Vi o tamanho da bengala do vovô e tive que experimentar.

Oi, eu me chamo Isabela e hoje irei contar do dia em que me acabei na vara do meu avô.

Eu sou uma garota de pele clara, coxas grossas, bumbum mediano bem redondo e empinado, cintura fina e peitos redondos, grandes e bastante bicudinhos. Quando eu tinha por volta dos meus quinze anos, meus avós que moram fora do país vieram passar alguns meses conosco em nossa casa, não os via fazia bastante tempo e mal recordava de como eles eram. Eu que sempre fui tarada por homem mais velho, ao ver meu avô, um homem de 65 anos de 1,90 de altura, forte e malhado fiquei impressionada.

Alguns dias se passaram desde a chegada deles, já estava acostumada a chegar da escola e ver todo mundo por ali. Neste fatídico dia, a casa estava completamente vazia o que para mim pareceu um enorme alívio já que estava um pouco entristecida já que havia acabado de terminar com meu ficante. Estava deitada na cama usando meu uniforme do colégio, uma sainha rodada no cumprimento das coxas e uma blusinha de botão, blusa essa que ficava apertada na região dos seios e meus bicos por serem avantajados, ficavam bastante marcados no tecido fino e branco.

Sou uma menina fogosa, e sem falta preciso dar todos os dias para acalmar o melado e fogo de minha xoxota e como neste dia havia terminado com meu ficante, estava sem jeba para me aliviar. Fui até a cozinha para beber água quando me deparei com meu avô sentado no sofá assistindo filme.

— Vovô? Não quis sair com o pessoal?

Perguntei ao me aproximar e me sentar no sofá menor, cruzando as pernas.

— Estou um pouco cansado hoje, preferi ficar em casa. — Ele respondeu, e então sorriu.

Eu sorri de volta e passei então a assistir ao filme junto dele, estava um completo silêncio quando de repente começou uma cena de sexo e ali fiquei nervosa, já estava estressada pela minha falta de trepada diária e vendo tudo aquilo o fogo da minha piriquita só crescia. Olhei para o lado para ver se meu avô havia notado o meu nervosismo e o velho safado estava vidrado na TV, mordendo o lábio enquanto via os seios da atriz. Foi então que notei o volume gordo debaixo do short que ele usava, a vara meia bomba estava esticada por debaixo do tecido, chegando até metade de sua coxa e eu claro fiquei impressionada com todo aquele tamanho.

Ele notou que eu havia percebido suas reações e então se retraiu um pouco. — Me desculpe, é que seu velho não sabe o que é uma trepada a a anos. — Eu ri com aquela informação e rapidamente troquei de lugar, me sentando ao lado dele. — Como assim vô, você e a vovó não fazem nada?

— Sua vó não sente mais vontade de fazer essas coisas e eu não tenho coragem de a trair, apesar de continuar com um fogo ainda, a vara do teu avô não sobe mais como antigamente.

Ouvir toda aquela história me deixou com a xotinha pulsando, sentia o buraquinho se contraindo assim como o grelo pegando fogo. Ele era enorme estando mole, imagina estando duro e foi então que o meu lado safado e curioso se ativou.

E foi então que inocentemente eu derramei água do copo inteirinha no colo do velho. — Minha nossa, como sou desastrada!!! Sujei você inteirinho vovô… Me desculpe! Vamos tirar esse short molhado.

— N-não precisa Isa… — Antes que ele pudesse terminar a frase eu já estava de joelhos em sua frente desabotoando o short e o abaixando e para minha alegria e surpresa ele estava sem cueca. Eu vi aquela tora de madeira larga, fazendo com que minha boca se enchesse d’água. Media por volta dos 26 centímetros com 6 de largura, a cabeça era inchada e apesar de estar mole era bem veiudo.

— Que isso menina? Você não pode ver isso. — Ele falava tentando se cobrir e eu apenas admirava tudo aquilo até segurar com minhas mãos delicadas. — Vovô… eu nunca vi uma pica tão grande assim!

Ele tentava desconversar e tentava se cobrir e eu apenas admirando até decidir que eu precisava experimentar aquilo. — Vovô, deixa eu brincar de trampolim nele?

— O quê? Tá ficando maluca? Você me respeita menina. — E eu toda vagabunda de tesão nem me importando. — Ninguém vai saber… eu só preciso gozar um pouquinho para apagar o fogo da minha xoxota, vai vovô… só um pouco.

— Tá bom… se você conseguir fazer ele subir pode pular só um pouquinho e não quero saber dessa história depois.

Eu assenti com a cabeça e de joelhos ainda o segurei com as duas mãos, punhetava a bengala mole na esperança de a fazer ficar dura e nada, botei a boca na mamadeira e mamava babando a extensão inteirinha e nada dela endurecer, fiquei impressionada com aquilo.

— O senhor é difícil hein? Mas o vovô gosta de peitos? Hum? — No mesmo instante ele arregalou o olhar e então sorri, desabotoando a camiseta de baixo para cima, dando a visão dos melões bicudos, a areola era rosadinha e os bicos arredondados porém bem avantajados e ali o velho já se animou. Me ajoelhei novamente e peguei a jeba meia bomba e babada, colocando entre os meus seios passando então a me movimentar, subindo e descendo o estimulando até o ouvir grunhir e finalmente aquela giromba deliciosa estava dura feito ferro, cuspindo pré gozo pela cabeça farta junto das veias que pulsavam.

E assim me levantei, sentando no colo do mais velho. — Só um pouquinho e acabou. — Ele disse, eu assenti e coloquei aquela cabeçorra na entrada e fui engolindo centímetro por centímetro, revirando os olhos e gemendo como a bela ninfomaníaca que sou e logo me via totalmente preenchida.

— Aí vovô, eu tô tão cheia! Aaaawwwnn. — Dizia enquanto pulsava.

— Brinca logo vai, eu falei que era só um pouquinho para apagar o fogo dessa sua xana, não me faça mudar de ideia.

— Calma vovô… — Disse com um sorriso safado, apoiando minhas mãos nos ombros largos do homenzão, passando a pular na linguiça inchada do vovô. Eu pulava muito, forte, sentia a vara saindo de dentro de mim até a cabeçona roçar na entradinha e logo descia gostoso novamente com tudo, me enchendo com ela.

— Aí vovô aíiiiii aíiiiiii, que delícia vovô!!!! aí que minhocão gostoso na minha xoxota!!! aaaahhhhnnn awwwnnnn isso vovô, me enche vai aí me enche.

Eu gritava enquanto pulava na piroca do vovô, usando e abusando daquele tamanhão enquanto ele fingia não gostar, o que me deixava ainda mais excitada.

— Chega, já brincou demais. — Ele dizia tentando me tirar e eu o agarrava com as unhas. — N-não… só mais um pouquinho vovô.

— Já fez muito o pau do seu avô de trampolim, agora chega. — E eu ignorava, continuava pulando nele, eu nem me importava em rebolar eu só estava me deliciando em pular e pular, a sensação de ficar completamente vazia e depois completamente cheia estava me deixando maluca. Eu segurava nos ombros dele e pulava, fazendo com que a minha bundinha ficasse vermelha de tanto bater nas pernas grossas do homem, formando um delicioso barulho de trepada. Os meus seios pulavam na cara dele assim como a saia subia mostrando o meu grelo inchado e vermelho de tesão. A blusa escorregava por meus braços, ficando presinha ali enquanto eu desfalecia de tanto dar para ele.

— Aí que brinquedão gostoso vovô… trepa comigo vovô… isso vai, trepa com sua netinha safada. Aaaaaaiiiiiiii, aaaaawwnnnnn aaawwwwnnnn

— Chega disso, chega. — Ele disse me retirando de cima dele e eu comecei a chorar por me sentir tão vazia, implorando para que ele não fizesse aquilo e ele apenas me encarando com aquela cara de safado sem vergonha. — Não, eu disse só um pouquinho, você passou dos limites.

— Não vovô, apenas estava brincando de cavalinho com o senhor. — Dizia chorosa, o empurrando contra o sofá e encaixando o buraquinho de novo no cavalão, começando a pular de novo e de novo. — Isso vovô… aí que bilau gostoso!!!!!! aí vovô me fode, me fode vovô me fode!!!! isso!!! isso!!!!!!!! trepa comigo seu safado, me come vai trepa comigo me fodeeee, vai enfia tudo em mim, me enche seu tarado!!!!! eu amo brincar de trampolim na sua linguiça gorda, aí que delícia de minhocão!!!!!

Estava fora de mim, minha garganta estava seca e eu juro por tudo que há sagrado que nunca havia sentido tanto prazer na minha vida, e eu podia me dar como viciada quando finalmente gozei. Minha buceta esguichava para todos os lados enquanto minhas pernas tremiam e eu só continuava a me esfolar naquela tora de madeira. — Eu vou morrer vovô!!!! — Foi então que o mesmo grunhiu forte, segurando minha cintura e esporrou todo o meu buraquinho quente, lotando-me de porra farta, quente e grossa que estava depositada naquelas bolonas a anos, esperando uma xotinha de ninfeta para o ordenhar. — Eu quero mais cavalinho vovô…

Foi quando ouvimos a maçaneta girar e então eu saí dali correndo com as pernas escorrendo porra, fui direto para o meu quarto, tomei um banho e deitei, adormecendo com minha bucetinha inchada e latejando enquanto minha barriguinha estava bem cheia de gala.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi o tamanho da bengala do vovô e tive que experimentar.

Codigo do conto:
271687

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/09/2026

Quant.de Votos:
5

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