedia mais, falava putaria, chupava o pau sujo e pedia para ele meter de novo. Ele me chamava de filha e de puta no mesmo gemido.
Aquela noite, com gosto de vinho, pizza e do meu pai na boca, eu deixei de ser só a filha. E nunca mais quis voltar atrás.